segunda-feira, 24 de junho de 2013

RESUMO DOS JORNAIS 24/06/2013

O Globo

Manchete: O BRASIL NAS RUAS Dilma discute plano de ação com governadores

Diante de onda de protestos, presidente deve anunciar medidas na área de saúde
Manifestações se repetiram em pelo menos 20 cidades brasileiras, inclusive o Rio; bandeiras se diversificam cada vez mais, e tema do combate à corrupção ganha força. Novos atos estão previstos para hoje e amanhã

Pressionada pela onda de protestos, a presidente Dilma Rousseff convocou para hoje uma reunião com governadores e prefeitos de capitais em busca de uma ação conjunta para melhorar os serviços públicos.

O tema é mobilidade urbana, mas Dilma deve anunciar melhorias cm saúde e novas vagas em cursos de medicina. Também cobrará adesão à Lei de Acesso à Informação, para dar transparência aos atos públicos e combater a corrupção.
Ontem houve manifestações em 20 cidades, mas menos intensas e com temas diversos, como a crítica à PEC 37, que reduz o poder de investigação
do Ministério Publico. (Págs. 1, 3 e 7)

No Rio, atos tomam orla da Zona Sul

Cerca de 4 mil pessoas partitiparam de atos em Copacabana, no Leblon c no Aterro do Flamengo. Um grupo acampou na esquina da rua do governador Sérgio Cabral e não marcou data paia sair. (Págs. 1 e 6)

Drible nos EUA : Snowden sai de Hong Kong para a Rússia

O ex-agente da CIA Edward Snowden — procurado pelos EUA por expor um programa de espionagem americano — deixou seu refúgio em Hong Kong, que rejeitou um pedido para sua detenção. Ele pegou um voo para Moscou e pediu asilo ao Equador. Snowden
deve continuar sua viagem hoje. Os EUA protestaram e pediram que a viagem seha adiada (Pág.1)

Moradores voltam a áreas de risco

Em Nova Fríburgo, moradores de áreas de risco que tiveram de abandonar casas após as enchetes de 2011 voltaram aos imóveis condenados. Eencontraram casas saqueadas:
além de móveis, foram roubadas portas, janelas e instalação elétrica. Casas
populares prometidas não foram entregues. (Págs. 1 e 9)

Crédito terá menor alta em 10 anos

Apesar das açõess do governo e dos bancos públicos para estimular o Pibinho, os financiamentos bancários devem fechar 2013 com o menor avanço em dez anos, dizem especialistas. De janeiro a abril, nos bancos privados a alta foi de 1,02%. (Págs. 1 e 17)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Em resposta às ruas, Dilma faz pacote contra corrupção

Medidas preveem punições a empresas que fraudarem licitações e 'Ficha Limpa' na administração pública Depois de reabilitar "faxinados" e acomodar no ministério partidos que protagonizaram escândalos, o Planalto planeja um atalho para se sintonizar com a "voz da ruas" , que cobra maior rigor com a corrupção. A ideia é viabilizar decretos e mobilizar o Congresso para aprovar projeto que prevê multas pesadas contra empresas corruptoras, informam João Villaverde e Alana Rizzo.

O projeto prevê a taxação de até 20% do faturamento bruto de companhias privadas que subornarem agentes públicos, fraudarem licitações ou que dificultarem as investigações das agências reguladoras e do BC. Além de multas, há previsão de criação do Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP). O pacote inclui a edição de dois decretos: um que regulamenta o projeto de lei que prevê punições a integrantes do Executivo que praticarem conflitos de interesse e o decreto "Ficha Limpa" na administração pública.

• Propostas recicladas
As principais medidas anunciadas peta presidente Dilma Rousseff na sexta-feira já estão em discussão no Congresso ou foram lançadas anteriormente pelo governo. (Págs. 1 e 4)

Link: Revolução na educação

Brasileiros investem em cursos online gratuitos todo o mundo

Convocados pelo Planalto, prefeitos vão pedir ajuda

Convocados a discutir mobilidade u rbana, prefeitos das 26 capitais dirão à presidente Dilma Rousseff, hoje, no Planalto, que não têm como abrir mão
de receitas municipais para atender às reivindicações por melhorias nos serviços públicos, sobretudo nos transportes. Eles pressionarão o governo a recuar da decisão de não desistir de receitas e ajudar a custear o transporte coletivo
nos municípios (Págs. 1 e A6)

Ônibus e metrô voltam a custar R$ 3 em SP hoje

A redução do valor da passagem de ônibus,trens e metrô de R$ 3,20 para R$ 3
passou a valer hoje na capital. A tarifa integrada, que inclui uma passagem de
metrô ou trem e uma de ônibus, voltou para R$ 4,65. A Prefeitura injetará, neste
ano, R$ 1,425 bilhão para subsidiar o serviço de transporte na cidade. (Págs.1 e A8)

José Roberto de Toledo: O pós-protesto

Algumas conseqüências dos protestos já são visíveis, como a queda da popularidade de Dilma e a mudança do cenário eleitoral de 2014. (Págs.1 e A6)

Entrevista: Cacá Diegues , cineasta

A pauta complexa e fragmentada dos protestos atuais é uma reação à simplificação do passado(Págs. 1 e A7)

Fotolegenda: Dia de marcha

Uma passeata que começou com 300 manifestantes em Copacabana terminou com cerca de 2 mil pessoas perto da casa do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), no Leblon.A polícia de MG acredita que protesto marcado para Belo Horizonte na quarta-feira, dia de B rasil x Uruguai, será violento. (Págs 1 e A10)

Negócios: Cara brasileira

Em busca de mercado perdido, Avon investe em produtos sob medidia para a mulher brasileira (Págs 1 e B9)

Notas e infomeções: O que fazer agora

Consumada a revogação do aumento da Tarife dos transportes, é preciso pensar nas consequências (Págs 1 e A9)

Erin Banco : Um parasita na Síria

Desde o início da guerra na Síria, do pais virou um pesadelo de saúde pública. A gastroenterite é onipresente e causa uma epidemia de sarampo (Págs. 1 A 12)

Lúcia Guimarães: Patrulhas digitais

Neste tempo de explosões populares multiplicadas pela rede social, temos
um censor que não usa uniforme verde-oliva. É o intemauta colérico.

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Correio Braziliense

Manchete: Nova onda de protestos na última semana dos jogos

De olho nas grandes manifestações previstas para a próxima quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff encontra-se hoje com governadores e prefeitos de várias cidades brasileiras e recebe líderes do Movimento Passe Livre. A expectativa é de que se repitam, em tamanho, em confrontos e em atos de vandalismo, as marchas da semana passada.

Em Brasília, organizadores das três maiores mobilizações se reuniram ontem em frente à Biblioteca Nacional para unificarem os movimentos. Em Belo Horizonte, que recebe a Seleção Brasileira para o jogo contra o Uruguai pelas semifinais da Copa das Confederações, a Polícia Militar teme o agravamento da violência do último sábado.(Págs. 1 A5,17 E18)

Fotolegenda: De volta ao futuro

Representantes de movimentos sociais querem repetir a magnitude da mobilização de quinta-feira passada na capital do país. Esperam levar 35 mil pessoas à Esplanada.
Entre os organizadores, há os que defendem uma única reivindicação para a próxima quarta-feira: a saída de Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos. (Págs.1 e 17)

Fotolegenda: Ativista desde criancinha

Quando crescer, Isabela Cruz poderá dizer que fez história. Ela participou, com outros micromanifestantes, de um miniprotesto no gramado em frente ao Congresso Nacional. (Págs. 1 e 18)


 

Snowden desembarca em Moscou

O ex-técnico de inteligência que revelou a espionagem virtual e telefônica do governo americano conseguiu deixar Hong Kong, voou para a Rússia, pediu asilo ao Equador, mas pode estar a caminho da Venezuela. A fuga e a acolhida russa deixaram indignadas as autoridades norte-americanas. (Págs. 1 e 12)

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Valor Econômico

Manchete: Infraero tem prejuízo com as privatizações

Confins, em Belo Horizonte, deverá abrir um rombo nos cofres da Infraero. Para
compensar essas perdas, o presidente da estatal, Gustavo do Vale, definiu um arsenal de medidas, entre elas a renegociação de contratos com prestadores de serviços e um plano de demissões voluntárias para 2,9 mil empregados. De janeiro a abril de 2012, quando nenhum grande aeroporto havia sido concedido à iniciativa privada, a Infraero teve lucro operacional de R$ 375 milhões.
No primeiro quadrimestre de 2013, com três aeroportos já privatizados — Guarulhos, Viracopos e Brasília —, o lucro caiu Grande do Sul.

Criada no Rio Grande do Sul há 37 anos, período em que produziu quase
2 mil espetáculos que atraíram um público de mais: de 6 milhões de pessoas, a
Opus Promoções começa a se expandir pelo país com o controle de seis salas de
shows e teatro. No seu Estado de origem, se prepara para investir mim novo nicho
com a construção, em Porto Alegre, de uma arena multi uso para eventos de médio
porte nos padrões das similares da Europa e dos Estados Unidos.
"A cultura é um negócio em ascensão no Brasil. O desafio é manter o nível de
qualidade da indústria, que ainda não se desprendeu do estigma da picaretagem",
diz Geraldo Lopes, fundador da Opus. Carlos Konrath, seu sócio, complementa
dizendo que a operação de teatros fora do Rio Grande do Sul permite à empresa se expandir sem invadir o espaço de concorrentes e parceiros que atuam
no segmento da produção.

Sem Galeão e Confins, segundo Vale, esse resultado teria virado um prejuízo de RS 60 milhões. O momento mais crítico, para as contas da Infraero, será a partir do fim de 2014, quando se dará a efetiva transferência do total das operações para os grupos privados ganhadores dos leilões.
Nesse momento, as receitas do Galeão e de Confins deixarão de ir para o caixa da
estatal e, por outro lado, os três primeiros aeroportos privatizados ainda não estarão rendendo dividendos aos seus acionistas —a Infraero preserva 49%.
Guarulhos, Viracopos e Brasília correspondiam a 36% das receitas da Infraero.
Galeão e Confins significam 23% de toda a arrecadação que restou. A Infraero terá, segundo Vale, "um período de vacas magras" epoderá apresentra prejuízos já em 2013.

Os grupos privados que pretendem disputar o Galeão, segundo estimativas, terão de fazer investimento mínimo na obra em torno de R$ 1,5 bilhão. O que
realmente preocupa os investidores é o preço de realocar os moradores das comunidades de Tubiacanga e de Vila Royal, na Ilha do Governador, para construir
a terceira pista do aeroporto. Todo o processo de reassentamento dos moradores
ficará como responsabilidade da futura concessionária do Galeão. Em Tubiacanga, com 800 famílias o gasto previsto é de R$ 75 milhões. Na Vila Royal, o reassentamento de 2,3 mil famílias custará R$234 milhões. (Págs. 1 e A12)

Dilma apressa medidas para responder às ruas

Em uma seqüência de reuniões no fim de semana, o Palácio do Planalto
preparou sim conjunto de medidas paa dar resposta às manifestações de protesto por melhores, serviços públicos — sobretudo nas áreas de mobilidade urbana e saúde. O governo deve abrir licitação para a contratação temporária de
milhares de médicos de Portugal e da Espanha — países com alta taxa de desemprego de mão dc obra qualificada. Apesar da resistência das corporações,
a importação desses profissionais para os hospitais públicos será a forma de fazer a transição até que o país forme mais médicos.

Para isso, serão abertas novas faculdades e oferecidas mais vagas para os estudantes. "Não se faz saúde sem médico", disse ao Valor o ministro da Saúde,Alexandre Padilha.
Essas medidas já estavam em debate há mais de um ano no governo, mas devem
ser colocadas em prática agora. Outras vão ser discutidas entre a presidente
Dilma Rousseff, governadores e prefeitos das grandes cidades, em encontro marcado para hoje. Fica mais distante, assim, qualquer iniciativa de rigor fiscal por parte desta administração.

Em pronunciamento à nação na sexta feira o primeiro desde o inicio das
manifestações de rua — a presidente anunciou a intenção do govemo de criar um programa de mobilidade urbana, que já existe. (Págs. 1 e A4 c A6)

Novo perfil da dívida alivia risco

O novo perfil dd dívida pública brasileira enfrenta o seu primeiro grande teste
de volatilidade dos mercados globais. Nos últimos anos, o Tesouro promoveu a
redução do volume de títulos com rendimento atrelado à Selic e o aumento do prazo médio da sua dívida. Como resultado, o governo está menos vulnerável à
oscilação das taxas de juro em comparação com crise anteriores. Em compensação, esse risco ficou mais concentrado na mão do mercado financeiro — bancos e
investidores. Isso ajuda a explicar o nervosismo e o tamanho das perdas do mercado de renda fixa, superior a R$ 100 bilhões,cifra quatro vezes maior do que se viu em 2008. Págs.1 e C1)

SP muda regras para empresas de ônibus

A receila média por passageiro repassada às concessionárias de ônibus e vans dacidade de São Paulo cresceu 15% acima da inflação entre 200% e abril de 2013, de acordo com levantamento feito pelo Valor com base em dados da SPTrans.
Motivado por questões contratais, o descasamento entre a tarifa, que não segue a inflação, e a remuneração das empresas, que sobe acima do índice, pressiona
as contas da prefeitura, que após o cancelamento do aumento de R$ 0,20, terá
que bancar 20% do custo do sistema, estimado em quase R$ 6 bilhões para 2013.

No novo contrato que o prefeito Fernando Haddad (PT) pretende firmar com
as concessionárias a partir de julho, numa licitação de valor estimada de RS 46 bilhões por até 15 anos, está prevista uma mudança no cálculo do reajuste das empresas, bem como a possibilidade de dividir meio a meio os ganhos de eficiência obtidos pelas companhias. (Págs. 1e A8)

Reeleição de Cristina Kirchner dificultada

Sergio Massa, prefeito de Tigre, uma cidade de 380 mil habitantes da região
metropolitana de Buenos Aires, tornou-se a maior ameaça à estratégia da presidente Cristina Kichner de mudar a Constituição argentina para tentar se reeleger em 2015 — para isso ela precisa ampliar sua vantagem no Congresso.
Massa, que rompeu cora o governo, lançou-se candidata a deputado federal
nas eleições marcadas para oulubro.

Bem avaliado pela população, ele pode barrar os sonhos de Cristina ao se eleger carrear votos para seus companheiras. A eleição regional decisiva é a da Província de Buenos Aires, que conta com 27% das cadeiras cm disputa. (Págs.1 e A9)

Justiça fecha inadimplentes do cigarro

O Judiciário tem aplicado uma norma da época do regime militar para manter o fechamento de indústrias de cigarros que se encontram inadimplentes com a Receita Federal., Em decisões recentes, o Supremo Tribunal Federal
(STF) e o Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, em Brasília, confirmaram
o direito do Fiscodc cassar os registros das empresas, o que na prática,
as impede de funcionar.

Na quinta-feira, a Corte Especial do , TRF, p or 7 volos a 5, determinou o fechamento da Cia Sulamericana de Tabacos, devedora dc R$ 402 milhões em
PIS, Cofins e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Segundo o Fisco, nos últimos quatro anos, a companhia recolheu apenas 20% dos tributos devi- dos. A Receita informa que oito fábricas foram fechadas por inadimplência
desde 2008. Nenhuma quitou as dívidas para voltar a funcionar. (Págs. 1 e E1)

Bancas de jornais em alta

As bancas de jornal, que já vendem de tudo um pouco, acreditam que o vale-cultura pode ajudar a aumentar as vendas. O novo instrumento poderia elevar em até
30% as vendas de jornais e revistas. (Págs. 1 e B3)

Preços do trigo

A combinação entre a escassa oferta disponível do trigo colhido no fim de 2012 e a pouca procura pela safra nova tem provocado lentidão nas negociações do
cereal no país, embora os preços permaneçam elevados.(Pág.1)

Mais cacau no Pará

Apesar das chuvas mais fortes dos últimos meses, a produção de cacau no Pará, o segundo maior produtor nacional da amêndoa, deverá crescer em 2013. A safra é estimada em 85 mil a 90 mil toneladas. (Pág.1)

Proteção legal

Os integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais passaram a ter proteção legal de processos judiciais que possam sofrerem razão dos
julgamentos que participem no órgão, conforme a Lei n - 2,833 de 2013. (Pág.1)

Idéias

Jaíro Saddl
Credor bancário deveria compulsoriamente absorveros prejuízos da instituição liquidada sem uso de recursos públicos

Renato Janlne Ribeiro
Do movimento que pareceu sair do nada, o que não se pode é prever quais serão
seus resultados. (Págs. 1 e A6)

Lucros dos bancos brasileiros

Apesar da queda recente nos resultados, os bancos brasileiros mantiveram o posto enrre os mais lucrativos do mundo, como mostra o Banco Internacional de Compensações (BIS) em seu relatório anual. (Págs. 1 e C3)

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Estado de Minas

Manchete: Paz para protestar

Depois de mais de uma semana de muita violência nas concentrações populares, o Brasil viveu um dia relativamente tranquilo . Houve protestos de menor dimensão, pacíficos e sem maiores tumultos no Rio, Brasília, Fortaleza e outras cidades. Em Belo Horizonte, em meio a muitos boatos e medo na Feira de Artesanato da Afonso Pena, ocorreram manifestações em alguns pontos da cidade, a maior delas embaixo do Viaduto Santa Tereza, sem incidentes graves. (ágs 1 e3 a 6)

Paz para torcer

Um enorme aparato de segurança está sendo preparado para o jogo de quarta-feira no Mineirão, entre Brasil e Uruguai. O comandante da PM espera "embate muito mais forte e acalorado" do que o de sábado e identificou militantes do Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul em BH. O contingente de 3,5 mil militares será reforçado por companhias do interior e 1 mil homens do Exército, para proteção do câmpus
da UFMG. A Seleção chegou à cidade na noite de ontem e treina hoje no Sesc Venda Nova. (Págs 1 e 17 a 19)

Paz para viver

Passada a batalha campal, ontem foi dia de cuidar dos 28 feridos (21 manifestantes e sete policiais) e contar prejuízos. Os dois rapazes, de 17 e 22 anos, que caíram de viaduto e inspiravam mais cuidados, se recuperavam bem . Na Avenida Antônio Carlos, o cenário era de grande destruição no comércio, bancos, semáforos e radares. Lojas se preparavam para proteger a frente com tapumes até cessarem os protestos (Págs.1 e 3)

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Zero Hora

Manchete: O BRASIL DOS PROTESTOS Dilma chama governadores e prefeitos

Reunião será hoje em Brasília. Fortunati propõe taxar combustível
para reduzir tarifa de ônibus. Tarso defende Constituinte exclusiva (Pág. 1)

Nas ruas: Dia reservado para novas manifestações

Ativistas voltam a convocar concentrações puxadas pela questão dos transportes, mas com pauta diversificada.(Pág. 1)

Porto Alegre-Brigada tem tática contra o vandalismo

Além de proteger prédios que são alvos declarados, ideia é evitar depredações promovidas pela minoria.(Pág.1)

Fotolegenda

Em Copacabana, com o Pão de Açúcar ao fundo, cariocas mostraram ontem um tipo de protesto que se repetiu no fim de semana: pacífico e com reivindicações mais focadas

L. F. Veríssimo

Tia Fifa quer tudo sempre perfeito (Pág.1)

Rosane de Oliveira

As mudanças nos círculos do poder (Pág.1)

Carolina Bahia

Petistas refletem sobre "volta Lula" (Pág.1)

Paulo Sant'Ana

Tsunami que não tem explicação (Pág.1)

Letícia Wierzchowski

Movimento plano com poder viral (Pág.1)

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Brasil Econômico


 

Manchete: "Cautela com a turma da bufunfa"

O alerta é do economista Paulo Nogueira Batista Jr., diretor-executivo do Brasil e de mais dez países no FMI, ao analisar os movimentos especulativos do mercado financeiro nas últimas semanas.

Em entrevista ao Brasil Econômico, ele atribui a onda de protestos no país a uma combinação de fatores: desencanto dos jovens com a política, deficiências crônicas dos serviços públicos básicos e o momento desfavorável da economia. Págs. 1,4 e 7)

Gás muda cidade no Maranhão

Com a economia baseada em agropecuária de subsistência e serviços, a cidade de Santo Antônio dos Lopes viu sua rotina mudar em 2010, quando a OGX descobriu gás. Hoje, o município é o segundo maior produtor do combustível no país, mas nem todos melhoraram de vida, mostra Nicola Pamplona. (Págs.1, 11 a 13)

Empreendedror

Pesquisa revela que 22 milhões de jovens preferem ter seus próprios negócios. (págs.1 e 14)

Mobilidade

Aumento do número de carros nos grandes centros urbanos preocupa especialistas. (Págs 1 e 8)

Câmbio

Fluxo mostra que investidor estrangeiro está mais tranquilo do que alta do dólar insinua (Págs.1 1 e19)

Informe NY

Experiências e contas indicam que transporte gratuito é questão de decisão política. (Págs. 1 e 26)

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Fonte: Radiobrás

domingo, 23 de junho de 2013

RESUMO DOS JORNAIS E REVISTAS 23/06/2013

O Globo

Manchete: Juventude desiludida

Proporção de eleitores de 16 a 18 anos caiu pela metade em duas décadas; semana de protestos deixa claro o desencanto com políticos e a cobrança por melhoria nos serviços públicos, mas vandalismo desafia futuro das manifestações.

Os últimos 14 dias que abalaram o Brasil deixaram uma mensagem clara: o sentimento contra a política tradicional. A cada eleição, aumenta o número de brasileiros que não vão às umas ou, quando vão, votam em branco ou nulo. Há 21 anos, quando os caras-pintadas provocaram o impeachment do então presidente Fernando Collor, eleitores de 16 a 18 anos eram 3,6% do total. Hoje são 1,5%, informa JOSÉ CASADO. De cada 100 jovens que poderiam ser eleitores, só 35 se inscreveram para tirar o título. No Rio, só 19 em cada 100. Outro recado das ruas foi aos governantes, de quem os manifestantes cobraram melhorias nos serviços públicos. Representantes de diversos segmentos sociais ouvidos pelo GLOBO reforçam a necessidade de mudanças no país. E apontam desafios para os manifestantes: organizar suas reivindicações e não sucumbir à violência. (Págs. 1, 3 a 15)

Ancelmo Góis

Internet só 20 menções positivas a Renan em 8.200 (Págs. 1 e 22)

Dorrit Harazim

O povo mostrou a Lula e ao mundo o que é capaz de fazer. (Págs. 1 e 18)

Miriam Leitão

Ninguém previu um movimento desta magnitude. (Págs. 1 e 30)

Veríssimo

Tia Fifa, a verba da Copa não ficaria melhor na educação das crianças? (Págs. 1 e 19)

Elio Gaspari

O monstro sairá de casa se os mensaleiros forem poupados. (Págs. 1 e 16)

Merval Pereira

A pauta esquerdista tirou a máscara do Movimento Passe Livre. (Págs. 1 e 4)

Helena Celestino

Protestos são reprimidos, mas deixam marcas na identidade do povo. (Págs. 1 e 39)

João Ubaldo

As ruas podem ter sido fumarolas de um vulcãozinho adormecido. Ou não. (Págs. 1 e 19)


Caetano Veloso

Estamos no meio dessa complexidade fascinante e aterradora. (Página 1 e Segundo Caderno)

Estreia: Tony Bellotto

Os jovens falam por todos nós. (Página 1 e Segundo Caderno)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma age para conter crise e mudar rumos do governo

Presidente rompe isolamento do Palácio do Planalto e monta agenda para responder às manifestações de rua e abafar o coro de 'Volta Lula', já ouvido entre aliados.

Na pior semana de seu governo, com uma onda de protestos violentos pelo País, inflação em alta e popularidade em queda, a presidente Dilma Rousseff criou uma espécie de gabinete de crise e rompeu o isolamento do Palácio do Planalto, informa Vera Rosa. Avessa a negociações e alvo de críticas no Congresso, ela montou uma agenda de emergência para ouvir as vozes das ruas, conter as insatisfações e abafar o coro de "Volta Lula", que já começa a ser entoado por aliados que pedem o retomo do ex-presidente Lula na eleição presidencial de 2014. Sob intenso fogo cruzado, Dilma anunciou que vai se reunir com governadores e prefeitos, propôs um pacto nacional pela mobilidade urbana e fez apelo por uma ação coordenada envolvendo Legislativo e Judiciário. Já a oposição quer aproveitar o momento de desgaste do governo e tentar encontrar uma bandeira para as demandas que apareceram nas manifestações. "Cabe ao PSDB entender que há uma coisa nova hoje", disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. (Págs. 1 e política A4)

Movimento 'Reforma Política Já'

Em tempos de protestos, um grupo de 70 instituições inicia amanhã a campanha Reforma Política Já. Os autores que propuseram a Lei da Ficha Limpa vão colher assinaturas para pedir aprovação de projeto que altera o sistema eleitoral. (Págs. 1 e A9)

'Brasil acordou': No coletivo, a solução

Depois de duas décadas de silêncio, desde o movimento pela destituição de Fernando Collor, a classe média saiu às ruas em busca de soluções coletivas para problemas que tentou resolver individualmente, relata Lourival Sant'Anna. É simbólico que o transporte tenha desencadeado o movimento. (Págs. 1 e política A18)

Entenda os principais temas abordados nas manifestações

'Queremos hospitais padrão Fifa'
Frase alusiva à Copa de 2014

O movimento que começou como reação ao reajuste das tarifas de transporte incorporou diversas outras bandeiras, com "cura gay" e PEC 37, passando pelos gastos com a Copa. (Págs. 1 e política A20 e A21)

Sucessão de erros levou a protestos, avalia Gianetti

O economista e cientista social Eduardo Gianetti da Fonseca diz que há nítida ligação entre as manifestações e a condução da política econômica, que precisa ser revista. Para ele, uma reforma ministerial será inevitável se os protestos continuarem. (Págs. 1 e economia B8)

Colunista: Jairo Bouer: O jovem na rua

Não dá pra ficar de braços cruzados, "vendo a banda passar", neste momento histórico. (Págs. 1 e metrópole A34)

Rio da paz e protestos

Movimento Rio de Paz faz manifestação em Copacabana para reivindicar investimentos em saúde, educação e segurança pública; um grupo de jovens passou a madrugada acampado na orla do Leblon, próximo do edifício onde mora o governador Sérgio Cabral (PMDB). (Págs. 1 e política A10)

Alimento e dólar mantêm pressão sobre inflação

O governo contava com recuo no custo dos alimentos e estabilidade do câmbio para segurar a inflação, mas os preços no atacado de produtos agropecuários voltaram a subir e o dólar fechou a semana a R$ 2,24, alta de 10% em 30 dias. (Págs. 1 e economia B1)

Visita de Obama a Berlim expõe desgaste de líder

A visita que Barack Obama fez a Berlim ilustrou o que especialistas políticos definem como "a perda de entusiasmo" com o presidente americano, que não conseguiu atender às expectativas criadas sobre ele. (Págs. 1 e internacional A28 e A29)

Thomas L. Friedman: A perigosa deriva do Egito

O atoleiro da economia, problemas naturais e a perda de legitimidade do governo da Irmandade Muçulmana criaram um cenário assustador. (Págs. 1 e visão global A32)

João Ubaldo Ribeiro: Ninguém sabe em que vai dar

Manda a boa paranóia acolher a suspeita de que alguém quer distrair-nos com as passeatas para tungar-nos mais uma vez. (Págs. 1 e caderno 2 C5)

Notas & Informações: Pioram as contas externas

Buraco nas contas externas é mais uma má notícia para fechar semana penosa para o governo. (Págs.1 e A3)

Aliás

Decifrando os anseios
Enquanto a presidente pede ordem e garante estar ouvindo as ruas, estudiosos tentam decifrar as vozes que deram uma invertida no "país do futuro".

O futuro que passou
*Paulo Arantes
Há duas décadas, o Brasil só faz avançar e no entanto ninguém aguenta mais.

Mau senso
*Pedro Rocha de Oliveira
Enquanto se condena a violência policial no centro da cidade, aceita-se a brutalidade na periferia.

Brado a capela
*Luiz Zanin Orícchío
Quis o acaso que houvesse no Brasil um torneio internacional para ampliar as manifestações da rua e o Hino Nacional da torcida contra o México.


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Correio Braziliense

Manchete: Que país é este tomado por manifestações?

Um dia depois do pronunciamento da presidente Dilma Rousseff, os protestos continuaram em, pelo menos, 100 cidades brasileiras. Milhares voltaram às ruas de São Paulo e Salvador. Especialistas ouvidos pelo Correio e articulistas do jornal buscam interpretar o que está acontecendo no Brasil desde os últimos dias, e esboçam algumas conclusões: a juventude brasileira não se sente representada pelos partidos políticos; a classe média já percebeu que houve uma estagnação no poder de consumo; é pouco provável que alguma liderança surja dos protestos; existe, sim, uma pauta de reivindicações comuns a todos, que inclui o combate à corrupção e ao mau uso do dinheiro público. Mesmo que a onda de manifestações sofra refluxo, o Brasil mudou e essa transformação vai aparecer nas eleições. Há quem aposte no crescimento do voto nulo. (Págs. 1 e 2 a 10, 14 e 15, 27 a 30)


Bombas, vandalismo e feridos em BH

Perto de 120 mil pessoas ocuparam a capital mineira a partir do estádio Mineirão, onde ocorria o jogo entre Japão e México. Um garoto de 17 anos caiu de um viaduto e teve traumatismo craniano grave e fratura nas pernas e nos braços. (Págs. 1 e 2)


Polícia ouve vândalo do Itamaraty

Cláudio Roberto Borges de Souza, 32 anos, é o homem que atirou um coquetel molotov no Itamaraty. Ouvido pela Polícia Civil, disse estar arrependido. Não é a primeira vez que é preso. O arruaceiro já foi acusado de furto, lesão corporal, injúria, ameaça e invasão de domicílio. (Págs. 1 e 31)


Vadias, coloridas e pacíficas

Cerca de 3 mil manifestantes ocuparam o Eixo Monumental para a terceira edição da marcha que luta pelo respeito às diferenças, pelos direitos da mulher, contra a violência e a homofobia. Outro protesto, contra a PEC que retira poderes do Ministério Público, levou 3,5 mil às ruas e acabou no Congresso Nacional. (Págs. 1 e 30)


Índios sequestram três biólogos no Pará

Pesquisadores da Eletrobras que faziam estudo de impacto ambiental para a construção da hidrelétrica São Luís Tapajós e Jatobá estavam em poder de 50 indígenas mundurukus até as 21h de ontem. Governo federal enviou sete representantes para tentar negociar a libertação dos reféns. (Págs. 1 e 12)


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Estado de Minas

Manchete: De novo: Confronto nas ruas

Enquanto no restante do país os protestos arrefeceram e o dia foi relativamente tranquilo, inclusive em Salvador, onde jogou a Seleção Brasileira, Belo Horizonte foi palco do maior deles e de violência. Milhares de manifestantes foram pacificamente do Centro em direção ao Mineirão, onde o México bateu o Japão por 2 a 1. Impedidos de se aproximar do estádio, houve alguns enfrentamentos e a polícia usou bombas de gás. Encerrada a partida, porém, vândalos infiltrados na multidão passaram a atacar a PM e ocorreram graves confrontos. Os arruaceiros arrancaram cercas da UFMG, depredaram e saquearam lojas e concessionárias de veículos da Avenida Antônio Carlos e em grupos separados promoveram ataques em outros pontos da cidade. Várias pessoas ficaram feridas, pelo menos uma delas ao cair de um viaduto.


E começou tão bem
A concentração na Praça Sete e a caminhada até a Pampulha, antes das lamentáveis cenas de violência, foram uma bonita festa cívica. Muitas famílias com crianças e até bebês participaram. As pessoas carregavam cartazes e bandeiras os mais diversos, em paz, sem qualquer incidente.


Incendiário é detido no DF
A polícia de Brasília identificou e já interrogou o homem acusado de lançar um coquetel molotov no Palácio do Itamaraty. Outros seis suspeitos de depredações serão intimados.


Congresso atrasa soluções
Projetos que poderiam atender grande parte dos protestos das ruas, como melhorias na educação e nos serviços públicos, estão parados há anos no Parlamento.

(Págs. 1, 3 a 5, 8 a 11, 21 a 27, superesportes e o editorial 'Casa do povo na contramão', na 6)

Classe C volta a sentir arrocho

Nova classe média sente os efeitos da inflação e do endividamento sobre a renda e, sem os serviços públicos que anseia, aprova os protestos que sacodem o país. (Págs. 1, 12 e 13)

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Jornal do Commercio

Manchete: Brasil 100% em 1º lugar

Apesar de ter sofrido alguns sustos, a seleção garantiu a liderança do grupo A da Copa das Confederações ao conquistar a terceira vitória consecutiva, desta vez contra a Itália, por 4x2, com gols de Dante, Neymar e Fred, duas vezes. (Págs. 1 e 4 (editorial) e Copa das Confederações)


Discurso de Dilma não freia protestos

Um novo debate político. (Págs. 1 e 5, 8 a 11)

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Época

Manchete: Patria amada, Brasil

Onde vai parar a maior revolta popular na história da democracia brasileira?

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ISTOÉ

Manchete: Hoje você é quem manda

A voz das ruas se impõe, assusta os políticos, conquista vitórias e mostra que veio para ficar. (Pág. 1)

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: E tudo começou com R$ 0,20...

Nada será como antes. O maior movimento popular dos últimos 20 anos tem impactos na economia, nos negócios, nos serviços públicos e na forma de se fazer política no Brasil. Saiba como as empresas, os investidores e os governantes estão reagindo aos ventos de mudança que varrem o País. (Pág. 1)

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Carta Capital

Manchete: Parem de subestimar o povo: Ninguém controla a rua

As tentativas até agora fracassadas de manipular os protestos. (Página 1)

EXAME

Machete: Como salvar o mandato de Dilma

Com inflação em alta e PIB em baixa, o governo vive seu pior momento. A boa notícia: ainda dá tempo de reencontrar o rumo. (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: A semana em que o Brasil tremeu

Uma nova página: ZH ouviu nove personalidades sobre a inquietação nacional;

Democracia em xeque: grupos radicais testam limites da tolerância e preocupam o país;

(Des)conexão política: a agenda de quem está no poder se deslocou da agenda da sociedade;

Lições de fora: protestos pelo mundo ensinam a construir sentimento de oposição;

Orgulho e apreensão: geração das direitas já e do fora Collor revive com filhos a emoção de ir às ruas. (Págs. 1 e 4 a 15)


 

Fonte: Radiobrás

RESUMO DOS JORNAIS 22/06/2013

O Globo

Manchete: Dilma propõe pacto político e chama líderes de protestos

Presidente condena violência e avisa que não aceitará vandalismo

Diz que ouve a 'voz democrática' das ruas por mudança e reforma política

Dilma defende também formas mais eficazes de combater corrupção


Duas semanas depois do início dos protestos, a presidente Dilma propôs um pacto de todas as esferas de governo para melhorar os serviços públicos no país. Num pronunciamento de dez minutos em rede de TV, disse que seu governo está ouvindo a voz das ruas e que o país precisa mudar. Propôs também profunda reforma política. A presidente disse que receberá os líderes de manifestações pacíficas, que fortalecem a democracia. Mas que o país não tolerará a truculência de uma minoria violenta e autoritária, que pratica arruaças e vandalismo. Ontem, os protestos continuaram. No Rio, criminosos aproveitaram manifestação de cerca de mil pessoas na Barra para saquear lojas. Shoppings do bairro fecharam as portas às 14h. Protestos fecharam o trânsito na Via Dutra em vários pontos e cercaram o Aeroporto de Guarulhos (SP). (Págs. 1, 3 a 19)

Beltrame: Exército pode ser usado

Sobre a violência de grupos de vândalos no Rio, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse que o Exército poderá atuar nas ruas. O governador Sérgio Cabral afirmou que a PM teve de reagir contra atos criminosos, mas que apurará excessos também de policiais. (Págs. 1, 6 e 10)

Procuram-se

Com arruaça e violência, vândalos transformaram protestos pacíficos, convocados pelas redes sociais, em batalhas nas ruas das principais capitais do país.

No Itamaraty. Polícia do DF usará imagens para procurar quem atacou o Ministério de Relações Exteriores.

Ficha suja. Detido em 2004 pelos crimes de dano e ameaça, Gabriel Campos brigou e desafiou a cavalaria

Flagrante. Homem inicia fogo que a polícia acredita ter motivado destruição de carro de TV

Roubo. Vândalo invade lanchonete em São Paulo e leva equipamentos após protestos.

Editorial: Passou dos limites

Pensar em alguma tramitação ao largo dos partidos é enveredar por atalhos golpistas. (Págs. 1 e 26)

Colunas e artigos: Merval Pereira

A presidente foi humilde e mostrou jogo de cintura. (Págs. 1 e 4)

Miriam Leitão

O que há de economia na insatisfação coletiva. (Págs. 1 e 30)

Jorge Bastos Moreno

Há 5 meses, Congresso jogou no lixo 1,3 milhão de assinaturas. (Págs. 1 e 3)

Joaquim Falcão

A internet não revogou a Constituição. (Págs. 1 e 18)

Zuenir Ventura

O 'Menos eu e mais nós' nas manifestações pelo país. (Págs. 1 e 27)

Arnaldo Bloch

As palavras de ordem dos manifestantes. (Págs. 1 e Segundo Caderno)

Prosa: Motivações e incertezas

Pensadores analisam o transporte público, o modelo policial e os dilemas da esquerda. (Pág. 1)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma diz que receberá líderes, mas não 'transigirá' com violência

Na TV, presidente promete pacto para melhorar serviços públicos • Congresso prepara agenda positiva • Atos continuaram, com fechamento de estradas em SP e saques no Rio • Gari morre ao tentar se refugiar de bombas após protesto em Belém

Em meio a mais protestos pelo País, a presidente Dilma Rousseff fez ontem pronunciamento em rede nacional e afirmou que receberá líderes das manifestações, mas "não transigirá com a violência", que "envergonha" o Brasil. Ela anunciou medidas como a elaboração de um plano nacional de mobilidade urbana e a contratação de médicos do exterior. Dilma montou uma estratégia para sair do cerco político. Após reunião com ministros, conversou com governadores e prefeitos na tentativa de construir uma saída conjunta para estancar o clima de insegurança, e negou a existência de "crise institucional". Um dos alvos da onda de protestos pelo País, o Congresso 'deve elaborar um Código de Mobilidade Urbana. Ontem, em novas manifestações, rodovias de São Paulo, como a Dutra foram bloqueadas por manifestantes. Passageiros não conseguiram chegar ao Aeroporto de Cumbica. No Rio, houve onda de saques. Uma gari morreu em Belém (PA) ao tentar se refugiar após a PM ter jogado bombas. (Págs. 1, A4 a A31)

Fotolegenda: Ao aeroporto, a pé

Passageiros que tinham viagem marcada e ficaram presos no trânsito por causa de manifestações em estradas tentam chegar a pé a Cumbica. (Págs. 1 e A22)

MPL encerra protestos após detectar 'infiltrados' nos atos

Após conseguir revogar o aumento de R$ 0,20 das passagens de ônibus, trens e metrô em SP, o Movimento Passe Livre (MPL) anunciou que não convocará novas manifestações na capital. O motivo é a participação de skinheads e ativistas de causas consideradas conservadoras e não apoiadas pelo grupo, como criminalização do aborto e redução da maioridade penal. (Págs. 1 e A21)

Para Fifa, jogo de hoje será teste

A Fifa exige mais segurança e, nos bastidores, alerta que o jogo de hoje entre Brasil e Itália será o teste para evitar que o torneio seja transferido para outro país. (Págs. 1 e D1)

José Roberto de Toledo

No protesto-ônibus de SP, muitos agora querem carona. (Págs. 1 e A31)

Ato no Rio termina em saques

Grupo saqueia comércio em Duque de Caxias. O Rio teve marchas pacificas, mas também série de atos de vandalismo e invasões de lojas. (Págs. 1 e A23)

Celso Ming: Apagão de soluções

As políticas do governo desmontaram o tripé responsabilidades fiscal, metas de inflação e câmbio flutuante. E não resolvem problemas que aí estão. (Págs. 1 e B2)

Fernando Reinach: Preparando os filhos

Tal como os seres humanos, as mães esquilo usam informações do presente para prever como será o ambiente em que seus filhotes viverão. (Págs. 1 e A35)

Notas & Informações: A violência das minorias

O País está diante de um movimento que ficou maior do que podiam imaginar os militantes do MPL. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Dilma repudia arruaça e pede diálogo nacional

Em resposta à onda de manifestações que levou 1,4 milhão de pessoas às ruas na quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff reiterou o apoio à "voz das ruas", mas condenou com veemência o vandalismo cometido por minorias durante os protestos. "Não podemos conviver com essa violência que envergonha o Brasil", disse. Aconselhada pelo ex-ministro Franklin Martins e pelo marqueteiro João Santana, Dilma anunciou disposição de receber os líderes do movimento e prometeu um pacto com governadores e prefeitos para a melhoria dos serviços públicos. A oposição considerou o discurso presidencial insuficiente para conter a insatisfação nacional e atacou a tentativa do PT de se apropriar de um movimento apartidário. (Págs. 1, 2 e 3)

Polícia já identificou suspeitos de vandalismo

Pelo menos sete acusados de depredarem prédios e equipamentos públicos na Esplanada serão chamados para depor. Um deles, morador de Ceilândia e com sete passagens pela polícia, foi reconhecido em fotos e por agentes infiltrados entre os manifestantes. (Págs. 1 e 27)

Em busca de novos rumos

Organizadores dos protestos admitem que a baderna feita por uma minoria prejudica o movimento. Já especialistas cobram respostas mais rápidas dos políticos às reivindicações. (Págs. 1, 6, 23 e 24)

Rio tem saques e arrastões

Enquanto os cariocas faziam uma marcha pacifica na Barra da Tijuca, grupos de arruaceiros atacavam lojas. Em São Paulo, rodovias e ruas foram fechadas, sem tumultos. (Págs. 1 e 4)

Segurança: Copa está garantida, mas há alternativas

Pelo menos 11 países têm boas condições de receber o Mundial de 2014 caso o Brasil tenha problemas. (Págs. 1, Superesportes, 2 e 3)

Exigências: Padrão Fifa: muito além do futebol

Brasileiros cobram a mesma qualidade dos serviços oferecidos à Copa. Veja o que foi feito para o torneio. (Págs. 1 e 6)

Câmbio: Dólar recua, mas mercado segue tenso

A moeda dos EUA caiu após cinco dias de alta e ficou em R$ 2,245. Rombo nas contas externas passa de US$ 75 bi. (Págs. 1, 11 e 12)

Pandora: Mais dois deputados condenados

Denunciados por receberem mesada do GDF, os distritais Aylton Gomes e Rôney Nemer terão que devolver R$ 4 milhões. (Págs. 1 e 29)

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Estado de Minas

Manchete: O Brasil precisa de respostas

- O pacto pela melhoria dos serviços públicos proposto por Dilma vai surtir efeito?

- A redução de R$ 0,10 nas passagens de ônibus acalmará os ânimos em Belo Horizonte?

- O Brasil corre o risco de a Fifa, em caso de novos distúrbios, tirar daqui a Copa?

- Devo deixar meu filho ir ao protesto que promete reunir milhares de pessoas hoje em BH?

- Terei segurança para ir e voltar do Mineirão esta tarde para o jogo México X Japão?

Depois das cenas de extrema violência da véspera o país acordou perplexo e mergulhado na incerteza. Há muitas dúvidas sobre que cenário prevalecerá hoje em BH, quando milhares de pessoas prometem marchar até o Mineirão, onde jogarão Japão e México. O governo do estado e a PM reafirmaram que não será permitido se aproximar do estádio e divulgaram os limites do protesto. Já a Fifa cobrou do governo segurança para as copas das Confederações e do Mundo.
Ontem, com menos gente nas ruas os protestos continuaram. O fechamento de rodovias no entorno da capital tumultuou o trânsito. No Rio, voltaram a chamar a atenção depredações e saques. Em pronunciamento a presidente Dilma repudiou a "minoria violenta e autoritária", garantiu que a ordem será mantida e propôs pacto com governadores e prefeitos por melhoria dos serviços públicos. Ela ainda defendeu a realização da Copa e pediu acolhida carinhosa aos estrangeiros. (Págs. 1, 3 a 7, Superesportes e o editorial 'Passeatas e a segurança', na 8)

Autorizada a obra do puxadinho de Confins

A Infraero assinou ontem contrato com as empresas mineiras responsáveis pela construção do terminal remoto, que deverá ficar pronto até abril de 2014, ao custo de R$ 22,3 milhões. (Págs. 1 e 13)

Nossa História: Em 1977, a primeira grande mobilização jovem de BH

Encontro nacional de estudantes no compus da Faculdade de Medicina da UFMG durante a ditadura terminou em confronto com a polícia e teve 1,2 mil presos. (Págs. 1 e 22)

Pensar: As manifestações de rua e o descompasso da polícia

Em edição especial, caderno discute as novas demandas que os protestos trazem para a cena publica e o distanciamento da política da realidade dos jovens. (Págs. 1 e 2)

Inflação em 12 meses supera teto da meta

Prévia do IPCA de junho (0,38%) mostra recuo em relação a maio (0,46%), mas custo de vida anual (6,67%) estoura teto da meta de 6,5% do Banco Central. Dólar recua pela primeira vez em cinco dias. (Págs. 1 e 10)

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Jornal do Commercio

Manchete: "Não vou transigir com a arruaça"

Em pronunciamento em rede nacional, a presidenta Dilma diz que quer diálogo com manifestantes pacíficos, mas não vai tolerar vandalismo. Prometeu ainda um plano de mobilidade urbana. (Pág. 1)

Brasil na briga pelo 1º lugar

Seleção joga pelo empate com a Itália, para levar vantagem na semifinal da Copa das Confederações. (Pag. 1)

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Zero Hora

Manchete: Dilma fala ao País "Não vamos transigir com a violência e a arruaça"

Em rede de rádio e TV, a presidente disse que receberá os líderes de manifestações pacíficas, anunciou a convocação de governadores e prefeitos para discutir melhorias em serviços e mostrou-se preocupada com imagem do Brasil no Exterior.

Tarso alerta para o risco de presença de minoria fascista

Como se dividem os grupos que participam dos protestos

Pela TV, em horário nobre, cenas de vandalismo extremo. (Págs. 1, 2 a 23)

Economia em xeque: O desafio da confiança

Especialistas discutem se turbulência que o Brasil enfrenta é comum a todos os países emergentes ou se está na hora de rever a estratégia do Planalto. (Págs. 1 e 24)

Em alerta: Gripe A já causou seis mortes no RS

Vítimas da doença eram de Canoas, Porto Alegre e Santa Cruz do Sul. (Págs. 1 e 32)

Fonte: Radiobrás

domingo, 16 de junho de 2013

RESUMO DOS JORNAIS 16/06/2013

O Globo

Manchete: Retratos do Rio - Favelas cariocas têm o maior aumento de renda

Em dez anos, crescimento foi de 109%, acima do ganho per capita na cidade e no país

Grandes eventos, recuperação econômica e pacificação são as causas do fenômeno

A renda per capita dos moradores das favelas cariocas cresceu 109% entre 2000 e 2010, passando de R$ 244 para R$ 510, mostram dados colhidos pelo IBGE. O ganho ficou acima do que foi constatado nos aglomerados subnormais — como são classificadas as favelas — do país: 85% (de R$ 200 para R$ 370), informam Natanael Damasceno e Selma Schmidt. Na cidade, o aumento foi de 100%. Segundo especialistas, a recuperação econômica do Rio aliada à preparação para os grandes eventos e à pacificação explicam o fenômeno. Estudo do Instituto Pereira Passos revela, porém, que desigualdades entre asfalto e favela persistem. (Págs. 1, 12 e 13)

Relatório do TSE contesta aprovação de contas do PT

Um relatório de auditoria interna do Tribunal Superior Eleitoral contesta a aprovação das contas do PT de 2003, ano do mensalão, informa Chico de Gois. O documento diz que os pareceres, que levaram a ministra Cármen Lúcia a aprovar com ressalvas em 2010 a contabilidade do partido, ignoraram empréstimos fictícios utilizados para justificar receitas e a prática, admitida pelo ex-tesoureiro Delúbio Soares, de caixa dois. (Págs. 1 e 3)

Tensão urbana: Conselho quer norma para arma não letal

Diante do abuso por forças policiais, o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana quer regulamentar o uso de armas não letais, como as balas de borracha atiradas de perto em São Paulo contra jornalistas e manifestantes. Fabricante recomenda distância mínima de 20 metros. (Págs. 1 e 7)

Visões distintas dos protestos
Cientistas políticos divergem sobre manifestações: há quem elogie engajamento de jovens e quem critique falta de foco e violência gratuita. (Págs. 1 e 6)

Por trás das manifestações
Garçonete e aluna da USP, Mayara Vívian, de 23 anos, é uma das líderes do Movimento Passe Livre, que ela nega ser violento. (Págs. 1 e 5)

Peso no bolso: Inflação além do índice oficial

Não é de 6,5%, como registra o IPCA, a inflação em 12 meses sentida pelas famílias. De acordo com o consumo, a alta chega a 40%. Uma nova geração se depara pela primeira vez com o fenômeno. (Págs. 1, 25 e 27)

EUA de olho no cidadão: Vigilância como arma de poder

Especialistas discutem os riscos de um país - os Estados Unidos - fragilizar a democracia com a vigilância de cidadãos e de usar a informação obtida para consolidar seu poder. (Págs. 1 e 33)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Frota de SP é quase igual à que circulava em 2004

Número de passageiros cresceu 80% no período e chega a 2,6 bilhões de pessoas transportadas por ano

Nos últimos oito anos, o número de passageiros transportados nos ônibus paulistanos aumentou cerca de 80%, mas a frota total de coletivos diminuiu ligeiramente no mesmo período. Os números são da Secretaria Municipal de Transportes e foram compilados pelo Estado. Hoje há 13,9 mil coletivos circulando na cidade. Em 2004, eram 14,1 mil. O número de passageiros que era de 1,6 bilhão chegou a 2,9 bilhões, especialmente em razão da adoção do bilhete único. Isso significa que cada ônibus, que antes levava 113 mil passageiros por ano, passou a transportar 208 mil - um aumento de 83,9%. Pelo menos 147 mil pessoas confirmaram presença pela Internet na quinta manifestação do MPL, marcado para amanhã na Largo da Batata, na zona oeste de
São Paulo.(Págs. 1 e Metrópole A19)

Válvula de escape
As manifestações refletem desconforto de uma geração que com mais oportunidade encontra mercado de trabalho restrito e frustrante(Págs. 1 e A22)

Antero Greco

Soluções improvisadas. (Págs. 1 e D2)

Ideli vê 'chantagem' do Congresso

A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) diz que o Congresso faz chantagem com o governo e admite que a prática não é bem vista pela presidente Dilma. (Págs. 1 e Política A6)

Renato Cruz

Quando as coisas vão mal
Certezas cristalizadas e baixa sensibilidade a novos fatos levaram à implementação obstinada de projetos que o mercado não estava pedindo.
(Págs. 1 e Economia B10)

Humberto Werneck

Fauna da padoca
Tem o casal que, para driblar a proibição, disfarça o cachorro num carrinho de bebê e a senhora riponga de boina vermelha, saia e tênis.(Págs. 1 e Caderno 2, C8)

Notas & Informações

A dobradinha FMI-Obama
O presidente Barack Obama acaba de receber o apoio do Fundo às suas propostas. (Págs. 1 e A3)

Protesto antecede partida

Cerca de 500 pessoas se reuniram em frente ao estádio Mané Garrincha, palco de abertura da Copa das Confederações, protagonizada por Brasil e Japão.

Os manifestantes reclamavam do uso de verba pública no evento e atrasaram a entrada dos torcedores. O Batalhão de Choque da Polícia Militar formou um cordão de isolamento para impedir o acesso ao local. (Págs. 1 e Esportes A1 e A6)

Aliás: Ritual de passagem

A questão da tarifa de ônibus extrapolou os centavos e culminou em repressão, feridos e centenas de presos.

José Garcez Ghirardi
Protestos que balançam as cidades brasileiras mostram que a política não pode ser apenas a arte do possível. Cabe a ela recriar utopias.

Renato Sérgio de Lima, Jacqueline Muniz e Samira Bueno
Segurança pública precisa inovar nas formas de administração de conflitos coletivos e difusos.

Juan Arias
A pior imagem que o País pode passar é a de que não respeita vozes dissonantes das ruas. (Pág. 1)

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Correio Braziliense

Manchete: Festa e goleada

Sessenta e sete mil torcedores promoveram uma invasão verde-amarela no Mané Garrincha. E a Seleção Brasileira garantiu a alegria ao derrotar o Japão por 3 x 0 na Copa das Confederações, abrindo a comemoração em toda a cidade. (Pág. 1 e Superesportes 2 a 24, 2, 21 a 29 e 32)

Protesto e vaias

Em contraponto à festa, do lado de fora, a polícia reprimiu com violência a manifestação contra os gastos com a Copa do Mundo. No confronto, 24 pessoas ficaram feridas e outras 30 foram detidas. Militantes acusaram a PM de abuso de força. (Pág. 1 e Superesportes 2 a 24, 2, 21 a 29 e 32)

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Estado de Minas

Manchete: Leis que ficam no papel

Centro de saúde deveria tomar todos os cuidados com a assepsia, mas como a legislação que o obriga a fazer isso não foi regulamentada, não sofre punições. Cães abandonados viraram rotina em Belo Horizonte, porque a lei que determina o registro compulsório e a instalação de microchip de identificação também é letra morta, por falta de regulamentação. Há vários outros exemplos de leis municipais que são simplesmente ignoradas. (Págs. 1, 21 e 22)

Desafio: A Justiça e a luta contra as drogas

Nada menos que 70% dos processos que tramitam nas câmaras criminais do Tribunal de Justiça têm alguma ligação com o tráfico ou o uso de entorpecentes. O problema fica ainda mais complicado com a associação frequente com outros crimes. (Págs. 1 e 3)

Estreia com o pé direito...

Logo aos três minutos de jogo, o craque Neymar acertou belo chute no ângulo e abriu o placar contra o Japão, na estreia na Copa das Confederações, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Também aos três minutos da etapa complementar, Paulinho chutou forte no meio do gol e o goleiro Kawashima aceitou. Com a vantagem de 2 a 0 no placar, a Seleção Brasileira dominou o jogo, tocando bem a bola. O técnico Felipão decidiu então fazer algumas modificações no time. (Pág. 1)

...e com o pé esquerdo

O técnico brasileiro colocou Lucas no lugar de Neymar e Hermanes no lugar de Hulk. O time ganhou velocidade e manteve a pressão sobre a equipe japonesa. Já no finalzinho da partida, foi a vez de Jô, atacante do Atlético convocado de última hora, substituir Fred, que não levou muito perigo ao gol do adversário. E nos acréscimos de três minutos finais dados pelo juiz, a estrela de Jô brilhou. Marcou o terceiro gol. Só que de canhota. (Pág. 1)

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Jornal do Commercio

Manchete: Vitória com convicção

Seleção brasileira vence o Japão por 3x0 no primeiro jogo da Copa das Confederações, no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Antes de a bola rolar, presidente Dilma foi vaiada na abertura e 15 adultos foram presos durante protesto contra o uso do dinheiro público no evento. (Pág. 1)

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Veja

Manchete: A revolta dos jovens

Depois do preço das passagens, a vez da corrupção e da criminalidade? (Pág. 1)

Exclusivo

Quatro agentes da Abin são presos por espionar Eduardo Campos. (Pág. 1)

Saúde

O perigoso empate na luta dos remédios contra as bactérias. (Pág. 1)

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Época

Manchete: Quem são eles?

Como agem, o que pensam e até onde querem chegar os manifestantes que paralisaram as principais cidades brasileiras. (Pág. 1)

Eduardo Paes

O estilo realizador, acelerado e explosivo do prefeito do Rio de Janeiro. (Pág. 1)

Viva a diferença!

Carrinhos para meninas? Bonecas para meninos? As surpresas da nova educação. (Pág. 1)

Entrevista

"Gosto de comer tudo, exceto pimentão", diz o chef catalão Ferran Adriá. (Pág. 1)

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ISTOÉ

Manchete: Nada justifica - A volta da repressão

Os movimentos sociais renascem em todo o País e são respondidos à bala por uma polícia despreparada. (Pág. 1)

Exclusivo

Os bingos de Carlinhos Cachoeira continuam em operação. (Pág. 1)

Saúde

Como o cérebro boicota sua dieta e como escapar dessas armadilhas da mente. (Pág. 1)

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: A JBS vira um gigante de R$ 100 bilhões

Esses dois irmãos (Wesley Batista e Joesley Batista) estão à frente da maior empresa privada do Brasil. Superaram a Vale, compraram os concorrentes e dominaram o mundo como líderes no abate de frangos e bovinos. Conheça a fórmula e as lições da família Batista para vencer nos negócios.

Em entrevista exclusiva, eles falam de seus próximos passos. (Pág. 1)

Robert Kennedy Jr.

"Obama se rendeu ao lobby do petróleo". (Pág. 1)

Mark Mobius

"O Brasil voltará a ter bom desempenho econômico". (Pág. 1)

EUA

Escândalo afeta Carlyle, Booz Allen, Facebook e Apple. (Pág. 1)

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Carta Capital

Manchete: Sorria, você está sendo espionado

O risco não está nos governos. As gigantes da internet cada vez mais controlam a sua vida. (Pág. 1)

Protestos

O movimento contra o aumento das tarifas de ônibus ganha o Brasil. No Rio e em São Paulo, a polícia reage com truculência. (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Aloizio Mercadante, ministro da educação - "Temos de sair desse currículo enciclopédico"

MEC revelará em julho um projeto para reorganizar o Ensino Médio em quatro áreas e aproximá-lo do Enem.

Foco nas exatas para professores e alunos.


Fonte: Radiobrás