sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

RESUMO DOS JORNAIS 04/01/2013

O Globo

Manchete: Temporais de janeiro voltam a castigar o Rio

Dois anos após tragédia na Serra, pouco foi feito e 1ª chuva de 2013 já causa morte

Especialistas criticam falta de ações preventivas: estado admite que só fez obras em 4km de 27km de rios, não reconstruiu todas as pontes nem entregou moradias para famílias que continuam habitando áreas de risco

A primeira chuva de 2013 repetiu os problemas de janeiros passados: pelo menos 9 rios, da Região Serrana à Costa Verde, transbordaram, deixando 1 morto, 8 feridos e 1.845 sem teto. A situação foi mais grave em Xerém (Caxias), no sopé da Serra. Para especialistas, ações simples e integradas do poder público como dragagem de rios, desocupação de margens e educação da população poderiam minimizar os impactos dos temporais, comuns nesta época. Eles também lembram que estudos mofam nas gavetas das autoridades. Dois anos após a tragédia na Serra, o estado fez obras em apenas 4km dos 27km de rios, atrasou licitações, não reconstruiu pontes nem entregou moradias. Ontem, a iniciativa mais visível coube a Zeca Pagodinho, que lançou campanha por donativos. (Págs. 1, 9 a 14 e editorial "Aberta temporada de tragédias")

Entrevistas

Cláudio Egler: Falta de ações
Ações preventivas do poder público poderiam minimizar impactos.

Ana Coelho: Vulnerabilidade
Cidades estão à mercê da irresponsabilidade das autoridades.

Esforço maior para se aposentar

Especialistas dizem que a mudança nos planos de previdência fechada, como os fundos de pensão de estatais e empresas privadas, exigirá contribuição até 37% maior para a pessoa ter o mesmo benefício. (Págs. 1 e 21)

Condenado assume na Câmara

Dizendo ter a "consciência tranquila dos inocentes", o petista José Genoino, condenado no julgamento do mensalão por corrupção ativa e formação de quadrilha, tomou posse ontem como deputado federal. Entre os 17 parlamentares que assumiram o mandato, estava Colbert Martins, preso na Operação Voucher, da PF. (Págs. 1, 3 e 4)

Cúpula chavista se reúne em Cuba

O vice-presidente Nicolás Maduro, o líder da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, e os principais ministros da Venezuela se reuniram ontem em Havana, onde o presidente Hugo Chávez está internado. À noite, Maduro e Cabello voltaram a Caracas. (Págs. 1 e 26)

125% mais presos por embriaguez

A Polícia Rodoviária Federal prendeu 723 motoristas dirigindo embriagados nas rodovias federais no Natal e no réveillon. O número é 125% maior que o de um ano atrás. Houve aumento de 11% no número de mortes. (Págs. 1 e 8)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo manobra e garante R$ 16 bi para cumprir meta

Operações envolveram BNDES, Caixa e Fundo Soberano e estão sendo criticadas até internamente

O Ministério da Fazenda fez, no fim do ano, uma série de manobras contábeis para aumentar receitas e cumprir a meta fiscal de R$ 139,8 bilhões de 2012. As operações garantiram o ingresso de R$ 15,8 bilhões nos cofres da União. Foram três atos, editados no último dia de 2012. No primeiro, o BNDES comprou, com títulos públicos, ações da Petrobrás que pertenciam ao Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização, onde estão depositados recursos do Fundo Soberano do Brasil (FSB). O Tesouro resgatou os títulos, o que injetou R$ 8,847 bilhões no caixa federal. O BNDES antecipou dividendos para a União e garantiu R$ 2,317 bilhões. A mesma ação foi adotada pela Caixa, o que resultou em R$ 4,69 bilhões. O "malabarismo" minou a credibilidade da política fiscal e está sendo criticado até dentro do governo. (Págs. 1 e Economia, B1)

Intervenção cambial é a maior desde 2008

O Banco Central fez em dezembro a maior venda de dólares das reservas internacionais desde a crise de 2008 para derrubar a cotação da moeda e compensar a saída de recursos do País. Até o dia 28, foram injetados US$ 5,5 bilhões no mercado de câmbio. O BC vendeu dólares das reservas com o compromisso de recompra, o que não era feito desde 2009. O Banco Central ainda fez leilões de contratos de câmbio de quase US$ 4 bilhões. (Págs. 1 e B1)

Chuva deixa 1 morto e 1,7 mil fora de casa no RJ

O temporal que atingiu o Estado do Rio ontem provocou a morte de uma pessoa e deixou mais de 20 feridos. Ao menos 1,7 mil pessoas perderam suas casas. Um homem continuava desaparecido até a noite. A morte aconteceu em Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O transbordamento de três rios deixou as ruas da localidade cobertas de lama. Carros foram levados pela enxurrada e havia entulho por toda parte. Pelo menos oito casas foram destruídas. (Págs. 1 e Cidades, C3)

Zeca Pagodinho
cantor, ele ajudou moradores

"Muitas famílias acabaram. Gente pobre, sofredora. Lá só tem um caminho, que está tomado de lixo. É um descaso".

Estado de SP também quer ter dívida renegociada

A renegociação da dívida com a União, apontada pelo prefeito Fernando Haddad (PT) como medida fundamental para a cidade retomar sua capacidade de investimento, também é pleiteada pelo governo estadual, do PSDB. Segundo o secretário da Fazenda, Andrea Calabi, o Estado tenta há pelo menos dez anos negociar com a União formas para diminuir o total pago. Os governos de Sergipe, Rio Grande do Sul, Bahia e Acre, todos do PT, também querem rediscutir seu débito. (Págs. 1 e Cidades, C4)

Usuário de crack terá internação involuntária

Um ano após o início da operação na cracolândia, o governo de SP vai fazer mutirão para internações involuntárias de dependentes químicos que ficam nas ruas da capital. A permissão de recolhimento será dada por um parente. A ideia é lançar o programa em dez dias, com apoio de psiquiatras, juízes, promotores e advogados. (Págs. 1 e Cidades, C1)

Foto-legenda: 'Consciência serena'

José Genoino fala, ao lado de petistas, ao assumir mandato na Câmara. Condenado à prisão, ele disse ter a 'consciência serena dos inocentes'. (Págs. 1 e Nacional, A4)

Celso Ming: Otimismo na agricultura

A próxima safra brasileira deve, de novo, ser recorde. A estimativa para a produção anual de grãos é animadora: espera-se crescimento de 8%. (Págs. 1 e Economia, B2)

Notas & Informações: Ameaça à responsabilidade fiscal

O governo tentou encobrir proposta de modificação na LRF (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Ainda dá para você comprar sem o novo aumento

A professora Simone Passos gastou R$ 3 mil, em 2012, com o material escolar das filhas, Fernanda e Débora. Este ano, fez as contas e concluiu: "Devo desembolsar R$ 1 mil a mais". Ontem, ela foi às compras, decidida a "fugir do tumulto" de última hora. Além de escapar do corre-corre, Simone deve se livrar de novo aumento de preço previsto para ocorrer nos próximos dias. No fim de 2012, o setor já havia elevado os valores de livros e outros itens didáticos entre 5% e 7%. "Até a próxima semana, saberemos se haverá alta", diz José Aparecido da Costa, presidente do Sindpel, sindicato que reúne livrarias e papelarias. (Págs. 1 e 26)

Foto-legenda: Rio de desespero

O Rio de Janeiro reviveu um dos seus maiores pesadelos. A chuva de ontem fez transbordar três rios, e várias cidades serranas e da Baixada Fluminense foram inundadas. Uma pessoa morreu e 1,2 mil estão desabrigadas. No município de Duque de Caxias (E), ruas inteiras estão destruídas. Em Xerém, região mais atingida, a solidariedade: o sambista Zeca Pagodinho resgatou moradores com seu quadriciclo. (Págs. 1 e 7)

Governo faz manobra e fecha contas

Um artifício contábil de R$ 76,5 bilhões — com dinheiro retirado até do chamado Fundo Soberano — foi a saída encontrada pelo Tesouro Nacional para cumprir a meta de superávit primário. (Págs. 1 e 9)

Genoino toma posse e diz não se constranger

Condenado pelo STF por corrupção e formação de quadrilha, o petista assume mandato de deputado federal e afirma se sentir "confortável". Segundo líderes da oposição, a situação é "constrangedora". (Págs. 1, 2 e 3)

Marina articula sigla e deve disputar GDF

De olho em 2014 e ancorada nos 611 mil votos recebidos no DF quando concorreu ao Planalto, ex-senadora corre para formar novo partido, que hoje já teria adesão de 14 parlamentares. (Págs. 1 e 5)

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Valor Econômico

Manchete: União usa fundo soberano para cumprir meta fiscal

A dificuldade para cumprir a meta de superávit de 2012 levou o governo a utilizar, pela primeira vez, o mecanismo de política fiscal anticíclica criado em 2008 junto com o Fundo Soberano do Brasil. Para engordar as receitas da União em dezembro, no último dia do ano foram sacados R$ 12,4 bilhões anteriormente investidos pelo Fundo Soberano do Brasil (FSB) em cotas do Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização (FFIE). O resgate representou 81% dessa "poupança", criada justamente para garantir o cumprimento da meta em anos ruins para as contas públicas.

O esforço de última hora para garantir o piso de superávit primário envolveu ainda novas antecipações de dividendos ao Tesouro Nacional pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Somadas, as três medidas — adotadas nos últimos dias do ano, mas divulgadas somente ontem — proporcionaram receita primária de aproximadamente RS 19,4 bilhões. Em operações viabilizadas pelo próprio Tesouro, que resgatou títulos da dívida pública em poder dessas instituições, a Caixa adiantou R$ 4,7 bilhões e o BNDES, R$ 2,3 bilhões. (Págs. 1 e A3)

Cresce venda de tratores e colheitadeiras

As vendas de máquinas agrícolas no ano passado surpreenderam favoravelmente o setor. A expectativa era de crescimento zero por causa das quebras nas colheitas de grãos no Sul do país e das restrições às exportações para Argentina, mas dados ainda preliminares indicam uma expansão da ordem de 5%, segundo a Anfavea, que reúne os fabricantes. Milton Rego, vice-presidente da entidade, estima que as vendas alcançaram 69 mil tratores e colheitadeiras. Agora, a Anfavea prevê um aumento entre 4% a 5% para o mercado doméstico neste ano. Uma das explicações para a melhora verificadas no ano passado foi a redução de 5,5% para 2,5% nos juros do Programa de Sustentação do Investimento, do BNDES. (Págs. 1 e B10)

Atraso nos projetos de telecom para Copa

A infraestrutura de telecomunicações e de tecnologia que o governo pretende erguer para apoiar os grandes eventos esportivos que acontecem no país a partir deste ano está com o seu cronograma em xeque. Até novembro, nenhuma licitação para aquisição de equipamentos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) havia sido concluída. A situação era a mesma na Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, criada pelo Ministério da Justiça em 2011 para montar uma rede integrada de segurança e inteligência nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.

Todos os projetos, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), se encontravam em fase de elaboração de termo de referência ou do edital.

A responsabilidade pelas comunicações e pela segurança que esses órgãos têm não é pequena. A Secretaria de Segurança para Grandes Eventos tem um orçamento de R$ 810,6 milhões que deverá ser usado para compra de uma série de equipamentos especiais, como viaturas equipadas com tecnologias capazes de realizar atividades de comando integrado em diversas áreas ou ainda veículos do tipo caminhão-baú, sem cabine, com câmeras localizadas em mastros telescópicos. No caso da Anatel, foram alocados R$ 47,3 milhões para projetos que envolvem fiscalização e monitoramento de equipamentos e radiofrequência, gestão do uso do espectro de telecomunicações e segurança da rede. (Págs. 1 e B2)

Governo apura reclamações contra bancos

Diante do grande número de reclamações de consumidores, o govemo está de olho no relacionamento dos bancos com seus clientes. Criada no ano passado, a Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, apura indícios de falta de informações e de clareza nos contratos de instituições financeiras. Dados obtidos pelo Valor apontam um aumento de 31,4% nas reclamações contra bancos nos Procons durante os 11 primeiros meses do ano passado, em comparação com o mesmo período de 2011. (Págs. 1 e C1)

Onda de calor acelera vendas de ar-condicionado e bebidas

O forte calor registrado em dezembro, com recordes de até 43,2° C no Rio de Janeiro e de 40,7° C no Rio Grando Sul, jogou a favor da economia. Fabricantes e varejistas confirmam aumentos - em alguns casos bastante expressivos - nas vendas de produtos como bebidas, protetores solares, inseticidas e, principalmente, ventiladores e aparelhos de ar-condicionado. A demanda foi tão grande que em algumas regiões houve falta de produtos, o que fez o comércio recorrer à indústria para reabastecer as gôndolas. Houve aumento de vendas inclusive em relação ao verão passado.

Na rede Extra, as vendas de aparelhos de ar-condicionado saltaram 257% e as de ventiladores, 150%. "Foi a maior venda registrada na história do Grupo Pão de Açúcar. O pico foi o dia 26 de dezembro", disse Fabbio Lopez Rovito, gerente comercial do Extra. Esses percentuais referem-se ao período de outubro a dezembro, mas a semana do Natal representou 70% desse crescimento. (Págs. 1 e B5)

PSDB prepara discurso para eleição de 2014

O PSDB foi buscar na velha guarda de economistas ligados ao partido nomes para dar as bases do discurso da candidatura do senador Aécio Neves à Presidência. Há uma constante nos debates: para crescer de 5% a 6% ao ano, o país precisa, na visão dos economistas e de Aécio, de um Estado menor e de mais parcerias com o setor privado. Armínio Fraga, Edmar Bacha e Pedro Malan se reuniram com ele ao menos quatro vezes em 2012, mas também o ex-senador Tasso Jereissati está envolvido no processo. (Págs. 1 e A7)

Retomada modesta

Depois de desacelerar em 2012, a economia brasileira deve reagir neste ano, puxada por um crescimento maior tanto do consumo quanto dos investimentos, prevê a professora Laura Barbosa de Carvalho, da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). (Págs. 1 e A4)

Hidrelétricas pagam mais pela água

Valor arrecadado com a compensação financeira cobrada às usinas hidrelétricas pelo uso da água para geração de energia elétrica aumentou 10% no ano passado, para R$ 2,2 bilhões. (Págs. 1 e B1)

Crise externa 'esvazia' o Rio

Apesar dos 700 mil turistas que compareceram à festa de réveillon em Copacabana, a taxa de ocupação nos hotéis cariocas ficou em 92,32%, uma queda de 5% em relação ao mesmo período de 2011. (Págs. 1 e B4)

Peru também barra carne brasileira

O Peru se tornou ontem o primeiro país da América do Sul a proibir a carne bovina brasileira devido ao caso de "vaca louca" no Paraná. Pouco significativo para as vendas, o Peru é o 9º país a oficializar algum tipo de embargo ao produto nacional. (Págs. 1 e B10)

BB deve criar banco de investimento

O Banco do Brasil estuda desmembrar sua área de mercado de capitais em um banco de investimento independente, em parceria como uma instituição privada. O modelo seria o mesmo usado na criação da BB Seguridade, junto com a Mapfre. (Págs. 1 e C1)

Custos trabalhistas

Superior Tribunal de Justiça inicia o ano com julgamento relevante para o custo da folha de pagamentos: a incidência de contribuição previdenciária sobre salário-maternidade, adicional de férias e aviso prévio indenizado, entre outras verbas. (Págs. 1 e E1)

Ideias: Gesmar Santos e Ana Sant'Anna

Uma política de incentivo ao uso racional dos agrotóxicos pode ser mais efetiva que as atuais ações de controle e punição. (Págs. 1 e A10)

Ideias: Armando Castelar Pinheiro

Se a economia acelerar, as margens empresariais devem subir com força e pressionar mais a inflação. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Funil apertado para os cotistas na UFMG

Cotas exigiram nota mais alta do que no geral em metade dos cursos para ir à 2ª etapa

No primeiro vestibular com o novo sistema, a UFMG reservou 12,5% das vagas em quatro modalidades de cotas, para estudantes de escolas públicas, autodeclarados negros, pardos ou indígenas e com renda familiar bruta menor que 1,5 salário mínimo. Em 66 dos 112 cursos, a nota de corte no Enem para avançar à 2ª etapa foi maior para os cotistas do que na livre concorrência. Considerando-se os cursos em que pelo menos uma modalidade de cota exigiu nota maior que a nota geral, o percentual sobe de 50% para 91%. Isso quer dizer que em apenas nove cursos, incluindo medicina, direito manhã, engenharia de produção e algumas cadeiras de música, a nota de classificação na livre concorrência foi maior do que para a reserva de cotas.

A Justiça Federal determinou que o MEC libere acesso imediato à correção das redações do Enem e não apenas em 6 de fevereiro, como previsto. (Págs. 1, 2 e 17)

113 mortos nas estradas de Minas

No balanço de acidentes entre 21 de dezembro e 2 de janeiro, estado foi o que registrou o maior número de óbitos. (Págs. 1 e 18)

Condenado, Genoino toma posse na Câmara

Considerado culpado de corrupção ativa e formação de quadrilha, o ex-presidente do PT José Genoino, que era suplente, assumiu como deputado federal na vaga de Carlinhos Almeida (PT-SP), eleito prefeito de São José dos Campos. Genoino disse sentir-se confortável. "Estou cumprindo a Constituição", afirmou com a Carta Magna na mão. (Págs. 1 e 3)

Chuva mata e desaloja 2 mil no Rio

Temporal em cidades da Baixada Fluminense, da Região Serrana e no município de Angra dos Reis deixou pelo menos um morto e oito desaparecidos. Em Xerém (D), distrito de Duque de Caxias, bairros inteiros foram soterrados e foi decretada situação de emergência. (Págs. 1, 8 e 9)

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Jornal do Commercio

Manchete: Hospital da Mulher vai virar realidade

Terreno de 30 mil m², no Curado, foi doado pelo Dnit para abrigar a unidade que vai realizar 250 cirurgias e 400 partos por mês. Obra começa em julho e inauguração está prevista para 2015. (Págs. 1 e Cidades, 2)

Qualquer fera pode pedir para rever a redação

A Justiça Federal no Ceará concedeu liminar para todos os candidatos do Enem. (Pág. 1 e capa dois)

Lei seca ficará ainda mais dura no Carnaval

Estado registra êxito da operação no fim de ano e vai intensificar as fiscalizações. (Págs. 1 e Cidades, 3)


 

Receita Federal

Agora quem recebe até R$ 1.710,78 está isento do Imposto de Renda. (Págs. 1 e Economia, 3)

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Zero Hora

Manchete: Ataque na Serra nasceu de aliança de bandos na Pasc

Acordo entre quadrilhas dentro da prisão deu origem a série de ofensivas com explosivos, como a que assombrou Cotiporã. (Págs. 1 e 36)

Trânsito: Número de acidentes e mortes cai na Capital

Ações contra o álcool ao volante e maior rigor nas blitze contribuíram para conter massacre nas ruas. (Págs. 1 e 30)

Mensalão: Ao assumir, José Genoino diz sentir-se "confortável"

Condenado pelo STF retorna à Câmara dos Deputados e abre debate entre a letra fria da Constituição e a ética. (Págs. 1, 6 e 7)

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Brasil Econômico

Manchete: STF e Congresso criam impasse no rateio de impostos entre estados

Ao considerar injusta a distribuição do Fundo de Participação dos Estados, o STF deu prazo até o dia 31 de dezembro para o Congresso fixar novo cálculo. Mas nenhuma decisão foi tomada e a divisão, embora inconstitucional, continua em vigor. (Págs. 1 e P6)

Brasil afugenta a pesquisa clínica, diz Antônio Britto

Sem conseguir avançar na inovação tecnológica, o governo Dilma prevê que 2013 será "um ano bom" graças às parcerias entre os ministérios envolvidos com o tema. Mas o presidente da Interfarma, Antônio Britto, não vê motivo para otimismo. Ele afirmou ao BRASIL ECONÔMICO que o país perde pesquisas clínicas para os concorrentes porque faz exigências muito rígidas. (Págs. 1, P4 e P5)

Importador não se ajustou ao fim da guerra fiscal

Para especialistas, as empresas não estão preparadas para as novas regras do ICMS de produtos importados. Ainda há dúvidas sobre a resolução aprovada em novembro. (Págs. 1 e P7)

Mercado vê bolsa em 70 mil pontos

Para analistas, fatores como crescimento da economia brasileira e o preço das commodities vão garantir um ano positivo para a BM&F. (Págs. 1 e P25)

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Fonte: Radiobrás

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

RESUMO DOS JORNAIS 03/01/2013

O Globo

Manchete: Balança comercial tem o pior resultado em 10 anos

Com 'ajudinha' da Petrobras, superávit ficou em US$ 19,4 bilhões em 2012

Pela primeira vez, China é a maior compradora e vendedora de produtos para o Brasil

Com crise internacional e queda nos preços dos principais produtos exportados pelo país, como minério de ferro, o Brasil registrou em 2012 o pior resultado da sua balança comercial em uma década. O ano fechou com superávit de US$ 19,4 bilhões. Em 2011, o saldo tinha sido de US$ 29,7 bilhões. Pela primeira vez na história, a China foi a maior compradora e fornecedora do Brasil. O saldo da balança só não foi pior porque a Petrobras ganhou prazo maior para registrar importações de combustíveis. (Págs. 1 e 19)

EUA: De abismo em abismo...

Câmara aprovou pacote que evita aumento de impostos. Mas, em fevereiro, novo round discutirá o limite da dívida. (Págs. 1 e 20)

Foto-legenda: Vivendo em perigo com ajuda oficial

Imóveis em escombros na encosta do Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, que deslizou há quase 3 anos, matando mais de 30 pessoas. Embora o prefeito Eduardo Paes tenha prometido, ao assumir seu segundo mandato, que até 2016 ninguém estará morando em área de risco no Rio, a comunidade ainda tem pessoas vivendo de aluguel - pago pela prefeitura - em imóveis condenados. Em Angra, uma forte chuva ontem à noite provocou alagamentos e deslizamentos. (Págs. 1 e 10)

Previdência privada terá mudança

Os fundos de previdência privada serão obrigados a alongar seus investimentos. Hoje, 60% desses recursos estão em títulos com correção pela Selic, que está em queda. O governo quer que apliquem, por exemplo, em projetos de infraestrutura. Eles terão até 2015 para se adaptar. Já fundos de estatais terão novo cálculo atuarial, de 6% para 4,5%, e, com isso, o ganho poderá cair. (Págs. 1 e 21)

Rio tem 5º caso de bala perdida

A região do Méier teve mais dois casos de bala perdida no réveillon: uma dona de casa, que está com o projétil na cabeça, e uma mulher grávida. Ambas escaparam, mas outras três morreram, desde o dia 21. (Págs. 1 e 13)

Oposição critica silêncio chavista

A uma semana da data marcada para a nova posse de Hugo Chávez, a oposição qualificou de insuficientes as informações dadas pelo governo sobre a saúde do presidente venezuelano e cobrou a verdade. (Págs. 1 e 25)

Chile prende 4 por morte de Jara

A Justiça chilena deteve 4 dos 8 militares acusados pela morte de Victor Jara, inclusive o tenente Hugo Sánchez, apontado como um dos dois autores dos 44 tiros que mataram o cantor e militante socialista em 1973. (Págs. 1 e 26)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: EUA aprovam projeto contra "abismo fiscal" e bolsas sobem

Proposta parcial tratou da questão tributária e deixou risco de corte automático dos gastos públicos para março

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou, nos últimos minutos do prazo fixado, projeto parcial de ajuste nas contas públicas que evita o chamado "abismo fiscal" e consequente nova recessão. Por 257 votos a favor e 167 contra, os congressistas mantiveram os cortes de impostos para a classe média e o aumento das taxas sobre os mais ricos. Como não houve acerto sobre gastos públicos, foi adiado para março o risco de o país enfrentar um corte automático de US$ 560 bilhões no setor até 2022 – US$ 110 bilhões somente neste ano – e uma possível suspensão dos pagamentos das obrigações da dívida, de fornecedores e servidores. Os mercados, tanto nos EUA quanto na Europa, reagiram bem à medida. A nova rodada de negociações será o primeiro desafio do segundo mandato de Barack Obama, que começa no dia 21. As conversas serão dificultadas pela piora do ambiente para diálogo entre republicanos e democratas. (Págs. 1 e Economia, B4)

'Acordo não reduz déficit'

Para o presidente do fundo de investimento Pimco, Mohamed El-Erian, o acordo aprovado ontem pelos congressistas faz "muito pouco para melhorar o panorama de médio prazo do déficit e da dívida do governo federal". (Págs. 1 e B4)

Reservatórios do NE estão abaixo do nível de segurança

Os reservatórios de água do Nordeste terminaram 2012 abaixo do limite de segurança para o abastecimento do mercado. Segundo relatórios do Operador Nacional do Sistema (ONS), a capacidade de armazenamento das usinas da região fechou dezembro em 32,2%. O limite mínimo era de 34%. No sistema Sudeste/Centro-Oeste, as hidrelétricas encerraram o ano com uma reserva média de água de 28,8% – apenas 0,8 ponto porcentual acima da curva de aversão ao risco. Como o ONS recalculou o risco para 2013, os reservatórios devem começar o ano acima do nível oficial de segurança. Desde o final de outubro, todas as térmicas existentes no País estão em operação. A partir de meados deste mês, entrará em operação a Termoelétrica de Uruguaiana, que vai acrescentar 639 MW ao sistema. "De qualquer forma, temos de rezar para chover", afirmou Marcelo Parodi, da comercializadora de energia Compass. (Págs. 1 e Economia, B1)

Mais rigor

O governo vai aprimorar a fiscalização da transmissão de energia para evitar apagões. (Págs. 1 e B1)

Foto-legenda: A posse do condenado

Ex-presidente do PT, condenado pelo STF, o petista José Genoino (foto) esteve na Câmara, acompanhado de sua filha Mariana, na véspera de assumir o mandato como suplente. Ele volta após dois anos afastado do Congresso, por não ter sido eleito em 2010. (Págs. 1 e Nacional, A5)

Governo está disposto a renegociar dívida de SP

O governo federal está disposto a discutir a reestruturação da dívida de São Paulo com a União, mas teme que isso desencadeie uma onda de pedidos de renegociação por parte de outros prefeitos e governadores. Integrantes da equipe econômica reconhecem que a situação de São Paulo é complicada. Nos últimos 12 meses, apenas R$ 1,9 bilhão foi efetivamente abatido do total do endividamento, estimado em cerca de R$ 50 bilhões. (Págs. 1 e Cidades, C1)

Suspeita de corrupção

Dois chefes de gabinete nomeados por Haddad estiveram envolvidos em escândalos recentes nos governos federal e do Estado. (Págs. 1 e C1)

Chuva dificulta retorno à capital

Quem deixou para retornar ontem do litoral enfrentou congestionamentos nas principais estradas de acesso à capital e ao interior. Chuva e carros quebrados dificultaram ainda mais a volta a São Paulo. No litoral norte, o trânsito ficou complicado na Rio-Santos. A Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, que liga o litoral sul à Baixada Santista, foi a que teve tráfego mais lento. (Págs. 1 e Cidades, C3)

Chefe da Antaq tratava de negócios com acusado na Porto Seguro

Telefonema interceptado pela Polícia Federal em 16 de novembro de 2012 mostra o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Pedro Brito, discutindo processos de interesse da máfia dos pareceres com o ex-senador Gilberto Miranda, denunciado no caso por corrupção ativa. Na gravação, eles se referem a um empreendimento portuário como "nosso" e conversam sobre os efeitos do novo marco regulatório do setor, que seria editado pela presidente Dilma Rousseff em 6 de dezembro. Segundo a PF, o ex-senador tem participação em empresas que dependiam de medidas da Antaq, como o complexo na Ilha de Bagres, em Santos. Em nota, Brito diz que não tem "nenhuma relação especial" com o ex-senador. (Págs. 1 e Nacional, A4)

Juiz garante vista à redação do Enem

Uma estudante do Rio conseguiu na Justiça o direito de ver a correção da prova de redação do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e pedir revisão da nota. Ela espera ter a pontuação alterada até segunda-feira, quando começam as inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para o preenchimento de 129 mil vagas no ensino superior. (Págs. 1 e Vida, A11)

Celso Ming: Infarto adiado

Os grandes problemas fiscais dos EUA estão longe de terem sido resolvidos. A agonia continua pelos próximos dois meses. (Págs. 1 e Economia, B2)

Notas & Informações

Fora do abismo, mas com riscos

O presidente Barack Obama ainda terá de enfrentar novas negociações com a oposição. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Aumentos em série abrem o novo ano

Entre as despesas que vão ficar ou já estão mais pesadas no DF, figuram mensalidade e material escolar, aluguel da casa, seguro do carro, IPTU, Dpvat. Já o IPVA custará menos para 94% dos donos de veículos. (Págs. 1 e 19)

Escolas: Mensalidade teve alta de 9% a 13% oficialmente. Mas houve caso de 15%.

Material escolar: Preço de itens de papelaria e livros didáticos subiram entre 5% e 7%.

IGP-M: Índice usado para corrigir o aluguel de imóveis fechou o ano em 7,82%.

Viagens: Pacotes turísticos para o verão estão pesando no bolso, em média, 10% a mais.

Seguro de carro: Empresas elevam em 20% o valor dos novos contratos no Distrito Federal.

Dpvat: Com alta, donos de carro de passeio pagarão R$ 105,65. De moto, R$ 286,75.

TLP: Aumento de 7,52% faz Taxa de Limpeza Urbana de residências subir para R$ 235.

Água: Em 2012, o reajuste foi de 11,2%. O deste ano será definido somente em março.

IPTU: Será de 5,39%, no DF, a correção do Imposto Predial e Territorial Urbano.

Venezuela: Sem Chávez, país vive na incerteza

O grave estado de saúde do presidente reeleito deixa dúvidas sobre o futuro do governo a uma semana da posse. (Págs. 1 e 14)

Mistério: Brasiliense desaparece no Peru

O estudante da UnB Arthur Paschoali, 19 anos, foi visto pela última vez no dia 21, quando saiu para fotografar uma montanha. (Págs. 1 e 15)

Foto-legenda: O mundo aplaude, Brasília depreda

Consideradas ícones do design contemporâneo pelo Museu de Arte Moderna de Nova York, placas de sinalização de Brasília são alvos de vandalismo. Em 2012 foram gastos R$ 1,5 milhão para reparar as peças danificadas. (Págs. 1 e 25)

Condenado pelo STF, Genoino vai virar deputado

Petista desembarcou ontem em Brasília (foto) para assumir hoje vaga na Câmara. Réu no caso do mensalão, ele foi punido com 6 anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha, mas só deve perder o mandato quando o processo transitar em julgado, o que pode ocorrer nos próximos meses. (Págs. 1, 2 e 3)

Crise: EUA escapam, por enquanto, do abismo fiscal

Acordo costurado entre a Casa Branca e o Congresso evita catástrofe econômica, mas ainda há impasse sobre corte de gastos. (Págs. 1 e 8)

Simulação: Vereadora do PT fingiu que foi sequestrada

Segundo a polícia, Ana Holleben, de Ponta Grossa (PR), simulou ter sido levada por bandidos para não votar na eleição da Câmara. (Págs. 1 e 4)

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Valor Econômico

Manchete: Concessão de ferrovias atrai investidor novato

O pacote de concessões de ferrovias, cujas primeiras licitações estão previstas para o primeiro semestre do ano, está atraindo a atenção de companhias que não atuam nesse setor. Dispostas a diversificar seu portfólio de negócios, grupos como Odebrecht TransPort, CCR, Invepar e JSL já anunciaram interesse na atividade.

A fórmula que o governo usará para fazer a concessão das ferrovias é parecida com a aplicada nas licitações das estradas. Será declarada vencedora a proposta que apresentar a menor tarifa a ser cobrada do usuário no transporte de carga em cada trecho. (Págs. 1 e B1)

Discussões tributárias de volta ao STF

Com o fim do julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal retoma a análise de questões tributárias vitais para empresas e governo. Hoje, 109 temas fiscais com repercussão geral aguardam julgamento pelo SIF. Para tributaristas, está claro que o Supremo vai priorizar ações tributárias, que por falta de definição pela Corte estão com julgamentos suspensos nos tribunais estaduais e federais. Uma das ações é a que definirá se a União pode cobrar IR e CSLL sobre o lucro de coligadas ou controladas no exterior por empresas brasileiras antes da disponibilização dos recursos no país. Estariam em discussão R$ 36,6 bilhões, segundo o governo, valor considerado subestimado, pois só da Vale são cobrados mais de R$ 30 bilhões. (Págs. 1 e E1)

Recorde de automóveis emplacados

Melhor ano das montadoras no Brasil, 2012 terminou com 3,63 milhões de carros emplacados, cerca de 6% a mais do que o também histórico desempenho de 2011. O resultado confirma a eficácia das medidas de estímulo concedidas pelo governo federal ao setor. Só em dezembro, a corrida dos consumidores às lojas para aproveitar os últimos dias da redução máxima do IPI rendeu um volume próximo a 344 mil carros licenciados, no quarto melhor desempenho de um mês na história do setor no país. O volume superou em 4,4% o desempenho de um ano antes, apesar de dois dias úteis a menos, segundo números preliminares da consultoria Oikonomia. (Págs. 1 e B7)

Saldo comercial de 2012 recua uma década

A previsão de um cenário de incerteza e volatilidade no comércio internacional em 2013 contribui para uma grande variação nas estimativas de especialistas para o saldo da balança comercial brasileira. Enquanto alguns apontam para um grande aumento do superávit comercial, outros acreditam na continuidade da tendência de redução do saldo.

A média das estimativas de 11 consultorias e instituições financeiras consultadas pelo Valor Data aponta para um superávit de US$ 19 bilhões na balança comercial neste ano, mas as previsões variaram de US$ 10,1 bilhões a até US$ 31,8 bilhões. No ano passado, a balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 19,4 bilhões, o menor desde 2002. (Págs. 1 e A10)

Cartão pré-pago espera regra do BC para crescer

Os cartões pré-pagos deverão ter um papel importante na continuação do processo de inclusão bancária. Esse tipo de cartão promete substituir o dinheiro vivo em transações de menor valor e trazer para os meios eletrônicos de pagamento quem está fora do sistema financeiro. Até agora, a maioria dos projetos com esses cartões está sendo tocada por empresas de pequeno porte e não por grandes bancos, isso porque o Banco Central ainda precisa regulamentar alguns pontos importantes do funcionamento dos pré-pagos, como mecanismos para evitar a lavagem de dinheiro. Espera-se que essas normas sejam anunciadas neste início de ano. (Págs. 1 e C1)

Acordo com pouco a comemorar

O acordo aprovado no Congresso dos EUA sobre o déficit no orçamento federal do país representa, na melhor das hipóteses, um intervalo confuso na saga do abismo fiscal. Não há heróis. Há certo alívio, mas nada a comemorar. Nada grandioso aconteceu.

O pacote de medidas negociado com o governo e só aprovado depois de tensas discussões com os congressistas inclui desde o primeiro grande aumento de impostos em 20 anos até a renovação de uma isenção fiscal para os lucros auferidos por empresas na Samoa Americana. (Págs. 1, A7, B8 e C2)

Inflação pressionada

Queda na tarifa de energia e volta à normalidade da trajetória dos alimentos após choque das commodities serão os principais pontos de alívio à inflação em 2013, mas IPCA seguirá na casa dos 5,5%. (Págs. 1 e A2)

MEC lidera desembolsos

O Ministério da Educação foi o órgão do governo federal que mais investiu em 2012, deixando para trás pastas responsáveis por grandes obras de infraestrutura. De janeiro a outubro, foram R$ 8,28 bilhões. Págs. 1 e A3)

Metrus amplia base de clientes

O Metrus, fundo de pensão dos funcionários do Metrô paulistano, passará a atuar como um fundo multipatrocinado, oferecendo previdência privada e plano de saúde para o público em geral. "Nosso diferencial é o seguro saúde, bem avaliado pela ANS", diz Fábio Mazzeo. (Págs. 1 e B4)

Aposta no monotrilho

Com dois contratos já assinados e de olho nas possibilidades da difusão do modal no país, o grupo fluminense MPE, em parceria com Scomi, da Malásia, constrói duas fábricas de monotrilhos, no Rio e em Manaus. (Págs. 1 e B6)

Más condições de trabalho

As ações da MRV tiveram a maior queda do Ibovespa ontem, com a inclusão da construtora na lista de empresas que submeteram empregados a condições análogas à escravidão. A Caixa suspendeu novos contratos de crédito com a companhia. (Págs. 1 e B7)

Receita caseira

O ano começa com a renovação dos votos de confiança dos analistas no crescimento da economia doméstica. Das dez ações recomendadas na primeira edição de 2013 da Carteira Valor, sete dependem, principalmente, do consumo interno. (Págs. 1, D2 e D3)

Protesto de dívida ativa

Para baratear e tentar acelerar a cobrança de débitos tributários e não-tributários, o governo federal passou a autorizar o protesto de valores inscritos na dívida ativa da União, Estados e municípios. (Págs. 1 e E1)

TRT-SP derruba multa por cotas

Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo reverte condenação de empresa que não conseguiu preencher as vagas destinadas a deficientes físicos e reabilitados. A companhia respondia a ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho. (Págs. 1 e E1)

Novo Código Penal

A tramitação do projeto do novo Código Penal no Senado foi suspensa a pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A intenção é aprofundar o debate sobre o texto, que já recebeu mais de mil emendas e quase sete mil sugestões da sociedade civil. (Págs. 1 e E1)

Ideias: Cristian Klein

Com ou sem "pibão" neste ano, Dilma caminha para a sucessão em 2014 tão, ou mais forte que seus antecessores.(Págs. 1 e A5)

Ideias: Alexandre Schwartsman

A política de enfraquecimento deliberado do real teve um efeito negativo relevante sobre o investimento. (Págs. 1 e A9)

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Estado de Minas

Manchete: Imprudência em mão dupla

Motoristas e pedestres dividem a culpa por atropelamentos em BH

Mapeamento inédito feito pela BHTrans aponta os 20 cruzamentos no Centro da capital com maior risco para pedestres. Além do grande número de pessoas em circulação, são pontos com problemas diversos, como tempo do semáforo que não prioriza quem está a pé ou sinalização inexistente. Mas a maior causa dos acidentes é a imprudência, como desrespeito às leis de trânsito. Dos 85 atropelamentos analisados pela pesquisa na região em 2012, 36% foram causados por motoristas, mesmo percentual atribuído aos pedestres. O estudo vai orientar campanha de conscientização para evitar acidentes. (Págs. 1 e 17)

Congresso: Bancada busca mais dinheiro e obras para MG

O empenho dos parlamentares mineiros para cumprir metas pode destinar bilhões de reais para o estado este ano. Só as prefeituras receberiam quase R$ 1 bi com a derrubada do veto do projeto dos royalties do petróleo e com a aprovação do marco regulatório da mineração. Já as obras previstas no orçamento federal, como duplicação da BR-381, revitalização do anel e ampliação do metrô, teriam garantidos quase R$ 10 bilhões. (Págs. 1 e 3)

Câmara de BH: Mais de 500 projetos em apenas um dia

Um dia depois de empossados, os vereadores fizeram uma verdadeira corrida pela paternidade de futuras leis. Foram 524 projetos protocolados, que causaram até fila de assessores dos parlamentares na Câmara. A correria se justifica, porque muitas propostas são cópias de outras já apresentadas. (Págs. 1 e 4)

Alívio nos EUA

Câmara aprova acordo que evita abismo fiscal. (Págs. 1 e 13)

Enem

Alunos exigem que notas de redação sejam revistas. (Págs. 1 e 19)

Ano Novo e IPI aceleram preços de carro zero

Além do esperado reajuste causado pelo fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados, consumidores tiveram um surpresa depois da virada do ano. Os modelos 2013 da Volkswagen, Chevrolet e Ford estão chegando ao mercado com aumento de até 1,4%, de carona com a alíquota do IPI, que este mês atinge 2% para os veículos 1.0. (Págs. 1 e 10)

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Jornal do Commercio

Manchete: Ônibus sobe de 5,75% a 13%

Empresas pedem o valor maior para o aumento das passagens, enquanto o Grande Recife Consórcio tenta manter o reajuste atrelado ao IPCA. Decisão será tomada pelo Conselho Superior de Transportes em reunião marcada para amanhã. (Pág. 1 e Capa Dois)

Material escolar está em média 10% mais caro

Aumento informado por lojas e distribuidores é ainda maior para algumas marcas. (Págs. 1 e Economia, 1)

Justiça concede direito de fera rever redação

Decisão garante a aluna do Rio acesso à prova para avaliar se nota do Enem foi justa. (Págs. 1 e 10)

Chuva leva esperança ao interior

O otimismo tomou conta das vítimas da pior seca dos últimos 40 anos e deve continuar chovendo até domingo, segundo meteorologistas. No Sertão, maiores precipitações ocorreram em Serra Talhada e Ouricuri. Págs. 1 e Cidades, 1)

Modelo morre em condições misteriosas

Cearense Camila Bezerra, 22 anos, trabalhava na China e caiu do 14° andar de prédio. Mãe não acredita em suicídio. (Págs. 1 e 9)

Foto-legenda: Posse

No alto, Geraldo empossa equipe com descontração. Acima, o homossexual Jajá assume como vereador de Caruaru prometendo quebrar tabus. (Págs. 1, 3, 4 e 7)

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Zero Hora

Manchete: Frota cresce 10 vezes mais do que rodovias asfaltadas

Enquanto o número de veículos aumentou 59% nos últimos 11 anos no Rio Grande do Sul, extensão de quilômetros com asfalto de estradas federais e estaduais subiu apenas 5,7%. (Págs. 1, 28 e 29)

Polêmica à vista: Proposta para mudar a bandeira do Brasil

Deputado do Rio de Janeiro quer incluir a palavra "amor" na faixa "Ordem e Progresso". (Págs. 1 e 31)

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Brasil Econômico

Manchete: Superávit comercial é o menor em 10 anos e não se recupera em 2013

Como reflexo de preços baixos nos produtos básicos e de vendas menores de manufaturados, exportações caíram 5,3% em 2012, contra queda de 1,4% nas importações. Saldo ficou em US$ 19,4 bilhões e Fazenda não prevê mudança para este ano. (Págs. 1 e P6)

Gestor de fundos vai encarar mais riscos

Com juros baixos e retorno modesto de opções tradicionais, administradores terão de ser menos conservadores. (Págs. 1 e P24)

Pragas que assolaram a aviação comercial

Entre os fatores que mais prejudicaram o setor estão o preço dos combustíveis e o câmbio. E a demanda continua a cair. (Págs. 1 e P4)

Bolsas disparam com alívio fiscal nos EUA

Aprovação na Câmara, de maioria republicana, do acordo fechado no Senado deu fôlego ao governo Obama, mas não elimina os gargalos do orçamento americano. (Págs. 1 e P28)

MRV entra na lista de trabalho escravo

Pela segunda vez, a construtora mineira é acusada desse crime pelo Ministério do Trabalho e é excluída de financiamentos da Caixa Econômica Federal. (Págs. 1 e P14)

Para os hermanos

BR Foods desembolsa US$ 40 milhões e adquire a argentina Avex, de olho no consumo interno de frangos. (Págs. 1 e P15)

Mãos à obra

Com pouco mais de dois anos de vida, a Dr. Resolve, de David Pinto, já estuda expansão para o mercado externo. (Págs. 1 e P18)

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Fonte: Radiobrás

RESUMO DOS JORNAIS 02/01/2013

O Globo

Manchete: Capitais começam 2013 com corte de gastos

Paes reduz em 10% despesas com cargos de confiança; Haddad quer renegociar dívida

Em Salvador, neto de ACM fala em 'apertar o cinto' e diz que não tolerará corrupção; pelo país, novos prefeitos acenam com promessas de austeridade e gestão mais profissional, com perspectiva de redução de custos

Depois de um ano de crescimento econômico baixo, a preocupação com o corte de gastos deu o tom dos discursos dos prefeitos, novos ou reeleitos, que tomaram posse ontem. Reeleito no Rio, Eduardo Paes (PMDB) anunciou redução de 10% no total dos gastos com cargos de confiança. Em Salvador, ACM Neto (DEM) prometeu "apertar o cinto e gastar com aquilo que é necessário". Em Recife, Geraldo Júlio (PSB), afilhado político do governador Eduardo Campos, extinguiu duas secretarias e mais de 600 cargos, sinalizando um choque de gestão. Em Manaus, Arthur Virgílio (PSDB) anunciou redução do próprio salário, que havia sido aumentado pela Câmara. Em São Paulo, Fernando Haddad (PT) disse que quer renegociar a dívida com o governo federal. Paes também baixou decreto instituindo ponto biométrico para médicos de hospitais públicos. (Págs. 1 e 3 a 11)

Índia testa versão do Bolsa Família

O governo fará depósitos mensais nas contas de 200 mil indianos, e a identidade dos beneficiários será aferida por biometria. A ampliação do programa, inspirado no Bolsa Família, esbarra na baixa inserção bancária. (Págs. 1 e 26)

PT começa, enfim, a admitir erros

O presidente do PT, Rui Falcão, disse que, entre os erros cometidos pelo PT nos dez anos à frente do governo federal, o principal foi ter seguido práticas que considera correntes em outros partidos. (Págs. 1 e 3)

CVM multou três vezes mais no ano

A Comissão de Valores Mobiliários aplicou R$ 134,6 milhões em multas a empresas, executivos e investidores em 2012, três vezes mais do que em 2011. Além disso, foram fechados 38 acordos para encerrar inquéritos. (Págs. 1 e 20)

Na Europa, ano novo com alta de tarifas e greve

Nos países que estão no centro da crise financeira europeia, o ano começa com aumento de tarifas de transporte e energia (na Espanha) e redução de salário mínimo em 20% e greve no metrô (na Grécia). (Págs. 1 e 20)

Câmara dos EUA trava acordo fiscal

Após o Senado ter aprovado nas primeiras horas de ontem, por 89 a 8, um pacote fiscal que poderia evitar a recessão nos EUA neste início de ano, a Câmara não votou as medidas. Reunidos até à noite, republicanos não concordavam com o que fora aprovado pelos senadores. Sem acordo, americanos já enfrentam a partir de hoje alta de impostos e cortes de US$ 110 bi em despesas, inclusive na saúde. (Págs. 1 e 19)

Discurso de paz inesperado na Coreia do Norte

No seu pronunciamento de ano novo, o ditador norte-coreano Kim Jong-un defendeu o fim da confrontação com a Coreia do Sul. "O passado mostra que isso não leva a nada, a não ser à guerra", disse. (Págs. 1 e 25)

Miriam Leitão: Dúvidas de sobra em 2013

Da Venezuela aos EUA, passando pelo Brasil. (Págs. 1 e 20)

Artur Xexéo: O apagão e o fundo do poço

O Galeão é o pior aeroporto do mundo. (Pág. 1 e Segundo Caderno)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Haddad diz que prioridade é renegociar dívida de SP

Para novo prefeito, apesar de orçamento milionário, Município perdeu 'capacidade de investimento'

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, tomou posse ontem elencando a renegociação da dívida do Município como uma das prioridades de sua gestão. Haddad afirmou que, por causa da obrigação de pagar R$ 4 bilhões por ano à União, o Município perdeu a capacidade de investimento. Além de negociar a mudança do indexador, ele disse que é preciso buscar parcerias com governo federal e iniciativa privada. O prefeito ainda apontou o combate à miséria, o investimento em moradia e a melhoria dos serviços de saúde e educação como preocupações. Ele pretende sugerir que a cidade sirva de laboratório para o Programa de Erradicação da Miséria. Nem a presidente Dilma Rousseff nem o ex-presidente Lula compareceram à posse. Com o apoio do PSD, José Américo (PT) vai presidir a Câmara. (Págs. 1 e Cidades, C1)

'Atitude republicana'

"Não recusarei um único centavo do governo de São Paulo, o que é de direito do paulistano", disse Haddad.

Oposicionistas fazem discursos de conciliação

Até os prefeitos de oposição que tomaram posse ontem por todo o país fizeram discursos de conciliação e evitaram críticas ao governo Dilma Rousseff, seja pela necessidade de recursos federais, seja pela indefinição das alianças políticas para 2014. O prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM), disse que "a eleição acabou, é hora de descer do palanque". Márcio Lacerda (PSB), reeleito em Belo Horizonte, com apoio do tucano Aécio Neves, ressaltou que a capital mineira "por meio de parcerias com o governo do Estado e com o governo federal está tendo o maior volume de obras de sua história". Em 59 cidades, o novo prefeito não tomou posse. (Págs. 1 e Nacional, A4)

Câmara dos EUA resiste a texto contra 'abismo fiscal'

O acordo tributário para evitar o "abismo fiscal" nos EUA foi parcialmente aprovado no Senado, por 89 votos a 8 e com a interferência do vice-presidente, Joe Biden, mas ainda enfrentava resistência tanto entre republicanos quanto entre democratas, ontem à noite, na Câmara dos Deputados. A avaliação é de que o texto dificilmente será aprovado sem emendas, o que levaria a proposta de volta para análise do Senado. Sem o aval das duas casas, US$ 110 bilhões em despesas federais começariam a ser cortados hoje e benefícios para os contribuintes desapareceriam, o que provocaria nova recessão. (Págs. 1 e Economia, B1)

Ministro diz que Chávez está 'estável'

Depois de comunicado pessimista sobre sua saúde, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, passou o último dia de 2012 "tranquilo e estável", segundo o ministro de Ciência e Tecnologia, Jorge Arreaza. Ele divulgou que o presidente esteve com as filhas no réveillon e pediu que os venezuelanos não acreditem em "rumores mal-intencionados". Caso Chávez não possa assumir o poder, no dia 10, novas eleições têm de ser convocadas. (Págs. 1 e Internacional, A6)

PF adiou ação após escuta envolver Rose

Descoberta de indícios de ligação da ex-chefe da Presidência em SP Rosemary Noronha e do então advogado-geral adjunto da União José Weber Holanda com a máfia dos pareceres fez a PF adiar a Operação Porto Seguro por 8 meses para recolher provas. (Págs. 1 e Nacional, A5)

Ponte de safena será menos traumática

Uma nova técnica para retirada da veia da perna tornará a cirurgia de ponte de safena mais simples e menos traumática. O procedimento passará a ser

Foto-legenda: Fim de feriado

A Rodovia dos Imigrantes registrou pontos de lentidão com a volta dos turistas que passaram o réveillon no litoral de São Paulo. Dos 560 mil veículos que desceram a serra desde o dia 27, cerca de 350 mil retornaram para a capital. Ciclistas e curiosos foram passear na Avenida Paulista, que reuniu mais de 2 milhões de pessoas na passagem de ano. (Págs. 1 e Cidades, 3 e 4)

Rolf Kuntz: Mais voluntarismo

O governo encerrou 2012 com promessa de tempos melhores, mas sem formular sequer um bom propósito de ano-novo. Pelo menos em público. (Págs. 1 e Economia, B4)

Luiz Zanin: A felicidade possível

O futebol floresce na Europa, à margem da crise econômica. O dinheiro jorra de fontes misteriosas, para os mega clubes não há tempo ruim. (Págs. 1 e Esportes, E2)

Notas & Informações

O Brasil na Antárdida

O problema não é falta de dinheiro no Programa Antártico Brasileiro, mas falta de prioridades. (Págs. 1e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Cai o número de mortos no trânsito do DF

Pelos dados do Detran, 411 pessoas morreram em 2012, 11,6% a menos que no ano anterior. A quantidade de óbitos nas vias é a menor dos últimos 17 anos. Mas a média de mortos em acidentes no Distrito Federal ainda é alta: mais de um por dia. (Págs. 1 e 17)

Lei seca provoca corrida a táxis

Punição mais rígida para quem é flagrado dirigindo após tomar bebida alcoólica fez com que muitos brasilienses deixassem o carro em casa na hora de festejar a chegada do ano-novo. (Págs. 1 e 18)

Prefeituras serão teste para 2014

Empossados ontem, os novos prefeitos das capitais colocarão à prova a capacidade administrativa dos partidos, consolidando ou destruindo forças para as próximas eleições. Em São Paulo, o PT aposta em Fernando Haddad para tomar o poder no Estado. (Págs. 1, 2 a 6, 22 e Visão do Correio, 10)

Abismo fiscal mobiliza os EUA

Depois de acordo no Senado, proposta de Obama – para evitar que a maior economia do planeta caia de novo em recessão – é discutida na Câmara. (Págs. 1 e 8)

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Valor Econômico

Manchete: Indústria deve ter 'folga' de custos de 20% em 2013

As medidas anunciadas pelo governo ao longo de 2012 para aumentar a competitividade da economia brasileira, como desonerações na folha de pagamentos e redução do preço da energia, podem levar o setor manufatureiro a encerrar 2013 com uma "folga" de 15% a 20% nos custos. De 2001 a 2011, aumentos do custo unitário de produção da energia elétrica, de insumos domésticos não comercializáveis e, principalmente, do trabalho fizeram com que produzir no Brasil ficasse 8,5% ao ano mais caro em reais e 12,2% em dólares, por causa da apreciação cambial.

A indústria brasileira de transformação enfrentou uma década de escalada dos custos de produção e passou por profundas alterações desde a crise de 2008, tornando-se menos competitiva e mais "pobre". Na média, a indústria produziu, no terceiro trimestre do ano passado, 3% menos que em igual período de 2008. Na mesma comparação, o volume de vendas no varejo foi 35% maior. Entre os 27 setores pesquisados pelo IBGE, 12 produzem menos hoje do que há quatro anos. Em cinco deles, a produção caiu mais de 15%. (Págs. 1 e A12)

Economistas preveem PIB acima de 3%

O cenário traçado por economistas consultados pelo Valor Data mostra que o crescimento da economia brasileira deve superar 3% neste e no próximo ano, deixando para trás o desempenho medíocre da primeira metade do mandato de Dilma Rousseff – o que, ao lado do desemprego baixo, pode ser um trunfo no processo eleitoral de 2014. Além da expectativa de retomada do setor industrial, os economistas preveem que o consumo das famílias continuará forte e haverá alguma recuperação do investimento. A política de real mais desvalorizado e de juros menores também será mantida, na avaliação dos analistas. (Págs. 1 e A3)

Aplicação não tradicional traz melhores resultados

Os investidores que mais ganharam no ano passado foram os que apostaram em aplicações não tradicionais, tanto na renda fixa como na variável. Na bolsa, os destaques foram as empresas de baixo valor de mercado (as "small caps"), com valorização de 28% em 2012, ante o avanço de 7,4% do Ibovespa.

Embalado pelo cenário externo avesso ao risco, o ouro não desapontou os investidores e teve alta de 15,3%. Um pouco mais atrás, o IBrX-50, índice que reúne as cinquenta ações mais negociadas da BM&FBovespa, avançou 10% no ano. (Págs. 1 e D1)

Prefeitos adotam práticas de gestão da iniciativa privada

Em seu discurso de posse, ontem, o prefeito reeleito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), prometeu avançar no que chamou de "gestão de alto desempenho", com regras mais rígidas, por exemplo, na contratação de aditivos em convênios.

Em maior ou menor grau, o destaque a gestões mais 'técnicas', com a adoção de práticas da iniciativa privada no setor público, marcou a posse de outros prefeitos. Em São Paulo, Fernando Haddad (PT), estabeleceu como metas a renegociação da dívida da cidade e a adoção de parcerias com a iniciativa privada para aumentar a capacidade de investimento da prefeitura. (Págs. 1 e A5 a A8)

Captação externa é recorde

As captações externas do Brasil foram recorde em 2012. República, bancos e empresas emitiram US$ 50,8 bilhões em bônus, quantia 30,6% superior à de 2011 e 23% superior ao recorde anterior, de US$ 41,3 bilhões, em 2010. O início de 2013, tende a manter o ritmo aquecido, com cerca de cinco operações já prontas para ir a mercado em janeiro – se o desfecho das negociações em torno do "abismo fiscal" nos Estados Unidos permitir. Mas as taxas baixas pagas pelos emissores não devem cair muito mais, segundo banqueiros ouvidos pelo Valor.

A maior parte do dinheiro captado em 2012, entretanto, não entrou no Brasil, ficou no caixa das empresas lá fora e usado para pagar fornecedores ou para capital de giro. (Págs. 1 e C1)

Web domina tendências tecnológicas

Dez entre as dez tendências tecnológicas que farão mais sucesso em 2013 estão relacionadas à internet, com dependência moderada ou total, de acordo com o serviço analisado. A quarta geração de telefonia móvel (4G) será um dos destaques, usada essencialmente para o tráfego de dados e colocando o usuário em contato com a web por meio do celular. As telas desses aparelhos tendem a ser cada vez maiores para facilitar a navegação, ao contrário dos tablets, que devem 'encolher'.

Os televisores, que há anos perderam a posição de destaque na sala de estar, voltam com força, conectados à internet e com telas gigantes, de até 84 polegadas, em 3D. Há muito tempo prometida, a substituição da tradicional carteira de couro pela carteira digital deve começar no país. São novos dispositivos que permitem o pagamento eletrônico de contas, já anunciados no ano passado por operadoras, bancos e fabricantes de softwares, mas que esperam regulamentação para entrar efetivamente em funcionamento comercial. (Págs. 1 e B2)

Ajuste fiscal

Para obter a meta cheia de superávit primário do setor público de 3,1% do PIB sem desconto dos investimentos do PAC, governo terá de fazer esforço adicional equivalente, no mínimo, a 0,55% do PIB. (Págs. 1 e A2)

Governo evita meta para exportação

O governo inicia 2013 sem meta para as exportações e cogita seguir assim por todo ano, devido às incertezas do mercado internacional, com fatores que escapam totalmente ao controle. (Págs. 1 e A4)

Indústria de pneus derrapa

Apesar do recorde na venda de carros e das medidas do governo contra os importados, a indústria nacional de pneus teve o segundo ano consecutivo de queda na produção, afetada pela concorrência asiática. (Págs. 1 e B1)

Suzano reforça a blindagem

Com venda de participação nas hidrelétricas de Capim Branco I e II, por R$ 320 milhões, a Suzano Papel e Celulose reforça sua estrutura de capital para fazer frente aos projetos de expansão. "Empresa ficará mais líquida nos próximos anos", disse André Dorf. (Págs. 1 e B5)

Apostas a longo prazo

Cenário de juros baixos e estáveis por período prolongado e inflação ainda elevada deve pautar comportamento do investidor de renda fixa em 2013, com ampliação dos prazos das aplicações. (Págs. 1 e C2)

Seguro de eventos ganha força

Mesmo com a recente onda de cancelamentos de shows internacionais no Brasil e venda de ingressos abaixo do esperado, seguro para eventos deve crescer a taxas de 40%. A Allianz, que responde por 90% do mercado, movimentou R$ 500 milhões em 2012. (Págs. 1 e C10)

Ciclo decenal indica bolsa em alta

Com base na teoria dos ciclos decenais, grafistas apontam a possibilidade de o Ibovespa ultrapassar em 2013 seu pico histórico, de cerca de 74 mil pontos, alcançado em maio de 2008. Momento de compra seria a partir dos 63.500 pontos. (Págs. 1 e D2)

Compra de terra por estrangeiro

O Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou o registro de propriedade rural por companhia brasileira controlada por capital estrangeiro. A decisão contraria parecer de 2010 da Advocacia-Geral da União (AGU). (Págs. 1 e E1)

Ideias: Daniel Rittner

Brasil desiste na última hora de acordo de céus abertos com União Europeia e traz insatisfação a Bruxelas. (Págs. 1 e A2)

Ideias: Mansueto Almeida

PIB fraco e queda de investimentos provocaram um debate mais profundo sobre o crescimento sustentável. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Lacerda assume tom conciliador

Reeleição de Léo Burguês à Presidência da Câmara é apontada como derrota do prefeito

Marcio Lacerda (PSB) assumiu o novo mandato como prefeito de BH ressaltando o apoio do senador Aécio Neves (PSDB) e do governador Antonio Anastasia (PSDB) à sua candidatura e agradecendo as parcerias firmadas com as administrações petistas de Lula e Dilma Rousseff em sua primeira gestão.
Ele lamentou o rompimento como PT, cujo adversário nas eleições, Patrus Ananias, foi convidado para compor a mesa da Câmara, ao comparecer para acompanhar a posse do filho, Pedro. O socialista disse estar otimista no relacionamento com os vereadores. Mas a recondução do tucano Léo Burguês à Presidência do Legislativo foi apontada nos bastidores como a primeira derrota política do prefeito no novo mandato, porque o candidato dele concorria pela outra chapa. Lacerda apresentou como principais metas investimentos em mobilidade urbana (BRTemetrô) e saúde. (Págs. 1, 3 e 4)

"Nas eleições vimos paixões políticas colocando em campos opostos companheiros até recentemente unidos na prefeitura. O processo eleitoral, porém, é didático, é momento de sermos cobrados por nossas falhas e defender acertos" Marcio Lacerda, prefeito de BH

Salário desafia prefeitos

Primeira dificuldade em minas será pagar vencimentos atrasados (Págs. 1 e 5)

Dívida assusta Haddad

Débito de R$ 58bi é "insustentável", diz petista ao tomar posse em SP (Págs. 1 e 6)

Projeto: Concorrência para derrubar tarifas aéreas

Engavetado há dois anos e meio no Congresso, novo código de aviação voltará à pauta com redução de preços de passagens.
Proposta passa pela capitalização das empresas para ampliação da frota e pelo aumento da competição no mercado. (Págs. 1 e 12)

Crise: Senadores salvam EUA do abismo fiscal

Senado americano aprovou acordo para impedir aumentos automáticos de impostos e de cortes de gastos. Medidas superam US$ 600 bilhões e podem levar a maior economia do mundo à recessão. Decisão final depende da Câmara. (Págs. 1 e 10)

Dengue: Hemorrágica mata e deixa interior do estado em alerta

Força-tarefa tenta conter avanço da doença em Araçuaí, onde uma pessoa morreu. Situação é preocupante também em Montes Claros. (Págs. 1 e 18)

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Jornal do Commercio

Manchete: PSB assume o Recife e promete novo rumo

Ao tomar posse, Geraldo Julio diz que "tempo de desesperança acabou" e que vai ampliar investimento em infraestrutura. Aproveitou para elogiar o padrinho Eduardo: "o melhor governador do Brasil". (Págs. 1 e 3 a 8)

Discurso: Geraldo falou dos pontos fracos da gestão passada. João da Costa chorou na despedida e disse que foi injustiçado nos últimos quatro anos.

Olinda: Renildo garante que vai fazer da cidade "um canteiro de obras".

Jaboatão: Elias até sambou na posse e disse que fará mais ciclovias.

Engenharia perde Jaime Gusmão

Técnico foi professor da UFPE, presidente do Crea e da URB. Aos 80 anos, teve parada respiratória. (Págs. 1 e Economia/Cidades, 5)

Virada trágica na Costa do Marfim

No estádio preparado para show pirotécnico, 61 pessoas morreram pisoteadas, a maior parte crianças e adolescentes. (Págs. 1 e 12)


 

Mínimo de R$ 678 já vale hoje

Reajuste é de cerca de 9%. Isenção do IR para plano de participação nos lucros também entra em vigor. (Págs. 1 e Economia, 1)

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Zero Hora

Manchete: Aperfeiçoar saúde pública é obsessão, promete Fortunati

Ao tomar posse, prefeito reeleito da Capital garantiu que não irá "sossegar" até acabar com as filas nos postos. (Págs. 1 e 8 a 15)

Haddad, ao assumir: "Dívida de São Paulo é insustentável".

No azul: As contas vêm aí, saiba como se organizar

Dicas para assegurar um 2013 sem peso extra no bolso e na consciência. (Págs. 1 e 18)

Venezuela: Chávez estaria em coma, diz jornal espanhol

Fontes afirmam que presidente teve retirada parte do intestino e respiraria por aparelhos. (Págs. 1 e 25)

Os bastidores de 31 horas de operação na Serra

Como a polícia gaúcha desbaratou uma das quadrilhas mais perigosas do sul do Brasil. (Págs. 1 e 4 a 6)

Foto-legenda: Ano velho, velho problema

Há anos sem solução, entroncamento da Estrada do Mar com ERS-030, em Osório, testou a paciência dos motoristas na volta do feriadão. (Págs. 1 e 26)

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Brasil Econômico

Manchete: Aumento da renda no NE já atrai investimentos das grandes múltis

De olho no crescimento superior a 60% no consumo de alimentos e sucos no Nordeste, a Coca-Cola investe R$ 500 milhões em nova fábrica em Itabuna, a Pepsico iniciou produção em Feira de Santana e a Mondelez expandiu unidade na região. (Págs. 1 e P18)

Tesouro poupa R$ 8,5 bi em juros da dívida

Graças à queda da Selic e também à redução da parcela da dívida indexada aos juros básicos, a economia deverá se repetir este ano, na previsão da Austin. (Págs. 1 e P25)

Mineradoras devem ter ano menos caótico

Depois de amargarem queda no faturamento e retração da demanda, empresas como Vale e Anglo American podem ter 2013 de retomada. (Págs. 1 e P16)

Foto-legenda: Haddad quer portas abertas para Câmara

Ao assumir a prefeitura de São Paulo, no lugar de Gilberto Kassab, Fernando Haddad afirma que pretende manter um relacionamento de alto nível com todo o Legislativo, não só com a base aliada. (Págs. 1 e P6)

Bancos têm de atacar custos de ineficiência

Com as margens mais baixas, a prioridade do setor mudou. "Nesse cenário, não dá para esconder a má gestão", diz Jorge Hereda, presidente da Caixa. (Págs. 1 e P24)

Exportadores contam com a alta do dólar

Para José Augusto de Castro, presidente da AEB, a cotação ideal oscila entre R$ 2,30 e R$ 2,40. "Nesta faixa, há campo de fôlego para trabalhar", afirma ele. (Págs. 1 e P10)

EUA escapam da ameaça do 'abismo fiscal'

Por 89 votos a favor e 8 contra, Senado americano aumenta impostos de quem ganha mais de US$ 400 mil por ano e evita corte radical de gastos públicos. (Págs. 1 e P30)

Diário de Bordo

Em dois anos de presidência, Dilma Rousseff passou 75 dias no exterior. Ela viajou menos do que Lula e FHC. (Págs. 1 e P4)

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Fonte: Radiobrás

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

RESUMO DOS JORNAIS 01/01/2013

O Globo

Manchete: Rio na era de ouro

Maior réveillon de todos os tempos recebe 2013 e abre temporada de grandes eventos internacionais que vão preparar a cidade para a Copa e as Olimpíadas

Um espetáculo grandioso, com fogos de cores e efeitos variados e sincronizados com músicas de diferentes estilos, emocionou, durante 16 minutos, o público recorde de 2,3 milhões de pessoas (sendo 700 mil turistas) que foi a Copacabana saudar a chegada de 2013. Até a natureza ajudou: depois de quatro passagens de ano com chuva, 2012 despediu-se dos cariocas com sol, mar caribenho e luar, abrindo as portas da cidade a uma nova era de ouro, em que três grandes eventos internacionais — Copa das Confederações, Jornada Mundial da Juventude e Rock in Rio — aquecem as turbinas para a Copa e as Olimpíadas. Pacificada, a cidade, mais uma vez, fez uma festa só, nas lajes dos morros e no asfalto. (Págs. 1 e 6 a 9)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Haddad diz que só falará com líderes, mas Câmara duvida

Prefeito afirma que não será refém de negociações 'no varejo'. Vereadores apostam que nada muda

Fernando Haddad (PT) assume hoje a Prefeitura de São Paulo com a promessa de mudar a relação com a Câmara Municipal. O petista quer evitar conversas, cobranças e até apoios individuais. A meta é negociar a aprovação de projetos de lei diretamente com os líderes das bancadas partidárias. Hoje, além do prefeito, tomam posse os 55 parlamentares eleitos em outubro – que apostam que nada muda no trato com o Executivo.

"No começo se finge que existe uma diretriz. Depois volta a ser tudo a mesma coisa", duvida o agora senador Antonio Carlos Rodrigues (PR), ex-presidente da Câmara por quatro mandatos consecutivos. Em dois decretos, Haddad anunciou a criação de cinco comitês de gestão: cidadania, desenvolvimento social, desenvolvimento sustentável, ordenação territorial e gabinete. De saída, Gilberto Kassab (PSD) recomendou ao sucessor que reveja os contratos da prefeitura. (Págs. 1 e Metrópole, C1 e C4)

Sai o síndico, entra o pensador

Se fosse para comparar estilos, o gosto pelo corpo a corpo de Kassab parece com o de Lula. Já Haddad, e sua queda por assuntos ligados ao dia a dia da gestão, lembra Dilma. (Págs. 1 e C3)

Quenianos vencem São Silvestre mais uma vez

Mesmo representado por atletas de segundo escalão, o Quênia dominou a tradicional prova paulistana. Edwin Kipsang garantiu a 13ª vitória queniana entre os homens e Maurine Kimpchumba foi a 10ª mulher do país africano a terminar na frente. Quarto colocado, Giovani dos Santos foi o único brasileiro a subir no pódio. A brasileira Tatiele Carvalho chegou em sexto. Cerca de 25 mil inscritos participaram da 88ª edição da prova, pela primeira vez realizada de manhã. A mudança foi feita para não atrapalhar a organização do Show da Virada na Avenida Paulista. (Págs. 1 e Esportes, E1)

Brasileiro promete e cumpre

Mudança de trajeto favorece Giovani dos Santos, que melhorou cinco posições em relação a 2011. (Págs. 1 e Esportes, E1)

Chávez piora e Caracas cancela festa de réveillon

O estado de saúde do presidente da Venezuela Hugo Chávez, hospitalizado em Cuba para tratamento de câncer, piorou e as autoridades venezuelanas suspenderam as festas públicas de réveillon na capital, Caracas. O vice-presidente Nicolás Maduro anunciou que Chávez sofreu complicações respiratórias nas últimas horas. O governo pediu para a população rezar em casa pela saúde do presidente, reeleito em outubro, e cuja posse está marcada para o próximo dia 10. (Págs. 1 e Internacional, A8)

Hospital privado terá 'selo de qualidade'

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai testar a qualidade dos hospitais privados do País por meio de 26 indicadores, divididos em seis áreas. Serão observados, por exemplo, níveis de infecção, taxa de mortalidade e tempo de espera. Inicialmente, a participação dos estabelecimentos é voluntária, mas será obrigatória para hospitais da rede dos planos no segundo semestre. A fase de testes terá 42 hospitais voluntários, 18 de São Paulo. Quem alcançar ao menos a nota mínima de qualidade vai ganhar selo da agência. Os que não atingirem a meta, porém, não sofrerão punições. (Págs. 1 e Vida, A11)

Incra muda e descentraliza atividades

O governo federal leva adiante o maior projeto de reforma no Incra. Uma das principais mudanças será a descentralização do repasse e da administração de recursos. Cada vez 4 menos assentamentos serão criados: o governo deve focar na melhoria dos atuais. (Págs. 1 e Nacional, A4)

Ilan Goldfajn: Implicações para o ano-novo

O risco de quebra na zona do euro caiu e não houve recessão global. Mas o crescimento baixo deve continuar em 2013, inclusive no Brasil. (Págs. 1 e Opinião, A2)

Notas & Informações

O que se espera de Haddad

Resta esperar que o novo prefeito tenha reunido equipe capaz de trabalhar com eficiência. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: 13 razões para celebrar 2013

Emagrecer, ter um filho, mudar de hábitos...

A cada 365 dias, as esperanças se renovam e o ritual se repete. No mundo inteiro, milhões de pessoas fazem juras de mudar de vida no ano que se inicia. Na capital do país, não poderia ser diferente. Na edição de hoje, o Correio retrata os anseios de 13 brasilienses que planejam viver dias melhores em 2013. Nenhum deles se propôs a tornar realidade metas mirabolantes, quase sempre inatingíveis. Eles ancoraram o espírito de mudança em pequenos projetos viáveis. Isabela Franco realizará o sonho de integrar um programa de voluntariado na Colômbia. O empreendedor Júlio César Gomes vislumbra perspectivas de bons negócios na empresa enfim regularizada. O casal Vivian e Leonardo entrou em um grupo de corrida: quer aumentar o fôlego para acompanhar a energia do filho que planeja ter. Como se vê, são ideais simples, mas que farão de 2013 um ano especial. (Págs. 1, 16 e 17)

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Estado de Minas

Manchete: Alegria e emoção na Pambulha

O espetáculo pirotécnico e as apresentações da dupla sertaneja goiana João Neto e Frederico e do grupo paulista Turma do Pagode reuniram milhares de pessoas na orla da Lagoa da Pampulha para receber o ano novo com muita alegria e animação. O 23º Réveillon da Alterosa brindou famílias inteiras, pessoas de todas as gerações, com 15 minutos de fogos disparados de seis pontos do espelho d'água. (Págs. 1 e 2)

Lacerda: Novo mandato para velhos problemas

Vinte novatos se unem a outos 21 vereadores com a responsabilidade de melhorar a imagem da Câmara de BH, desgastada por escândalos (Pág. 1)

Minas: Ficha Limpa ameaça 32 prefeitos

Em todo o país, 404 chefes do Executivo podem não cumprir até o fim o mandato que assumem hoje. Eles correm risco de ser condenados por irregularidades pelo Tribunal Superior Eleitoral. (Págs. 1 e 3)

Investimentos: Indústria aposta na recuperação

No embalo da previsão de alta de 4% do PIB, setores automobilístico, de produtos de linha branca e alimentos, mineração e siderurgia esperam acelerar crescimento. (Págs. 1 e 12)

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Jornal do Commercio

Manchete: ProUni exigirá nota no Enem de 450 pontos

Ministério da Educação aumenta em 50 a pontuação mínima para conceder bolsas do Universidade para Todos. (Págs. 1 e 8)

Quenianos dominam a São Silvestre

Edição 88 da tradicional corrida paulistana teve como vencedor da versão masculina Edwin Kipsang (C). Maurine Kipchumba ganhou entre as mulheres. (Págs. 1 e Cidades/Esportes, 6)

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Fonte: Radiobrás