sexta-feira, 5 de agosto de 2011

RESUMO DOS JORNAIS 2/8/2011

O Globo

Manchete: Na Câmara, Obama aprova o acordo com aliados divididos

Pacote que corta gastos e eleva dívida será votado hoje no Senado

Sem o apoio do seu partido, o presidente Barack Obama conseguiu aprovar, na Câmara dos Representantes, por 269 votos a favor e 161 contra, um pacote que eleva o teto da dívida em US$ 2,1 trilhões e corta gastos em US$ 2,4 trilhões pelos próximos anos. Apenas 95 democratas foram a favor. O pacote é fundamental para evitar que os Estados Unidos entrem em moratória a partir de amanhã, porque o Tesouro não teria autorização para se endividar além do limite de US$ 14,3 trilhões, embora precisasse pagar rendimentos de seus títulos e honrar benefícios sociais. O texto deve ser votado hoje no Senado, de maioria democrata, antes de ir à sanção presidencial. Aguardando a votação que só ocorreu à noite -, os mercados globais fecharam ontem em queda. O temor em relação à economia europeia também fez com que o euro recuasse 1,03% frente ao dólar. (Págs. 1, 17 a 19, Miriam Leitão e Arnaldo Jabor)


Paul Krugman

"O acordo, considerando dados disponíveis, é um desastre, não só para Obama e seu partido. Empurrará os EUA para um padrão República de Bananas." (Págs. 1 e 17)

Denúncia contra PMDB tem resposta diferente

Jucá pede desculpas à presidente Dilma por irmão ter dito que há corrupção em ministério

Diante das denúncias de que há corrupção no Ministério da Agricultura, comandado pelo PMDB, a presidente Dilma decidiu não agir de imediato, como ocorreu com o PR no Ministério dos Transportes. Mas o PMDB terá de provar que as acusações feitas pelo irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), são apenas briga interna. O partido vai levar o ministro Wagner Rossi, que nega irregularidades na Agricultura, para se explicar na Câmara. Jucá pediu desculpas a Dilma pelas denúncias do irmão, e ela aceitou. (Págs. 1, 3, 4, Merval Pereira e editorial "O porquê de não se fazer 'varredura geral'")

Jobim: ficar no governo é um prazer

O ministro Nelson Jobim, que revelara ter votado em Serra ano passado, disse ontem que "tem prazer" em ficar no governo e elogiou a presidente Dilma. Mas ela está irritada com Jobim. A permanência dele no governo depende de uma conversa entre os dois. (Págs. 1 e 5)

STF: músicos não precisam de registro

O Supremo Tribunal Federal dispensou os músicos do registro na Ordem dos Músicos do Brasil como pré-requisito para o exercício da profissão. Os ministros decidiram com base no direito constitucional da liberdade de expressão. (Págs. 1 e 9)

União quer que Delta devolva R$ 23 milhões

A Controladoria Geral da União recomendou à direção do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) que exija da Delta, empreiteira contratada para construir a nova sede, a devolução de R$ 23,5 milhões pagos com sobrepreço e por serviços executados em duplicidade. (Págs. 1 e 16)

Síria mata 85 no Massacre do Ramadã

Diante dos olhos e da inoperância da comunidade internacional, o regime de Bashar al-Assad matou mais 85 civis no que já é conhecido como Massacre do Ramadã. A ONU tenta nova condenação, sem pedir sanções ou intervenção militar. O Brasil integrará missão ao país. (Págs. 1 e 24)

Política antissuicídio

A Foxconn, empresa que produz iPhones e iPads na China, terá pelo menos um milhão de robôs nas linhas de produção nos próximos três anos. A gigante, que também já prometeu fazer iPads no Brasil, viu diversos trabalhadores se suicidarem nos últimos meses. (Págs. 1 e 23)

Salvo pelo Google

Juan Paredes, o juiz equatoriano que condenou em tempo recorde jornalista Emilio Palacio e donos do diário "El Universo" a três anos de prisão e multa de US$ 40 milhões sob acusação de caluniar o presidente Rafael Correa, copiou parte da sentença de sites da internet. Na Argentina, o também juiz Eugenio Zaffaroni, considerado um aliado importante da presidente Cristina Kirchner, é acusado de alugar apartamentos onde funcionam prostíbulos. (Págs. 1 e 25)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Sob crítica, plano anticalote dos EUA passa na Câmara

Pacote fiscal, considerado tímido pela opinião pública, tem que ser votado hoje pelo Senado

A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou a elevação do limite da dívida do país dos atuais US$ 14,3 trilhões para US$ 15,2 trilhões.

O aumento de US$ 900 bilhões, equivalente a quase metade do PIB brasileiro, foi aprovado por 269 votos a 161 e será submetido ao Senado, onde tem que ser discutido e aprovado ainda hoje. (Págs. 1 e Mundo Al2)

Clóvis Rossi
Slogan pode ser "no, you can't" para Obama

Acuado entre alternativas de perder ou perder, presidente capitula, mas nem assim as nuvens da tormenta deixam o mundo respirar aliviado. Agora, o slogan de Obama de 2008 pode virar "no, you can't". (Págs. 1 e Mundo A13)

Benjamin Steinbruch

Ferozes cobradores de ontem ameaçam calote hoje. (Págs. 1 e Mercado B8)

Gustavo Patu

Brasil gasta mais que EUA para pagar jura da dívida. (Págs. 1 e Mundo A13)

Foto legenda: Sufoco

Imigrantes passam diante de caixões e corpos no porto de Lampedusa (Itália); 25 morreram em porão de navio vindo da Líbia. (Págs. 1 e Mundo A14)

Cuba promete facilitar viagens para o exterior

O ditador de Cuba, Raúl Castro, disse que "flexibilizará" as rígidas regras para viagens de cubanos ao exterior, sem detalhar, porém, a medida. Hoje é preciso permissão para deixar o país.

A promessa foi feita em assembleia do Partido Comunista, que aprovou mais de 300 pontos de reformas anunciados em abril - entre elas a ampliação da iniciativa privada. (Págs. 1 e Mundo A14)

Foto legenda: Corte militar

Na TV, o presidente da Venezuela. Hugo Chávez, exibe seu corte
"militar", que fez devido à queda de cabelo causada pela quimioterapia. (Págs. 1 e Mundo A15)

Após massacre, Brasil já admite tirar apoio à Síria

Após o massacre de 140 pessoas pelo governo sírio no domingo, o Brasil admitiu apoiar resolução do Conselho de Segurança da ONU contra o país se ela for consensual entre os membros permanentes. Para o Itamaraty, os atos deram um novo dado à situação. (Págs. 1 e Mundo A14)

Japonesa Kirin paga R$ 3,95 bi pela Schincariol

A empresa japonesa Kirin comprou, por R$ 3,95 bilhões, 50,45% das ações da Schincariol, dos irmãos Alexandre e Adriano Schincariol. Outra parte da família, dona do restante da cervejaria, quer anular a venda. O grupo faturou R$ 6 bilhões em 2010. (Págs. 1 e Mercado B4)

TAM usa piloto que não domina inglês em voos internacionais

A TAM descumpre normas de aviação internacional ao liberar para voos ao exterior pilotos com nível de inglês abaixo do exigido, informa Ricardo Gallo.

A empresa autoriza que eles operem o voo enquanto estiverem sobre território brasileiro, o que não é previsto na lei. A Anac diz não ver transgressão. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Editoriais

Leia "Sem contrapeso", sobre a relação entre o Executivo e o Congresso, e "O Brasil e a Síria", acerca da posição diante dos massacres no país. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Acordo nos EUA indica fragilidade e derruba bolsas

Mercado teme que o corte orçamentário previsto no acerto em Washington possa causar recessão

Os mercados concluíram que a economia dos EUA continua fraca, situação que tende a agravar-se com os cortes de despesas definidos na negociação política para elevar o teto da dívida do país. Resultado: as bolsas de valores abriram a semana com baixas em todo o mundo. Houve queda em São Paulo (0,49%), Nova York (0,09%), Frankfurt (2,86%) e Londres (0,70%). O acordo, que foi aprovado ontem na Câmara e seria votado hoje no Senado, prevê elevação do teto da dívida em US$ 2,4 trilhões (hoje são US$ 14,3 trilhões). Em troca, o governo Obama se compromete com reduções orçamentárias de até US$ 4 trilhões até 2022. O raciocínio dos investidores é que, com o corte, o governo americano tira dinheiro da economia. Além disso, há a possibilidade de rebaixamento do rating (nota de crédito) dos títulos dos EUA pelas agências de classificação de risco. (Págs. 1 e Economia B1, B3 e B4)


'Brasil está preparado'

O Brasil está preparado para um agravamento da situação econômica de países como os EUA, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, destacando a reserva do País em moeda estrangeira. (Págs. 1 e Economia B4)


Artigos

Paul Krugman
Acordo é um desastre

A solução para a dívida americana será prejudicial para uma economia já fragilizada; quanto ao déficit a longo prazo, provavelmente vai piorar, não melhorar. (Págs. 1 e Economia B4)


José Paulo Kupfer
Um mundo sem 'AAA'

Um rebaixamento dos títulos do Tesouro dos EUA não significa reviravolta nas escolhas dos ativos mais seguros. Títulos "AA" podem ser os novos "AAA". (Págs. 1 e Economia B5)

Síria amplia repressão em mês sagrado

As forças do governo da Síria intensificaram a repressão à oposição no primeiro dia do Ramadã, o mês sagrado islâmico. Nos últimos dois dias, mais de cem pessoas foram mortas. Já os EUA ampliaram seus esforços para que o Conselho de Segurança da ONU aprove resolução condenando a violência do regime de Damasco. (Págs. 1 e Internacional A11)

Prefeitura de SP paga por exame não realizado

A Prefeitura de São Paulo paga à Fundação Instituto de Pesquisa e Diagnóstico, organização social ligada à Unifesp, por quantidades predeterminadas de exames, mesmo que eles não sejam realizados. O contrato está sendo auditado. (Págs. 1 e Vida A15)

Dora Kramer

Torcida contra

Acho que os oposicionistas torcem pelo pior, como defende o ex-presidente Lula, é supor que a inflação não doa no bolso de todos. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas e Informações

O acordo contra o calote

Acabou em poucas horas a comemoração do acordo para se evitar o calote do Tesouro dos EUA. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Obama impede calote, mas recessão ameaça

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, obteve uma vitória parcial na tentativa de sanar a maior economia do mundo. Um acordo entre democratas e republicanos na Câmara dos Deputados elevou o limite da dívida pública em US$ 2,1 trilhões, de forma a permitir que o governo norte-americano tenha condições de honrar compromissos financeiros, como o pagamento de salário de servidores e de juros aos credores internacionais. A proposta aprovada na Câmara será votada hoje no Senado, com previsão de novas dificuldades para Obama, que enfrenta resistência até entre os colegas de partido. Além da batalha para evitar o calote, a Casa Branca tem outro grave problema: a iminente recessão. O pessimismo com uma desaceleração nos EUA se disseminou pelos mercados, que registraram uma queda generalizada nas bolsas. Em Minas, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que o Brasil está preparado para encarar a crise internacional. (Págs. 1, 10 e 11)

Fim do "eu não sabia"

Dilma exige que ministros prestem contas de todas as irregularidades cometidas ou denunciadas em suas pastas. (Págs. 1 e 2)

Esperança contra o descaso

Vyviane e Marcos ainda buscam razões para retomar a vida após a perda dos dois filhos num acidente, drama revelado pela repórter Lilian Tahan. Após sete meses de espera, um laudo que será divulgado hoje deve ajudar nas apurações sobre as causas do acidente, ocorrido em Goiás. O sofrimento do casal comoveu os leitores do Correio, que enviaram e-mails, cartas e fizeram comentários no site. (Págs. 1, 29 e Sr. Redator, 14)

Transporte: Ônibus caro pode custar empregos

Moradores do Entorno temem que o aumento das tarifas provoque a demissão de quem trabalha no DF. Os patrões chegam a gastar 61% a mais com o transporte deles. (Págs. 1 e 23)

Seca: 86 focos de incêndio num só dia

A Floresta Nacional e áreas próximas ao Aeroporto JK foram alguns dos locais atingidos ontem pelo fogo. A umidade relativa do ar caiu para 19%. (Págs. 1 e 24)

Chávez raspado

Venezuelano muda o visual

Em tratamento contra o câncer, ele garante estar eleito em 2012. (Págs. 1 e 17)

À prova de gripe

Anticorpo resiste a todos os vírus Cientistas anunciam a descoberta de célula que pode gerar vacina universal. (Págs. 1 e 19)

A batalha pelos votos do entorno

Partido de Agnelo Queiroz busca aliados para fazer frente à candidatura de Joaquim Roriz a prefeito de Luziânia. (Págs. 1 e 21)

Mais quatro áreas para os médicos

Conselho federal reconhece novas especialidades na saúde, entre elas as medicinas paliativa e tropical. (Págs. 1 e 9)

STF acaba com o registro de músicos

Supremo determina que o vínculo com a Ordem dos Músicos do Brasil não é mais obrigatório aos profissionais. (Págs. 1 e 25)

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Valor Econômico

Manchete: Plano Brasil Maior sai e desonera folha de salários

Alertada por líderes empresariais da necessidade de medidas de forte impacto na nova política industrial, a presidente Dilma decidiu, com seus ministros, garantir o corte de impostos sobre as folhas de salários em empresas que empregam muita mão de obra, como as dos setores de têxteis, calçados e móveis. Ela também anunciará hoje decreto para privilegiar fabricantes nacionais em compras de governo nos setores de Informática e Telecomunicações, Defesa e Saúde.

Ontem à noite, Dilma reuniu-se com ministros para definir os detalhes finais do "Plano Brasil Maior". A Polícia Federal será convocada a participar de um grupo formado pela Receita Federal e a Secretaria de Comércio Exterior, para combater fraudes nas importações. (Págs. 1 e A3)

Kirin compra a Schincariol por R$ 4 bi

A Kirin, tradicional fabricante japonesa de cerveja e refrigerantes, comprou 50,45% da Schincariol, segunda maior cervejaria do Brasil, por R$ 3,95 bilhões. Pela operação, fechada ontem, os japoneses compraram a parte do capital pertencente aos sócios Adriano Schincariol, presidente da companhia, e de seu irmão Alexandre Schincariol. O restante do capital (49,5%) continua sendo dos primos Gilberto e José Augusto Schincariol.

A Kirin, que faturou US$ 26,7 bilhões em 2010, interessou-se pelo negócio há quatro meses. Metade da dívida líquida da cervejaria brasileira, de R$ 1,1 bilhão, está sendo assumida pela Kirin. Adriano Schincariol deve permanecer no comanda por pelo menos um ano. (Págs. 1 e D3)

Acordo preserva os EUA de choque fiscal

O acordo para elevar o teto da dívida e reduzir o déficit orçamentário dos EUA poderia desacelerar ligeiramente o crescimento econômico do país no próximo ano, num momento em que a recuperação continua frágil. O acordo, porém, pode também elevar a confiança entre os investidores, empresas e consumidores porque elimina as incertezas e porque é um passo na direção de uma redução do déficit.

A primeira rodada de cortes de gastos será feita no ano fiscal 2012, que começa em outubro. Os gastos discricionários, que precisam de aprovação do Congresso, cairiam em US$ 25 bilhões, ou 2,1%, em relação ao valor projetado pelo CBO, órgão do Congresso que assessora os partidos em temas orçamentários. Os cortes reduziriam entre 0,1 e 0,2 ponto percentual a taxa de crescimento. O projeto de lei pede outros US $ 47 bilhões em cortes de gastos discricionários no ano fiscal de 2013, uma redução de 3,9% em relação à estimativa do CBO. (Págs. 1 e A9)

Produção industrial global perde fôlego

A produção industrial global está próxima da estagnação, confirmando que a desaceleração na economia mundial é forte e ampla. Cresce o sentimento no mercado de que o aperto fiscal nos EUA e na Europa vai travar a economia internacional por vários anos, afetando o comércio internacional, os mercados de ações, os preços de commodities industriais e mantendo as taxas de juros baixas por mais tempo do que se previa. (Págs. 1 e A8)

Foto legenda: Planejamento estratégico

O plano do grupo de publicidade Publicis para o Brasil está traçado. Maurice Lévy, CEO mundial, diz ao 'Valor': "Nossa ambição é nos tornarmos o primeiro ou segundo ator em dois ou três anos".(Págs. 1 e B6)

Asiáticos farão máquinas pesadas no país

Quatro gigantes asiáticos da indústria de máquinas pesadas de construção devem desembarcar no Brasil nos próximos dois anos e investir US$ 610 milhões na construção de fábricas no país. A necessidade de grandes investimentos em infraestrutura, mineração e habitação atraíram as sul-coreanas Hyundai e Doosan e as chinesas Sany e Xuzhou Group.

Todas já testaram o mercado com importações. As vendas de máquinas da Hyundai no Brasil, por exemplo, mais do que triplicaram em 2010 e o grupo anunciou plano de investir US$ 150 milhões em uma fábrica em Itatiaia. (Págs. 1 e B1)

Como educar o investidor?

No contexto atual de expansão econômica, renda e oferta de crédito maiores, a educação financeira se torna mais importante. O tema entrou na pauta do governo e começa a ganhar as salas de aula. Mas, alertam os especialistas, deve ser assunto também de família, para adultos e crianças. Ser um investidor bem informado e educar financeiramente os filhos são cruciais para o futuro de cada um - e do país. A ValorInveste circula hoje para assinantes e venda em bancas. (Págs. 1 e Revista)

Energia sem termelétrica

A seca habitual de inverno este ano demorou mais a chegar nas áreas onde estão localizados os reservatórios de usinas hidrelétricas. Até o dia 31 de julho, não foi preciso acionar usina termelétrica. (Págs. 1 e A2)

Cautela argentina

Ao contrário do que afirmam funcionários do governo em Brasília, a Argentina vê com cautela a proposta brasileira de aumentar as tarifas de importação do Mercosul para proteger a indústria contra produtos chineses. (Págs. 1 e A3)

Campanhas salariais

Os reajustes salariais do segundo semestre não pressionarão a inflação. Esta é a avaliação da equipe econômica do governo, contestada por metalúrgicos, petroleiros e bancários, que começam a negociar aumentos nos salários. (Págs. 1 e A4)

Shopping com jardim

Redescoberto pelo mercado imobiliário, o paisagismo e começa a ser item obrigatório nos pianos de shoppings - inclusive aqueles direcionados à classe C. Nos últimos 12 meses, a Landscape dobrou o número de projetos para esses espaços. (Págs. 1 e B5)

Embaré no Sudeste

Depois de cinco décadas vendendo leite em pó sobretudo para a região Nordeste, a mineira Embaré estreou ontem um novo produto para tentar reforçar sua presença no Sudeste. (Págs. 1 e B12)

HSBC sai de crédito para veículos

O HSBC Brasil está saindo do ramo de financiamento de veículos para não clientes. O banco suspendeu a oferta de crédito em 300 concessionárias e revendas. A instituição estaria negociado a venda da carteira para o PanAmericano. (Págs. 1 e C1)

Parcerias da Cielo

A Cielo fechou parceria com a Credicard e já está aceitando em suas máquinas transações com o Diners Club International. O acordo também contempla a captura de operações com os cartões da Discover. (Págs. 1 e C7)

Ideias

Antonio Delfim Netto

O Tesouro dos Estados Unidos não enfrenta problema de solvência e muito menos de liquidez. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Luiz Gonzaga Belluzzo

Graças a estratégias eficazes, os chineses não só crescem acima da média mundial com elevada taxa de investimento. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Dívida de Minas vira bomba-relógio

Se o governo federal não ceder e mantiver o indexador da dívida dos estados, Minas Gerais pode ter de pagar conta estratosférica a partir de 2028, comprometendo até 40% da sua receita líquida real. O saldo devedor, negociado em 1998, era de R$ 15 bilhões. Hoje, mesmo após o pagamento de R$ 17 bilhões, saltou para R$ 57 bilhões. O grande vilão do endividamento é a aplicação do IGP-DI (20% ao ano incluindo juros), que afeta também outros estados. Os secretários de Fazenda estão mobilizados para adoção da taxa Selic (9,5% ao ano), usada pelo governo federal. "Essa indexação transformou-se em monstro devorador dos recursos", diz o secretário mineiro, Leonardo Colombini. (Págs. 1, 3 e Editorial, 10)

Obama junta os cacos após aprovar acordo

A Câmara dos EUA aprovou ontem o aumento do teto da dívida em US$ 2,1 trilhões. A expectativa agora é de que o Senado também aprove hoje, já que os democratas são maioria na Casa. O acordo causou alívio no país e no mundo porque evita calote. Mas tem alto preço para o presidente Barack Obama. Além do desgaste político e de ter ido a público pedir aos americanos para pressionar os congressistas por um consenso, ele terá de recuperar a economia, que patina desde a crise de 2008 e apresenta resultados cada vez mais desanimadores. Analistas avaliam que o calote foi substituído pela desaceleração da economia. (Págs. 1 e 12)

BC não teme crise mundial

Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, diz a empresários mineiros que Brasil está preparado para turbulência financeira. (Págs. 1 e 13)

Foto legenda: Novo visual

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, apareceu ontem em ato público com o cabelo raspado. Ele brincou com os efeitos do tratamento da quimioterapia a que foi submetido após remoção de tumor. (Págs. 1 e 17)

Família de engenheiro morto no Peru suspeita de envenenamento

O corpo do mineiro Mário Augusto Soares Bittencourt foi encaminhado ontem ao IML de Belo Horizonte a pedido de parentes. A suspeita da família é de que ele e o geólogo Mário Gramani Guedes tenham sido envenenados. Certidão de óbito emitida pelo consulado em Lima aponta edemas pulmonar e cerebral como causas das mortes. (Págs. 1 e 19)

Fertilizante vira droga para jovens

Anvisa decide hoje se considera o estimulante mefedrona, conhecido como Miau-Miau, uma droga ilícita ou se apenas controla venda para a agricultura. Produto tem sido usado em baladas de clubes noturnos. (Págs. 1 e 21)

Entrega de água e gás vai encarecer

Lei que entra em vigor na quinta-feira obriga motos a ter reboque para carregar os produtos. Empresas dizem que isso deve provocar reajuste de 10% ao consumidor. (Págs. 1 e 14)

Justiça

Vereadores de fronteira vão continuar na cadeia. (Págs. 1 e 5)

Arte livre: Licença para músicos deixa de ser obrigatória (Págs. 1 e 8)

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Jornal do Commercio

Manchete: Cartão clonado à venda na internet

Homem detido no Recife revelou que enviou pela rede de computadores dados subtraídos de caixa eletrônico para falsificador em Sergipe. Cada cartão enviado ao Recife custava R$ 500. (Págs. 1 e Cidades 1)

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Zero Hora

Manchete: Triplica devolução de armas no Estado

Desde a ampliação do número de postos de coleta, gaúchos passaram a entregar cerca de 35 revólveres, espingardas e similares por dia nas polícias do RS. (Págs. 1 e 36)

Obama respira: Câmara aprova proposta para evitar calote

Hoje, Senado americano deve ratificar texto que eleva teto da dívida. (Págs. 1 e 24)


Sem cabelo: Hugo Chávez aparece com novo visual

Presidente da Venezuela faz tratamento contra câncer. (Págs. 1 e 25)
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Brasil Econômico

Manchete: Câmara dos EUA aprova acordo para elevar teto da dívida

Liderados pelos republicanos, deputados dão sinal verde, por 269 votos a 161, para que o presidente Barack Obama aumente em US$ 2,1 trilhões o limite de endividamento do país. Em contrapartida, o governo terá de cortar US$ 2,4 trilhões em gastos nos próximos dez anos. Votação segue agora para o Senado. (Págs. 1 e 40)

Pressão de ambientalistas faz BID abrir investigação sobre obras do Rodoanel

Enquanto o caso está sendo analisado pelo banco, dinheiro do financiamento não é liberado. Governo paulista pretende publicar decreto que permite desapropriações na Serra da Cantareira nos próximos 15 dias. (Págs. 1 e 4)

Corretoras retomam conservadorismo na indicação de renda variável para aplicações em agosto

A carteira recomendada de 14 corretoras mostra tom mais defensivo devido ao cenário mundial ainda turbulento. Ações do setor elétrico ganham espaço e Cemig empata com Petrobras em número de indicações. (Págs. 1 e 34)

Ministros de Dilma se articulam de olho nas eleições municipais de 2012

O assunto é tratado com cautela dentro do governo, mas a presidente Dilma Rousseff já deixou claro para interlocutores que aqueles que deixarem o cargo não encontrarão as portas abertas em caso de derrota nas urnas. (Págs. 1 e 10)

Bancos preparam venda de títulos imobiliários em agências para emprestar mais

Grandes bancos preparam a distribuição de investimentos lastreados em crédito imobiliário na rede de agências — caso do Bradesco, Citi e Caixa, que buscam captar recursos para ampliar empréstimos. (Págs. 1 e 30)
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Fonte: Radiobrás

RESUMO DOS JORNAIS 1/8/2011

O Globo

Manchete: EUA:Obama anuncia acordo que evita calote

Congresso deve votar medida hoje; mercados abrem em alta

Faltando 48 horas para o Congresso americano aumentar o teto da dívida pública do país e, assim, evitar um calote que parecia iminente, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou ontem à noite que parlamentares democratas e republicanos chegaram a um acordo sobre o tema. A reação dos mercados financeiros foi imediata: em Tóquio, a Bolsa abriu em alta de 1,3%, e o dólar se valorizou frente ao iene. As discussões se arrastavam há semanas. O acordo, porém, ainda precisa ser votado na Câmara e no Senado, o que deve ocorrer hoje. Obama não detalhou o que foi acordado, mas, segundo parlamentares, o texto a ser votado prevê que o teto da dívida, hoje em US$ 14,3 trilhões, seria elevado em US$ 2,4 trilhões a US$ 2,8 trilhões. Em contrapartida, haverá um corte no Orçamento de US$ 1 trilhão. (Págs. 1 e 19)

Nova política industrial prevê alívio na folha

Desonerações devem ser por setores, e empresas de software, mesmo as que não exportam, podem ser beneficiadas. A nova política industrial, a ser anunciada amanhã, dará incentivos fiscais, como redução de IPI, atrelados a investimentos em pesquisa para segmentos como o automotivo. (Págs. 1 e 22)

Ministro diz a PT que não terá varredura

Para acalmar os ânimos do PT, que teme que a faxina anticorrupção respingue nas alianças em 2012, o ministro Gilberto Carvalho disse que não haverá uma "varredura geral". (Págs. 1 e 3)

Sem médico, hospital passa chave na porta

O Hospital municipal Rocha Maia, em Botafogo, fechou as portas ontem por falta de médicos. Quem procurou a emergência foi orientado a buscar outras unidades. (Págs. 1 e 18)

Tropas sírias matam 136 na véspera do Ramadã

Tropas do ditador da Síria, Bashar al-Assad, mataram 136 pessoas, a maioria na cidade de Hama, um dia antes do Ramadã, mês sagrado muçulmano. EUA e europeus prometeram intensificar ações contra o regime. (Págs. 1 e 25)

Aumenta invalidez por acidentes de trânsito

A violência no trânsito fez explodir os casos de invalidez por acidente. Nos primeiros seis meses do ano, foram 107.403 contra 151.588 de todo o ano de 2010, de acordo com as indenizações pagas pelo seguro DPVAT. (Págs. 1 e 11)

Digital & Mídia

Consumidores de baixa renda já são 46,5% do total na internet. (Págs. 1 e 21)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Obama anuncia acordo que evita calote nos EUA

Não foram divulgados novo teto da dívida nem as áreas que vão sofrer cortes

O presidente Barack Obama anunciou acordo para cortar US$ 1 trilhão de gastos nos próximos dez anos e elevar o teto da dívida, evitando calote iminente.

O pacote, que precisa ser votado até amanhã, fica a quem de expectativas iniciais de corte de US$ 3 trilhões, mas põe fim a quase um mês de impasse. Uma nova rodada de ajustes será proposta em novembro. (Págs. 1 e Mundo A9)

Vinicius Mota : Supremacia do dólar não durará para sempre

O ano que vem marcara o 50º aniversário do episódio dos mísseis cubanos, que pôs em risco a estabilidade sustentada pela Guerra Fria.

A ameaça de calote americano é o que hoje questiona fundamentos da organização do mundo. Tal como ruiu a ordem bipolar, a supremacia do dólar não durará para sempre. (Págs. 1 e Opinião A2)

Forças leais ao ditador Assad massacram 140 na Síria

Num dos dias mais sangrentos desde o início da revolta contra o regime sírio, em março, ao menos 140 pessoas foram mortas neste domingo por forças leais ao ditador Bashar Assad.

O principal foco da repressão foi na cidade de Hama, onde tanques do Exército montaram cerco contra oposicionistas. EUA, Alemanha, Itália, França, Reino Unido e Turquia condenaram Damasco. (Págs. 1 e Mundo A12)

Entrevista - Irwin Jacobs

Para inventor, celular vai ser uma extensão do cérebro

Criador da maior empresa de chips para celulares, Irwin Jacobs diz em entrevista a Roberto Dias que essa tecnologia vai revolucionar a educação. Sobrevivente de forma rara de câncer, ele diz que não é possível afirmar que o celular é seguro para a saúde. (Págs. 1 e Poder A14)

Guia britânico auxilia gays a achar escolas mais amigáveis

Uma entidade britânica que combate a homofobia criou o primeiro guia on-line que classifica as escolas mais preparadas para receber gays, lésbicas, bissexuais e travestis. Para pesquisa, 65% desses estudantes dizem ter sofrido bullying homofóbico. (Págs. 1 e Saber C7)

Gustavo Cerbasi

Aposentado deve ter mais dinheiro para gastar, não menos (Págs. 1 e B8)

Editoriais

Leia "O recuo da Petrobras", sobre o plano de investimentos da empresa, e "Atraso escolar", acerca da alta no percentual de alunos defasados. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Concessionárias públicas lideram queixas no Procon

Operadoras de energia, telefonia e água foram as que mais atormentaram o consumidor em 20 de 24 Estados

As empresas de energia elétrica, de telefonia e de água e esgoto foram as que receberam o maior número de reclamações em 20 dos 24 Estados em que os Procons estão presentes. Concessionárias de serviços públicos superaram bancos e redes de varejo na liderança dos rankings de queixas dos consumidores. Um dos principais motivos apontados pelos especialistas para a piora do serviço público é o descompasso entre a demanda e os investimentos. "Os setores de telecomunicações e de energia foram privatizados porque o Estado não tinha condições de investir. Mas a setor privado não está fazendo o investimento necessário", afirma o professor Francisco Vignoli, do departamento de planejamento e análise econômica da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo. (Págs. 1 e Economia B8 e B9)

Redes em expansão

As operadoras de telefonia e de energia elétrica afirmam que estão investindo o necessário e que seus índices de reclamação estão diminuindo. (Pág. 1)

BCs têm plano contra crise nos EUA

Bancos centrais das maiores economias se mobilizam para por em ação um plano de emergência, que inclui injetar recursos nos bancos comerciais, para tentar blindar os mercados e garantir que um eventual suspensão de pagamentos nos EUA não paralise o sistema financeiro internacional. Investidores, empresas e governos se preparam para uma segunda-feira turbulenta nas bolsas mundiais. (Págs. 1 e Economia B1)

Síria massacra 80 civis e Brasil negocia missão

Na véspera do início do Ramadã, o mês sagrado do Islã, o regime de Bashar Assad lançou violenta onda de repressão, matando pelo menos 80 civis na cidade de Hama, segundo grupos locais de defesa dos direitos humanos. Brasil, Índia e África do Sul querem enviar, em até duas semanas, uma missão a Damasco para consultar o governo sobre a reforma prometida. (Págs. 1 e Internacional A13)

Lei quer reduzir consumo de álcool por menor

Projeto de lei do governador Geraldo Alckmin propõe responsabilizar o proprietário do bar caso algum adolescente consuma bebida alcóolica no local. (Págs. 1 e Vida A11)

Poluição em casas e escritórios de São Paulo é até 392% pior

Com um aparelho do Laboratório de Poluição Atmosférica da Universidade de São Paulo (USP), o Estado visitou ambientes internos de dez pontos da capital e constatou a presença de partículas inaláveis em índices até 392% superiores ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Poeira fina formada em até 80% pela queima de combustíveis, esse material particulado é um dos principais poluentes da cidade, onde a frota de veículos já supera os 7 milhões. (Págs. 1 e Cidades C1)

As novas gigantes do agronegócio

Empresários estreantes criam grandes grupos de produção de grãos e avançam na prestação de serviços, invadindo o terreno dominado pelas tradings. (Págs. 1 e Negócios)

Notas & Informações

PAC continua devagar

Segundo relatório oficial, só 74% dos investimentos deverão ser concluídos até 20l4. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


 

Manchete: Obama fecha acordo para evitar calote

Depois de correr contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador, governo dos EUA consegue, na última hora, evitar o pior

A 27 horas do prazo-limite para o calote dos títulos públicos do país, o presidente norte-americano anunciou um acordo entre republicanos e democratas para elevar o nível do endividamento dos EUA, hoje em US$ 14,3 trilhões. O consenso precisa agora ser oficializado por votação. O preço, no entanto, foi alto: cortes de US$ 2,5 trilhões nos gastos do Tesouro (US$ 1 trilhão ao longo de 10 anos e o restante a negociar) e uma sangria na popularidade do presidente que o deixou mais fraco para a disputa eleitoral. (Págs. 1, 8 e 9)

Os imigrantes invisíveis

Infiltrados no Brasil, máfia do leste europeu e outros grupos internacionais trazem ao país estrangeiros que aqui passam a viver sem serem notados. Ligados ao narcotráfico, permanecem até caírem nas mãos da Polícia Federal. É o caso da espanhola Maria de los Angeles, presa em Brasília. (Págs. 1, 6 e 7)

Congresso: Governo deve enfrentar pressão

Crise política no Ministério dos Transportes estará no centro da pauta na reabertura dos trabalhos no Senado, o que, somado às negociações por emendas, pode resultar em dores de cabeça para o Executivo. No DF, distritais retornam discutindo temas polêmicos. Entre eles, o projeto de ordenamento territorial. (Págs. 1, 2, 17 e Visão do Correio, 10)

Síria massacra manifestantes

Tropas do governo mataram pelo menos 136 civis — 100 deles na cidade de Hama — que pediam mudanças no regime de Damasco. O ataque ocorreu na véspera do Ramadã, mês sagrado para os islâmicos. (Págs. 1 e 12)

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Valor Econômico

Manchete: Só o projeto do trem-bala custa R$ 1 milhão por km

O governo vai investir R$ 540 milhões dos cofres públicos na elaboração do projeto executivo para a construção do trem-bala. Esse aporte, equivalente a R$ 1 milhão por quilômetro da ferrovia, será feito por meio da Etav, estatal vinculada ao Ministério dos Transportes, criada para ser o braço do governo no consórcio do trem de alta velocidade (TAV).

A elaboração desse estudo complexo, o qual vai demorar mais de um ano para ser concluído, tem a missão de detalhar tudo o que estiver direta e indiretamente relacionado à obra, evitando, assim, falhas de informação. (Págs. 1 e A3)

Economia europeia volta a desacelerar

A economia europeia está novamente desacelerando, agora também nas economias mais importantes. A Alemanha sofre com a queda das exportações e há claros sinais de que a demanda global está diminuindo. Grandes companhias europeias alertam que suas perspectivas de negócios pioraram, num cenário de temores sobre o impacto da crise da dívida soberana e redução do comércio global. Seus resultados no segundo trimestre dão a mesma mensagem - deterioração na demanda, preços de matérias-primas em forte alta e cortes de custos superando agora os planos de expansão. Diante de um cenário pouco alentador, os bancos da zona do euro endureceram padrões de concessão de crédito. A expectativa é de que o crédito ficará ainda mais limitado nos próximos meses. (Págs. 1 e 8)

Brasília quer garantir liquidez

Com o impasse político nos EUA sobre a elevação do teto da dívida, o governo brasileiro já estuda recorrer a medidas de garantia de liquidez na economia, como fez durante a crise de 2008, quando ajudou bancos e empresas garantindo a expansão de crédito por meio de instituições públicas. As medidas seriam lançadas caso a crise política nos EUA leve a uma retração na economia mundial.

Ontem à noite, o presidente dos EUA, Barack Obama, e líderes do Congresso estavam no limiar de um amplo acordo para aumentar o teto de endividamento do governo e, ao mesmo tempo, cortar os gastos públicos em cerca de US$ 2,4 trilhões, mas o acordo ainda precisava do apoio de mais congressistas. Ainda não estava claro ontem à noite se o acordo discutido impediria que agências de risco rebaixassem a nota dos títulos de dívida do Tesouro dos EUA. (Págs. 1 e A11)

Foto legenda: Força para oposicionistas

O prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri reelegeu-se ontem no segundo turno da eleição por larga margem, segundo pesquisas de boca de urna. Empresário, Macri deverá se consolidar como o principal nome da fragmentada oposição à presidente Cristina Kirchner. (Págs. 1 e A8)

As estratégias do quase 'rei' dos genéricos

Mais temido do que elogiado, ele não gosta de holofotes e tem estilo discreto, mas adota estratégia barulhenta quando se trata de colocar no mercado os medicamentos que fabrica. No ano passado, pôs nas ruas um exército para distribuir as primeiras cópias genéricas do Viagra, cuja patente, da Pfizer, expirou. As vendas explodiram. Esse é Carlos Sanchez, 49 anos, presidente do conselho de administração da EMS, a maior farmacêutica nacional.

O pai de Sanches, Emiliano, abriu uma farmácia em Santo André, nos anos 50, e fundou a EMS em 1964, mas o laboratório só ganhou projeção nos anos 90, com a lei dos genéricos. Hoje, com faturamento de R$ 3,37 bilhões, a empresa é cobiçada por multinacionais. (Págs. 1 e B8)

Recrutadores avaliam dotes culinários e rapidez no SMS

Para ser aprovado na etapa final do programa de jovens líderes da empresa de tecnologia da informação Bematech, Marcel Verdrossi teve que incorporar um "chef" e cozinhar para executivos da companhia. Os objetivos eram avaliar sua performance quanto ao trabalho em equipe, gestão de tempo e de recursos.

Na busca por talentos, as companhias estão diversificando seus processos de seleção e as características comportamentais estão sendo tão valorizadas quanto o conhecimento técnico. A construtora e incorporadora Plano & Plano, por exemplo, incluiu uma etapa inovadora durante o recrutamento para a área de marketing. Procurando por candidatos criativos e afinados com tecnologia, a empresa fez uma entrevista com os finalistas por SMS. (Págs. 1 e D10)

Assembleia de Deus seria um partido com 73% de sucesso

A Assembleia de Deus, denominação religiosa que completa cem anos de presença no Brasil, tem a maior taxa de sucesso eleitoral do país. Nas últimas eleições, a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil lançou 30 pastores e lideranças da igreja a uma vaga na Câmara dos Deputados. Foram eleitos 22 deles, um percentual de 73,3% de sucesso. Não há partido político no Brasil com tamanho êxito: o PT, maior bancada da Câmara, lançou 334 candidatos a deputado federal em todo o país e elegeu 88 (26,3%). Dos 73 deputados que compõem a bancada evangélica, os adeptos da Assembleia de Deus são um terço.

Quase toda sua bancada - 20 parlamentares - está na base de apoio da presidente Dilma Rousseff. O PSC é o partido mais bem representado, seguido pelo PR. Rondônia é o Estado que abriga mais parlamentares ligados à Assembleia de Deus, em termos absolutos e proporcionais. (Págs. 1 e A6)

Indústria desacelera

A indústria entrou na segunda metade do ano num ritmo fraco, de acordo com o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do HSBC. O indicador ficou em 47,8 pontos em julho, o nível mais baixo em 26 meses. (Págs. 1 e A4)

Caixa capta no exterior

A Caixa Econômica Federal começou a buscar recursos no exterior e está revendo sua estratégia de captação. A ideia é ampliar os acordes com bancos estrangeiros para reforçar o "funding". (Págs. 1 e C1)

Emergentes em vez dos EUA

O impasse sobre a elevação do teto do endividamento dos EUA levou os investidores a saírem das carteiras de curto prazo americanas em busca dos fundos de renda fixa, em especial de emergentes, segundo a consultoria EPFR Global. (Págs. 1 e D2)

Crime contra o sistema financeiro

Até o fim do ano, um grupo de advogados criminalistas, ministros de tribunais superiores, juízes e policiais federais, liderado por Márcio Thomaz Bastos, deve concluir anteprojeto para alterar a lei de crimes contra o sistema financeiro. (Págs. 1 e E1)

União da Dasa e MD1

O parecer da Procuradoria Geral do Cade inicialmente contrário à união entre MDl e Dasa pode trazer alguma pressão às ações da companhia. Mas analistas acreditam que a operação não deverá ser suspensa. (Págs. 1 e D4)

Ideias

Sergio Leo

O fortalecimento da defesa comercial é não só necessário como inadiável. Mas será remédio para os males da indústria. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Martin Feldstein

Para cortar o déficit americano em relação ao PIB, não há como fugir de aumento de receitas limitando a redução de impostos. (Págs. 1 e Al3)

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Estado de Minas

Manchete: Impunidade à vista

Proposta na Assembleia beneficia 30 mil prefeitos e outros servidores investigados

Está pronta para ser votada no plenário da Casa uma emenda a projeto de lei que garante prescrição de processos que tramitam há mais de cinco anos no Tribunal de Contas do Estado. Dos 90 mil em análise no órgão, um terço deu entrada antes de 2006. Autor da proposta, o deputado Antonio Júlio (PMDB) alega que o objetivo é pressionar o tribunal a agilizar o trabalho e não penalizar os investigados, que esperam anos para ter caso julgado. Mas, na prática, significa que prefeitos e secretários processados por desvio de recursos públicos, por exemplo, ficarão impunes.(Págs. 1 e 3)

EUA fecham acordo para evitar calote

O presidente Barack Obama anunciou ontem à noite um acordo entre democratas e republicanos para elevação do teto da dívida de US$ 14,3 trilhões, que precisa ser votado no Congresso até amanhã. Sem dar detalhes, ele informou que o corte de gastos no país será de US$ 1 trilhão em 10 anos e outras medidas serão tomadas numa segunda etapa. (Págs. 1 e 10)

Brasileiros invadem a Argentina

Buenos Aires virou uma espécie de nova Guarapari. As razões são muitas: câmbio favorável, crise econômica do país vizinho, pacote de cinco dias a R$ 1 mil, mais barato do que viajar ao Nordeste. (Págs. 1 e 11)

AIDS: A força dos sobreviventes

Portadores do vírus HIV se livram da sentença de morte e levam vida normal com medicação, mas ainda sofrem com efeitos colaterais e preconceito. (Págs. 1, 17 e 19)

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Jornal do Commercio

Manchete: Volta às aulas exigirá paciência no trânsito

O que já é ruim deve ficar pior a partir de hoje com o retorno das aulas nas escolas particulares no Recife. Com mais carros nas ruas, CTTU e colégios prometem por em prática esquema especial. (Págs. 1 e 20)

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Zero Hora

Manchete: Colapso no Central força ida de presos para Charqueadas

Solução encontrada pelo governo para cumprir determinação da Justiça provocará aumento de circulação de detentos para transferências e audiências na Capital. (Págs. 1 e 30)

Obama anuncia acordo para evitar calote

Proposta que prevê corte de gastos ainda será avaliada pelo Congresso dos EUA. (Págs. 1 e 14)

A cultura da lentidão: Hospital pronto há 11 anos nunca funcionou

Governos não se responsabilizam por obra em Barra do Ribeiro. (Págs. 1, 4, 5 e 10)

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Brasil Econômico

Manchete: Aposta em negócios polêmicos prejudica rentabilidade do BNDES

Compra de ações de gigantes como Marfrig e BRF rendeu menos que as críticas ao negócio. Retorno tende a ser de longo prazo

Se decidisse deixar o quadro acionário da Marfrig hoje, banco estatal receberia R$ 733 milhões por sua participação. O valor está bem abaixo do R$ 1,1 bilhão já aportado na empresa. O mesmo ocorre com os papéis que tem na BR Foods. O BNDES pagou R$ 750 milhões por 2,55% das ações, que hoje valem R$ 660 milhões. Nos dois casos, economistas criticam tanto a decisão de investimento quanto a concentração de mercado que os negócios propiciaram. (Págs. 1 e P4)

Projetos sociais ficaram com 6% do orçamento do banco em 2010. Percentual deve ser igual este ano. (Pág. 1)

Foto legenda: Telefônica vai adotar marca Vivo no próximo ano

A mudança criará a terceira marca comercial do grupo, que já conta com a O2 e a Movistar. A complexidade está na integração dos sistemas, diz o presidente da operadora, Antônio Carlos Valente. (Págs. 1 e P22)

Bolsa estende auditoria a agente autônomo

A iniciativa da BM&Fbovespa Supervisora de Mercado tem como objetivo aperfeiçoar processos e controles. Corretoras já vinham sendo sendo auditadas. (Págs. 1 e P30)

Ferrovias sem concorrência

A entrada de novos competidores no setor ferroviário pode ser difícil diante da estrutura de operação da malha, 70% dela dedicada ao transporte de minério. (Págs. 1 e P8)

Bahiagás dobra investimentos

Expansão da rede de fornecimento terá R$ 120 milhõesem 2012, ante R$ 60 milhões aplicados neste ano. Empresa prevê crescer 50% até 2015. (Págs. 1 e P18)

EUA definem rumo dos investidores

Ansiedade marca desempenho do mercado, à espera do desfecho sobre dívida americana. (Págs. 1 e P32)

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Fonte: Radiobrás

domingo, 31 de julho de 2011

RESUMO DOS JORNAIS E REVISTAS 31/7/2011

O Globo

Manchete: Quatro órgãos públicos repetem vícios do Dnit

Outras áreas do governo têm contratos com suspeita de sobrepreço

Pelo menos outros quatro órgãos públicos analisados pelo GLOBO - têm problemas como os descobertos no Dnit, e que levaram à demissão de 22 pessoas. Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Banco do Nordeste (BNB) e Codevasp sofrem com falhas de gestão, desvios e loteamentos políticos. Indicado pelo PT, o presidente do BNB, Jurandir Santiago, é suspeito de desvio de verbas no governo do Ceará. Também a Secretaria de Infraestrutura Hídrica já pagou R$ 3,9 bilhões pela obra de transposição do Rio São Francisco sem um projeto executivo e as empreiteras querem mais R$ 1 bilhão em aditivos.

A República de Mogi

Um dos pivôs do escândalo nos Transportes, o deputado Valdemar Costa Neto (PR/SP), levou a pasta para a sua "turma" de Mogi das Cruzes. Fred, que despachava no ministério sem sequer ter cargo, é suspeito de um desfalque no clube que presidia na cidade.

Capa e Pag. 04

Foto legenda: Paz enganosa

O pescador Thiago Barbosa lança a rede nas águas tranquilas da Lagoa de Marapendi, na Reserva da Barra. A área de proteção ambiental está loteada por empresas à espera de brecha na lei para erguer ali prédios e hotéis.

Pag. 34

"Copa não é circo, tem de deixar legado", diz Blatter

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse que cabe ao Brasil criar infraestrutura para organizar o mundial de 2014. "A Copa não é um circo, que chega, fica durante duas semanas e se vai. Tem que haver legado", afirmou em entrevista a Jorge Luiz Rodrigo. Sobre corrupção, disse que é preciso remodelar a imagem da Fifa. "As pessoas não acreditam quando falamos em jogo limpo e respeito".
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Folha de S. Paulo

Manchete: Comando do Exército é alvo de investigação

Generais são suspeitos de desvios nos Transportes; Força diz desconhecer inquérito

O comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, e mais sete generais viraram alvo de uma investigação da Procuradoria-Geral de Justiça Militar sob a suspeita de terem envolvimento em fraudes em obras realizadas para o Dnit.

Um grupo de engenheiros e contadores chefiados pela promotora Ione de Souza Cruz, do Ministério Público Militar, encontrou indícios de fraude em 88 licitações feitas pelo Exército para executar obras do Ministério dos Transportes. (Págs. 1 e Poder A4)

Vendas e permutas de terrenos viram fonte de renda para o Exército. (Págs. 1 e A6)

Oi patrocina peça com Bia Lula, neta do ex-presidente

A Oi vai pôr R$ 300 mil na peça "Megera Domada", que contará com Bia Lula, neta do ex-presidente Lula.

Em 2005, a Oi pôs R$ 5 milhões em empresa de um filho de Lula. Depois, o governo mudou regra para permitir a fusão entre ela e a Brasil Telecom. A Oi diz ser "uma das maiores patrocinadoras" do país. Lula afirma que ignora a ação. (Págs. 1 e Poder A9)

Medo de calote leva os EUA a seguir a crise mais de perto

Os americanos passaram a seguir mais de perto o impasse econômico que o país atravessa e temem que a crise afete sua imagem.

Pesquisa mostra um salto de nove pontos percentuais, para 38%, dos que dizem seguir de "muito perto" o confronto sobre o aumento da dívida pública. (Págs. 1 e Mundo A14)

Consultoria corta custos de clientes com operadoras

Quatro ex-diretores da Oi, da Telefônica e da Net mudaram de lado e criaram a ViaW, consultoria que ajuda os clientes a reduzir gastos com telecomunicações.

A ViaW checa se as teles cobram o que está de fato nos contratos. (Págs. 1 e Mercado B1)

Ex-dependente, psicólogo apoia internação forçada

O psicólogo americano Adi Jaffe, 35, pesquisador da Universidade da Califórnia, ficou internado por dez meses para se livrar de drogas. Em entrevista à Folha, ele apoia a internação compulsória. "É melhor do que não tentar nada." (Págs. 1 e Cotidiano C10)

Editoriais

Leia "Justiça em desacordo", sobre a criação de centros de conciliação em tribunais, e "No escuro, de novo", acerca dos apagões de energia. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: País não pode 'ficar para trás' na guerra cambial, diz Mantega

Ao 'Estado", ministro diz que é preferível defender a indústria a usar o câmbio para combater a inflação

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que a recente intervenção no câmbio tem como objetivo garantir a competitividade da indústria nacional. Segundo o ministro, o governo não vai deixar o real se fortalecer para combater a inflação, como defendem alguns economistas. "O dólar a R$ 1,20 ia colaborar tremendamente, mas aí acabava com a indústria nacional", disse o ministro, em entrevista ao Estado. Para Mantega, "está todo mundo brigando pelos mercados" e uma das estratégias dos países é manipular o câmbio. "Não podemos ficar para trás nessa brincadeira." Mantega demonstra ainda preocupação com a crise nos EUA. ''É bom que eles resolvam logo essa situação, que está causando inquietação no mundo todo." (Págs. 1 e Economia B4 e B5)

Guido Mantega
Ministro da Fazenda

"Se o bom senso não prevalecer, eles vão acelerar a decadência americana" . (Pág. 1)

Sob pressão, Senado vota plano nos EUA

O Senado americano, dominado pelo Partido Democrata, planeja votar na madrugada de domingo uma nova proposta para elevar o teto da dívida dos EUA. Com a iniciativa, os democratas esperam deixar os republicanos, que controlam a Câmara, em uma encruzilhada. Se não aprovarem o plano, podem ser responsabilizados pelo fracasso das negociações. (Págs. 1 e Internacional A24 e A25)

Obras do Dnit já tem custo de R$ 2,6 bi acima do previsto

Obras em andamento administradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes já tiveram acréscimos de preços de R$ 2,6 bilhões. Dos contratos, 14% tem aditivos acima do limite legal, de 25% do preço inicial. Segundo o Dnit, a maioria dos aditivos de mais de 25% atinge apenas serviços continuados, como manutenção de rodovias. (Págs. 1 e Nacional A8)

Empresários vão às compras na China

Com o dólar em baixa, as federações de indústria organizam caravanas de empresários brasileiros para a China, em busca de máquinas, insumos e produtos acabados. (Págs. 1 e Economia B1)

Notas & Informações

A censura se eterniza

Uma questão de princípio e uma anomalia institucional mantém este jornal sob censura há dois anos. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: O sonho de ser brasileiro

Quase 1 milhão de estrangeiros vivem em nosso país e a cada hora chegam 15 novos imigrantes

Procedentes de 90 nações e espalhadas por 5.565 cidades, essas pessoas têm até meados de agosto para regularizar sua permanência, de acordo com o prazo concedido pela Polícia Federal. A partir de hoje, o Correio publica série de reportagens feitas por Alana Rizzo mostrando imigrantes, como chegaram, o que fazem e quanto gastaram (ou receberam) para estarem aqui e os artifícios usados para permanecerem legalmente. Ainda este ano, o Brasil poderá, a pedido da ONU, abrigar refugiados da Primavera Árabe, como vem sendo chamada a onda de revoltas no Oriente Médio e no norte da África. (Págs. 1, 12, 13 e 24)

Dilma exalta Pelé e fala em Copa histórica

Com a participação de astros da música e da tevê, a cerimônia de sorteio das eliminatórias do próximo mundial de futebol, realizada no Rio de Janeiro, ganhou tom político no pronunciamento da presidente Dilma Rousseff. Diante do dirigente máximo da Fifa, Joseph Blatter, ela prometeu uma edição histórica do torneio e enalteceu Pelé, embaixador honorário do evento, chamando-o de "meu querido". Sentado na primeira fila, o "rei" acabou roubando a cena, sendo aplaudido efusivamente. (Págs. 1 e Super Esportes, 2 a 5)

Agnelo reforça chances do DF

Presente à cerimônia, governador conversou com integrantes da Fifa sobre escolha de Brasília como sede da abertura. (Págs. 1 e Super Esportes, 5)

Foto legenda: Unidos contra o descaso

Em Brasília, seis associações juntam forças para reivindicar das autoridades atenção ao tratamento de doenças que afetam um número de pessoas aparentemente pequeno; como é o caso da fenilcetonúria, que impede a menina Isabela Vilela (na foto com o pai,Wesley Paroneto) de consumir proteína animal. (Págs. 1, 32 e 33)

Invista que o BC garante

Diante do clima de incertezas na economia mundial, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, acalma os ânimos de investidores e consumidores: "Estamos tomando as medidas necessárias para que a dona Maria tenha a garantia de uma economia saudável nos próximos seis, 12, 18 meses". (Págs. 1, 14 e 15)

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Estado de Minas

Manchete: As vítimas de Julho

Omissão do Dnit contribui para transformar temporada de férias em tragédias nas estradas

O escândalo do superfaturamento de obras envolvendo o Ministério dos Transportes estourou, coincidentemente, no mês em que milhares de famílias pegam as estradas para curtir férias. Trechos de 10 rodovias onde ocorreram acidentes têm 16 editais de reforma e manutenção paralisados por causa da crise.No trecho da BR-381 que liga BH ao Vale do Aço, por exemplo, onde duas pessoas morreram, três obras para alargamento de pista estão suspensas.

Hoje começa a via-crúcis da volta para casa nas mesmas estradas que sofrem com o caos no Dnit. Em julho de 2010, 107 pessoas morreram nas rodovias federais que cortam Minas, segundo a Polícia Rodoviária Federal. É o mesmo número registrado em 2009. Conforme levantamento do EM, pelo menos 40 pessoas morreram neste mês em rodovias como as BRs 116 (foto), 381 e 040. (Págs. 1 e 25 a 27)

Atividade econômica: Renda alta e consumo baixo na Grande BH

Nova Lima, Lagoa Santa e Brumadinho atraem cada vez mais famílias de classe média alta para condomínios e disparam em renda per capita. Mas novos moradores mantêm suas principais atividades na capital. (Págs. 1, 17 e 18)

Sem controle

Dinheiro para combater corrupção paga lanches. (Págs. 1 e 3)

Imigração

Brasil abriga quase um milhão de estrangeiros. (Págs. 1, 14 e 15)

Toque feminino

Mulheres já são 25% dos investidores da Bovespa. (Págs. 1 e 19)

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Jornal do Commercio

Manchete: Usuário vira refém de planos de saúde

Operadoras investem em hospitais, clínicas e médicos próprios. Para Associação Médica Brasileira, essa prática pressiona profissionais limitar procedimentos. Pior para os pacientes. (Págs. 1 e Economia 1 a 3)

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Zero Hora

Manchete: Polícia desativa primeiro laboratório de óxi no RS

Denarc encontrou em Viamão sítio usado por quadrilha para produzir droga mais devastadora do que o crack, que seria distribuída na Região Metropolitana. (Págs. 1, 28 e 29)

Foto legenda: A face gaúcha da miséria

Quem são as 385 mil pessoas que vivem no Estado com uma renda mensal de no máximo R$ 70. (Págs. 1 e 23 a 26)

Empregos: Há vagas para pessoas com deficiência

Cerca de 21 mil trabalhadores gaúchos têm vínculo formal. (Págs. 1 e Encartado nesta edição)

Por que espaço no aeroporto é tão caro

Sistema de concessão de áreas usado pela Infraero se concentra em grandes empresas. (Págs. 1 e Dinheiro)

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Fonte: Radiobrás