quarta-feira, 27 de junho de 2012

RESUMO DOS JORNAIS 27/06/2012

O Globo

Manchete: Revisor libera processo e mensalão já tem data

Julgamento no STF agora está previsto para começar no dia 2 de agosto

O ministro revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski, concluiu ontem seu voto e devolveu os autos do processo para o Supremo Tribunal Federal (STF), garantindo assim que o julgamento possa ter início no dia 2 de agosto. Lewandowski demonstrou irritação com as pressões que sofreu para que concluísse seu voto até anteontem, para que o julgamento pudesse ter início no primeiro dia de agosto, conforme previa o calendário da Corte. "Foi o voto-revisor mais curto da história do STF. A média para um réu é de seis meses. Fiz das tripas coração para respeitar o que foi estabelecido pela Suprema Corte." Para manter o cronograma inicial — o STF entra em recesso em julho e é preciso divulgar a pauta com três dias de antecedência —, o presidente do órgão, Carlos Ayres Britto, cogitou a publicação ontem de uma edição extra do Diário da Justiça, mas foi convencido pelos demais ministros que, mesmo sendo comum na rotina do Supremo, a atitude poderia dar aos réus motivos para pedir a nulidade do julgamento. (Págs. 1 e 3)

Merval Pereira

O voto-revisor de Lewandowski caminha no sentido de indicar que o STF deve optar por penas mais brandas.

Calote aumenta no país; juros caem

A inadimplência atingiu 8% em maio, mesmo nível de novembro de 2009, no auge da crise. No cartão de crédito, o atraso bateu recorde: 30% das dívidas. Já os juros nos empréstimos a pessoas físicas caíram de 41,8% para 38,8%, o menor em 18 anos. O governo lança hoje plano para injetar na economia até R$ 6 bilhões. (Págs. 1, 19 e Míriam Leitão)

Obituário

Marcos Vianna, desenvolvimentista que presidiu por mais tempo o BNDES, de 1970 a 1979 (nos governos Médici, Geisel e Figueiredo). Aos 78 anos, no Rio. (Págs. 1 e 23)

Toffoli dará a palavra final sobre contas-sujas

O ministro Dias Toffoli dará o voto de desempate no TSE que decidirá se os contas-sujas podem concorrer nas eleições deste ano. Ontem, o julgamento estava 3 a 3 quando Toffoli, último a votar, pediu vista do processo, suspendendo a sessão, que deve ser retomada amanhã. (Págs. 1 e 10)

Cachoeira retirou nome de contrato de casa

Gravações mostram que, ao negociar a compra da casa do governador Marconi Perillo (GO), Carlinhos Cachoeira pediu que seu nome fosse retirado do contrato. (Págs. 1 e 9)

Queda de homicídios no Rio tem novo recorde

Os 1.784 homicídios dolosos registrados nos cinco primeiros meses do ano representam redução de 8,3% em relação ao mesmo período de 2011 e o menor índice em 21 anos, em toda a série histórica. A taxa de 10,9 por 100 mil habitantes está perto da aceita pela OMS. (Págs. 1 e 15)

Sem Paraguai, Mercosul pode ter Venezuela

Os governos de Brasil, Argentina e Uruguai estão dispostos a receber oficialmente a Venezuela no Mercosul, na reunião de cúpula de Mendoza e atingir diretamente o Congresso paraguaio, responsável pelo impeachment-relâmpago do ex-presidente Fernando Lugo. O Paraguai é o único que ainda não aprovou a entrada da Venezuela no bloco. (Págs. 1, 25 e Elio Gaspari)

Justiça de SP condena Ustra por danos morais

O coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra foi condenado a indenizar por danos morais a viúva e a irmã do jornalista Luiz Eduardo Merlinho, torturado e morto em 1971 nas dependências do DOI-Codi de São Paulo, comandado na época por Ustra. (Págs. 1, 11 e editorial "Razão de ser da Comissão da Verdade")

Volta ao Mundo

Rio+20, Egito, Grécia... Parecia que o mundo ia mudar, mas tudo foi só fachada. (Págs. 1 e Helena Celestino, 26)

Assad e ONU já falam em guerra na Síria

O ditador Bashar al-Assad e o relator da ONU Paulo Sérgio Pinheiro, que pela primeira vez pôde entrar na Síria, disseram ontem que o país está vivendo em estado de guerra. Para Pinheiro, que apresenta hoje o relatório da visita, os rebeldes estão mais bem armados, mas não conseguirão derrubar Assad por serem desconectados entre si. (Págs. 1 e 27)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Ministro dá aval, e STF tem data para julgar o mensalão

Pressionado pelo presidente da corte, Lewandowski libera processo; tribunal marca primeira sessão para 2 de agosto

O ministro do STF Ricardo Lewandowski, revisor da ação do mensalão, liberou ontem o processo, o que permitirá o início do julgamento em 2 de agosto, apenas um dia após o prazo inicial. Alvo de pressão por parte do presidente da corte, Lewandowski havia afirmado à Folha que poderia finalizar o trabalho até sexta-feira.

Numa demonstração de insatisfação com a cobrança, o ministro disse que essa foi a revisão "mais curta da história do Supremo", mas negou que tenha apressado a devolução por conta das pressões. "A média para um réu é de seis meses [são 38 réus no mensalão]. Eu fiz das tripas coração para respeitar o estabelecido." (Págs. 1 e Poder A4)

Análise

Ministro usou a liberdade de tempo que a lei lhe concede, escreve Joaquim Falcão. (Págs. 1 e Poder A6)

Eleitores do PT reprovam aliança com Paulo Maluf

O apoio de Paulo Maluf (PP-SP) ao petista Fernando Haddad é rejeitado por 62% dos eleitores de São Paulo, segundo pesquisa Datafolha. Entre os que votam no PT, o índice chega a 64%.

Haddad perdeu dois pontos e continua em terceiro, com 6% das intenções de voto. A queda está dentro da margem de erro. Nádia Campeão, do PC do B, será anunciada para a vice. (Págs. 1 e Poder A8 e A9)

Justiça condena coronel Ustra a pagar indenização

Na primeira condenação para que um agente da ditadura pague indenização, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra terá de dar R$ 100 mil a familiares de Luiz Eduardo da Rocha Merlino, morto em 1971 devido a torturas. Cabe recurso. (Págs. 1 e Poder A7)

Presidente do Paraguai diz que assumiu para evitar guerra

O presidente do Paraguai, Federico Franco, disse que, ao assumir o cargo, quis "evitar uma guerra civil". Para ele, poderia ter havido "derramamento de sangue" no país, que não estava preparado para "quatro ou cinco meses sem eleições".

O senador Fernando Collor defendeu a ação do Congresso que tirou Fernando Lugo do posto. (Págs. 1 e Mundo A16)

Elio Gaspari

É prepotente tirar o país da reunião do Mercosul. (Págs. 1 e Poder A8)

Dilma lança novo pacote para tentar acelerar economia

A presidente Dilma anuncia hoje medidas para recuperar o ritmo econômico no fim do ano. O foco será nas compras governamentais de bens de capital e de equipamento, mas atingirá também as áreas moveleira, farmacêutica e têxtil. (Págs. 1 e Mercado B1)

Editoriais

Leia "Freada de arrumação", acerca de queda nas projeções para o PIB, e "Caciques em ação", sobre caráter personalista das alianças políticas. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: STF julga mensalão em 2 de agosto, após 7 anos

Cronograma do revisor, que levou 6 meses para dar parecer, indica que ele desceu ao mérito das questões

Sete anos após o caso vir à tona, os réus do mensalão vão a julgamento em 2 de agosto. Embora o parecer do revisor do processo, ministro Ricardo Lewandowski, tenha sido concluído ontem, com um dia de atraso, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, preferiu publicar o ato somente hoje no Diário De Justiça - e não em edição extra ontem - para evitar ações de impugnação. O tempo que Lewandowski levou para liberar o processo - seis meses - provocou mal-estar com Ayres Britto, que cobrara a entregada revisão. Veladamente, ministros alimentaram as críticas de que o presidente do Supremo estaria dando ao caso do mensalão trâmite não usual. O cronograma adotado por Lewandowski indica que ele desceu ao mérito das questões. Nos bastidores, a avaliação é de que o ministro construiu um voto que faz reparos ao voto do relator, ministro Joaquim Barbosa. (Págs. 1 e Nacional A4)

Ricardo Lewandowski
Ministro do STF

"Fiz das tripas coração para respeitar o que foi estabelecido pela Suprema Corte"

Sucessor de Lugo: "Não quero problemas com Brasil'

O novo presidente do Paraguai, Federico Franco, disse que quer enfrentar o isolamento de seu governo "com ações, e não palavras" e afirmou que teve de assumir para evitar uma "guerra civil", informa Roberto Simon, enviado especial. Em entrevista a jornais sul-americanos, entre os quais o Estado, Franco disse querer evitar problemas com Brasil e Argentina. "Mandem a mensagem de que está tudo normal por aqui", insistiu Franco três vezes durante a conversa. Segundo ele, o processo de impeachment do presidente Fernando Lugo foi sumário para evitar derramamento de sangue. Às vésperas da primeira reunião do Mercosul sem o Paraguai, Argentina, Brasil e Uruguai admitem que existe um "impasse democrático" com o vizinho. (Págs. 1 e Internacional A9, A11 e A12)

Federico Frango
Presidente do Paraguai

"Este é um governo constitucional"

Governo acelera compras para ajudar indústria

Em caráter de urgência, o governo anuncia hoje a antecipação de compras. Terão prioridade aquisições de setores que estimulem a indústria, como saúde, defesa e educação. O governo também quer exigir conteúdo local do setor de energia. (Págs. 1 e Economia B1)

Coronel Ustra terá de indenizar vítima da ditadura

Em seu primeiro revés na Justiça, o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra foi condenado apagar indenização de R$ 100 mil à família do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino, morto sob tortura no DOI-Codi em 19 de julho de 1971. (Págs. 1 e Nacional A8)

Eliana Cardoso

Vale-tudo, moralidade e filosofia

Erundina agiu como a maioria da população, cuja intuição moral combina de forma nem sempre consciente as teorias de Kant e do contratualismo. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações

Hora da verdade na Petrobras

Plano de negócios tem metas mais realistas e consagra uma visão crítica da administração passada. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: O Mensalão na ordem do dia

Supremo recebe relatório e marca o início do julgamento para 2 de agosto

Em 36 dias, a mais alta corte de Justiça do país começa a julgar o mais importante processo de sua história. No banco dos réus, estarão 38 acusados. Entre eles, o ex-ministro José Dirceu, apontado pelo procurador-geral da República como o chefe do esquema de corrupção que abalou o então governo Lula, em 2005. "Finalmente está definido o cronograma de julgamento da ação, embora com um dia de atraso" disse o presidente do STF, Ayres Britto, pouco depois de o ministro revisor do caso, Ricardo Lewandowski, anunciar que havia concluído seu voto no processo. (Págs. 1 e 2)

O dia em que o SNI "encontrou" um RG falso de Dilma

Segundo agentes da ditadura, o documento estaria na bolsa de Iara Iavelberg, morta em operação policial na Bahia em 1971. Irmão da vítima considera versão improvável. (Págs. 1 e 5)

Nas ruas: A Esplanada dos protestos

Servidores e estudantes ocuparam ontem a porta de ministérios. No da Educação, representantes da UNE se reuniram com o ministro Aloizio Mercadante e tiveram a promessa de ampliação das instituições federais de ensino. O governo também sancionou lei para a contratação de 77.178 profissionais para o setor. No do Planejamento, funcionários cobraram reajuste salarial. (Págs. 1 e 10)

Adesão ao Refis terá novo prazo

Deputados reabre o programa de parcelamento de tributos atrasados. Contribuintes poderão renegociar débitos com redução de juros e multas. (Págs. 1 e 6)

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Valor Econômico

Manchete: Desoneração da folha atenua perda de fôlego do emprego

Os setores da economia beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos estão apresentando um desempenho melhor na criação de empregos, especialmente na indústria, do que aqueles que não tiveram os tributos sobre a mão de obra reduzidos. O baixo crescimento no primeiro trimestre, com o recuo na criação de vagas formais, obriga que a comparação seja feita não entre os setores que criaram mais empregos, e sim entre os que apresentaram uma menor queda na geração de postos de trabalho. O resultado mostra que em confecções, couro e calçados, tecnologia da informação e comunicação (TIC) e call centers, os ramos que mais empregam no país, a situação seria pior sem a desoneração.

Com o recuo geral na taxa de crescimento da economia, a indústria, que apresenta um quadro de estagnação desde pelo menos 2011, perdeu o fôlego na criação de empregos. Nos setores desonerados, o emprego formal ainda cresceu, mas deu origem a um número de vagas 40% menor nos cinco primeiros meses do ano em relação a igual período de 2011. Foram abertos 67 mil postos no ano passado e 41 mil agora. O desempenho na indústria como um todo foi bem inferior, com a abertura de novas vagas recuando 53%. O setor de couro e calçados ficou praticamente estável, com redução de apenas 5% na criação de vagas. (Págs. 1 e A3)

À venda, CSA tem prejuízo de R$ 7,9 bi em 2011

Enquanto busca compradores para a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) e define os bancos responsáveis pela venda, o grupo alemão ThyssenKrupp, controlador da CSA, divulgou a informação de que a companhia teve prejuízo líquido de R$ 7,97 bilhões no ano fiscal encerrado em setembro de 2011. Além da siderúrgica brasileira, o grupo vai se desfazer da laminadora Mobile, nos EUA.

A CSA, que fica no Rio, começou a operar em setembro de 2010. Em 2011, o primeiro ano completo de produção, os custos foram maiores que as vendas, de R$ 3,36 bilhões, e o prejuízo bruto foi de R$ 502,7 milhões. Mas o maior peso veio das despesas administrativas, de R$ 7,2 bilhões, porque a empresa fez uma provisão para redução ao valor recuperável ("impairment") de R$ 5,44 bilhões, principalmente relacionada a máquinas, equipamentos e instalações. Com a baixa contábil, os ativos imobilizados, avaliados antes em R$ 12,68 bilhões, agora somam R$ 7,95 bilhões. O resultado operacional antes do financeiro foi uma perda de R$ 7,75 bilhões. (Págs. 1 e B1)

Campanha eleitoral mobiliza empresários

O presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping, Nabil Sahyoun, diz nunca ter se metido em campanha eleitoral. Agora, face ao imbróglio que envolve o funcionamento de shoppings em São Paulo, está disposto a apoiar o candidato que assumir o compromisso - "lavrado em cartório"- de reduzir a burocracia para os empreendimentos.

O Valor ouviu empresários e representantes de associações empresariais e acompanhou suas reuniões com candidatos à Prefeitura de São Paulo. Deles, ouviu que a ação mais polêmica da atual gestão foi a restrição ao tráfego de caminhões. Dos principais candidatos, porém, apenas Celso Russomano (PRB) aceita rediscutir a medida. (Págs. 1, A8 e A9)

Fotolegenda: Novos horizontes

Interessado em diversificar as fontes de receita, da ordem de € 15 bilhões, o grupo de mídia alemão Bertelsmann quer crescer nos mercados emergentes, inclusive no Brasil, diz Thomas Rabe. (Págs. 1 e B3)

Delta monta plano para tentar se reerguer

A Delta Construções pretende se desfazer de ativos menos importantes em seu portfólio, como linhas de transmissão de energia e a concessão de uma rodovia estadual no Rio, para levantar recursos e melhorar o fluxo de caixa, enquanto convive com a impossibilidade de fechar contratos com a administração pública por causa da decretação da sua inidoneidade pela Controladoria-Geral da União. Esses problemas, e mais a crise de reputação, vão derrubar pela metade o faturamento da empresa. Mas sua nova direção diz que está pronta para "mudar o DNA", focando clientes privados e atuando como terceirizada de outras grandes empreiteiras.

Nesta semana, depois de aceito o pedido de recuperação judicial da companhia pela 5ª Vara Empresarial do Rio, a Delta começa a tomar suas primeiras providências: notificará a administração pública para receber cerca de R$ 450 milhões em pagamentos atrasados e pretende recorrer da decretação de inidoneidade, que a impede de participar de novas licitações, informa Marcelo Gomes, diretor-geral da consultoria Alvarez & Marsal, que comanda o processo de reestruturação da construtora. (Págs. 1 e B8)

Remuneração variável perde o seu apelo

Destemidos diante de situações de risco, os executivos do mercado financeiro têm outro comportamento quando se trata do próprio bolso. Na hora de receber, preferem pagamentos até mais modestos em dinheiro vivo a ter de esperar alguns anos pela bolada de remuneração variável na forma de ações ou bônus. Essa é uma das conclusões de pesquisa da PwC e da London School of Economics, que ouviu 1.106 executivos do primeiro escalão de grandes empresas em vários países, incluindo 56 brasileiros. No levantamento, 72% dos dirigentes afirmaram preferir um salário menor em dinheiro do que ter de esperar anos para receber mais, sendo uma parte em bônus. No Brasil, a preferência pelo risco foi maior que o resultado geral. (Págs. 1 e D3)

O que pedem os índios de Belo Monte

Com um canteiro de obras da usina de Belo Monte paralisado há seis dias por causa de protestos, o consórcio Norte Energia contabiliza o que os índios pedem para liberar a construção da hidrelétrica. A lista de reivindicações inclui mais de 300 casas, energia gratuita para sempre, 40 picapes de luxo, caminhões, carros de passeio, ônibus, motos, barcos e depósitos em contas bancárias.

O que os índios pedem está muito distante do que os empresários e o governo pretendem entregar às aldeias para minimizar os impactos causados pela usina. A índia Sheyla Yakarepi Juruna, líder da aldeia Boa Vista KM 17, explica o interesse por tantas picapes: "O rio vai ficar difícil de navegar em muita parte. Claro que a gente precisa dos carros". (Págs. 1 e B7)

Itaú avança na América Latina

Com uma rede de apenas 30 agências, o Itaú Paraguai tem a maior clientela entre os bancos do país. Também é o líder em ativos, com US$ 1,96 bilhão. Mais do que isso, é a operação que a direção do banco considera como modelo da plataforma de varejo que quer para a América Latina.

Depois de concluído processo de fusão com o Unibanco, o Itaú começa a dar fôlego ao projeto de internacionalização do banco na América Latina. No Chile, ainda está muito focado nos clientes de alta renda. No Uruguai, a principal atividade é o crédito para empresas. "A América Latina é uma região emergente, com grandes oportunidades de crescimento. Só perde para a Ásia, onde culturalmente é mais difícil de se entrar", diz Ricardo Villela Marino, vice-presidente responsável pela internacionalização. (Págs. 1, C1 e C3)

Cartões de Crédito

Novos produtos e tecnologias impulsionam os negócios em um mercado que cresce em ritmo acelerado e que deve atingir faturamento de R$ 1,85 trilhão em 2017. (Págs. 1 e Caderno especial)

Negócios Sustentáveis

Apesar do potencial brasileiro para a economia verde, investimentos privados têm acontecido, em grande parte, por meio de fundos filantrópicos. Desafio é atrair investidores e fundos de risco. (Págs. 1 e Caderno especial)

Captações para Infraestrutura

Com grande potencial para impulsionar o crescimento econômico, investimentos em obras de base ainda carecem de fontes diversificadas de financiamento a longo prazo. (Págs. 1 e Caderno especial)

Pacote de estímulo

O governo anuncia hoje um pacote de compras governamentais que poderá movimentar aproximadamente R$ 6 bilhões. Constam da lista ônibus escolares e máquinas pesadas que serão distribuídas a prefeituras e até caminhões para o Exército. (Págs. 1 e A3)

Justiça condena Brilhante Ustra

Justiça de São Paulo condena o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra a pagar indenização de R$ 100 mil à família de uma vítima morta sob tortura em 1971. A Lei da Anistia impede ação penal. (Págs. 1 e A7)

Greve geral na Argentina

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, enfrenta hoje sua primeira "greve geral" — que na verdade será parcial, já que grandes sindicatos não aderiram. Ainda assim, serviços como transportes e restaurantes deverão ser prejudicados. (Págs. 1 e A11)

AEL desenvolve armas do Guarani

A AEL Sistemas, de Porto Alegre, está na fase final de desenvolvimento do sistema de armas nacional para o blindado Guarani, da Iveco, composto por computador central de tiro, canhão de 30 mm e metralhadora 7,62 mm. (Págs. 1 e B9)

Ideias

Cristiano Romero

Se o governo mantiver a disciplina fiscal, BC poderá sustentar os juros em níveis historicamente baixos. (Págs. 1 e A2)

Rosângela Bittar

A CPI do Cachoeira é uma interminável sucessão de negações: não, nada, ninguém, nenhum. (Págs. 1 e A9)

França eleva mínimo e impostos

O governo francês anunciou ontem o primeiro aumento do salário mínimo no país em seis anos, cumprindo promessa de campanha do presidente François Hollande. Em termos reais, no entanto, o aumento é de apenas 0,6%. (Págs. 1 e A10)

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Estado de Minas

Manchete: Até merenda e marmita são superfaturadas

PF e MP desmantelam fraude em contratos para alimentação de detentos e de estudantes no estado. Ex-presidente do Cruzeiro é dono de uma das empresas envolvidas no esquema.

Um terço dos R$ 166 milhões pagos pelo estado por refeições de presidiários foi desviado por uma rede formada por empresários, políticos e funcionários públicos por meio de superfaturamento ou fornecimento de produtos de baixa qualidade. O mesmo golpe foi aplicado em licitações no valor de R$ 19 milhões para a merenda em escolas de Montes Claros. Uma das firmas envolvidas, a Stillus Alimentação, acusada de comandar o esquema, pertence a Alvimar Oliveira Costa. Foram expedidos 10 mandados de prisão, um deles contra José Maria Fialho, vice-presidente do clube celeste. Além de BH, Montes Claros e Nova Lima, a operação se estendeu por quatro municípios mineiros e um de Tocantins. (Págs. 1, 3 e 4)

Paraguai: Franco despreza Mercosul, mas quer apoio brasileiro

Novo presidente partiu para o ataque às vésperas de reunião que confirmará suspensão do país no bloco. (Págs. 1, 18 e 19)

SNI tinha RG falso de Dilma

Documento do Arquivo Nacional mostra que extinto órgão teria encontrado identidade usada no regime militar com companheira morta de Carlos Lamarca. (Págs. 1 e 8)

Gripe suína já matou 7 em Minas

A sétima vítima deste ano é uma adolescente de 15 anos, que morava em São Gonçalo do Sapucaí, Região Sul. Mas para as autoridades sanitárias o vírus está controlado no estado. (Págs. 1 e 23)

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Jornal do Commercio

Manchete: Motoristas prometem 24 horas sem ônibus

Rodoviários decidiram fazer paralisação a partir da zero hora de hoje. Trabalhadores querem 30% de aumento e os patrões oferecem 4,5%. Empresas dizem que vão acionar cadastro de reserva. (Págs. 1 e Capa Dois)

Marcação cerrada na Arena

Secretário-geral da Fifa visita estádio da Copa e diz que fará monitoramento constante da obra, que está 43% concluída e tem prazo para fevereiro. (Págs. 1 e Esportes 1 e 2)

Mensalão vai a julgamento em 2 de agosto

Ministro revisor do processo só entregou o relatório ontem e início do julgamento foi adiado em um dia. (Págs. 1 e 7)

Governo federal cria 43.800 vagas de professor

Serão 19.500 cargos em universidade e 24.300 em instituições de ensino básico, técnico e tecnólogo. (Págs. 1 e 9)

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Zero Hora

Manchete: Dilma aposta em escolas e obras para o país destravar

Governo comprará mais itens como ônibus escolares e retroescavadeiras. Foco muda de consumo para investimento. (Págs. 1 e 15)

Mensalão: Julgamento no Supremo já tem data

Entrega de relatório definiu: caso mais rumoroso da Era Lula começa a ser julgado no dia 2 de agosto. (Págs. 1 e 8)

Lugo fala a ZH: "Foi rompida a ordem jurídica e democrática"

Em entrevista ao enviado especial Rodrigo Lopes, o presidente deposto do Paraguai diz que é difícil, mas não impossível, voltar a comandar o país. (Págs. 1 e 20)

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Brasil Econômico

Manchete: Juros para crédito ao consumidor é o menor dos últimos 12 anos

A cruzada contra os spreads deflagrada pelo governo está surtindo efeito. A concorrência entre os bancos públicos e privados levou a taxa geral cobrada nos empréstimos a 32,9% ao ano, o menor nível da série histórica do BC iniciada em 2000. (Págs. 1 e 30)

Delta descarta aumento de sua participação no capital da Gol

O CEO da companhia aérea americana, Edward Bastian, comemora bons resultados no mercado brasileiro, mas descarta que vá adquirir mais do que os atuais 3% que detém na empresa da família Constantino. (Págs. 1 e 17)

"Governo vai livrar a cara dos estados"

Quem garante é o senador Delcídio Amaral, autor de projeto de lei que pretende acabar com a guerra fiscal e reduzir os poderes do Confaz. (Págs. 1 e 6)

Mantega anuncia hoje novo pacote

Medidas incluem política de compras governamentais para a indústria farmacêutica e aumento das linhas de crédito para as empresas privadas. (Págs. 1 e 8)

Boeing venderá avião da Embraer

De olho na concorrência da FAB, americanos fecham parceria com brasileira para comercializar o cargueiro militar KC-390. (Págs. 1 e 16)

O vice do ninho tucano

Andréa Matarazzo conquista apoio no PSDB para se tornar nome de consenso para compor a chapa de José Serra. (Págs. 1 e 3)

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Fonte: Radiobrás

terça-feira, 26 de junho de 2012

RESUMO DOS JORNAIS 26/06/2012

O Globo

Manchete: Bolsa Família já registra benefício de até R$ 1.332

Valor é destinado a domicílio onde vivem 19 pessoas; teto antigo era de R$ 306

O Bolsa Família, que até o mês passado transferia no máximo R$ 306 por mês a uma mesma família, passou a pagar, neste mês, benefícios que chegam a R$ 1.332. A quantia foi repassada a uma única família formada por 19 pessoas, informa Demétrio Weber. A mudança é resultado do programa Brasil Carinhoso, lançado em maio pela presidente Dilma Rousseff, com o objetivo de tirar da miséria famílias com crianças de até 6 anos e garantir uma renda média mínima de R$ 70 por pessoa nesse grupo, mesmo que, para isso, o repasse vá além do antigo teto do programa. Os dados foram solicitados pelo GLOBO com base na Lei de Acesso à Informação. De acordo com o ministério, apenas 1% dos repasses, ou cerca de 20 mil, são hoje superiores a R$ 325. Para o economista da FGV Marcelo Neri, a mudança é positiva por beneficiar famílias com mais crianças, mas é preciso acompanhar os resultados para, eventualmente, fazer ajustes. O pesquisador Rafael Osório, do Ipea, diz que o caso é uma exceção e lembra que, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE, só 2% das famílias hoje têm quatro ou mais filhos. (Págs. 1 e 5)

Brasil estuda cortar projetos no Paraguai

Lugo monta governo paralelo, e Justiça arquiva pedido de inconstitucionalidade de impeachment

Na lista de possíveis sanções que a presidente Dilma levará ao Mercosul, sexta-feira, estão a suspensão de projetos de investimentos e da Tarifa Externa Comum (TEC). O objetivo é evitar que o impeachment de Fernando Lugo se transforme em um precedente perigoso na região. Enquanto o presidente Federico Franco dava posse ao novo Gabinete, o presidente cassado montou um governo paralelo. A Justiça arquivou o pedido de inconstitucionalidade feito por Lugo. (Págs. 1, 27, 28, Míriam Leitão e Merval Pereira)

Fotolegenda: Estrago insustentável

O que era gramado virou charco no Parque do Flamengo, após receber 300 mil pessoas na Cúpula dos Povos, durante a Rio+20. Vários trechos dos 26 mil metros quadrados usados pelas ONGs precisam de recuperação. (Págs. 1 e Rio, 15)

Petrobras perde R$ 22 bi na Bolsa

Como o reajuste da Petrobras frustrou investidores, as ações despencaram quase 9%, a maior queda desde 2008, auge da crise. A perda atingiu R$ 22 bilhões de valor de mercado. A estatal adiou o início da operação do Comperj, em Itaboraí, e de duas refinarias (CE e MA). (Págs. 1 e 21)

Agência rebaixa 28 bancos espanhóis

No dia em que formalizou à UE pedido de resgate de até € 100 bi, a Espanha teve 28 bancos rebaixados pela agência Moody's. Entre eles, estão o Santander e o BBVA. Todas as instituições podem sofrer um novo rebaixamento. (Págs. 1 e 25)

Cachoeira conseguia entrar na rede da PF

Na véspera da Operação Monte Carlo, um advogado disse a integrante da quadrilha de Cachoeira que tinha revirado o sistema da Polícia Federal sem encontrar nada. No Conselho de Ética do Senado, o relator pediu a cassação de Demóstenes Torres. (Págs. 1 e 9 a 11)

Lewandowski se queixa de pressões

Em ofício ao presidente do STF, Ayres Britto, o ministro Ricardo Lewandowski reclamou de pressões para entregar o voto do mensalão. Garantiu que dará o voto até o fim do mês e que o julgamento não atrasará. (Págs. 1 e 12)

Maluf: "Perto do PT hoje, sou comunista"

No dia em que o PC do B anunciou apoio a Fernando Haddad (PT), o deputado federal Paulo Maluf disse que não se oporá se o vice da chapa for comunista: "O PT se comportou à direita de Paulo Maluf. Eu, perto do PT hoje, sou comunista." (Págs. 1 e 13)

No Rio, DEM lança a dupla Maia-Garotinho

Ex-adversários, o ex-prefeito Cesar Maia e o ex-governador Anthony Garotinho subiram ao palanque para lançar a candidatura de seus filhos Rodrigo e Clarissa na disputa pela prefeitura do Rio, pela coligação DEM-PR. (Págs. 1 e 13)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Ministro rejeita pressão, e mensalão atrasará no STF

Lewandowski vai entregar o voto revisado no fim do mês, o que adiará o início do julgamento por 5 dias

O ministro do STF Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão, se disse "estupefato" com as pressões que recebeu para devolver logo a ação e afirmou que tem até sexta-feira para concluir o trabalho.

A decisão deverá atrasar o julgamento em cinco dias. "Estou trabalhando noite e dia para cumprir o prazo, definido em plenário, de entregar no fim do mês." (Págs. 1 e Poder A4)

Relator pede a cassação de Demóstenes em conselho

Relator do processo contra Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) no Conselho de Ética do Senado, Humberto Costa (PT-PE) pediu a cassação do senador por ter recebido "vantagens indevidas" de Carlos Cachoeira. A votação não havia terminado até a conclusão desta edição. Os dois primeiros votos foram pela cassação. (Págs. 1 e Poder A6)

Mônica Bergamo

Lula está à minha direita, declara Maluf. (Págs. 1 e Poder A9)

Paraguai afirma ser vítima de intransigência do Mercosul

O novo governo do Paraguai diz ser vítima de uma decisão intransigente do Mercosul, que suspendeu o país do bloco, relata Isabel Fleck, de Assunção. A alegação é que não houve direito à defesa, a mesma usada por Fernando Lugo para tentar reverter o impeachment.

O Senado aprovou na véspera a lei que regulamentou a cassação. (Págs. 1 e Mundo A11)

Vladimir Safatle

Leis atrapalham a democracia no Egito e Paraguai. (Págs. 1 e Opinião A2)

Dilma á a única que pode me salvar, diz condenado à morte

O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, 50, condenado à morte por tráfico na Indonésia, afirmou ter esperança de que a presidente Dilma possa evitar a execução, prevista para julho. "É a única pessoa que pode me salvar", disse, por telefone, a Ricardo Gallo. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Juíza dá 48 h para sacolas voltarem a supermercados

Juíza da 1² Vara Central da capital paulista deu 48 horas para os supermercados voltarem a distribuir gratuitamente as sacolinhas no Estado. Ela deu ainda 30 dias para que as lojas forneçam de forma gratuita embalagens biodegradáveis. Cabe recurso. (Págs. 1 e Mercado B3)

Editoriais

Leia "Paraguai soberano", sobre ação do Mercosul contra novo governo, e "Da tortura à Presidência", acerca de depoimento de Dilma Rousseff. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Petrobrás quer novos reajustes da gasolina

Plano de investimentos insiste na necessidade de equiparação com os preços internacionais

A Petrobrás quer novos reajustes nos combustíveis, para igualar os preços com os do mercado externo. Ao detalhar o plano de negócios 2012-2016, a diretoria mostrou que a alta da gasolina (7,83%) e do diesel (3,94%) autorizada pelo governo não compensou a defasagem - e as ações da empresa caíram cerca de 8%, fazendo o Ibovespa recuar 2,95%. A Petrobrás defendeu reajuste de 15% para financiar expansão de 5,2% nos investimentos, previstos agora em US$ 236,5 bilhões até 2016. A renúncia fiscal para que o reajuste já autorizado não chegasse ao consumidor atingiu R$ 420 milhões. A Petrobrás cortou a meta de produção em 14% para 2020 e usou a obra da refinaria Abreu e Lima, três anos atrasada e hoje quase dez vezes mais cara que o previsto, como exemplo a ser evitado. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Por absolvição, Demóstenes tentou negociar renúncia

O senador Demóstenes Torres procurou, pessoalmente ou por meio de emissários, figuras-chave do Senado para oferecer a própria cabeça em troca da absolvição e da manutenção de seus direitos políticos. Ele propôs, sem sucesso, tirar licença por 120 dias e depois renunciar, se os senadores com influência sobre os colegas não trabalhassem pela cassação. (Págs. 1 e Nacional A4)

Lugo, presidente "paralelo"

Na foto do alto, o novo presidente do Paraguai, Federico Franco, comanda reunião ministerial; na imagem seguinte, Fernando Lugo, o presidente deposto, se encontra com seu 'gabinete paralelo'. Ele prometeu 'resistir ao poder de Franco', mas a Justiça considerou constitucional sua destituição. (Págs. 1 e Internacional A14 e A16)

Lula diz que vai "morder a canela" dos adversários

O ex-presidente Lula prometeu "morder a canela" dos adversários para eleger Fernando Haddad prefeito de São Paulo. Ele disse que não se arrependeu da foto com Paulo Maluf e afirmou que o tucano José Serra, que segundo ele está "patinando nas pesquisas", cometeu "equívoco" ao entrar na disputa. (Págs. 1 e Nacional A9)

Celso Ming

Chegou tarde e foi insuficiente

Precisou que a hemorragia nas finanças da Petrobrás atingisse níveis críticos para que o governo concordasse com o reajuste dos combustíveis. (Págs. 1 e Economia B2)

Arnaldo Jabor

O mal do mundo não tem rosto

Nos anos 30, Paul Valéry já previa com clareza o mundo que vivemos hoje. E Osama Bin Laden nos lembrou que a vida real é um mistério. (Págs. 1 e Caderno 2, D10)

Notas & Informações

O BIS adverte sobre o risco do crédito

Banco diz que emergentes devem tomar cuidado. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Conselho de Ética pede cassação de Demóstenes

Em relatório de 79 páginas, o senador Humberto Costa (PT-PE) acusou o parlamentar goiano de quebra de decoro e recomendou a cassação de Demóstenes Torres (ex-DEM-GO). Os 15 integrantes do Conselho de Ética do Senado presentes à sessão aprovaram o parecer por unanimidade. Humberto acusou Demóstenes de pôr o mandato a serviço do bicheiro Carlinhos Cachoeira e de mentir em plenário quando negou ter qualquer envolvimento com o esquema criminoso do contraventor. Para a defesa de Demóstenes, as escutas que flagraram o parlamentar em conversas com Cachoeira são ilegais. O senador ainda acredita que pode salvar o mandato. Para isso, aposta tudo na votação secreta no plenário. (Págs. 1 e 2)

Mensalão corre risco de ser adiado no STF

Se o ministro Ricardo Lewandowski não entregar hoje o relatório sobre o caso, dificilmente o maior escândalo de corrupção da história do país começará a ser julgado em 1º de agosto, como previsto. Lewandowski reclama de pressões e promete concluir o documento até o fim da semana. (Págs. 1 e 4).

Medo de aumento lota postos no DF

Corrida para encher o tanque mostra que brasilienses estão desconfiados de que haverá alta da gasolina. Em dia de queda nas ações, Petrobras fala em novos reajustes. (Págs. 1 e 10)

Paraguai: Lugo monta governo paralelo

Três dias depois de sofrer impeachment, Fernando Lugo instala "gabinete de restauração democrática" e diz que irá à reunião do Mercosul. Enquanto isso, o recém-empossado presidente, Federico Franco, tenta romper o isolamento regional. Hoje, a OEA se reúne para avaliar a crise política no país e analisar eventuais medidas punitivas. (Págs. 1, 16 e Visão do Correio, 14)

Turismo

Programado governo vai qualificar 240 mil pessoas até 2014. (Págs. 1, 12 e 13)

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Valor Econômico

Manchete: Graça faz diagnóstico severo da Petrobras

Conhecida por seu estilo franco, a presidente da Petrobras, Graça Foster, traçou um retrato perturbador das dificuldades que a estatal atravessou no passado recente, ao apresentar um plano de investimentos de R$ 236,5 bilhões para 2012/16. Ela sugeriu que a companhia divulgava metas irrealistas, convivia com certa indisciplina financeira, falta de planejamento e de controle. As metas, consideradas pouco críveis pelo mercado, pareciam contar com a sorte para ser atingidas. "Não é possível considerar milagres na hora que tem demanda forte mundialmente e também no Brasil", disse Graça Fortes, enumerando todas as metas de produção não cumpridas desde 2003.

Ela sugeriu que a companhia costumava adquirir antecipadamente equipamentos de projetos ainda não aprovados em todas as fases, em uma crítica sutil à gestão anterior. Foi o que deu a entender quando se referiu a diversos projetos da empresa, incluindo refinarias. (Págs. 1, B1 e B7)

Só sanções políticas ao Paraguai

A reação do governo brasileiro ao impeachment de Fernando Lugo - considerado uma ruptura do processo democrático no Paraguai - será "dura", mas a presidente Dilma Rousseff descarta sanções econômicas com reflexos sobre o comércio e o desembolso de financiamentos contratados. Dilma quer isolar o Paraguai apenas politicamente. Executivos de empresas brasileiras procuraram auxiliares da presidente para pedir que se evite medidas que afetem seus negócios no país. O Brasil se oporá às propostas de países vizinhos que representem retaliações com reflexos sobre a população paraguaia e brasileiros com interesses no país. (Págs. 1 e A14)

Mineração paga salários mais altos

A produtividade estagnada da indústria de transformação tem feito com que a diferença entre os salários pagos pelo setor e pela indústria extrativa mineral se aprofunde. Em 2007, o salário de admissão no setor extrativo mineral era 31,8% maior que na indústria de transformação. De janeiro a maio, a diferença foi a 65,1%. Além de demandar mão de obra mais qualificada, a indústria mineral recebeu muitos investimentos na última década. Segundo o economista Naercio Menezes, entre 1996 e 2009 o salário médio na indústria de transformação cresceu 27,3%, mas a produtividade, só 5,7%. Na indústria extrativa mineral, houve aumentos de 124,4% da produtividade e de 131,2% no salário médio. (Págs. 1 e A3)

Fotolegenda: De volta a casa

De volta ao Google, após rápida passagem pelo Groupon, Margo Georgiadis assume o cargo de presidente para as Américas e terá como desafio apresentar a companhia como uma mídia completa para publicidade digital e não só uma empresa de links em resultados de buscas. (Págs. 1 e B3)

Belo Monte realocará 5,2 mil famílias

O consórcio Norte Energia, responsável pela construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA), está prestes a fazer seu maior desembolso financeiro para cumprir uma das principais condicionantes socioambientais da usina: o reassen-tamento das milhares de famílias afetadas pela obra.

Até o mês que vem, será feita a licitação de um pacote de obras para contratação das empreiteiras que vão construir mais de 5,2 mil moradias em Altamira, o município mais afetado pela usina. As casas serão erguidas em três áreas, que somam entre 220 e 250 hectares. (Págs. 1 e B8)

Celular fica mais atraente, maior e mais caro com a 4G

A quarta geração da telefonia celular, 4G, prevista para estrear no Brasil em 2013, promete transformar o celular em uma central de entretenimento ao multiplicar em até dez vezes a velocidade de conexão disponível no país.

Dedicada ao tráfego de dados, a 4G vai estimular a transmissão de conteúdo ao vivo - da novela ao jogo de futebol -, além do download de músicas e filmes que poderão ser baixados muito mais rápido para o celular. Os serviços na nuvem, com os quais o usuário pode armazenar seus arquivos e acessá-los via internet, também ganharão força. (Págs. 1 e D8)

Governo muda fundos regionais

O governo vai mudar os fundos de desenvolvimento regionais do Nordeste, da Amazônia e do Centro-Oeste. Os juros serão reduzidos e as amortizações dos empréstimos não serão mais repassadas ao Tesouro. (Págs. 1 e A2)

Aço

A valorização do dólar e as medidas do governo para impulsionar a economia deverão reduzir o volume de aço importado neste e no próximo ano, principalmente no segmento de aços planos, utilizados pela indústria de automóveis e linha branca, diz Carlos Loureiro, do Inda. (Págs. 1 e Especial)

Previ pede calma quanto à Vale

A Previ não tem pressa em vender ações da Vale para se adequar às normas da Superintendência Nacional de Previdência Complementar. Quer prazo, em vista das condições do mercado e do acordo de acionistas. (Págs. 1 e B2)

Uma nova TV para a Copa

Sony e Panasonic anunciaram a criação de uma nova empresa para desenvolver telas OLED (diodo orgânico emissor de luz) para televisores e monitores de grande porte, sucessora do LED (diodo emissor de luz). (Págs. 1 e B6)

Cidades da Copa - Recife

Com R$ 2,2 bilhões de investimentos em infraestrutura, a Grande Recife se planeja para além da Copa da Mundo, que deixará como legado obras viárias orçadas em R$ 1,4 bilhão e um novo bairro planejado no entorno da Arena Pernambuco. (Págs. 1 e Especial)

Fundos elevam aposta em grãos

Em meio às preocupações com o clima nos EUA e seu impacto sobre a safra de grãos, principalmente com a seca no Centro-Oeste, os fundos voltaram a apostar na alta dos preços no mercado futuro de Chicago. (Págs. 1 e B12)

Roubo isenta bem para exportação

Superior Tribunal de Justiça decide que a Fazenda não pode cobrar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre mercadorias destinadas à exportação e roubadas antes do embarque. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Delfim Netto

A eurolândia precisa percorrer o caminho das federações bem-sucedidas, como os EUA no séc. XVIII e o Brasil no séc. XXI. (Págs. 1 e A2)

Raymundo Costa

Em algum momento da campanha, talvez não demore muito, Haddad terá de andar com as próprias pernas. (Págs. 1 e A10)

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Estado de Minas

Manchete: A necessidade de cada um

Interior de Minas: Só 15% dos municípios mineiros têm secretarias de desenvolvimento para captar investimentos e apoiar a criação de negócios e geração de empregos

Planejamento estratégico para atrair empresas e negócios é do que precisam mais de 700 cidades mineiras para fugir da dependência de verbas federais e estaduais. Quem se preparou, como Capitão Enéas, no Norte do estado, já comemora os resultados. O município ganhou indústria e experimenta uma política de crescimento que está tirando famílias da assistência social. Para isso, criou uma autarquia voltada especificamente para traçar os rumos da economia e criar condições propícias para receber investidores. (Págs. 1 e 11)

Senado: Liberdade em recursos do PAC trava votações

Emenda que amplia regime diferenciado de contratação para obras do Programa de Aceleração do Crescimento divide opinião entre governo e oposição, que teme aprovação mais fácil de projetos suspeitos de irregularidades. Texto definirá aplicação de R$ 12 bilhões em Minas. (Págs. 1 e 3)

Dias contados para farra com verba pública

Tramita na Assembleia proposta de emenda à Constituição mineira para extinguir 14º e 15º salários, além de todos os tipos de gratificação, prêmio, verba de representação e outros privilégios. Se aprovada, será aplicada no Executivo e Judiciário, além do Legislativo. (Págs. 1 e 7)

Crise no Paraguai: Ex-presidente tenta manter poder paralelo

Destituído do cargo, Fernando Lugo convocou gabinete com ex-ministros para travar oposição ao presidente Federico Franco. Tribunal Superior de Justiça Eleitoral do país descartou possibilidade de antecipar eleições. Chefes de Estado sul-americanos discutem crise na sexta-feira. (Págs. 1 e 16)

Gasolina: Plano de investimentos da Petrobras prevê mais altas

Reajustes nos preços dos combustíveis seriam necessários para cumprir metas de negócios. (Págs. 1 e 15)


 

Fotolegenda: Hidrovias invadidas

Série Natureza atropelada mostra como em áreas destinadas ao transporte fluvial no Pontal e Triângulo apenas o mexilhão dourado, espécie exótica e prejudicial à economia, prospera. (Págs. 1 e 27)

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Jornal do Commercio

Manchete: Eduardo e Jarbas juntos

Em ato histórico para a política local. PMDB declara apoio ao candidato do governador no Recife e encerra briga entre caciques.

Fotolegenda: Quebrando o gelo

Governador e senador se encontraram no lançamento da Comissão da verdade. Ontem, foi anunciado que marcharão unidos na campanha de Geraldo Júlio.

Brigas sempre quentes

Desavenças entre Eduardo e Jarbas começaram nos tempos de Arraes e por duas décadas foram marcadas por declarações sempre duras e muitas vezes violentas. Veja alguns exemplos.

Adversários revoltados

Mendonça Filho, ficou indignado com a decisão do PMDB e questiona: "Quando você não consegue unidade vai para o governo?". No PT, Eduardo é o novo inimigo da vez.

João da Costa derrotado

Diretório nacional rejeitou recurso no sentido da reeleição e referendou Humberto como candidato do PT. Para seguir brigando, só resta agora a Justiça ao prefeito. (Págs. 1 e 3 a 6)

Refinaria irrita a presidente da Petrobras

Ao admitir novo atraso e custo maior, Graça Foster disse que a obra em Suape "é história a ser aprendida e não repetida". (Págs. 1 e Economia 1 e 2 – JC Negócios)

Governo recebe dois prêmios na sede da ONU

Programas Chapéu de Palha Mulher e Todos por Pernambuco foram destaque. (Págs. 1 e 5)

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Zero Hora

Manchete: Atrasos em perícias levam a intervenção no INSS da Capital

Superintendência nacional suspeita de fraude no ponto pelos peritos,que se queixam das condições de trabalho. Atendimento aos usuários demora até quatro meses. (Págs. 1 e 26)

Alerta redobrado: Mortes por gripe A já são nove no RS

Foram confirmados ontem quatro novos casos em cidades do Interior. (Págs. 1 e 30)

Paraguai: O papel dos brasiguaios na queda de Lugo

Os 400 mil produtores rurais brasileiros que moram no país, boa parte gaúchos, apoiam o novo governo. (Págs. 1, 24 e 25)

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Brasil Econômico

Manchete: Petrobras quer mais reajustes para cumprir plano de investimentos

A presidente da estatal, Maria das Graças Foster, avisa que o planejamento de negócios da empresa até 2016 só será viável se a paridade entre os preços da gasolina e do diesel com o mercado internacional de petróleo for respeitada. (Págs. 1 e 16)

'Dia do fico' para o Santander no Brasil

Emílio Botín, presidente do grupo Santander, garantiu que o banco não está à venda no país, responsável por 27% do resultado global. Para fazer caixa, a nova investida é abrir o capital da unidade mexicana. (Págs. 1 e 30)

Avianca, Azul e Trip ganham mais mercado

Companhias aéreas nacionais de menor porte crescem no setor aéreo e, juntas, já somam mais de 25% de participação. (Págs. 1 e 17)

Brasil fica no 62º lugar em ranking ambiental

Incentivos maiores ao uso de gasolina do que ao de álcool, entre outros fatores, colocam país atrás de México, Peru e Colômbia. (Págs. 1 e 8)

Crise no Paraguai assusta empresários brasileiros

Indefinição do governo brasileiro em relação ao novo presidente do país vizinho pode prejudicar o comércio de brasileiros com o mercado paraguaio, que movimenta US$ 3,3 bilhões por ano. (Págs. 1 e 4)

Mercosul pode ter mais barreiras

Especialistas acreditam que países-membros do bloco sugiram novas medidas protecionistas para enfrentar crise global. (Págs. 1 e 6)

George Soros fala e as bolsas caem

O megainvestidor e especulador prevê "fiasco" na cúpula europeia e mercados reagem: Ibovespa recua 2,95% e Nasdaq 1,95%. (Págs. 1 e 32)

No banco dos réus

CVM condena 12 executivos por prejuízo causado a fundo de pensão; multa total soma R$ 20 milhões. (Págs. 1 e 40)

Afif cutuca Lula

Vice-governador paulista diz ao BRASIL ECONÔMICO: "País tinha governo populista; agora tem governo técnico". (Págs. 1 e 7)

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Fonte> Radiobrás

segunda-feira, 25 de junho de 2012

RESUMO DOS JORNAIS 25/06/2012

O Globo

Manchete: Paraguai será suspenso do Mercosul até eleições

Medida é defendida por Dilma e pode atrasar investimentos no país

Numa reação inédita, os líderes dos países sul-americanos decidiram suspender o Paraguai do Mercosul e da Unasul como punição pelo impeachment do presidente Fernando Lugo, condenado como "quebra da normalidade democrática". A medida, defendida pela presidente Dilma Rousseff, pode atrasar investimentos no país e será oficializada na cúpula do Mercosul em Mendoza, na Argentina, no fim de semana, valendo até as eleições no Paraguai, em abril de 2013. A Venezuela já suspendeu o fornecimento de petróleo. Ontem, Lugo disse ter sido vítima de um golpe parlamentar e afirmou só ter acatado a destituição para evitar um banho de sangue. (Págs. 1 e 25)

Enquanto isso, na Argentina...

A presidente Cristina Kirchner vive um "inferno astral", com nova onda de greves e protestos. Há três dias 400 trabalhadores ocupam a jazida que produz 15% do petróleo do país. O sindicato dos caminhoneiros marcou greve geral. (Págs. 1 e 19)

Fotolegenda: Rio menos 20

Casas sobre pilotis resistem nas margens do Rio Preto, na Região Serrana, uma das mais castigadas pela tragédia do ano passado. Famílias continuam a viver sob risco. (Págs. 1, 10 e 11)

Número de visitantes 50% maior que o previsto

O Rio recebeu 110 mil visitantes para a Rio+20, 50% a mais do que o previsto, informou ontem o prefeito Eduardo Paes, para quem a cidade passou no teste. Segundo ele, o trânsito, que era uma grande preocupação, fluiu bem. O tempo médio de deslocamento das comitivas ficou 25% do esperado. (Págs. 1 e 24)

Jacarés eram usados para torturar presos

Comissão da Verdade vai convocar coronel que detalhou rotina da Casa da Morte no Rio

Cinco jacarés e uma jiboia, capturados na Região Amazônica na Guerrilha do Araguaia, foram usados nos anos 70 para torturar presos políticos no Pelotão de Investigações Criminais do Exército, na Tijuca. O tenente-coronel reformado Paulo Malhães, conhecido nos porões da ditadura como "doutor Pablo", contou ao GLOBO que os animais eram seus. O coordenador da Comissão da Verdade, Gilson Dipp, pretende ouvir Malhães, que atuou na Casa da Morte, centro de torturas em Petrópolis. (Págs. 1 e 3)

Aspásia é lançada no Rio; Serra e Chalita, em SP

O PV oficializou ontem a candidatura de Aspásia Camargo para prefeita do Rio. Ela disse que uma de suas metas é a regularização fundiária das favelas. Em São Paulo, os tucanos lançaram José Serra, que criticou o petista Fernando Haddad. O PMDB lançou Gabriel Chalita. (Págs. 1, 5 e 9)

Islamista vence eleição no Egito

Num resultado histórico, o candidato da Irmandade Muçulmana, Mohamed Mursí, foi declarado vencedor do pleito presidencial, tornando-se o primeiro islamista eleito chefe de Estado num país árabe, Ele derrotou o candidato dos militares, ligado ao regime de Hosni Mubarak. (Págs. 1 e 26)


 

Bancos facilitam renegociação de dívida atrasada

Os altos e resistentes índices de inadimplência no estão fazendo com que bancos, varejistas e operadoras de cartão ofereçam condições melhores para os clientes quitarem dívidas em atraso. O parcelamento pulou de três para 12 e até 24 meses. Multas e taxas têm sido zeradas. Na Suíça, representantes dos bancos centrais alertaram para o alto endividamento no país. (Págs. 1, 17 e 18)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Islamita moderado vence no Egito

Mohamed Mursi, da Irmandade Muçulmana, é eleito com 51,7% dos votos e afirma que será 'presidente de todos'

Um ano e meio após a deposição do ex-ditador Hosni Mubarak, o Egito será o primeiro país árabe a ter um chefe de Estado islamita democraticamente eleito.

Mohamed Mursi, da Irmandade Muçulmana, venceu com 51,7% dos votos, derrotando no segundo turno o general da reserva Ahmed Shafiq, último premiê de Mubarak. No primeiro pronunciamento, Mursi adotou tom conciliatório, prometendo ser "presidente de todos os egípcios". (Págs. 1 e Mundo A9)

Análise: Reações positivas sugerem acordo internacional

As rápidas boas-vindas, inclusive de Israel, à vitória da Irmandade Muçulmana indicam que foi fechado um acordo internacional que envolveu os EUA. (Págs. 1 e Mundo A10)
Salem H. Nasser é coordenador de centro de direito da Fundação Getulio Vargas

Paraguai vai ser suspenso da Unasul e do Mercosul

O Brasil e os demais países sul-americanos decidiram suspender o Paraguai do Mercosul e da Unasul até as eleições presidenciais previstas para abril de 2013.

É uma resposta ao impeachment-relâmpago do presidente Fernando Lugo. Os vizinhos também querem desencorajar processos similares na região. (Págs. 1 e Mundo A11)

Serra oficializa candidatura com ataque a Haddad

José Serra (PSDB) oficializou sua candidatura em SP com ataques a Fernando Haddad (PT). "Não estou aqui para experimentar, brincar de governar", disse, rebatendo Haddad, que prega ser o novo. Gabriel Chalita (PMDB) se lançou com críticas aos adversários. (Págs. 1 e Poder A6)

Presidente do STF cobra pressa na ação do mensalão (Págs. 1 e Poder A4)


 

Entrevista da 2ª: Gilberto Gil

Houve certo desânimo por parte do MinC

O ex-ministro da Cultura Gilberto Gil faz 70 anos amanhã e fala de convicções políticas, MPB e drogas. Sobre a ministra Ana de Hollanda, diz que "houve um certo desânimo administrativo por parte do ministério". (Págs. 1 e A12)

Editoriais

Leia "Nem lá, nem cá", acerca de avanços e fragilidades ambientais, e "A voz de Getulio Vargas", sobre projeto de lei que flexibiliza "A Voz do Brasil". (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Mercosul afasta Paraguai de reunião de cúpula e vê ruptura

Bloco expressa enérgica condenação' ao impeachment de Lugo, que denunciou 'golpe'; Franco defende medida

O Mercosul suspendeu o Paraguai da cúpula prevista para esta semana em Mendoza, na Argentina. A decisão foi tomada por consenso dos nove integrantes e observadores do bloco regional em razão da "ruptura da ordem democrática", segundo nota divulgada pela chancelaria argentina. A decisão veio no momento em que o novo presidente, Federico Franco, e o deposto, Fernando Lugo, falavam que participariam da reunião. Ontem, na primeira entrevista após a saída, Lugo qualificou de "golpe" seu afastamento e disse haver acatado a decisão do Legislativo para evitar um "banho de sangue". O Itamaraty informou que todos os acordos comerciais estão mantidos. (Págs. 1 e Internacional A11)

Protesto contra os vizinhos

Manchete do jornal La Nación fala em uma "nova Tríplice Aliança", de Brasil, Argentina e Uruguai, contra o Paraguai. (Págs. 1 e Internacional A15)

Fotolegenda: Islâmicos chegam ao poder no Egito

Fogos sobre a Praça Tahrir celebram a confirmação da vitória de Mohammed Morsi, da Irmandade Muçulmana, nas primeiras eleições presidenciais livres do Egito. Foi um triunfo do grupo religioso na luta pelo poder com a junta militar que governa o país desde 2011. (Págs. 1 e Internacional A17)

Serra sai da convenção sem definir vice

O ex-governador José Serra foi lançado ontem candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo em meio a pressão de seu partido para que a indicação do cargo de vice-prefeito fique com os próprios tucanos, e não com o PSD do prefeito Gilberto Kassab. Em discurso, Serra defendeu a gestão Kassab, destacou parceria com o governador Geraldo Alckmin e atacou o governo do PT, da senadora Marta Suplicy (2001-2004). Após missa na Praça da Sé, o PMDB também oficializou Gabriel Chalita como candidato "da fé e do respeito". (Págs. 1 e Política A4 e A6)


 

Ele agora é o dono

Jean-Charles Naouri, diretor-presidente do Grupo Casino, o novo controlador do Pão de Açúcar, diz que abriga com Abilio Diniz ficou para trás, assegura a manutenção do presidente da rede e nega qualquer negociação em curso com a família Klein. (Págs. 1 e Negócios)

BC dos BCs alerta para alto endividamento do Brasil

Após anos de rasgados elogios, o informe anual do BIS, o Banco Central dos Bancos Centrais fez duras críticas à economia brasileira. O relatório avalia que o caminho escolhido pelo País pode levar a economia global a nova crise financeira, informa Jamil Chade. O BIS levanta a hipótese de que o endividamento já está em "nível perigoso" e precisa mudar com urgência. (Págs. 1 e Economia B1)

Carlos A. Sardenberg

Maconheiro de carteirinha

Legalizar a maconha não é uma boa ideia. Mas pode levar a uma situação menos ruim que a atual. Os traficantes perderiam o mercado. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações

O afastamento de Lugo

A maneira como se deu o afastamento de Fernando Lugo deixou evidente seu isolamento. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Paraguai é punido após "ruptura democrática"

Em resposta ao impeachment relâmpago de Fernando Lugo, os governos do Brasil,da Argentina e do Uruguai anunciaram a suspensão do Paraguai nas próximas reuniões do Mercosul (Mercado Comum do Sul). A punição vale até as eleições do país, marcadas para abril de 2013, e aumenta o isolamento do presidente Federico Franco. Na quarta-feira, líderes decidem se vetam a participação dos paraguaios também na Unasul (União de Nações Sul-Americanas). Em Assunção, Lugo chamou o rito sumário de "golpe parlamentar". (Págs. 1, 14 e 15)

Ministra de Dilma viveu horror da tortura

Titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci sofreu nos porões os mesmos flagelos enfrentados pela presidente da República. Em depoimento preservado pelo Conselho de Direitos Humanos de Minas Gerais, ela relatou sessões de espancamento, choques e ameaça psicológica. (Págs. 1 e 2)

Caso Cachoeira: Senado discute hoje destino de Demóstenes

Os membros do Conselho de Ética da Casa votarão hoje o relatório que poderá selar o destino político do senador goiano, acusado de ligação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Parecer favorável à cassação passará pela CCJ antes de chegar ao plenário. (Págs. 1 e 6)

A batalha para domar as letras

O analfabetismo é uma barreira enfrentada por 85 mil brasilienses, a maioria deles com mais de 60 anos. O aposentado Joaquim Ricardo é um dos que alimenta o sonho de ler e escrever. (Págs. 1 e 21)

Administração: Agências de mãos atadas

Os órgãos reguladores se veem impotentes no que deveria ser a prerrogativa deles: fiscalizar. Além disso, eles carecem de recursos próprios e enfrentam o desconhecimento da população. (Págs. 1 e 10)

Egito: Irmandade Muçulmana vence eleição

O islamita Mohamed Morsy se consagra presidente no primeiro pleito livre do país.Milhares de egípcios comemoraram na Praça Tahir o resultado, que afasta o temor de que seguidores de Hosni Mubarak chegassem ao poder. Mas a instabilidade política continua. (Págs. 1 e 15)

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Valor Econômico

Manchete: Casino recusa ideia de "fatiar" Pão de Açúcar

O grupo francês Casino, que desde sexta-feira assumiu o controle do Pão de Açúcar, não tem a menor intenção de perder fatias da companhia número um do varejo brasileiro. Jean-Charles Naouri, o executivo que comanda o Casino, disse ao Valor em Paris que isso "destruiria, em poucas semanas ou poucos meses, a liderança conquistada ao longo dos últimos 15 anos". "Destruir tudo isso num passe de mágica seria uma pena", concluiu. Esteve na mesa de negociações a separação do negócio de varejo de alimentos (GPA Alimentar) da operação do Via Varejo (Casas Bahia e Ponto Frio). Abilio Diniz ficaria com a Via Varejo.

Naouri e Abilio têm uma reunião marcada hoje, no escritório do Casino, em Paris, e devem tentar tratar das bases de um novo acordo entre os acionistas. Abilio indicará a possibilidade de sair do grupo com o Via Varejo. Mas Naouri não só pretende manter o GPA íntegro, sem vender partes dele ao ex-controlador, como não vê motivos para dispensar Abilio da cláusula de não concorrência à qual está amarrado por contrato, no caso de sua saída. O executivo francês disse que esse é um dos pontos confidenciais em discussão e que a resposta será dada diretamente a Abilio. "O que orienta nossa reflexão é o interesse social do GPA. Será que é do interesse de um pequeno acionista que o senhor Diniz possa ter sua cláusula de não-concorrência dispensada? Estas decisões não são movidas por sentimentos de capricho ou emoção". (Págs. 1, B4 e B5)

Paraguai será suspenso do Mercosul

Os governos dos países sul-americanos, reunidos na União das Nações da América do Sul (Unasul) e no bloco do Mercosul suspenderão, nesta semana, a participação do Paraguai em suas atividades, segundo espera o governo brasileiro. A decisão é uma resposta ao que a maioria dos países classificou de "ruptura da ordem democrática" com a deposição do presidente Fernando Lugo, e visa pressionar por eleições o mais cedo possível.

A suspensão é temporária, não equivale à expulsão do país. Pelas regras do Mercosul, a medida sujeita o Paraguai a sanções que podem variar do bloqueio terrestre ao corte de financiamentos. A presidente Dilma Rousseff decidiu deixar indefinidas as sanções, propositadamente, à espera da reação paraguaia. O Brasil descartou fechar a fronteira ou o comércio em Foz do Iguaçu. (Págs. 1 e A13)

Fotolegenda: Planos ousados

Após voltar à bolsa, a Vigor tem planos ousados de captar R$ 200 milhões por ano para investir. "Somos geradores de caixa com dívida quase zero", disse o presidente Gilberto Xandó. (Págs. 1 e B16)

Pacote deve reduzir a TJLP para até 5%

O novo pacote de estímulos aos investimentos, que o governo deve lançar nos próximos dias, deverá reduzir a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Essa taxa, que é cobrada nos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está em 6% ao ano desde junho de 2009 e, segundo o Valor apurou, tende a ser cortada para 5,5% ou mesmo 5% ao ano.

No pacote haverá um forte estímulo às compras governamentais, por meio da regulamentação das margens de preferência para produtos nacionais nas compras para a área de saúde e da ampliação da lista de itens para aquisição do Ministério da Educação. O governo espera gastar mais de R$ 60 bilhões neste ano em compras públicas, ante R$ 51,7 bilhões em 2011, segundo dados do Ministério do Planejamento. (Págs. 1 e A4)

BIS vê risco de crédito no Brasil

O Banco Internacional de Compensações (BIS), banco dos bancos centrais, aponta riscos na expansão sem precedentes do crédito no Brasil, China e outros emergentes, como o boom imobiliário e o endividamento crescente de famílias e empresas. No Brasil, Argentina e Turquia o crédito cresceu mais rápido que o PIB, superando a tendência de longo prazo ("gap de crédito"). O Brasil entrou na zona de risco, com "gap" de 13,52 pontos percentuais. A proporção do PIB que famílias e empresas do Brasil gastam com pagamento de dívidas é a maior desde fins dos anos 1990. (Págs. 1 e C14)

Perda de espaço revolta PT na Câmara

O grupo majoritário da bancada do PT na Câmara dos Deputados quer assumir o comando do partido nas eleições internas de 2013 com o objetivo pressionar o Palácio do Planalto a ampliar a participação do partido nos espaços e nas decisões do governo.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, é um de seus principais alvos. Havia a expectativa de que a saída de Ricardo Flores levasse a Previ de volta à esfera de influência petista, o que não ocorreu. Credita-se a essa insatisfação, por exemplo, as recentes denúncias contra o BNB. O ministro da Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, vê crescer sua cotação como o ministro capaz de destravar o governo, que esse grupo considera paralisado. (Págs. 1 e A6)

PRI já comemora volta ao poder no México

A uma semana das eleições, Enrique Peña Nieto comemorou ontem sua vitória na disputa pela Presidência do México. Era um comício para fechar a campanha do principal partido da oposição na capital, mas as 120 mil pessoas que lotaram o campo de futebol e as arquibancadas do Estádio Azteca já celebravam a volta ao poder, depois de doze anos, do Partido Revolucionário Institucional (PRI).

Pouco confiáveis, as pesquisas começaram a coincidir nos últimos dias e ontem atribuíam a Peña Nieto entre 40% e 45% dos votos. Seus maiores rivais, Andrés Manuel López Obrador (25% a 30%), candidato do Partido da Revolução Democrática (PRD) e a governista Josefina Vázquez Mota (23% a 27%), do Partido da Ação Nacional, dizem que esses dados são manipulados e desmentidos por pesquisas próprias, que nunca mostraram. (Págs. 1 e A12)

Empresas que dispensam os chefes

Assim como muitas empresas de tecnologia, a Valve, fabricante de videogames de Bellevue, no Estado de Washington, oferece a seus funcionários um café de alta qualidade, massagens de graça e serviço de lavanderia. Mas há uma coisa que ela não tem: chefes.

As empresas vêm achatando sua hierarquia nos últimos anos, eliminando camadas gerenciais intermediárias que podem criar gargalos e diminuir a produtividade. O punhado delas que levou a ideia um passo adiante, dispensando inteiramente os chefes, diz que a abordagem ajuda a motivar os empregados e torná-los mais flexíveis - mesmo que isso signifique que algumas tarefas, como tomada de decisões e contratações, possam demorar mais. (Págs. 1 e D3)

Cai exportação para o Mercosul

Medidas protecionistas na Argentina reduzem as exportações brasileiras para o Mercosul em 10,3%, de janeiro a maio. Outros países da América do Sul, como Venezuela e Colômbia, ganham importância. (Págs. 1 e A3)

Importações crescem menos

O crescimento das importações, em volume, desacelerou neste ano. De janeiro a maio, o aumento nos desembarques foi de 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o crescimento havia sido de 14,2%. (Págs. 1 e A3)

Seguros

Ascensão das classes C e D impulsiona o segmento de seguros massificados, que ganha importância na estratégia das seguradoras. Na Lojas Marisa, em parceria com Itaú Seguros e Assurant, a participação dos seguros na receita financeira já é de 15%, diz Arquimedes Salles. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Parceria internacional

A Ecom, maior comercializadora independente de energia do Brasil, fez acordo com a britânica Energy Quote para a gestão dos contratos de energia das empresas atendidas pela Quote com subsidiárias no país. (Págs. 1 e B11)

Mercosul reduz plantio de trigo

A área de plantio de trigo nos países do Mercosul deverá somar 7,2 milhões de hectares na safra 2012/13, uma queda de 7% em relação ao ciclo anterior. A retração é liderada por Argentina e Brasil. (Págs. 1 e B15)

Oportunidades na bolsa

Levantamento do Valor Data com ações que possuem ao menos 70% de presença em bolsa mostra que, das 20 que mais subiram no ano até 21 de junho, só quatro fazem parte do Ibovespa. (Págs. 1, D1 e D2)

Grafistas veem luz no fim do túnel

Se o Ibovespa cair, os investidores ainda poderão comemorar, desde que não abaixo dos 52.500 pontos. Quando ocorre o recuo de um ativo, mas não até a mínima de referência, pode ser sinal de reversão de tendência, segundo a análise gráfica. (Págs. 1 e D2)

Leitura reduz prisão

Medida do governo federal estabelece a redução de quatro dias na pena de prisão de condenados em presídios federais a cada livro lido pelo detento, que terá de apresentar resenha da obra ao juiz. Advogados questionam a iniciativa, feita por portaria. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Edward Amadeo

Estimular a economia por meio do crédito é estratégia arriscada que pode exacerbar descompasso entre oferta e demanda. (Págs. 1 e A14)

Jairo Saddi

Risco da proteção contra o superendividamento é acabar com o acesso ao crédito a quem mais precisa dele. (Págs. 1 e A15)

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Estado de Minas

Manchete: Ministra também foi vítima de tortura

Como ocorreu com Dilma, a titular da pasta de Políticas para as Mulheres sofreu agressões em Minas na ditadura militar

Em depoimento ao Conselho de Direitos Humanos de Minas Gerais em 2001, Eleonora Menicucci contou ter levado choques elétricos, socos e tapas e sofrido ameaças psicológicas num quartel em Juiz de Fora, em 1971. A última reportagem do Estado de Minas sobre os horrores da ditadura revela também o drama da militante de esquerda que só pôde começar a cuidar da filha quando a menina tinha 3 anos. O caso da hoje publicitária Maria de Oliveira Soares está documentado no curta 15 filhos, que mostra o ponto de vista dos filhos de presos políticos. Em entrevista ao EM na noite de ontem, a ministra disse que não tem ódio dos torturadores e sim um sentimento de superação. (Págs. 1 e 3)

Impeachment: Paraguai é suspenso pelo Mercosul

Bloco econômico anunciou as primeiras sanções contra o país, por "ruptura da ordem democrática" causada pelo afastamento de Fernando Lugo. Com isso, o Paraguai não poderá participar do encontro de presidentes esta semana na Argentina. (Págs. 1 e 18)

Natureza atropelada: Uma rodovia e muitos problemas

A segunda reportagem sobre o impacto do transporte rodoviário no meio ambiente mostra o contraste da BR-040. O trecho administrado pelo Dnit tem bota-foras no acostamento, animais atropelados e mananciais poluídos. Já o privatizado tem equipe de manutenção e tela para evitar travessia de bichos, mas falta drenagem para produtos tóxicos. (Págs. 1 e 21)

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Jornal do Commercio

Dia D para a candidatura do PT no Recife

Diretório nacional avalia hoje recurso de João da Costa, que pode se licenciar do partido. (Págs. 1 e 3)

Novo governo paraguaio sofre retaliações

País foi afastado da reunião de cúpula do Mercosul e ficará sem petróleo da Venezuela. (Págs. 1 e 10)

Eleição no Egito

Mohammed Mursi é o primeiro presidente eleito livremente no país. (Págs. 1 e 10)

Estaleiro negocia parceria com japoneses

Sócios do Atlântico Sul, de Suape, admitem conversas com a Ishikawajima. (Págs. 1 e 5)

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Zero Hora

Manchete: Lugo cria governo paralelo, e Mercosul afasta o Paraguai

Presidente deposto ganha força com decisão dos países vizinhos de negar apoio a novo governante e ensaia contragolpe ao grupo que o tirou do poder. (Págs. 1, 4 e 5)

Seu bolso: Reta final do IPI menor para móveis e eletros

Consumidor tem até o dia 30 para comprar com redução do imposto. Empresas querem prorrogação, mas governo nega. (Págs. 1 e 14)

Carolina Bahia: Brasília vai intervir no INSS da Capital

Planalto não se conforma com atrasos em perícias e "sumiço" de peritos. (Págs. 1 e 13)

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Brasil Econômico

Manchete: "Copa não vai resolver todos os problemas do país", diz Rebelo

O ministro do Esporte afirma ao BRASIL ECONÔMICO que eventos esportivos não podem ser vistos como panaceia, aposta em um legado "espiritual e afetivo" e garante que não há mistérios em realizar um torneio dessa importância. (Págs. 1 e 4)

Latam pode levar centro de operações da Tam para Santiago

Os acionistas do dois grupos falam ao BRASIL ECONÔMICO sobre os planos para a nova companhia, que, no futuro, pode transferir o sistema de distribuição de voos da empresa brasileira para a capital chilena. (Págs. 1 e 18)

Operação externa do BB sobe 41%

Nos 12 meses encerrados em março, o total de depósitos no BB no exterior chegou a US$37,3 bilhões, recursos que ajudaram na liberação de crédito ao exportador. (Págs. 1 e 31)

Seguradoras terão de reforçar capital

Mudanças nas regras de operação do mercado segurador, alinhadas com novo padrão internacional, exigirão R$ 765 milhões a mais no capital das empresas. (Págs. 1 e 30)

Faltam vices na eleição paulistana

Às vésperas das campanhas ganharem as ruas e as telas da televisão, principais partidos, como PT e PSDB, não definiram a composição de suas chapas. (Págs. 1 e 10)

Paraguai fica fora da cúpula do Mercosul

Integrantes do bloco decidiram suspender ontem a participação do país na reunião, em retaliação pela retirada de Fernando Lugo da presidência. (Págs. 1 e 37)

"Vamos pegar em armas"

O secretário da Fazenda de SP, Andréa Calabi, explica por que se nega a pagar R$ 15 bi em créditos de ICMS. (Págs. 1 e 8)

Menos impostos

Indústria de bebidas pede ao governo para entrar no programa Brasil Maior e receber incentivos fiscais. (Págs. 1 e 16)

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Fonte: Radiobrás