quarta-feira, 17 de julho de 2013

RESUMO DOS JORNAIS 17/07/2013

O Globo

Manchete: Francisco em Copacabana - Rio terá dois 'réveillons' na semana que vem

Segurança para jornada do Papa é reforçada

Protestos marcados nas redes sociais alertaram Abin. Contingente de militares aumentou 68%, passando para mais de 14 mil soldados

Para ver o Papa, Copacabana terá na próxima semana esquema especial, com interdições de ruas, semelhante ao adotado no réveillon. Nos dias 25 e 26, durante a Jornada Mundial da Juventude, a Acolhida e a Via Sacra vão levar ao bairro mais de 1,5 milhão de fiéis. Protestos marcados pelas redes sociais para os dias da visita do Pontífice aumentaram a preocupação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e levaram as Forças Armadas a multiplicar o número de militares na segurança. Em dois meses, o aumento no contingente foi de 68%, passando de 8.500 para 14.300 soldados. (Págs. 1, 9 e 11)

Paes: confissão para políticos

Ao falar de protestos na visita do Papa, prefeito diz que governantes deveriam confessar seus pecados. (Págs. 1 e 9)

Fotolegenda: Protestos raciais continuam nos EUA

Manifestantes protestam em Los Angeles contra a absolvição do ex-vigia George Zimmerman, que matou com um tiro o jovem negro desarmado Trayvon Martin, de 17 anos, na Flórida no ano passado. Foi o terceiro dia seguido de tumultos em cidades americanas, com 23 prisões. O cantor Stevie Wonder anunciou um boicote artístico à Flórida e a estados com leis de legítima defesa como as que permitiram o veredicto que inocentou Zimmerman. (Págs. 1 e 26)

Depois das ruas: Lulista vai coordenar reforma

Com o apoio de Lula, o deputado Cândido Vaccareza (PT-SP) venceu a disputa com o colega Henrique Fontana (PT-SP) e coordenará o grupo de trabalho sobre reforma política na Câmara. (Págs. 1 e 3)

Lula cobra renovação no PT

Em artigo no "New York Times", o ex-presidente disse que o PT está distante dos movimentos sociais. (Págs. 1 e 5)

PM do Rio faz autocrítica

Comandante da PM do Rio diz que reduzirá uso de gás lacrimogêneo. (Págs. 1 e 6)

Exército de olho nas redes

O Centro de Defesa Cibernética do Exército monitora pelas redes sociais os líderes das manifestações. (Págs. 1 e 6)

Crédito a empresas 'X': BNDES prestará esclarecimentos

Comissão do Senado aprovou convite para Luciano Coutinho, presidente do banco, detalhar os empréstimos à EBX, de Eike. Oposição quer CPI. (Págs. 1 e 23)

Reino quase unido: Inglaterra aprova casamento gay

O Parlamento aprovou o casamento homossexual na Inglaterra e no País de Gales. Irlanda do Norte e Escócia ainda não decidiram. (Págs. 1 e 27)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Abin avança que protesto é ameaça na visita do papa

'Grupos de pressão' aparecem como a maior preocupação da agência tanto no Rio como em Aparecida

A uma semana da Jornada Mundial da Juventude, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vê as manifestações nas ruas como a maior "fonte de ameaça" à visita do papa Francisco, tanto em Aparecida como no Rio. Apesar do monitoramento, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general José Elito Siqueira, diz que os protestos não serão um "problema". O alerta estava exposto em painel de informações na Abin, em Brasília, durante visita aberta a jornalistas. No Rio, aparecem como "fontes de ameaça" incidentes de trânsito, crime organizado, organizações terroristas, movimentos reivindicatórios, grupos de pressão e criminalidade comum. Mas o alerta vermelho é com os "grupos de pressão". Durante a Jornada, o fluxo de turistas deve provocar recorde na movimentação dos aeroportos do Rio, com média de 70 mil passageiros por dia. (Págs. 1 e Metrópole A13 e A14)

Prefeito do Rio faz apelo

Eduardo Paes (PMDB) disse que Francisco não deveria ser alvo dos protestos. "O papa não tem relação direta nenhuma com os pecados dos governantes brasileiros", afirmou. (Págs. 1 e A13)

Ceticismo sobre reforma política cresce com brigas no PT

A discussão da reforma política – sugerida pela presidente Dilma Rousseff após os protestos - está emperrada no Congresso com brigas entre petistas e uma rebelião do PMDB, que defende o fim da reeleição e da doação de empresas aos partidos. Ontem, a Câmara instalou o grupo de trabalho que discutirá a reforma, mas os parlamentares entraram em recesso. Já o PT apresentou a proposta de decreto legislativo, que não durou oito horas. Após críticas, o partido reduziu os itens. (Págs. 1 e Política A4)

Avaliação de Dilma cai a 31%, mostra pesquisa

Pesquisa do instituto MDA feita entre os dias 7 e 10 e divulgada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) confirmou a queda de avaliação positiva do governo Dilma Rousseff, de 54,2% em junho para 31,3% agora. A avaliação negativa subiu de 9% para 29,5%. Nas intenções de voto para as eleições de 2014, Dilma caiu de 52% para 33,4% e Marina Silva subiu de 12,5% para 20,7%. (Págs. 1 e Política A5)

Lula quer renovação 'profunda' do PT

Em sua coluna mensal publicada no jornal americano The New York Times, o ex-presidente Lula afirmou que o PT precisa passar por uma "renovação profunda" e apresentar "novas soluções para novos problemas". (Págs. 1 e A6)

Oposição na Espanha ameaça premiê

A oposição na Espanha ameaçou ontem apresentar uma moção de censura contra o premiê Mariano Rajoy se ele rejeitar comparecer ao Parlamento para dar explicações sobre as denúncias de financiamento ilegal de políticos de sua legenda, o Partido Popular (PP). Luis Bárcenas, ex-tesoureiro do PP acusado de corrupção, afirmou que deu dinheiro a Rajoy. (Págs. 1 e Internacional A10)

Decisão do Congresso onera Tesouro

Enquanto o governo tenta cortar despesas, parlamentares ampliaram ontem por um ano o Reintegra, programa que devolve às empresas 3% do faturamento com as vendas externas de manufaturados. Também estenderam a desoneração da folha de pagamento para empresas varejistas de eletrônicos e redes de lojas cujas vendas de alimentos superem 10% de sua receita. (Págs. 1 e Economia B1)

Fotolegenda: Contra médicos estrangeiros

Médicos e estudantes de Medicina protestaram em São Paulo contra medidas do governo para ampliar número de médicos no País. (Págs. 1 e Metrópole A15)

MP investigará verba extra de Assembleia

O Ministério Público de São Paulo vai investigar a distribuição da Gratificação Especial de Desempenho pela Assembleia. Reportagem publicada ontem no Estado mostrou que houve aumento do bônus distribuído entre servidores dos gabinetes dos parlamentares. A decisão da Assembleia foi tomada três semanas após a Justiça determinar o fim do pagamento de auxílio-moradia aos deputados. (Págs. 1 e Política A7)

Fauna brasileira: País descobre aves

Quinze espécies de aves foram descobertas na Amazônia. Desde 1871 não eram descritas tantas espécies de aves brasileiras de uma só vez, e em uma única publicação. (Págs. 1 e Metrópole A18)

Dora Kramer

Baile à fantasia

No início dos protestos, Dilma tinha certeza absoluta que não era com ela e somente prefeitos e governadores seriam atingidos. (Págs. 1 e Política A6)

Notas & Informações

A crise maior é de confiança

Três sondagens evidenciaram a crise de confiança no governo e nas perspectivas da economia. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Fazenda de gado no DF virou aeroporto

Com três vezes mais hangares que o JK, aeródromo funciona em terreno público cedido sob concessão

No meio do verde, onde antes havia gado, desponta a pista de 1.750 metros, pouco menor que a do aeroporto de Congonhas (SP). Construído em área rural de São Sebastião, o Aeródromo Botelho fica a 20km da Praça dos Três Poderes. Foi aberto há dois anos, mas começou a crescer sem parar nos últimos seis meses, atraindo os endinheirados da capital, principalmente empresários. Em média, registra 400 decolagens e pousos por mês e abriga, hoje, 105 aviões de particulares em seus 65 hangares, enquanto no Aeroporto Internacional de Brasília há apenas 20 espaços desse tipo. (Págs. 1, 19 e 20)

Bolívia invadiu aviões da FAB ao menos três vezes

Os bolivianos estão indignados com o tratamento que Evo Morales recebeu na Europa, onde a aeronave presidencial foi revistada, mas já usaram o mesmo procedimento com autoridades brasileiras. Os incidentes ocorreram em 2011, em La Paz, e o Brasil protestou oficialmente. (Págs. 1 e 4)

Protestos são o maior risco para o papa

O esquema de segurança de Francisco pode enfrentar problemas com as manifestações populares no Rio. Segundo a Abin, essa é a principal ameaça durante a Jornada da Juventude. (Págs. 1 e 6)

Fotolegenda: Servidores - PF pressiona nas ruas

Com um elefante branco simbolizando a demora do governo em atender as reivindicações, 500 agentes, escrivães e papiloscopistas marcharam na Esplanada cobrando a reestruturação das carreiras. Os pedidos custariam R$ 500 milhões por ano ao Executivo. (Págs. 1 e 8)

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Valor Econômico

Manchete: Os fundos que driblaram a queda da bolsa no semestre

No pior semestre para a bolsa brasileira desde a crise de 2008, em que o Ibovespa perdeu 22,14%, um grupo de 40 fundos de ações conseguiu resultados positivos para seus cotistas. Metade deles deu rendimento superior ao CDI. Como regra, aqueles que conseguiram oferecer ganhos apostaram em companhias que independem do cenário macroeconômico seja aqui ou lá fora. Tiveram, porém, de contar com uma ajuda crucial de uma parcela vendida ("short", no jargão do mercado) da carteira - ou seja, que apostava na queda de determinados papéis.

Levantamento feito pelo Valor Data mostra que o fundo mais rentável, com retorno de 23,44% no semestre, foi o Bradesco FIA BDR Nível 1, beneficiado por dois vetores: está fora de ativos locais e ainda contou com a ajuda da alta do dólar. Esse fundo investe em papéis de empresas americanas negociados na bolsa local por meio de Brazilian Depositary Receipts (BDRs). (Págs. 1, D1 e D2)

Oferta da CPFL testa interesse do mercado

A CPFL Renováveis testa hoje o apetite dos investidores pelas ofertas de ações, paralisadas há um mês por conta da instabilidade no mercado. Até ontem à noite, a demanda por ações da empresa de energia estava fraca, apurou o Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor. A operação será realizada porque o BTG Pactual deu garantia firme de colocação de até R$ 500 milhões. Outros R$ 400 milhões têm comprador certo, o fundo de pensão Previ. Com isso, há demanda suficiente para todo o lote inicial da operação.

O grande teste será para saber qual o verdadeiro apetite de outros investidores pela operação. (Págs. 1 e C1)

Fotolegenda: Duas prioridades

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, define prioridade em dois grandes projetos, com investimentos de US$ 26 bilhões: o ferro de Carajás e o carvão de Moçambique. (Págs. 1 e B1)

Lucros em excesso nos bancos dos EUA

Os maiores bancos americanos estão às voltas com um problema insolúvel: estão às vésperas de ganhar dinheiro demais.

O J.P. Morgan Chase está prestes a receber US$ 25 bilhões ou mais este ano — o equivalente ao Produto Interno Bruto do Paraguai —, com um retorno de pelo menos 17% sobre as ações ordinárias. (Págs. 1 e C10)

China e União Europeia na mira do G-20

O impacto global da desaceleração econômica da China deverá entrar nas discussões de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do G-20, nesta semana, em Moscou. A China deve contribuir com 13% da atividade econômica global neste ano, ante 5% em 2006. E analistas reconhecem que mesmo uma pequena baixa em sua expansão tem efeito internacional importante.

Os EUA querem ouvir dos chineses "como eles vão sustentar a demanda, assim como os europeus e os japoneses", disse a vice-secretária do Tesouro, Lael Brainard. O alvo principal de Washington, porém, é a política de austeridade da União Europeia. (Págs. 1 e A9)

Abin atribui alto risco à visita papal

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e outros órgãos que atuam no planejamento da segurança da Jornada Mundial da Juventude atribuem a esse evento um nível máximo de ameaça de manifestações populares e ações de grupos de pressão. A jornada, de 23 a 28 de julho, marcará a primeira visita do papa Francisco ao Brasil. Autoridades aguardam mais de 1,5 milhão de pessoas para na Via Sacra da orla de Copacabana.

As "fontes de ameaça" à jornada estão listadas em painel eletrônico na sede da Abin, em Brasília, onde se reúnem os órgãos do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). Para a Secretaria de Segurança do Rio, o evento é "a mais complexa operação policial da história" do Estado. Sete mil policiais civis e militares reforçarão o contingente que atua na região metropolitana do Rio. Nas redes sociais, protestos arregimentam desde o Fórum de Lutas contra o Aumento de Passagem até os militantes LGBT. (Págs. 1 e A6)

STJ impede Fisco de usar dado dos cartões de contribuintes

Numa decisão inédita, o Superior Tribunal de Justiça não admitiu a exclusão de uma microempresa do Simples Paulista com base apenas em dados obtidos na Operação Cartão Vermelho, feita em 2007 pela Fazenda paulista.

Na operação, o Fisco cruzou dados obtidos por meio das administradoras de cartões de crédito e débito com as declaradas dos contribuintes. Nos casos em que foram constatadas divergências, autuou as empresas por sonegação de ICMS. A decisão abre um precedente para esses contribuintes. Na época, 93,6 mil empresas foram notificadas. (Págs. 1 e E1)

Não é piada, PIB cresce a 4% ao ano no país

Os números do IBC-BR indicam que no segundo trimestre a economia crescia a 4% ao ano. Não é piada ou expressão de desejo. Para ter ideia precisa do que ocorre na economia, é mais seguro olhar variações em doze meses. Se compararmos o trimestre de março a maio com o mesmo período de 2012, obtemos 3,74%. Em 2013, a variação em doze meses nos grupos sucessivos de três meses só aumentou: 1,55% até janeiro, 1,71% até fevereiro, 2,86% até março, 3,5% até abril e 3,74% até maio. Mesmo se em junho houver queda de 2,5% em relação a maio, a variação em doze meses para o segundo trimestre será de 3,95%. Mas esses números não repercutem. Mídia e analistas sofrem de pessimismo obsessivo, caso clássico do que a psicologia chama de "viés de confirmação", quando as pessoas só são sensibilizadas por informações que pareçam confirmar suas crenças ou hipóteses, ignorando outras evidências. (Págs. 1 e A10)

Comércio exterior

O Ministério das Relações Exteriores considera que a decisão da Aliança do Pacífico de zerar tarifas para 90% do comércio dentro do bloco não representará mudança significativa no comércio da região. (Págs. 1 e A2)

Renúncia do ICMS

A renúncia fiscal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) representa 16,6% da arrecadação total do tributo. O estudo leva em conta a arrecadação de 2012. (Págs. 1 e A3)

Debêntures da Brasil Pharma

Num ano que começou mais desafiador do que os anteriores para a Brasil Pharma, a rede de farmácias fará uma emissão de debêntures, no montante de R$ 250 milhões, para reduzir endividamento e reforçar o caixa. (Págs. 1 e B4)

Eletrodomésticos mais caros?

Fabricantes de eletrodomésticos fazem nova tentativa no ano de reajustar preços. Na Eletrolar Show, feira do setor que acontece esta semana em São Paulo, as tabelas de preços estão de 5% a 12% acima dos valores apresentados no ano passado. (Págs. 1 e B5)

Aprovação para Belo Sun

A companhia canadense Belo Sun, que pretende extrair ouro perto do rio Xingu, conseguiu obter avaliação positiva de viabilidade ambiental do governo do Pará para o empreendimento. (Págs. 1 e B7)

Concentração no campo

Os valores brutos da produção de soja, milho e cana deverão representar 60,9% do montante total previsto pelo Ministério da Agricultura para os 20 principais cultivos temporários e perenes em 2013. (Págs. 1 e B12)

Travelex investe no país

A Travelex, maior empresa de casas de câmbio do mundo, vai adquirir no ano que vem a fatia de 51 % do Grupo Confidence Câmbio, o primeiro banco de câmbio do país. A informação é de Lloyd Dorfman, fundador e presidente do conselho de administração da Travelex. (Págs. 1 e Cl)

Felicidade nas escolas de negócios

O tópico da moda nas escolas de negócios é a felicidade, tratada de várias formas. Na Ross School of Business, da Universidade de Michigan, tratam da "prosperidade humana". Na Singapore Management University, de "bem-estar subjetivo". (Págs. 1 e D3)

Ideias

Rosângela Bittar

Trabalha o comitê da reeleição com a evidência de que o movimento das ruas funcionou positivamente para Marina Silva. (Págs. 1 e A6)

Martin Wolf

Apesar da enorme crise financeira, a tendência para a integração da economia global continuou. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Uma chance para a Pampulha

Dragas flutuantes já chegaram à orla e começam, na próxima semana, de acordo com previsão da Prefeitura de Belo Horizonte, a recolher material poluente do leito da lagoa. O grupo contratado para o trabalho espera retirar cerca de 800 mil metros cúbicos de detritos em oito meses. É mais uma ação concreta anunciada para desafogar o espelho d'água de um dos mais visitados cartões-postais da cidade.

A expectativa é entregar a represa limpa ainda para a Copa do Mundo no ano que vem. Mas especialistas advertem que essa medida não será suficiente para melhorar o aspecto do lago se não houver tratamento da água e a interceptação pela Copasa de esgotos lançados diretamente nela ou nos córregos que compõem a bacia hidrográfica, como o Sarandi e o Ressaca. A obra vai custar R$ 108 milhões aos cofres do município. (Págs. 1, 17 e 18)

Congresso esquece a voz das ruas

Deputados e senadores entram de férias sem votar maior parte da chamada agenda positiva,criada em resposta as manifestações populares. As votações serão retomadas em agosto. (Págs. 1 e 3)

Outros 19 são indiciados por vandalismo

Inquérito policial sobre destruição na Pampulha durante os jogos da Copa das Confederações tem 59 acusados de dano ao patrimônio, formação de quadrilha, furto, pichação e corrupção de menores. (Págs. 1 e 2)

Festa da fé

Abertura da semana missionária que antecede a Jornada Mundial da Juventude, no Rio, reuniu ontem à noite na Pampulha católicos de vários países em show do padre Fábio de Melo. Serviço de inteligência brasileiro vê protestos como a maior "ameaça" à visita do papa. (Págs. 1, 7 e 21)

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Jornal do Commercio

Manchete: O Recife contra o crime

Será lançado, hoje, o Pacto pela Vida municipal. Projeto vai começar por 13 bairros, com quatro eixos: controle urbano, prevenção, recuperação de situação de risco e participação social. Meta é reduzir os números da violência em 12%. (Págs. 1 e Cidades 1)

Popularidade de Dilma segue despencando

Pesquisa mostra que avaliação positiva do governo da presidente foi de 54,2% em junho para 31,3% este mês. E a pessoal caiu de 73,7% para 49,3%. (Págs. 1 e 3)

Desempenho positivo do ensino estadual

Média das escolas públicas no Idepe garante bônus a 56% das unidades. Vão ser distribuídos R$ 60,1 milhões para 23.440 profissionais. (Págs. 1 e Cidades 4)

Famílias estão penduradas em dívidas

Apesar de as pessoas terem se arriscado menos com medo da inflação em 2012, débitos estão maiores. (Págs. 1 e Cidades/Economia 5)

Manifestações deixam o papa sob risco

A uma semana da Jornada da Juventude, Abin admite que protestos nas ruas são ameaça real para o pontífice. (Págs. 1 e 5)

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Zero Hora

Manchete: Transparência - O mapa dos cargos em comissão da Assembleia

Quem são, quanto ganham e onde atuam os 690 CCs lotados nos gabinetes dos 55 deputados, em levantamento de ZH, via Lei de Acesso à Informação. (Págs. 1, 4 e 5)

Deu no NYT: PT precisa se renovar, diz Lula em artigo

Ex-presidente afirma que o partido deve retomar a comunicação com movimentos sociais. (Págs. 1 e 6)

Fotolegeda: Obra sob mau tempo

De oito projetos para o Salgado Filho, metade está atrasada. Prometido há 16 anos, sistema para operar com neblina agora tem prazo até dezembro. (Págs. 1 e Dani Barcellos, Especial Transparência, 16)

Jalecos brancos: Médicos voltam às ruas para protestar

Profissionais da Capital fazem assembleia hoje e discutem greve da categoria para o dia 23. (Págs. 1 e 29)

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Brasil Econômico

Manchete: Economia em baixa leva empresas ao mercado de energia

Vendas em queda e adiamento de projetos têm levado indústrias de peso a ter excedente de eletricidade. Com os preços do mercado à vista em alta, esta sobra está gerando um alívio financeiro para companhias como Vale, CSN e Usiminas. (Págs. 1 e 11)

Falta de infraestrutura encarece imóveis

O vice-presidente da CBIC, José Carlos Martins, diz que falta terreno com urbanização razoável para o crescimento das grandes cidades, o que eleva os valores do mercado imobiliário. (Págs. 1 e 7)

Mosaico: Siemens pode revelar caminhos do propinoduto

Autoridades esperam que a empresa, após admitir atuação no cartel de venda de trens, ajude a identificar os corruptos, revela Gilberto Nascimento. (Págs. 1 e 2)

Crédito: Inadimplência volta a preocupar os bancos

O nível de endividamento das famílias e a retomada da alta dos juros fazem as instituições prestarem mais atenção na qualidade de suas carteiras. (Págs. 1 e 20)

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Fonte: Radiobrás

terça-feira, 16 de julho de 2013

RESUMO DOS JORNAIS 16/07/2013

O Globo

Manchete: Polícia atrás das grades: Xerife antidrogas de SP é preso por acobertar tráfico

Grupo de policiais sequestrava parentes de traficantes quando não recebia propina.

Esquema arrecadava no mínimo R$ 300 mil por ano em troca de proteção a criminosos.

Uma operação da polícia paulista, em conjunto com o Ministério Público, resultou na prisão de sete agentes do Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc). Entre eles está o supervisor da Unidade de Inteligência do órgão, Clemente Castilhone Júnior. Segundo as investigações, o grupo arrecadava até R$ 300 mil por ano de propinas, além de mesadas, e chegou a sequestrar parentes de traficantes que não pagavam os valores cobrados em troca de informações privilegiadas e proteção aos criminosos. O delegado-geral de Polícia Civil, Maurício Blazeck, anunciou uma reestruturação no Denarc. (Págs. 1 e 3)

'Invasão' americana: Patriota: EUA ainda não convenceram

O chanceler Antonio Patriota disse que cobrará novas explicações dos EUA sobre denúncias de espionagem no Brasil pela Agência de Segurança Nacional (NSA) americana. Segundo ele, as justificativas já apresentadas não são suficientes. Na Rússia, Putin culpou os EUA pela estada prolongada em Moscou do ex-técnico da NSA e da CIA Edward Snowden, autor da denúncia. (Págs. 1 e 26)

Tragédia em Santa Maria: MP indicia só bombeiros por mortes

O Ministério Público isentou a prefeitura de Santa Maria das 242 mortes no incêndio da boate Kiss e indiciou quatro bombeiros no inquérito civil. Eles podem perder o cargo e ser multados. As famílias das vítimas protestaram e vão questionar o relatório do MP. (Págs. 1 e 4)

Mandato em família: Réu, deputado sai e sobrinho fica

Processado no STF, Mário de Oliveira (PSC-MG), presidente de uma igreja evangélica, renunciou ao mandato. Seu sobrinho é o suplente. (Págs. 1 e 7)

Casamento dos Barata: Igreja sela negócio entre sócios

O casamento da neta do empresário de ônibus Jacob Barata com o herdeiro de um ex-deputado federal do Nordeste celebra os negócios das famílias no Ceará. (Págs. 1 e 12 e 13)

Enquanto isso, na Espanha: Rajoy é envolvido em mensalão

O ex-tesoureiro do PP envolveu o partido e o atual presidente do governo num esquema de caixa 2 e propina, em 2009 e 2010, mas Mariano Rajoy descartou a renúncia. (Págs. 1 e 25)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Após fim do vale-moradia, deputados têm verba extra

Assembleia de SP elevou repasse a funcionários sem registro em documento; custo é de R$ 4,3 milhões

Três semanas depois de o Tribunal de Justiça determinar o fim do pagamento de auxílio-moradia aos 94 deputados estaduais, no valor de R$ 2.250, a Assembleia de SP aumentou de R$ 5,7 mil para R$ 9,5 mil o valor do bônus que cada parlamentar distribui entre seus servidores. O gasto da Casa com a medida pode aumentar o teto de gastos dos gabinetes com a Gratificação Especial de Desempenho (GED) de R$ 6,4 milhões para R$ 10,7 milhões por ano. O dispêndio com o extinto auxílio-moradia era de R$ 2,5 milhões. Relatos colhidos pelo Estado, porém, dão conta de que alguns deputados exigem que os funcionários repassem a eles os valores pagos. A direção da Assembleia informou que compete apenas às lideranças partidárias e aos departamentos a distribuição do bônus. O Major Olímpio (PDT), no entanto, afirmou que a praxe é que os próprios deputados fixem as GEDs de seus gabinetes. Depois a Casa não se pronunciou. (Págs. 1 e Política A4)

Sem pautas

A Assembleia Legislativa de São Paulo não aprovou nenhum projeto de lei em resposta às ruas. Para os deputados, com a revogação do aumento das passagens de ônibus, trens e metrô, não havia mais nada a fazer. (Págs. 1 e A4)

Dilma prepara vetos a 'agenda positiva'

A presidente Dilma Rousseff decidiu que vetará a maioria dos projetos da "agenda positiva" adotada pelo Congresso após os protestos de junho. A presidente considera "impagáveis" projetos como o do passe livre, o fim da multa do FGTS e a anistia aos Correios. Com isso, o governo garantiria a manutenção de ao menos R$ 10 bilhões em seus cofres. Mas parlamentares ainda podem derrubar os vetos presidenciais. Somente o projeto do passe livre teria um impacto de R$ 5,5 bilhões para o governo. (Págs. 1 e Política A6)

Fotolegenda: Classe média

Cerca de 300 manifestantes acamparam em frente à Prefeitura de SP para cobrar inclusão em projetos de moradia. Entre os acampados está o instalador de rastreadores Heitor dos Santos. Casado, dois filhos, ele ganha RS 1,3 mil e paga R$ 450 de aluguel. (Págs. 1 e Metrópole A14)

Fotolegenda: Preparando a visita do papa

Policiais fazem blitz nos acessos ao Rio antes da Jornada Mundial da Juventude. Dois protestos ocorrerão durante a visita do papa. (Págs. 1 e Metrópole A17)

Policiais são presos por achacar tráfico

Sete policiais civis foram detidos em investigação de esquema de extorsão de traficantes e vazamento de inquéritos em São Paulo. Seis dos presos, entre eles dois delegados, eram ligados ao Denarc. As denúncias apontam para o pagamento mensal de propina de até R$ 30 mil. (Págs. 1 e Metrópole A12)

Putin diz que EUA 'confinam' Snowden

O presidente Vladimir Putin acusou os EUA de "confinar" Edward Snowden na Rússia ao pressionar países que poderiam conceder asilo a não receber o ex-espião. O ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) disse que são "insuficientes" as explicações dadas pelos EUA sobre suspeitas de espionagem a brasileiros. (Págs. 1 e Internacional A8)

BTG leva empresa da OI por R$ 1,7 bi

Em meio à estratégia de sair de segmentos menos rentáveis e reforçar seu caixa, o grupo OI vendeu a empresa de cabos submarinos GlobeNet a um fundo do banco BTG Pactual. (Págs. 1 e Economia B1)

José Paulo Kupfer

Vida dura

A pior notícia é a possibilidade de que um crescimento anual abaixo de 3% pode estar se tornando padrão para os próximos anos. (Págs. 1 e Economia B4)

Jon Grinspan

A Guerra Civil em Nova York

O alistamento obrigatório foi o estopim de um conflito que misturou razões raciais, guerra de classes e sublevação de imigrantes em 1863. (Págs. 1 e Visão Global A10)

Notas & Informações

As digitais da gestão Dilma

O caso do Bolsa Família será uma das marcas do primeiro, e talvez único, mandato de Dilma Rousseff. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: 30 dias depois...

Tudo começou para valer com um protesto contra o aumento nas passagens de ônibus em São Paulo. Mas logo o Brasil inteiro veria que não era apenas pelos R$ 0,20. As manifestações se multiplicaram país afora. Mais de um milhão de brasileiros saíram às ruas para cobrar escolas, hospitais e transporte público padrão Fifa e exigir ética na política. Desnorteados, Executivo e Legislativo se apressaram em enterrar emenda que impedia o Ministério Público de investigá-los, votaram lei que transforma a corrupção em crime hediondo, prometeram até uma constituinte exclusiva para se repensar o sistema eleitoral... Passado um mês, e aparentemente esfriado o ânimo das ruas, pouco ou nada fizeram desde então. (Págs. 1 e 2)

Saúde: Intervenção na Unimed Centro-Oeste

A Agência Nacional de Saúde decretou a alienação da carteira de segurados da empresa. Os clientes terão que levar seus planos para outras operadoras. Há risco de suspensão no atendimento. (Págs. 1 e 10)

Omissão facilitou invasão no Jaburu

Loteamento irregular, ao lado da residência oficial do vice-presidente da República, cresceu sob a omissão do poder público nos últimos 10 anos. No local, deveria haver um parque. Ministério Público vai reabrir investigação. (Págs. 1 e 19)

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Valor Econômico

Manchete: Prévia de balanços mostra mais um trimestre difícil

A safra de balanços de empresas de capital aberto, que começa hoje com a divulgação dos dados da Localiza, trará uma reprise do desempenho fraco observado no começo do ano. As margens das empresas no segundo trimestre continuaram apertadas pela dificuldade de repassar ao consumidor os aumentos de custos decorrentes da inflação.

Além disso, o câmbio deve afetar os resultados. A valorização de 10% do dólar (Ptax) sobre o real vai pesar na dívida em moeda americana. Os passivos em divisas estrangeiras são corrigidos pela cotação do último dia útil do período e a correção é contabilizada como perda financeira. Ainda que não haja desembolso imediato para o pagamento dessas dívidas, o "efeito contábil" tende a derrubar os resultados. (Págs. 1 e B2)






Muda perfil das dívidas das famílias

O endividamento das famílias continua alto, mas está em curso uma transformação importante no crédito. Com a contenção do consumo, o perfil das dívidas está mudando. Nos últimos meses, foi o crédito imobiliário, e não a modalidades de empréstimo para o consumo, a principal causa da expansão dos níveis de endividamento das famílias. Em abril, o endividamento das famílias em relação à renda anual estava em 44,23%, ante 42,57% um ano antes. Excluindo o crédito imobiliário, porém, o endividamento das famílias seria de 30,47%, em queda na comparação com 31,29% registrados em abril do ano passado. (Págs. 1 e C1)

Klaus chega para 'vender' a Europa

Klaus Regling, chefe do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM), visitará o Brasil entre amanhã e sexta-feira com o objetivo explícito de atrair investidores para o fundo de resgate europeu. Em entrevista ao Valor, Regling disse que este "é o momento de conversar com grandes investidores privados e o Banco Central no Brasil", porque considera que há fundos em São Paulo e no Rio realmente interessados em investir na Europa.

Regling esteve no Chile ontem, dia em que a Fitch rebaixou o rating dos títulos emitidos pelo Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, que desde 1º de julho foi substituído pelo ESM. Com isso, o fundo teoricamente pagará juro maior para levantar capital. No momento, os títulos do Tesouro dos EUA rendem mais, mas Regling observa que os investidores levam em conta outros fatores, como expectativa de taxa de câmbio. (Págs. 1 e C14)

Ameaças ao Fundo Social do pré-sal

O deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que presidiu a comissão especial criada para analisar o projeto de lei do governo destinando à educação os recursos do petróleo da camada pré-sal, vê no substitutivo do deputado André Figueiredo (PDT-CE) uma ameaça a pontos fundamentais do marco regulatório do setor.

O substitutivo foi aprovado pelos deputados, alterado no Senado e retornou à Câmara para a votação final. Na semana passada, o texto-base de Figueiredo foi restabelecido, mas falta a votação de destaques que podem reintroduzir mudanças feitas por senadores. (Págs. 1 e A6)

Julgamento administrativo fiscal é pouco transparente

Pesquisa do Núcleo de Estudos Fiscais da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta um cenário preocupante para o contribuinte brasileiro: a falta de transparência na atuação do Fisco. Criado pelo núcleo, o Índice de Transparência do Contencioso Administrativo Tributário de 27 dos 29 órgãos de arrecadação avaliados ficou abaixo dos 40 pontos, em uma escala de 0 a 100. "Há uma verdadeira caixa preta do Fisco que é histórica, mas que não tem sido questionada", diz o coordenador do núcleo, Isaías Coelho. O desempenho foi medido a partir de dez critérios, como a divulgação dos autos de infração questionados pelos contribuintes.

Responsável pelo recolhimento de 70% dos tributos, a União ficou em quarto lugar no ranking, com 34 pontos, principalmente porque não abre os autos de infração lavrados pelos auditores e as decisões das delegacias da Receita Federal. As sessões de julgamento não são públicas e os advogados não podem fazer as defesas oralmente perante os auditores fiscais. De acordo com a Receita, os documentos são fechados porque contêm informações financeiras e operacionais dos contribuintes, protegidas pelo sigilo fiscal. (Págs. 1 e E1)

Novo déficit na balança

Historicamente superavitário para a balança comercial brasileira, o mês de julho aprofunda até agora o déficit verificado no acumulado deste janeiro. Na segunda semana, o resultado foi negativo em US$ 619 milhões. (Págs. 1 e A2)

Agricultura ajuda o PIB

Frágil, a reação da economia poderia ser ainda menos expressiva sem a ajuda das supersafras. Excluindo o setor agropecuário, economistas estimam que o PIB vai subir entre 1,4% e 1,8% este ano. (Págs. 1 e A3)

Jogos Olímpicos em Madri?

Mergulhada em grave crise econômica, a Espanha sonha em ter Madri como sede dos Jogos Olímpicos de 2020. A maioria dos madrilenhos segue entusiasmada com as chances de a cidade superar Istambul e Tóquio. (Págs. 1 e A8)

Greve na Eletrobras

A Eletrobras informou que adotará medidas que garantam o fornecimento de energia elétrica "confiável e de qualidade", apesar de respeitar o direito de greve dos funcionários. A estatal, porém, não detalhou que medidas seriam essas. (Págs. 1 e B6)

Setor público paga menos juros

Mesmo com a elevação da taxa Selic pelo Banco Central desde abril, a despesa com juros nominais do setor público neste ano deverá ser a menor da série histórica, iniciada em 2001. (Págs. 1 e Cl)

Santander e GetNet

O Santander Brasil anunciou a intenção de comprar a participação da empresa GetNet na joint-venture que os dois têm para credenciamento de cartões, operação que captura as transações com o meio eletrônico de pagamento no varejo. (Págs. 1 e C7)

Atuação dos médicos

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1a Região manteve uma multa aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra a Unimed Foz do Iguaçu por impedir médicos de atuarem em outros planos de saúde. (Págs. 1 e El)

Ideias

Delfim Netto

Se para ampliar o consumo, o estoque de capital cresce menos que a mão de obra, a produtividade cai e o crescimento murcha. (Págs. 1 e A2)

Raymundo Costa

Lula se arrependeu de lançar Dilma tão cedo para a reeleição. E acha que é preciso mudar a equipe econômica. (Págs. 1 e A5)

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Estado de Minas

Manchete: Médicos correm para carimbar o diploma

Número de formados no exterior em busca de validação na UFMG sobe 250%

As inscrições na instituição para o exame que será realizado em agosto saltaram de 292 em 2012 para 1.036 este ano. Há médicos graduados em 33 países, entretanto, a metade (55%), inclusive brasileiros, se formou em escolas da Bolívia. A UFMG não aderiu ao Revalida, o exame nacional de revalidação de diplomas, que abriu inscrições ontem, mas a previsão é de que se repita a corrida realizada na federal mineira. A média de aprovação nos dois últimos anos é de 20,7% na UFMG e 9,5% no Revalida. A explicação para o salto passa pela simplificação da inscrição, que deixou de ser presencial, e pela decisão do governo de buscar profissionais no exterior para trabalhar em áreas carentes no país. Médicos estrangeiros que atendem em BH defendem aplicação de um teste de conhecimento. (Págs. 1 e 17 e 18)



Só falta o Papa

De carona num avião cargueiro da Força Aérea Brasileira (FAB), os dois veículos que serão usados pelo papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude desembarcaram ontem à tarde no Rio de Janeiro. O tradicional papamóvel (acima) veio sem os vidros laterais de proteção, que serão instalados esta semana. À espera do pontífice, que chega ao Brasil na segunda-feira, jovens estrangeiros que vão ao evento participam em BH de semana missionária. (Págs. 1 e 19)

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Jornal do Commercio

Manchete: Lotação esgotada nas maternidades

Cremepe denuncia superlotação e falta de equipamentos em três unidades de referência no Estado: Agamenon, Imip e Barão de Lucena. Médicos farão paralisação dias 23, 30 e 31. (Págs. 1, Capa dois e Cidades 1)

MP investiga 18 supostas pirâmides

Além da Telexfree e BBom, que estão suspensas, mais 16 empresas estão na mira de promotores. (Págs. 1 e Economia 1)

Tarifa de banco supera a inflação

Preço de serviços bancários nos últimos cinco ano subiu 79% a mais que a inflação do período (32,34%). (Págs. 1 e Economia 5)

Fim do OP

Prefeitura do Recife acaba Orçamento Participativo criado pelo PT. Várias obras ficaram pendentes. (Págs. 1 e 3)

TRE abre mais dois postos de biometria

Recadastramento de eleitores já pode ser feito no Tribunal Regional do Trabalho e Fórum Joana Bezerra. (Págs. 1 e 4)

FAB divulga em site voos das autoridades

Medida ocorre após revelação de que aviões foram usados para ir a jogo da seleção. (Págs. 1 e 5)

Policiais presos por achacar traficantes

Sete policiais civis foram detidos em Campinas e São Paulo. Dois eram delegados. (Págs. 1 e 6)

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Zero Hora

Manchete: Santa Maria, 27/01/2013 - MP responsabiliza bombeiros e livra prefeito no caso Kiss

Inquérito civil aponta ex-comandantes regionais por improbidade administrativa, devido a falhas na prevenção da tragédia que matou 242 pessoas. (Págs. 1 e 4 a 6)

Fotolegenda: Escala para Francisco

Centenas de jovens argentinos como os da foto passam pelo Estado a caminho do encontro com o Papa conterrâneo. (Págs. 1 e 31)

Sem controle: Municípios não fiscalizam arrecadação

Prefeituras aumentam rombo nos cofres ao deixar de cobrar impostos. (Págs. 1 e 10)

Questão agrária: Disputa por terra no Norte fere quatro

Agricultores e índios entraram em confronto em Sananduva. (Págs. 1 e 30)

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Brasil Econômico

Manchete: FGTS: renda de aplicação alternativa é menor que a do CDI

Quase cinco anos após ter sido criado, o FI-FGTS enfrenta ainda o desafio de se provar como investimento rentável e transparente. Com um emaranhado de participações em empresas, o fundo rendeu 38,43% contra 58% de variação da taxa interbancária (CDI). As informações sobre a aplicação estão defasadas no site do FI e não são encontradas na Comissão de Valores Mobiliários, responsável pela fiscalização. Por falta de regulamentação, os trabalhadores não podem aplicar parte do FGTS. (Págs. 1, 20 e 21)

Orçamento: Contas dos estados podem não fechar

Com a perda de receitas e a realocação de verbas, governadores têm dificuldades para atender às demandas por investimentos na área social. (Págs. 1, 4 e 5)

Congresso: Esquenta polêmica do Projeto Mais Médico

Antes mesmo da instalação da Comissão Mista que vai examinar a proposta do Planalto, parlamentares já apresentaram cerca de 500 emendas. (Págs. 1 e 3)

Pré-sal já mudou o Porto do Rio

A cada mês, 350 embarcações da indústria de petróleo atracam na cidade, escolhida pela Petrobras como base de apoio à exploração das novas reservas. O movimento é superior ao do Porto de Imbetiba, em Macaé (RJ). (Págs. 1, 10 e 11)

Dólar: Cotada a R$ 2,224, a moeda caiu ontem 1,9%, anulando a alta dos primeiros dias úteis de julho (Págs. 1 e 23)

Nelson Vasconcelos

Tecnologia boa não necessariamente é a mais recente: é a que dá menos preocupações. (Págs. 1 e 17)


 

Fonte: Radiobrás

domingo, 7 de julho de 2013

RESUMO DOS JORNAIS E REVISTAS 07/06/2013

O Globo

Manchete: EUA espionaram milhões de e-mails e ligações de brasileiros

País aparece em destaque como alvo na vigilância de dados e é o mais monitorado da América Latina


A Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos vigiou telefonemas e correspondências eletrônica de pessoas e empresas usando pelo menos três programas de computação, conforme documentos revelados pelo ex-técnico Edward Snowden, caçado pelo governo Obama

Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) espionou, na última década, cidadãos e empresas no Brasil, segundo documentos coletados pelo ex-técnico Edward Snowden, aos quais O GLOBO teve acesso. Telefonemas e e-mails foram rastreados através de pelo menos três programas. O Brasil aparece com destaque em mapas da NSA, como alvo importante no tráfego de telefonia e dados, ao lado de países como China, Rússia, Irã e Paquistão. O volume de informações monitoradas é gigantesco: só no mês de janeiro deste ano, a NÍ3A rastreou 2,3 bilhões de dados nos EUA, e o Brasil ficou apenas um nível abaixo na escala de monitoramento.
De acordo com os dados vazados por Snowden, que revelou ao mundo a rede secreta de vigilância aos cidadãos, o Brasil é, de longe, o país mais espionado da América Latina, informam Glenn Greenwald, Roberto Kaz e José Casado. O governo americano segue hábitos de navegação na internet de pessoas e empresas consideradas "de interesse" A agência armazena todo tipo de registros, seja número discado, tronco e ramal usados, duração, data, hora, localização do remetente e do destinatário, bem como endereços de IP e sites visitados. E faz o mesmo com quem estiver na outra ponta da linha, ou em outra tela de computador. (Págs. 1, 36 e 37)

Sem dinheiro, estados inflam máquina

Seguindo o exemplo do Executivo federal, governos estaduais abusam da criação de repartições para abrigar políticos aliados. Só no Distrito Federal, são 36 secretarias, das quais onze foram criadas pelo governador Agnelo Queiroz (PT). No Maranhão, dois órgãos respondem pelas mesmas funções no governo de Roseana Sarney (PMDB). Levantamento aponta ainda que, em 22 estados, os gastos com pessoal crescem acima da arrecadação, estrangulando investimentos para melhorar os serviços. (Págs. 1 e 3)

Flip: Política em vozes e traços

Festa vira palco de discussão sobre os recentes protestos, ilustrados pelos desenhos do poeta Zuca Sardan. (Págs. 1 e 24)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma vê risco de desmanche da base em ano pré-eleitoral

Presidente administra crise com PMDB; Planalto já conta com saída do PSB e PSC da base no Congresso

No momento em que a presidente Dilma Rousseff amarga queda de popularidade após a série de manifestações no País, partidos da base ameaçam desembarcar da aliança, em ano pré-eleitoral. Eleita em 2010 por uma chapa de dez partidos, Dilma conseguiu mais adesões e formou a maior base de apoio no Congresso desde a Constituinte. Agora, a aliança para o próximo pleito - essencial por causa da divisão da propaganda de TV - já tinha duas sinalizações de baixa antes da atual crise: PSB e PSC devem ter candidaturas próprias, com o governador Eduardo Campos (PE) e com o pastor Everaldo Pereira, respectivamente. Outros partidos podem seguir o mesmo caminho, como PP, PSD e PR. Mas a maior preocupação é com 0 PMDB, parceiro que indicou o vice Mi- chel Temer. A desarticulação ao apresentar a proposta do plebiscito - sem discussão com a base - desestabilizou a relação com 0 Congresso e expôs dificuldade no relacionamento com os presidentes do Senado, Renan Calheiros (AL), e da Câmara, Eduardo Alves (RN), ambos do PMDB. (Págs. 1 e A4)

Alckmin constrói discurso para 2014

Após protestos e queda de popularidade, o governador Geraldo Alckmin busca um discurso incisivo para 2014 enquanto tenta evitar fisuras em sua base aliada. (Págs. 1 e A6)

Presidente interino do Egito se reúne com militares

O presidente de facto do Egito, Adli Mansour, se reuniu ontem com a cúpula militar e líderes de partidos seculares e salafistas para discutir um plano de reconciliação para o país, um dia depois de confrontos entre partidários de Mohamed Morsi, seus opositores e a polícia deixarem 36 mortos. Conforme relata Andrei Netto, muitos egípcios que lutaram para depor Mubarak, entre eles o universitário Ahmed Hussein, pediram a queda de Morsi. "Essa Constituição não é a nossa", diz o jovem. (Págs. 1, A14 a A16)

Bolha da OGX, de Eike, foi inflada por 55 comunicados

Levantamento de todas as divulgações feitas pela petroleira OGX, de Eike Batista, desde sua criação, em 2007, revela que a empresa fez pelo menos 105 comunicados oficiais. E 55 deles, muitas vezes em tom ufanista, apontavam indícios de petróleo em suas áreas, mas grande parte referia-se ao mesmo poço perfurado, apenas em estágios diferentes. Agora, o mesmo mercado financeiro que inflou ações da empresa procura explicar o fracasso. (Págs. 1 e B1)

Transplante migra do eixo Sul-Sudeste

Cada vez mais pacientes têm ido a Estados como Ceará, Pernambuco, Minas, Paraná e Rio Grande do Sul atrás de uma fila de espera menor e da qualidade dos serviços dos novos centros transplantadores. O governo busca descentralizar ao máximo o atendimento e aumentar o volume de transplantes fora do eixo Sul-Sudeste. (Págs. 1, A19 e A20)

Notas & Informações/ O raro silêncio de Lula

Diante do clamor da massa, ele enfiou a viola no saco e foi cuidar da vida em outras paragens. (Págs. 1 e A3)

Empregos

China e índia atraem engenheiros e técnicos brasileiros (Pág. 1)

Alckmin constroi discurso para 2014

Após protestos e queda de popularidade, o governador Geraldo Alckmin busca um discurso incisivo para 2014 enquanto tenta evitar fissuras em sua base aliada. (Págs. 1 e A6)

Fernando Henrique Cardoso: Tempos difíceis

O estopim dos protestos foi o custo e a deficiência dos transportes públicos. Mas se a fagulha provocou fogo foi porque havia muita palha no paiol. (Pág. 1 e Espaço Aberto/Pág. A2)

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Correio Braziliense

Machete: A reforma política que dorme no Congresso

O Planalto quer um plebiscito, o Senado e a Câmara montam uma agenda positiva. Mas a pauta ética defendida pelas manifestações populares está emperrada há anos nos corredores do Congresso Nacional. O Correio selecionou 10 projetos que cortam privilégios de autoridades, moralizam os contratos públicos e ampliam a participação popular. As propostas, no entanto, seguem inócuas ante os interesses partidários nas duas Casas legislativas. Especialistas explicam ao Correio os impactos da reforma política na realidade brasiliense. (Págs. 1, 2 a 4, 26 e 27)

Esplanada: Ministério permanece, avisa Dilma

As especulações sobre mudanças na equipe de governo levaram a presidente a divulgar uma nota oficial. Ela descartou qualquer alteração ministerial e cobrou empenho para a melhoria de serviços públicos. (Págs. 1 e 3)

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Estado de Minas

Manchete: O País das mordomias

Nem a pressão popular nas ruas faz autoridades públicas cortarem regalias

Levantamento feito pelo EM mostra que, apesar de não haver ilegalidade, representantes do poder público desfrutam de privilégios variados. Altos salários, contas e passagens pagas, duas férias por ano, três dias de trabalho por semana, ajudante para carregar mala em aeroporto, aposentadoria com vencimento integral como punição e licença remunerada bancados por recursos públicos são algumas das regalias de parlamentares, magistrados e outras autoridades. As manifestações que varreram o país nas últimas semanas levaram a Câmara e o Senado a buscar uma agenda positiva, mas 160 projetos que combatem corrupção e cortam mordomias e sangria nos cofres públicos estão engavetados desde 1996, sem previsão de votação. Entre eles estão a perda do foro privilegiado para políticos e o fim da aposentadoria compulsória para juízes. Se a proposta fosse aprovada, eles seriam expulsos ao cometer faltas graves. (Págs. 1, 10 e 11)

Procuram-se médicos. E estrutura

A importação de médicos para trabalharem em cidades do interior, anunciada pelo governo federal, esbarra nas entidades da categoria, que alegam haver profissionais suficientes no país e acusam a falta de estrutura. O impasse revela o drama da população que depende do SUS. Um quarto dos 853 municípios mineiros não tem nem um médico sequer e nem cargo com salário de R$ 35 mil é preenchido. O problema se repete perto dos grandes centros, como em Santa Luzia, na Grande BH, onde uma unidade de saúde (foto) tem apenas uma médica e estrutura precária. (Págs. 1 e 21 a 23)

Câmara de BH: Manifestantes prometem desocupação

Depois de nove dias, Câmara deve ser desocupada hoje à tarde pelos manifestantes, conforme ficou acertado em assembleia ontem. A decisão levou em conta a redução de R$ 0,15 no valor da tarifa de ônibus. (Págs. 1 e 2)

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Jornal do Commercio

Manchete: Fim da greve dos motoristas

Terminou na manhã de ontem a paralisação que afetou a vida da RMR durante toda a semana. No acordo, ficou acertado que não haverá demissões ou desconto dos dias parados e a categoria receberá aumento de 7%, definido pelo TRT. (Pág. 1 e capa Dois)

Eles são a cara do Brasil

As repórteres Ciara Carvalho e Hélia Scheppa investigaram a vida de 25 integrantes do Comviva, dez anos depois da saída deles do programa social, de Caruaru. Eles encontraram um rastro de exclusão, morte e superação. A história será contata em todos os veículos do Sistema JC. (Pág. 1 e Especial 1 a 24)

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Veja

O verdadeiro plebiscito

Você concorda que Brasília deveria abandonar a galáxia distante onde está e voltar para o Brasil? (Págs. 1 e 56)

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Época

Especial jovens: O novo ativista digital

A geração que emergiu das redes sociais e descobriu o poder de levar suas causas para as ruas

5,3 milhões não estudam nem trabalham

A taxa de desemprego entre jovens é 3 vezes a taxa nacional

18% frequentam curso superior

1989 foi o ano em que começaram a nascer os nativos digitais

12%: Os jovens de 18 a 24 anos são 22,5 milhões

7% foi o aumento da taxa de satisfação entre os jovens desde 2004 - mas ela só cai há dois anos

96% também participam de ativismo não virtual

(Pág. 1)

Cara de pau

Eles acham que existe passe livre de avião?

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ISTOÉ

Reportagem especial: Por que o Brasil precisa importar médicos

A carência de atendimento nas regiões mais isoladas do País e nas periferias das grandes cidades exige uma solução urgente. O plano de trazer médicos do Exterior, que o governo anuncia nesta semana, pode ser uma revolução se resolver o problema de multidões que vivem à margem do sistema de saúde (Pág. 1)

Protestos suspeitos

Os sindicalistas que pegam carona nas manifestações e atrasam o País

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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: O grito de mudança da Intel

A maior fabricante de processadores do mundo deixou escapar as oportunidades abertas no mercado de smartphones e tablets. Agora, investe bilhões de dólares para voltar ao topo com a próxima grande revolução da tecnologia: a "internet das coisas". Saiba o que é isso e por que o Brasil é peça-chave nessa nova estratégia

"Convencemos a corporação a investir no Brasil"

"A evolução nas forma de utilizar a tecnologia representa novas oportunidades de negócios para a Intel"

Fernando Martins, presidente da Intel no País
(Pág. 1)

Gastos públicos

Como o governo pode cortar R$ 15 bi (Pág. 1)

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Carta Capital

Manchete: A águia é o Big Brother

Os EUA espionam o mundo, a Europa protesta, mas baixa a cabeça

Egito

É golpe de Estado. Por ora, a população festeja e Washington aprova

Mino Carta

Presidenta Dilma, abra os olhos enquanto é tempo

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EXAME

Manchete: Melhores & Maiores

As 1000 maiores empresas do Brasil (Pág. 1 )

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Zero Hora

Manchete: Por que a reforma política emperrou

Embora necessário, o debate proposto por Dilma não reflete a reivindicação das ruas e está longe de aglutinar o Congresso (Págs. 1 e 4 a 8)

UFRGS começa a dar adeus ao vestibular

Discussão sobre reserva de 30% das vagas para ingresso pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) revela tendência de mudança.

*Tire dúvidas sobre como seria o acesso

Ãngela Ravazzolo, Editora de Educação: "É preciso qualificar o Ensino Médio"

(Págs. 1 e 27 a 29)


 

Fonte: Radiobrás

sexta-feira, 5 de julho de 2013

RESUMO DOS JORNAIS 05/06/2013

O Globo

Manchete: Depois dos protestos: Temer derruba plebiscito e, sob pressão, volta atrás

Aliados dizem que prazo é curto e defendem reforma no Congresso.

Após discurso de Dilma afirmando que consulta popular reforça democracia, vice-presidente admite que mudanças vigorem para as eleições de 2014.

Num dia de declarações contraditórias, o vice-presidente Michel Temer afirmou, após reunião com líderes aliados, que seria impossível realizar o plebiscito da reforma política a tempo de valer para 2014. Mas, na Bahia, a presidente Dilma reforçou a importância da medida como uma resposta às ruas e disse que o povo sabe decidir. Temer foi forçado a reafirmar o compromisso do governo com a consulta ainda este ano. Os aliados reiteram que o tempo é curto e querem que a reforma seja feita pelo Congresso — embora projetos semelhantes tenham emperrado. O PT voltou a defender a ideia de uma Assembleia Constituinte.

Temer após reunião de líderes, ao meio-dia:
"Embora fosse desejável (o plebiscito), não é possível aplicarem 2014."

Dilma em discurso na Bahia, às 14h30m:
"Não sou daqueles que acreditam que o povo é incapaz de entender porque as perguntas são complicadas."

Nota de Temer às 16h30m:
"O governo mantém a posição de que o ideal é a realização do plebiscito em data que altere o sistema político-eleitoral já nas eleições de 2014."(Págs. 1 e 3 a 6)

Dez mortos em bloqueios nas rodovias

Um caminhoneiro autônomo foi assassinado com uma pedrada após furar bloqueio de motoristas de caminhão no trecho gaúcho da BR 116. Pouco antes, ele tinha sido agredido por caminhoneiros após ser obrigado a parar, e estava sendo escoltado por patrulheiros rodoviários em busca de socorro. Nélio Botelho, que comandou o bloqueio das estradas, foi intimado pela PF a depor. Nove pessoas morreram em dois acidentes, na Bahia e em Minas', causados por interdições em rodovias durante manifestações. (Págs. 1 e 9 e 10)

Ônibus: tarifa subiu 67% em 12 anos

Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que as tarifas de ônibus no país aumentaram, em média, 67% acima da inflação de 2000 a 2012. (Págs. 1 e 7)

Egito caça líderes islamistas

O presidente interino do Egito, Adly Mansour, estendeu a mão aos islamistas após a derrubada de Mohamed Mursi pelas Forças Armadas, mas ontem os militares caçaram e prenderam os principais líderes da Irmandade Muçulmana, além de fecharem jornais e TVs ligados ao movimento. Os partidários de Mursi convocaram mega protestos para hoje. (Págs. 1 e 32 a 34)

Leilão do pré-sal exigirá investimento de R$ 15 bi

As empresas que desejarem arrematar a área de Libra no primeiro leilão do pré-sal, em outubro, terão que desembolsar pelo menos R$ 15 bilhões, o maior valor da indústria do setor no país. Para empresários, o valor é considerado alto demais. O recorde até agora era de R$ 2,8 bi. Especialistas acreditam que o governo quer usar esses recursos para reforçar o caixa. (Págs. 1 e 28)

Empresas 'X': Reestruturação puxa ações do grupo de Eike

A confirmação de que a empresa MPX, de energia, ganhará aporte de R$ 800 milhões, iniciando uma reestruturação que deve atingir outras companhias "X", animou investidores e puxou a Bolsa, em dia de feriado nos EUA, com os mercados lá fechados. As ações da MPX subiram 10,2% e influenciaram outras companhias do grupo: a OGX subiu 20,5% e a MMX, 8,5%. (Págs. 1 e 25 a 27 e Flávia Oliveira)

Energia suja: País volta a ter térmicas a carvão

Com a demora na concessão de licenças ambientais para novas hidroelétricas, o governo fará leilão de usinas térmicas a carvão, altamente poluidoras, o que não acontecia desde 2008. (Págs. 1 e 28)

Ganho em alta: Captação recorde na caderneta

Em junho, depósitos superaram os saques na poupança em R$ 9,451 bilhões, recorde desde 1995.

No semestre, a captação líquida foi de R$ 28,3 bilhões. (Págs. 1 e 30)

Briga diplomática: Bolívia cobra ação contra a Europa

Recebido com festa após enfim chegar à Bolívia e apoiado por líderes da região, o presidente Evo Morales disse que atitude de europeus de barrar seu voo "deve ter consequências" e que desculpas não bastam. (Págs. 1 e 35)

França espiona como os EUA (Págs. 1 e 35)


 

Colunista: Ancelmo Gois

Cota para negros na Copa do Mundo

Educafro pede à Fifa reserva de ingressos. (Págs. 1 e 16)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Temer descarta plebiscito agora; Dilma reage e ele recua

Pela manhã, vice disse que não havia tempo para reforma em 2014; depois, reafirmou posição do governo

Ao dizer, ontem, que seria "impossível" realizar plebiscito sobre reforma política até outubro para que as regras possam valer para as eleições de 2014, o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), provocou a ira da presidente Dilma Rousseff e viu-se obrigado a recuar. No final da tarde, Temer distribuiu nota na qual "reafirma" que o governo "mantém a posição de que o ideal é a realização do plebiscito em data que altere o sistema político-eleitoral já nas eleições de 2014". Nesse clima, o governo começou a buscar saídas para viabilizar sua proposta. Durante viagem oficial à Bahia, e após saber das declarações de Temer, Dilma voltou a defender o plebiscito: "Não sou daquelas que acreditam que o povo é incapaz de entender (o plebiscito) porque as perguntas são complicadas". No PMDB, a bancada do Senado uniu-se à da Câmara, contrária ao plebiscito, e passou a defender mudanças no sistema político e eleitoral que contrariam as sugestões apresentadas pela presidente. (Págs. 1 e Política A4 a A6)

Fotolegenda: Na Bahia. Dilma e Jaques Wagner: presidente defende consulta popular.

Fotolegenda: Em Brasília. José Eduardo Cardozo (Justiça) e Temer em reunião com ministros e líderes da base na Câmara; governo procura saídas para plebiscito.

Direto da Fonte: Delta abre construtora e já participa de licitações

A construtora Delta criou empresa para participar de licitações. A Técnica Construção funciona no endereço da Delta, em São Paulo, com 19 funcionários. E disputa pelo menos duas concorrências do governo Geraldo Alckmin (PSDB). Concorrentes acusam Fernando Cavendish de manobrar para tentar burlar norma que proíbe a Delta de participar de obras públicas. A direção da Técnica diz que a empresa nasceu com porte para cumprir condições de mercado. (Págs. 1 e Caderno 2, C2)

Aprovado projeto que pune empresa

O Senado aprovou projeto que pune e responsabiliza empresas por corrupção. O texto fixa multa e prevê ressarcimento aos cofres públicos. (Págs. 1 e Política A9)

Tesouro agora prega controle dos gastos

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, afirmou ontem ao Broadcast que a estratégia de política fiscal do governo federal passou a ser, principalmente, a de derrubar a inflação. "Nossa definição, hoje, é perseguir a meta fiscal de 2,3% do PIB, e ela veio a partir da avaliação da inflação e da situação econômica", disse o secretário do Tesouro. (Págs. 1 e Economia B1)

Cade investiga cartel em licitação de trem e metrô

A Polícia Federal e o Cade estão investigando 13 empresas pela suspeita de formação de cartel nas concorrências para manutenção do Metrô de Brasília e em ao menos cinco licitações em São Paulo, entre Metrô e CPTM. Até as 21h30 de ontem, o Metrô não tinha se manifestado. (Págs. 1 e Metrópole A16)

Líder interino assume no Egito e radicais protestam

O presidente do Supremo do Egito, Adli Mansour, tomou posse ontem como chefe de Estado interino, um dia após o golpe que depôs Mohamed Morsi, relata Andrei Netto. Mansour prometeu restabelecer a normalidade democrática. A Irmandade Muçulmana realiza protesto hoje. (Págs. 1 e Internacional A10)

Fernando Gabeira

O sertão virando mar

Milhares de pessoas nas ruas, um protesto por hora. O Brasil foi sacudido pelo deslocamento de uma placa tectônica, não seremos mais os mesmos. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Fareed Zakaria

As difíceis escolhas do Cairo

Morsi e a Irmandade torceram a Constituição, permitiram discriminação religiosa e sufocaram a oposição; mas o maior pecado foi a incompetência. (Págs. 1 e Visão Global A13)

Notas & Informações

As ruas e a lei

O saudável despertar da cidadania precisa ser preservado e estimulado. Mas com respeito à lei. (Págs. 1 e A3)

Análise: Dora Kramer

A solidão na crise

Dilma disse a interlocutor se sentir abandonada: "Fugiram todos, ninguém me defende". O amigo foi a Renan Calheiros e ouviu: "Ela tentou jogar a crise no colo do Congresso". (Págs. 1 e A6)

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Correio Braziliense

Manchete: Dividido, governo enfraquece ainda mais o plebiscito

Temer admite que a reforma política só deve valer em 2016, mas Dilma se irrita e defende mudanças para o próximo ano

Esvaziada pelo Congresso, a proposta de consulta popular não encontra consenso nem mesmo no Planalto. Após encontro com líderes aliados, o vice-presidente reconheceu que os prazos eram curtos e que as mudanças poderiam não ocorrer em 2014. À tarde, no entanto, ele teve que recuar, pressionado por um discurso de Dilma. A indefinição já provoca atritos internos até no PT. (Págs. 1, 2 a 5 e Nas Entrelinhas, 4)

Derrocada de Eike arrasta investidores

A crise do império do bilionário causou prejuízos na bolsa de valores e prejudicou milhares de poupadores. O empresário perdeu uma fortuna de US$31 bilhões, mas ainda tem US$ 2,9 bilhões de patrimônio. (Págs. 1 e 6)

Cinco mortes e prejuízos nas estradas

Mesmo após o desbloqueio das rodovias, a greve dos caminhoneiros teve ontem o dia mais violento, com um grave acidente na Bahia e agressões no Sul. Em muitas cidades, há desabastecimento.(Págs. 1 e 11)

Europa investiga espionagem

Enquanto líderes sul-americanos se reuniam em desagravo ao presidente Evo Morales, o Parlamento Europeu decidia averiguar a denúncia de arapongagem dos EUA. (Págs. 1 e 15)

Islâmicos resistem ao golpe no Egito

O presidente interino, Adly Mansour, emitiu mais de 300 mandados de prisão contra integrantes da Irmandade Muçulmana, grupo que foi retirado do poder. Em resposta, os partidários de Mohamed Morsy convocaram à Sexta-feira da Rejeição. (Págs. 1, 14, 15 e Visão do Correio, 12)

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Valor Econômico

Manchete: Bônus de R$ 15 bi no pré-sal visa ganhos de curto prazo

O governo fixou em R$ 15 bilhões o bônus de assinatura do campo de Libra e em 40% o percentual mínimo que caberá à União do excedente em óleo que for produzido na área. A combinação dessas duas regras indica, para especialistas no setor, a escolha de ganhos de curto prazo neste primeiro leilão das áreas do pré-sal no modelo de partilha de produção.

Os R$ 15 bilhões vão ajudar o governo a compor o superávit fiscal primário deste ano - o valor representa, sozinho, 14% da meta que o governo central prometeu cumprir, sem nenhum desconto. "Prevaleceu a necessidade de curto prazo (do país)", disse Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). O ex-diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e presidente da J Forman Consultoria, John Forman, concorda. Para ele, a intenção principal do governo não está sendo o crescimento da exploração de petróleo e sim a geração de caixa para cumprir as necessidades de curto prazo no cenário macroeconômico. (Págs. 1 e A2)

Arno defende uso de lucro do BNDES

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse ao Valor que a distribuição de todo o lucro do BNDES como dividendos pagos ao Tesouro é prática usual e que ocorreu em diversos anos do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

A capitalização de instituições financeiras federais e de empresa pública por meio de emissão de títulos, segundo o secretário, também foi feita no passado. Ele citou o caso da empresa Emgea, criada em 2001. "Isso tem sido feito e não há nenhum problema", disse Arno, que vem sendo criticado pelo uso de contabilidade criativa na contas públicas. (Págs. 1 e A4)

Alta do dólar ajuda o país e a JBS, afirma Wesley Batista

A alta do dólar é "ótima" para o Brasil e para a JBS e é um movimento que vai persistir pelos próximos anos, disse o presidente da empresa, Wesley Batista, ao Valor. Para ele, "entramos num ciclo de valorização do dólar", reflexo da recuperação da economia americana, depois de 10 anos de perda de valor da sua moeda.

A JBS aproveitou justamente o período em que o dólar estava fraco e comprou empresas nos EUA. Com isso, 65% das suas receitas são em dólar (incluindo as exportações a partir do Brasil) - um dado favorável em tempos de valorização da moeda americana. O impacto do câmbio na dívida em dólar, o que no caso da JBS alcança 70% do endividamento líquido, não preocupa o presidente da JBS. "Temos política de hedge". (Págs. 1 e B14)

Reforma ministerial é 'iminente'

As mudanças no primeiro escalão do governo federal estão "maduras", segundo relatos de auxiliares próximos da presidente Dilma Rousseff. Embora não exista uma data-limite para a reforma ministerial, as alterações são "iminentes", informa-se nos bastidores do governo, e deve incluir a área econômica. Auxiliar de Dilma resume a conjuntura: "Se fosse uma gravidez, [a mudança no ministério] teria entrado no 9º mês".

O que move a presidente a acelerar o desfecho dessas trocas cogitadas há muito tempo, informam esses relatos, é sua "preocupação" com a situação da economia e as relações políticas com o Congresso e os movimentos sociais. É quase certa uma mexida na equipe econômica. Nela, uma mudança que não era esperada surgiu ontem: o ministro Paulo Bernardo, hoje no Ministério das Comunicações, pode voltar a ocupar o Planejamento em substituição à ministra Míriam Belchior. (Págs. 1 e A6)

Subsídio ao transporte público

No último ano fiscal, o custo do transporte público em Londres foi de € 9,3 bilhões e os subsídios governamentais chegaram a € 4,6 bilhões. Em São Paulo, a taxa de subsídio é de 20%. (Págs. 1 e A5)

Desaceleração sul-americana

Quase todas as economias sul-americanas começam o segundo semestre com desaceleração e muitas incertezas. É o que sugerem artigos sobre alguns dos principais países da região, feitos por jornais que compõem a rede Ripe. (Págs. 1 e A16)

Receita no exterior para o IRB

O IRB Brasil-Re, agora sob controle privado, busca intensificar sua expansão no exterior. A meta é atingir R$400 milhões em receitas nos demais países da América Latina e na África, o dobro de 2012. (Págs. 1 e Cl)

Europa diverge do Fed

A possibilidade de diminuição no ritmo de compras de ativos do Fed parece ter pautado decisões do Banco Central Europeu, presidido por Mario Draghi, e do Banco da Inglaterra. Ontem os dois BCs foram na direção oposta ao Fed: não há expectativa de redução dos estímulos. (Págs. 1 e C2)

Ibovespa sem grande mudança

Um grupo de estudos criado pela BM&FBovespa para avaliar eventuais mudanças no principal índice de ações deve concluir seus trabalhos este mês. Edemir Pinto afirmou que o Ibovespa não sofrerá nenhuma mudança brusca. (Págs. 1 e C3)

Débitos prescritos nos cadastros

O Ministério Público do DF iniciou uma disputa contra duas empresas de cadastros de proteção ao crédito, alegando que estariam mantendo registros de débitos prescritos nos bancos de dados. (Págs. 1 e El)

Ideias

Claudia Safatte
Diante da dimensão dos problemas econômicos, que lembram épocas de estagflação, o governo cede na política fiscal. (Págs. 1 e A2)

Armando Castelar
A "nova matriz" é essencialmente uma política de fomento ao consumo e as pressões inflacionárias cresceram. (Págs. 1 e A15)

Alemães comemoram a aquisição da MPX

Os novos donos da MPX, a empresa do grupo Eike Batista dedicada ao setor de energia, acham que fizeram um bom negócio. O representante da empresa alemã E.ON, Jorgen Kildahl, disse ao Valor que a MPX, que terá seu nome mudado até outubro, será o único braço de investimentos do grupo alemão no Brasil.

Kildahl, presidente interino da MPX, vê boas oportunidades de negócio no país, principalmente para termoelétricas movidas a gás e carvão e fontes alternativas. Ele observou que a MPX possui um portfólio de 10 mil megawatts em projetos em estudos. (Págs. 1, B1 e C2)

Previsão frustrada de ganho do BTG com EBX

Quando assinou um contrato de assessoria com o grupo EBX, boa parte da expectativa de ganho do banco BTG Pactual era com a eventual valorização das ações das empresas do grupo. Fatia menor dos ganhos deveria vir da comissão de operações de venda de participações e outros serviços financeiros.

Tudo indica que, depois de iniciar os trabalhos para tentar recuperar o grupo, ficou claro para o banco que o quadro era muito mais dramático e que as chances de recuperação, quase nulas. A possibilidade de ganho com valorização das ações virou pó. A receita do BTG com o trabalho virá das comissões cobradas para executar cada etapa da operação de desmembramento do grupo. (Págs. 1 e B10)

Esportes: Acesso à Arena modificado no fim de semana.

Haverá estacionamento e táxi, mas nada de esquema especial para transporte público. (Página 1)

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Estado de Minas

Manchete: Plebiscito vira novela

Sem consenso nem entre a base aliada, a consulta popular sobre a reforma política já causa bate-cabeça até na cúpula do governo. Ontem, depois de reunião com líderes partidários, o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) declarou não haver tempo hábil para fazer o plebiscito este ano de modo que as regras vigorem nas eleições de 2014.

Temer chegou a admitir nem haver plebiscito, caso o Congresso mesmo se incumbisse de promover a reforma. Algumas horas depois, porém, o vice-presidente voltou atrás e divulgou nota afirmando que o governo mantém o compromisso de consultar a população sobre o tema e que o ideal seria que as mudanças já valessem no ano que vem. (Págs. 1 e 3 e 4)

Essa casa tá diferente...

Da divisão de grupos que discutem melhorias para BH à separação de tarefas típicas do dia a dia em comunidade, ocupação da Câmara Municipal completa amanhã uma semana. Apesar de a limpeza dos banheiros já ter causado desentendimento, manifestantes ganham reforço de profissionais, que oferecem de palestras a cortes de cabelo gratuitos. Ontem, grupo hare krishna preparou almoço especial e fez sessão musical para os acampados na casa dos vereadores. Manifestantes marcaram para o meio dia de hoje protesto na Praça Sete. (Págs. 1 e 18)

Contas públicas: Arrocho fiscal tentará conter alta dos juros

Com previsão de PIB menor e queda das receitas, governo deve publicar nos próximos dias decreto de contingenciamento de R$15 bilhões para aliviar pressão sobre a taxa Selic. (Págs. 1 e 11)

Protestos elevam risco nas estradas

Efetivo das polícias rodoviárias é pequeno para fiscalizar e evitar colisões nos bloqueios, como a que matou cinco pessoas em Itaguara, quarta-feira. A PRF estuda medidas jurídicas para proibir o fechamento total de pistas. (Págs. 1 e 17 e 18)

Assembleia acelera votação de projetos

Deputados estaduais votaram ontem pacote de 68 propostas, que incluíam de bolsa-atleta a incentivo ao uso de energia solar. Sem quórum, definição sobre o fim do voto secreto ficou para a semana que vem. (Págs. 1 e 7)

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Jornal do Commercio

Manchete: Eduardo exige ônibus na rua e garante segurança

Governador disse que antes da greve foi tentado o acordo. Agora, com decisão da Justiça, cabe ao Estado garantir a ordem pública. Ele rechaçou aumento de tarifas e sugeriu existência de "dobradinha" entre empresas e sindicalistas neste sentido.

Substitutos
Empresas já convocam motoristas para o lugar dos grevistas, mas lideranças falam em manter mobilização.

Reflexos
Alguns taxistas aproveitam a greve para lesar clientes com cobranças abusivas. Comércio amarga prejuízos.

Temer recua
Após irritar Dilma dizendo ser difícil plebiscito valer para 2014, vice-presidente agora diz que tempo é hábil.

Protestos
Nos bloqueios de rodovias, caminhoneiro morreu ao ser atingido por pedrada e outras nove pessoas, em acidentes. (Págs. 1 e 3,4,6,7,9,10,14 (editorial) e 15 (repórter jc), cidades 1 a 5(jc nas ruas) e economia 1 e 2(jc negócios))

Exército do Egito promove caça às bruxas

Novo presidente tomou posse garantindo não excluir ninguém, mas cerca de 300 islamitas foram presos. (Págs. 1 e 16)

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Zero Hora

Manchete: Temer recua após descartar plebiscito

No mesmo dia, vice-presidente sepultou e ressuscitou viabilidade de consulta popular ainda em 2013, como defende Dilma.

Michel Temer
Pela manhã
"Embora fosse desejável, temporalmente é impossível. Não é possível aplicar em 2014.

À tarde
"O ideal é o plebiscito em data que altere o sistema político eleitoral já nas eleições de 2014." (Págs. 1, 4, 5 e 10)

Fotolegenda: Temer se reuniu com ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e líderes partidários.

Na estrada: Polícia investiga morte de motorista

Atingido por pedra, Renato Kralnow morreu ao tentar escapar de bloqueio de caminhoneiros no sul do RS. (Págs. 1 e 36)

Carvão gaúcho: Saída de Eike aumenta incerteza sobre usinas

MPX, que era comandada por empresário, prevê investimentos de R$ 6,8 bi em Candiota. (Págs. 1 e 16)

O mundo se pergunta: Egito viveu golpe ou uma nova revolução?

Deposto por exército e oposição, Mohamed Mursi é substituído por Adly Mansour. (Págs. 1, 30 e 32)

Alerta na saúde: Gripe A já tem 13 mortes confirmadas

Número de óbitos no Estado, em relação a 2012, caiu pela metade. (Págs. 1 e 44)

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Brasil Econômico

Manchete: BC tenta evitar juros de 2 dígitos

A atuação do Banco Central ontem no mercado de câmbio, em dia de relativa tranquilidade, levantou a suspeita de que a tentativa de segurar a cotação do dólar seja na verdade uma forma de evitar que os juros cheguem a 10% ainda este ano. Segundo o colunista Luiz Sérgio Guimarães, os analistas interpretam que, ao fixar um limite para a alta da moeda norte-americana em R$ 2,27, o BC estaria garantindo também a inflação abaixo de 6%. (Págs. 1 e 20)

Multinacionais: Laboratório estrangeiro atrai cientistas nacionais

Centros de pesquisa montados por multinacionais abrem espaço para profissionais que tinham como única opção a vida acadêmica. (Págs. 1, 12 e 13)

Caos nas estradas afeta inflação

O economista-chefe da CNC, Carlos Thadeu de Freitas, alerta que a greve dos caminhoneiros provoca desabastecimento num momento já crítico para os preços, que podem subir ainda mais. (Págs. 1 e 7)


 

Fonte: Radiobrás