domingo, 16 de janeiro de 2011

RESUMOD DOS JORNAIS E REVISTAS 16/01/2011

O Globo

Manchete - Prioridade da Defesa Civil é socorrer áreas isoladas
Quatro dias após tragédia, equipes de resgate chegam a regiões ilhadas
O comandante da Defesa Civil estadual, coronel Flávio Castro, disse ontem que a prioridade é resgatar vítimas das enchentes na Região Serrana que estão em áreas isoladas desde as chuvas de quarta-feira passada. O prefeito de Teresópolis, Mário Jorge, informou que, enfim, equipes de resgate começaram a chegar a três locais onde havia moradores ilhados, quantro dias depois da tragédia. "Os helicópteros do Corpo de Bombeiros estão trabalhando diariamente, levando comida e água para as áreas isoladas e resgatando quem ficou lá", disse ele, acrescentando que o trabalho será feito até que as máquinas consigam desobstruir os acessos àquelas regiões. O número de mortos na Região Serrana já chega a 555 na tragédia que é considerada uma das maiores do planeta. A cidade com mais vítimas é Nova Friburgo, com 248. Em seguida, vem Teresópolis, com 238, Petrópolis registra 43 mortes e São José do Vale do Rio Preto tem quatro. Ontem, o governador Sérgio Cabral decretou luto oficial no estado por sete dias. (Páginas 14 a 21)

No governo Lula, mais 82 mil servidores
O governo Lula contratou 82.479 servidores civis, fazendo com que, em 2010, o número de funcionários na ativa chegasse a 568 mil. Para servir a essa máquina, os gastos com terceirizados estouraram. As despesas com copa e cozinha cresceram 245%. (Página 3)

Serviços são novos vilões da inflação
Com a alta da renda do brasileiro, preços de itens como cafezinho, mensalidade escolar e salário de doméstica subiram bem acima da inflação. Desde 2006, ingressos para jogos subiram quatra vezes mais que a inflação: 103%. (Página 29)

Irmão "Iow profile"
Discreto, o advogado Igor Rousseff, irmão da presidente, passou despercebido na posse. Ele diz que a irmã era muito levada, e que só perdeu asas quando cresceu. (Página 9)
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Folha de S. Paulo

Manchete - Novo Código Florestal amplia risco de desastre
Proposta permite construção em encostas; relator nega que projeto trate das áreas urbanas
O projeto do novo Código Florestal amplia a chance de ocupação de áreas de risco, uma das razões das mortes causadas pela chuva no Sudeste, relatam Vanessa Correa e Evandro Spinelli.

O texto em tramitação no Congresso não considera topos de morro como áreas de preservação permanente libera a construção de casas em encostas. Em locais assim, houve deslizamentos que mataram centenas de pessoas no Estado do Rio.

O projeto reduz ainda a faixa de preservação nas margens de rios, criando brecha para o uso de áreas como o alagado Jardim Pantanal, zona leste paulistana.

O relator da revisão do Código Florestal, Aldo Rebelo (PC do B-SP), nega que o projeto trate de regras nas cidades. O texto, porém, cita a regularização fundiária de áreas urbanas. (Cotidiano)

Voluntários deixam dor em 2º plano para poder ajudar
Em Nova Friburgo, uma massa desorganizada, porém voluntariosa, procura oferecer auxílio às vítimas, informam Alencar Izidoro e Marlene Bergamo.

Quem perdeu parentes precisa deixar a dor em segundo plano para ajudar. O trabalho árduo inclui buscar, limpar, armazenar e enterrar os corpos. (Pág.B1)

Todas as mulheres da presidente
A chegada de Dilma Rousseff ao Planalto trouxe para o entorno do poder um grupo de mulheres de confiança que gravitam em torno da presidente. Além da mãe e da filha de Dilma, o time inclui assessoras e uma equipe especial de comsissárias de bordo. (Pág. A10)

Folha é o jornal mais lido pelo novo Congresso
Pesquisa do Instituto FSB revela que a Folha é a fonte preferida de informação dos congressistas que tomarão posse em fevereiro. O jornal é citado por 72% dos parlamentares; em segundo vem "O Globo", com 36%. O UOL, do Grupo Folha, é o site mais acessado. (Pág. A 13)

Pastas do PT têm 60% dos cargos de confiança federais
Levantamento da Folha mostra que, no governo Dilma, os ministérios do PT, que movimentam cerca de 30% do Orçamento, têm 60% dos cargos de confiança. São 13,4 mil postos a serem oferecidos a especialistas do setor privado ou apadrinhados políticos, (Pág.A4)

Após tragédias, cidades retiram casas de locais sem segurança (Pág. C5)

Elio Gaspari
Para Cabral e Dilma, centro de Friburgo é área de risco. (Pág. A16)

Editoriais
Leia "Previsão do tempo", sobre tragédias e mudanças climáticas; e "Trilhos paulistas", acerca dos planos para o transporte público paulista. (Pág. A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Brasil admitiu à ONU despreparo para tragédias
Relatório enviado em novembro previa o aumento de ocorrências de desastres
O governo brasileiro admitiu à Organização das Nações Unidas que grande parte do sistema de defesa civil do País está "despreparado" para enfrentar calamidades, como a que atingiu a região serrana do Rio na semana passada. Um tratado firmado por 168 países em 2005 prevê a divulgação de um raio X do plano de redução do impacto de desastres naturais. O Estado teve acesso ao documento enviado à ONU em novembro de 2010 por Ivone Maria Valente, da Secretaria Nacional da Defesa Civil. "A falta de planejamento da ocupação e/ou da utilização do espaço geográfico, desconsiderando as áreas de risco, somada à deficiência da fiscalização local, tem contribuído para aumentar a vulnerabilidade das comunidades urbanas e rurais, com um número crescente de perdas de vidas humanas", diz o texto. A não implementação do plano, segundo o relatório, "contribuirá para o aumento da ocorrência dos desastres naturais". (pág. 1 e Metrópole, pág. C3)

É difícil sair do Bolsa Família, confirma estudo
Os beneficiários do Bolsa Família passam menos tempo empregados e demoram mais para achar nova vaga com carteira assinada ao perderem o emprego. É o que mostra pesquisa encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Social. O resultado revela as dificuldades para que os beneficiários do programa abram mão dos pagamentos mensais e encontrem a chamada "porta de saída". (pág. 1 e Nacional, pág. A4)

Mac Margolis: O século da defesa civil
Seja bem-vindo ao século da defesa civil, em que o novo divisor das águas da civilização bem que poderia ser como os países lidam com as desgraças naturais. O flagelado ambiental é a parcela que mais cresce entre os miseráveis do planeta. A Cruz Vermelha calcula que já existam mais pessoas desterradas por tragédias climáticas do que os 19 milhões de refugiados de guerra, e podem chegar a 200 milhões até 2050. (pág. 1 e Internacional, pág. A11)

Segundo turno pode levar Haiti a mais violência
Diplomatas e analistas concordam que um governo haitiano com legitimidade é o único caminho para uma reconstrução sustentável do país. No entanto, não há dúvidas de que houve fraude na votação de novembro, relata Roberto Simon, enviado especial a Porto Príncipe. Cerca de três quartos dos haitianos não foram às urnas no primeiro turno. (pág. 1 e Internacional, pág. A10)

Ministra muda política de direitos humanos (pág. 1 e Nacional, pág. A6)

Notas e informações: Primeiro choque com os EUA
A primeira escaramuça entre o governo de Dilma e o de Obama ocorreu na arena comercial. (págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete- Novas chuvas dificultam resgate de vítimas no Rio
Equipes suspendem operações de salvamento devido ao mau tempo. Estrada para Nova Friburgo é parcialmente interditada. Tragédia na região serrana fluminense já chega a 605 mortos.

A catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro é uma ameaça constante. No início da tarde de ontem, uma forte chuva suspendeu as operações de resgate de vítimas que ainda estão ilhadas nas regiões atingidas. O governador do Rio, Sérgio Cabral, não conseguiu ir de helicóptero até Nova Friburgo e teve de pousar a 40km da cidade. Autoridades recomendam aos moradores que saiam das encostas, evitem circular nas ruas e procurem abrigos.

Uma família desesperada
Repórteres do Correio contam o drama de Antonio e Ester, casal que enterrou o filho.

A angústia do isolamento
Apenas em Nova Friburgo, pelo menos dez áreas estão inacessíveis às equipes de busca.

Imprudente e demorado
Por que o poder público brasileiro falha antes e depois da ocorrência de catástrofes. (pág. 1)
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Estado de Minas

Manchete: O ritmo frenético de Dilma governar
Há apenas 15 dias no cargo, a presidente Dilma Rousseff (PT) mostra, com várias mudanças, que não pretende ficar restrita a um governo de continuidade. Arregaçou as mangas e, entre muitas medidas, exigiu dos ministros ajustes em estruturas emperradas há anos, pediu aceleração nas verbas destinadas à versão rural do programa Minha casa, Minha Vida e acionou a Advocacia-Geral da União para tentar acordos com grandes devedores da Previdência. Ela está decidida até a proteger a indústria nacional dos produtos importados da China. (págs. 1, 3 e 4)

Angústia sem trégua
A chuva voltou a amedrontar a região serrana do Rio de Janeiro cinco dias depois da ocorrência dos alagamentos e deslizamentos que deixaram, até a noite de ontem, pelo menos 600 mortos. A Defesa Civil redobrou o alerta porque houve mais desmoronamentos e inundações, principalmente em Nova Friburgo (foto). (págs. 1 e 11 a 14)

Temporal assusta
Uma forte chuva na tarde de ontem em BH alagou avenidas e o aeroporto da Pampulha. Os bombeiros receberam 15 chamadas de queda de árvores, mas sem vítimas. (págs. 1 e 28)

Barroco: Inventário do professor de Aleijadinho
Trabalho de estudante de mestrado da UFMG leva a trajetória e a obra do português José Coelho Noronha ao seu devido lugar na história. Mestre da arquitetura e das talhas em madeira, ele teve como aluno Francisco Antonio Lisboa. (págs. 1 e 25)

Cerveja: Brasil é o 3º fabricante no mundo
Aumento do consumo, resultado da elevação da renda, é um dos fatores que impulsionaram a produção da bebida no país. O ritmo acelerado das fábricas deixou Rússia e Alemanha para trás e a indústria nacional só perde para China e Estados Unidos. (págs. 1 e 15)
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Jornal do Commercio

Manchete - Estrangeiros atrás das grades
A espanhola Ester não veio ao Recife a turismo. Ele é uma das 129 pessoas detidas na última década na rota internacional do tráfico de cocaína.

Chuva volta a assustar moradores da Serra Fluminense
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Veja

Os mortos de janeiro
Até quando vamos aceitar passivamente que, todos os anos, a temporada de chuvas mate centenas de brasileiros?

O Brasil e a bomba
Em mais um capítulo dessa enigmática e antiga história, um físico brasileiro decifra os segredos de uma ogiva nuclear americana.
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Época

Depois da tragédia
Os dramas, as lições e a retomada da vida após o pior desastre natural da história do Brasil.
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ISTOÉ

Manchete: Muito discurso, pouca ação e mais tragédias
2011 – O mesmo drama na região serrana do Rio. Desta vez, a maior catástrofe da história no País. (pág. 1)
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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: Todo o poder de Mantega
O ministro da Fazenda nunca esteve tão forte. Com mais atribuições no comando da economia e voz ativa no debate internacional, ele se tornou peça-chave da gestão Dilma. Saiba por que Guido Mantega ganhou esse status e como pretende usá-lo para manter o País na rota do crescimento. "O Brasil saiu da retaguarda para a vanguarda do debate econômico mundial"-Guido Mantega.(págs. 1 e 28)
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CartaCapital

O legado de Lula
Wanderley Guilherme dos Santos: 80 anos depois, o ex-operário muda o conceito da República.

Tragédia carioca culpem
O homem em vez da natureza

A presidenta- Firme na criação da Comissão da Verdade
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Zero Hora

Manchete - Rio 2011 uma catástrofe brasileira
A reconstituição do maior dos pesadelos

Um relato pungente do Enviado Especial de ZH

Os pontos de risco nas encostas do Estado


Fonte: Radiobrás

sábado, 15 de janeiro de 2011

RESUMO DOS JORNAIS 15/01/2011

O Globo

Manchete: Colapso na serra
Após 3 dias, moradores, com medo, enfrentam falta de água, luz, telefone, comida e remédio
De uma das cidades mais aprazíveis da Região Serrana do Estado do Rio, Friburgo se transformou num cenário de guerra. Faltam luz, água, telefone, comida e remédios. Há filas e desabastecimento, racionamento de combustível e corpos em decomposição. Para piorar a situação, houve saques, assaltos e boatos do rompimento de uma represa, que levaram pânico aos moradores. Este é também o cotidiano nas outras principais cidades da Região Serrana, três dias após a tragédia. As chuvas já deixaram 540 mortos e 6.050 desabrigados. O número pode dobrar, segundo moradores, que relatam desmoronamentos em áreas isoladas. Levantamento feito pela Secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil informa que há na região 7.780 desalojados (aqueles que tiveram que sair de suas casas, mas poderão retornar). Por determinação do juiz José Ricardo Aguiar, da Vara de Família de Teresópolis, os corpos de vítimas das chuvas que chegarem ao IML serão periciados e permanecerão em caminhões frigoríficos por até um mês, à espera dos parentes. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Turismo tem um prejuízo recorde
O prejuízo do setor turístico da Região Serrana do estado pode chegar a US$ 30 milhões - um número inédito para uma das áreas mais belas do estado. Houve queda na ocupação e 95% de cancelamentos nas reservas da temporada. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Enquanto isso, no Morro do Bumba...
Das 3.200 famílias que perderam suas casas no deslizamento do Morro do Bumba, em Niterói, 800 ainda estão na fila para receber aluguel social. Muita gente acabou voltando a viver nas áreas de risco. As obras nas encostas não foram feitas. (Págs. 1 e Caderno Especial)

José Mariano Beltrame, Personalidade 2010
As UPPs renderam ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, o título de Personalidade 2010 no 8º Prêmio Faz Diferença, concedido pelo GLOBO às pessoas ou instituições que mais lutaram pelo país no ano. (Págs. 1 e Caderno Especial)

MP fixará regra para reajuste do mínimo, que subirá a R$ 545 (Págs. 1 e 5)
Dilma divide governo em quatro áreas para melhorar gestão (Págs. 1 e 3)
Resultado do Enem é divulgado pelo MEC em meio a falhas (Págs. 1 e 12)
Protestos impedem volta de mais de 40 brasileiros do Chile (Págs. 1 e 31)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Governo do RJ sabia desde 2008 dos riscos na região da tragédia
Estudo apontou problemas em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, áreas mais atingidas;
Secretário afirma que faltou 'apenas' retirar os moradores;
Mortos já são no mínimo 547.
O risco de um desastre na região serrana do Rio de Janeiro, como o que ocorreu nesta semana e já deixou pelo menos 547 mortos, havia sido apontado desde novembro de 2008 em um estudo encomendado pelo próprio governo do Estado, informa Evandro Spinelli.
A situação mais grave, segundo o relatório, foi identificada exatamente em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, cidades com o maior número de mortes em razão das chuvas intensas.
Segundo a geógrafa Ana Luiza Coelho Netto, professora da UFRJ e coordenadora do trabalho, o estudo visava apontar regiões vulneráveis, mas não detalhava pontos exatos de risco para os habitantes. O secretário do Ambiente do Rio, Carlos Minc, disse que faltou "apenas" retirar os moradores.
Dias antes da chuva, a Promotoria preparava ação contra a Prefeitura de Teresópolis por ocupação irregular de área de risco, relata Hudson Correa. (Págs. 1 e Cotidiano)

Morador enfrenta perigo e recusa resgate na serra
Enquanto havia quem implorasse por socorro, outras pessoas se recusavam a deixar áreas de risco em Nova Friburgo, mesmo sob a iminência de desabamentos.
Houve pânico com boato sobre o rompimento de represa. Em Teresópolis, rumores de arrastão pararam o comércio. (Págs. 1, C4 e C5)

Walter Ceneviva
Há como ir à Justiça contra o Estado. (Págs. 1 e C2)

Hélio Schwartman
Vítima reage com a razão na tragédia. (Págs. 1 e A2)

Dilma cortará investimento; mínimo deve ir para R$ 545
Em sua primeira reunião ministerial, a presidente Dilma Rousseff mandou cortar investimentos do governo para cumprir a meta de superávit primário (3% do PIB). O governo trabalhará por um salário mínimo de R$ 545. (Págs. 1, A4 e A5)

Editoriais
Leia "Reforma pelo meio", sobre a intenção do governo de não propor mudanças na Previdência; e "Rever o caso Battisti", acerca da decisão de Lula. (Págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Sobreviventes sofrem com falta de água, comida e remédio no RJ
Tensão na região serrana favorece a disseminação de boatos sobre saques e rompimento de barragem
Três dias depois do temporal que arrasou parte da região serrana do Rio e matou ao menos 540 pessoas, o desespero toma conta dos sobreviventes nos oito municípios atingidos, numa área que equivale à cidade de São Paulo. "A comida esta acabando, a água, os remédios, tudo", relata Letícia Santos, moradora de São José do Vale do Rio Preto, que continua isolada. Os boatos se multiplicam. Em Nova Friburgo, houve correria após informações infundadas sobre o rompimento de uma barragem. Em Teresópolis, uma loja foi assaltada, mas logo se espalharam relatos de arrastões e tiroteio e comerciantes baixaram as portas. No ginásio da cidade, onde estão 280 desabrigados, o atendimento é improvisado: uma caixa de papelão serve como tala. Ontem, 225 homens da Força Nacional de Segurança chegaram para auxiliar nas buscas e na manutenção da ordem pública. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3 a C6)

Auxílio recusado
O Brasil optou por não aceitar a participação da ONU no resgate e atendimento à população. (Págs. 1 e Cidades C6)

Refúgio de Tom Jobim vira ruína
Foi no sítio Poço Fundo, em São José do Vale do Rio Preto, que Tom Jobim criou Águas de Março, Dindi e Matita Perê. A casa onde gostava de passar férias foi destruída pelas chuvas. (Págs. 1 e Cidades C8)

Acesso a notas do Enem na internet volta a ter falhas
Pelo segundo ano consecutivo, o sistema de divulgação de notas do Enem na internet falhou. Muitos estudantes não puderam acessar os resultados e quem conseguiu relatou que nem todas as notas tinham sido computadas. Para o Ministério da Educação, os problemas foram pontuais. (Págs. 1 e Vida A13)

BC veda monopólio do consignado
O Banco Central proibiu que as instituições financeiras restrinjam ou impeçam o acesso de clientes a ofertas de crédito de concorrentes, como o consignado. (Págs. 1 e Economia B1)

Governo prevê crescimento de 5,9%
Na primeira reunião ministerial do governo Dilma, a equipe econômica previu que o País crescerá, em média, 5,9% até 2014. Mas a presidente também cobrou o corte de gastos. (Págs. 1 e Nacional A4)

Celso Ming
O reequilíbrio da economia
Mais austeridade reduz a dívida, achata os juros, deixa de atrair dólares em excesso, contém o consumo e aumenta a poupança interna. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações
A farra do Fundo Partidário
O assalto ao erário foi aprovado por unanimidade. O butim será repartido entre os 27 partidos. (Págs. 1 e A3)
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Jornal do Brasil

Manchete: Pacto de sangue
Sensibilizado com a tragédia na Região Serrana, o povo do estado do Rio lota bancos de sangue e arrecada donativos para as vítimas das chuvas. (Págs. 1, 14 e 15 e Editorial, 2)

Exclusivo: Histórias dos sobreviventes (Págs. 1 e 3 a 13)
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Correio Braziliense

Manchete: O preço alto da chuva
Prejuízos causados por temporais já afetam valor de alimentos
A temporada de chuvas no Brasil também tem consequências na economia. Especialistas estimam que os danos causados na produção agrícola vão pressionar a inflação de janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), antes previsto para 0,7% este mês, já está com a projeção próxima de 1%. “Esse aumento começou antes do Natal e, de lá para cá, não parou mais”, reclama a aposentada Gilda Coelho, 55 anos, acostumada a ir ao mercado. O alface, o tomate, o jiló e a abobrinha são os produtos mais afetados pelo excesso de chuvas, com maior reajuste nas prateleiras. Mas a alta pode se estender até para o preço da carne. (Págs. 1 e 16)

Ajuda ao Rio
Brasilienses podem entregar doações na sede da cruz vermelha (ao lado) e em diversos postos. Em Teresópolis (acima), voluntários levam alimentos às vítimas. O número de mortos chegou a 541. (Págs. 1 e 7 a 14)

Tesoura na mão
Dilma Rousseff exigiu ontem de seus ministros que cortem gastos supérfluos. Na primeira reunião com a equipe, a presidente também pediu menos discursos, mais eficiência e conduta rígida. (Págs. 1 e 2)
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Estado de Minas

Manchete: Depois da tragédia, medo da violência
Enquanto enterram os mortos, que já passam de 550, e procuramos corpos de um número incerto de desaparecidos, moradores das cidades da Região Serrana do Rio sofrem agora com saques e arrastões, principalmente em Teresópolis e Nova Friburgo, as mais atingidas pelas avalanches de lama. Por medo de assaltos, as lojas fecham as portas. É difícil comprar mantimentos. Faltam comida, água, luz e combustível. E há centenas de famílias isoladas. A Força Nacional vai ajudar no patrulhamento, buscas e abertura de estradas. Cemitérios têm dificuldade para enterrar tantas vítimas e, devido à demora na identificação delas, juiz sugere que parte dos corpos seja congelada. (Págs. 1 e 13 a 16)

Ministério: Dilma exige discrição e corte de gasto
Na primeira reunião ministerial, a presidente determinou que todos falem pouco e cortem ao máximo as despesas. O governo editará medida provisória com os critérios de reajuste do salário mínimo até 2015, fixando-o agora em R$ 545. (Págs. 1, 3 e 4)

Consignado: BC acaba com monopólio de crédito
As instituições financeiras estão proibidas de manter exclusividade na oferta de crédito consignado. A medida do Banco Central, que vale apenas para contratos novos, passou a vigorar ontem e deve beneficiar 10 milhões de servidores públicos. (Págs. 1 e 17)

Nota do Enem é desafio a alunos
Estudantes como Marina, Letícia e Luiza tiveram dificuldade de acesso ao resultado do exame no site do MEC e para entender o cálculo da UFMG para garantir o bônus. (Págs. 1, 25 e 26)

Chile: Protesto deixa turistas de Minas retidos
O anúncio de um aumento de 17% no preço do gás levou sindicalistas e trabalhadores a bloquear estradas no Sul do país. Cerca de 100 turistas brasileiros estão “presos” em cidades da região, dos quais pelo menos 11 são de Minas. (Págs. 1 e 23)

Desconfiança
Chineses vendem só 13,8 mil carros no Brasil em um ano. (Págs. 1 e 19)

Vereadores de BH
Verba indenizatória usada em escritórios fora da Câmara. (Págs. 1 e 11)
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Jornal do Commercio

Manchete: Salário mínimo será de R$ 545 em fevereiro
Ministro Guido Mantega disse que o piso nacional será corrigido de R$ 540 para R$ 545, por Medida Provisória, e entra em vigor a partir do próximo dia 1º. Valor adicional surgiu porque a inflação de dezembro fechou maior que o previsto. (Pág. 1)

Dias de desespero e incerteza
Faltam luz, água e comida para a população. Há cidades ainda isoladas. Número de mortes continua subindo no Rio. (Pág. 1)

Dilma admite cortar até investimentos (Pág. 1)
Novo problema envolvendo o resultado do Enem (Pág. 1)
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Zero Hora

Manchete: Uma incursão pelo Vale da Morte
ZH percorreu o bairro Campo Grande, em Teresópolis, na serra fluminense, testemunhando a tragédia em que as vítimas são contadas às centenas, em cenários de desolação e dor. (Págs. 1 e 4 a 10)

Mínimo de R$ 545 entra em vigor dia 1º
Primeira reunião de Dilma com seus 37 ministros definiu novo valor. (Págs. 1 e 17)
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Fonte: Radiobrás

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

RESUMO DOS JORNAIS 13/01/2011

O Globo

Manchete: Tragédia e descaso
Mais um temporal de janeiro deixa 264 mortos na Região Serrana
A história se repete. Como se não houvesse previsão do tempo, mais uma tempestade de verão leva destruição e mortes ao Rio, desta vez na Região Serrana. Teresópolis, Friburgo e Petrópolis foram atingidos por um temporal que deixou pelo menos 264 mortos - entre os quais três bombeiros -, provocou deslizamentos, desabamentos e inundações, em nova tragédia que o poder público, ano após ano, não consegue evitar. Em meio a mudanças climáticas que tornarão as chuvas mais rigorosas, crescem o desmatamento, a ocupação irregular das encostas e a demora na liberação de verbas. Na tragédia de ontem, o Centro de Friburgo ficou inundado e a cidade, isolada, sem energia elétrica e comunicações. O Estado do Rio recebeu apenas 0,6% dos recursos (R$ 1 milhão) do governo federal para prevenção, aplicados na capital, em Rio Claro e em Volta Redonda. Outro levantamento mostra que a União deixou de repassar recursos até mesmo para as cidades atingidas na Região Serrana. Os R$ 450 mil previstos para obras de contenção na Estrada Cuiabá (Petrópolis) - área destruída pelas chuvas - não foram liberados. Para Friburgo, havia uma estimativa de repasse de R$ 21,7 milhões, mas os recursos também não foram empenhados. Agora, a presidente Dilma Rousseff autorizou o repasse de R$ 780 milhões para recuperar áreas destruídas pelas chuvas no Rio e em São Paulo. Hoje, Dilma e o governador Sérgio Cabral, que estava no exterior com a família, vão sobrevoar as áreas atingidas. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Uma família, de férias
Oito pessoas de uma mesma família, além da babá de uma das crianças, foram vítimas do desabamento que atingiu uma casa de classe média alta inundada no Vale do Cuiabá, em Itaipava - Petrópolis. Uma das vítimas era a estilista Daniela Conolly, e 39 anos. (Pág. 1)

Mais dois filhos de Lula têm passaporte diplomático (Págs. 1 e 5)
Drogas: ministro rejeita proposta de secretário (Págs. 1 e 9)
Dilma: Gabrielli fica no comando da Petrobras (Págs. 1 e 21)
Governo do Líbano cai com saída do Hezbollah (Págs. 1 e 23)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Estado do Rio enfrenta a pior chuva em mais de 4 décadas
Contagem de vítimas somava mais de 270 e ainda deve crescer muito
Defesa civil local ignorou alertas recebidos
Bebê de seis meses sobrevive após ficar 12 horas soterrado

Madrugada de muita chuva - prevista pelos institutos de meteorologia, mas ignorada pela Defesa Civil local - causou destruição e morte em proporção inédita na região serrana do Rio.
Até as 23h, mais de 270 corpos já haviam sido encontrados em Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis, as cidades mais atingidas.
A expectativa é que os números cresçam, superando os 300 mortos registrados na cheia de 1967 na região metropolitana do Rio.
Corpos eram guardados em escolas e igrejas. Por todo lado havia casas sob a lama, carros sobre muros, vias interditadas. "Nunca vi nada igual - nem nos deslizamentos de Angra", disse o vice Luiz Fernando Pezão, que substitui Sérgio Cabral, em férias no exterior.
Nove helicópteros atuavam no resgate, dois da Marinha, que também cedeu um hospital de campanha.

Bebê de seis meses saiu vivo depois de 12 horas sob escombros. (Págs. 1 e Cotidiano)

Leia mais/Chuvas no Rio
Em Teresópolis, corpos boiavam na rua, e moradores improvisaram resgate. (Págs. 1 e C1)

Cidades mapearam áreas de risco, mas planos de remoção ficaram no papel. (Págs. 1 e C5)

Em seu 1º compromisso fora do Planalto, presidente sobrevoará área afetada. (Págs. 1 e C4)

Clóvis Rossi

Se a TV se antecipa à chuva, por que o poder público não pode?(Págs. 1 e A2)

Eliane Cantanhêde

Tragédia é teste para Dilma, que prefere atuar em silêncio. (Págs. 1 e A2)

Foto legenda: Corpos retirados de soterramento no Vale Cuiabá, região de Petrópolis que concentra condomínios e hotéis de luxo e onde desabamento de casa matou oito pessoas de mesma família (Pág. 1)

Foto Legenda: Equipes de resgate trabalham em Teresópolis, a cidade mais afetada pelas chuvas no Rio (Pág. 1)

Tempestade e comportas abertas fazem cidade afundar


Franco da Rocha, cidade da Grande SP a 47 Km da capital, teve os principais prédios públicos, incluindo a prefeitura, submersos após a chuva intensa iniciada na segunda-feira à noite. O prefeito decretou emergência.

A água passou de dois metros de altura em algumas regiões, e dezenas de moradores ficaram ilhados.

Uma das causas da cheia foi a abertura das comportas de uma represa. Segundo a Sabesp, não havia alternativa, porque existia o risco de a barragem se romper com as chuvas. (Págs. 1 e C7)

Governo não vai propor reforma da Previdência
A presidente Dilma Rousseff não proporá uma reforma da Previdência, informa Valdo Cruz. O Executivo pretende deixar a reforma política para o Congresso.

A prioridade do Planalto será dada a projetos na área tributária, como a desoneração da folha de pagamento.

Para Dilma, não vale a pena investir em reformas de alto custo político e consumo de energia "monstruosa" no início de mandato.
Após o início de crise com o PMDB, a presidente decidiu que as indicações para o segundo escalão ficarão para o próximo mês. (Págs. 1 e A4)

Procuradoria quer anular cessão de superpassaportes
O Ministério Público Federal no DF pediu anulação dos passaportes diplomáticos concedidos fora das regras estritas do Itamaraty. A Folha revelou que filhos e netos de Lula receberam o benefício em 29 de dezembro, por suposto "interesse do pais" . (Págs. 1 e A5)

Hezbollah sai, e governo libanês é desfeito sob temor de conflito (Págs. 1 e A12)
Ministro condena posse de rádio, jornal e TV numa mesma região (Págs. 1 e A11)

Saúde
Exame de sangue da mãe vai detectar síndrome de Down. (Págs. 1 e C12)

Editoriais
Leia "Inflação em alta", sobre o combate à elevação dos preços; e
"Haiti, ano um", acerca da situação do país depois do terremoto de janeiro de 2010. (Págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Chuvas causam maior tragédia natural do Brasil em 44 anos
Num único dia, deslizamentos matam pelo menos 237 em três municípios da serra no Estado do Rio

Em poucas horas, um temporal na madrugada de ontem matou pelo menos 237 pessoas em três municípios da região serrana do Rio - 122 em Teresópolis, 97 em Nova Friburgo e 18 em Petrópolis. Na maior catástrofe natural desde 1967 no Brasil, deslizamentos de toneladas de terra, quedas de pedras gigantescas e enxurradas de lama comparadas a tsunamis tomaram bairros inteiros. O número de vítimas pode subir, pois equipes de resgate têm dificuldade de acesso aos locais dos desmoronamentos. Em Friburgo, três bombeiros foram soterrados enquanto tentavam salvar moradores. Ha falta de água, energia elétrica e telefone.
Além da ocupação irregular de encostas, comum na região, geó1ogos apontam que a tragédia foi agravada por um fenômeno raro, a "corrida de lama e detritos”, quando uma série de deslizamentos acontece ao mesmo tempo. O governador Sérgio Cabral, que esta fora do País e só hoje deve chegar às áreas atingidas, pediu ajuda da Marinha. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3 a C5)

Na mansão, 14 mortes
Em um sítio no paradisíaco Vale do Cuiabá, em Itaipava, distrito de Petrópolis, 14 pessoas morreram afogadas. Oito vítimas eram da família do diretor da holding Icatu, Erick Conolly, que estava no Rio. A casa pertence aos Gouvêa Vieira, uma das famílias mais tradicionais do Rio, e estava alugada. (Págs. 1 e Cidades C5)

Sabesp abre comportas e isola Franco da Rocha
Vazão da represa para o rio aumentou 80 vezes
A abertura das comportas da Represa Paiva Castro, uma das quatro do Sistema Cantareira, foi determinante para inundar Franco da Rocha, na Grande São Paulo, e impedir o acesso à cidade. A vazão de águas da represa para o Rio Juqueri subiu de 1m³ para 80 m³ por segundo. A Sabesp, que justificou a decisão como “técnica", quis evitar o transbordamento da represa, que no dia anterior havia atingido 97% da capacidade de armazenamento. (Págs. 1 e Cidades C8)

Dilma cria conselho de gestão
A presidente Dilma Rousseff comunicará amanhã, na primeira reunião ministerial, a decisão de impor forte ajuste nos gastos públicos, informa João Bosco Rabello. Ela reforçará a advertência de que as indicações políticas serão respeitadas, mas quer compromisso com eficiência e resultados. Um novo conselho - de Gestão e Competitividade -, ligado diretamente à Presidência da República, será criado com esse objetivo. (Págs. 1 e Nacional A4)

Incor atende mais rápido quem tem plano (Págs. 1 e Vida A14)
Saída do Hezbollah derruba governo libanês (Págs. 1 e A9)

Captação de Portugal não afasta crise na UE
A captação expressiva na primeira emissão de bônus da dívida de Portugal não foi suficiente para acalmar a Europa. A divergência agora é quanto ao tamanho do fundo de resgate. (Págs. 1 e Economia B1)

Celso Ming
A sina da moeda forte
Não há como inverter a tendência à valorização cambial no País. Isso posto, é preciso ajustar a economia de modo a conviver com a moeda forte. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações
A promessa de cortes
Já houve muita gastança nos últimos anos e não há espaço para mais desmandos. (Págs. 1 e A3)

Eugênio Bucci
Trilha para o estrelato
A adoração da violência ordena, todos os dias, a todos os adolescentes que não veem sentido na vida: "Mate e fique famoso". (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
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Jornal do Brasil

Manchete: As belas
As beldades mais disputadas das passarelas mostram as últimas novidades da moda no Rio. Confira também os bastidores dos desfiles com Heloisa Tolipan. (Págs. 1 e 27 a 37)

a BELA e a fera
O craque Ronaldinho Gaúcho foi saudado por cerca de 20 mil rubro-negros em festa na Gávea, mas seu salário de R$ 1,8 milhão por mês assusta muitos cariocas. (Págs. 1 e 3 a 5)

Governo adianta Bolsa Família para vítimas da chuva no Rio (Págs.1 e Informe JB, 10)
Indústria do cigarro faz lobby para manter aromas (Págs. 1, 8 e 9)
Dois em cada dez jovens nem estudam nem trabalham (Págs. 1 e Anna Ramalho, 16)
Irã pressiona o mundo com seu programa nuclear (Págs. 1, 19 e 20)
DEM se une ao governo italiano para extraditar ex-guerrilheiro (Págs. 1 e 11)
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Correio Braziliense

Manchete: Tragédia e omissão
O temporal na região serrana do Rio de Janeiro matou pelo menos 260 pessoas. A cidade de Teresópolis (foto) concentra o maior número de vítimas e teve bairros inteiros destruídos. O governo federal vai liberar R$ 780 milhões para os estados atingidos pelas chuvas. Tragédia é uma combinação de tempestades atípicas e crescimento urbano desordenado. (Págs. 1 e 8 a 12)

O perigo está bem perto
Sem noção do risco, crianças brincam num barranco da Vila Rabelo II, em Sobradinho II. A área está entre as mais ameaçadas de inundações e desabamentos em caso de chuva forte. A Defesa Civil estuda remover 189 famílias do local. Outros 26 pontos são considerados críticos no Distrito Federal. (Págs. 1, 34 e 35)

PF pode expulsar agente acusado de tortura (Págs. 1 e 41)

Governo controlará o preço dos alimentos
Intervenção no mercado de produtos agrícolas tenta evitar a alta dos últimos meses, que afeta mais a população de baixa renda. (Págs. 1, 14 e 15)

União ignora abusos contra os terceirizados (Págs. 1 e 19)

Reconstrução ainda é sonho no Haiti
Uma cerimônia ecumênica em Porto Príncipe homenageou os 250 mil mortos no terremoto ocorrido há um ano. A situação no país ainda é de calamidade. (Págs. 1 e 24)

Planalto banca mínimo de R$ 545
Por determinação de Dilma Rousseff, ministro Antônio Palocci vai liderar negociações no Congresso com partidos aliados. (Págs. 1 e 2)
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Valor Econômico

Manchete: Os Gradin tentam na Justiça manter 20% da Odebrecht
A família Gradin, maior acionista da Odebrecht depois dos fundadores que emprestam seu nome ao grupo, briga na Justiça do Estado da Bahia para permanecer com os 20,6% das ações que detém no conglomerado, apurou o Valor em fontes próximas a companhia.
A ação foi movida pela Graal Participações, que representa os Gradin, contra a Kieppe Participações, empresa da família Odebrecht. A Kieppe detém 62,3% da Odebrecht Investimentos, holding que controla todos os negócios do grupo, cujo faturamento em 2009 foi de RS 40,6 bilhões. Um dos maiores conglomerados do país, a Odebrecht atua em mais de dez áreas de negócios, desde construção pesada, petroquímica, energia a óleo e gás. (Pág. 1)

Dilma fará duro discurso sobre gasto público
A presidente Dilma Rousseff vai demarcar, na reunião ministerial de amanhã, as bases da política fiscal do governo para cumprir a meta de 3% do PIB de superávit primário. Em março, ela vai criar o Conselho de Gestão em Competitividade, ligado a Presidência, para cuidar da eficiência do gasto público.
No primeiro embate sobre gasto público - a definição do novo salário mínimo -, ela quer manter uma postura austera. Acha um equívoco querer mudar de forma oportunista a atual regra de correção pelo PIB de dois anos anteriores e IPCA dos últimos doze meses. Dilma concorda em arredondar o mínimo para R$ 545 e lutará por isso no Congresso, para não ter de usar seu poder de veto. (Págs. 1 e A12)

Bovespa volta a atrair estrangeiros
Os investidores estrangeiros voltaram a aplicar pesadamente na Bolsa de Valores de São Paulo, ao contrário do que ocorreu no fim do ano passado. Até o dia 10, o saldo líquido (compras menos vendas) de estrangeiros na Bovespa foi positivo em R$ 2 bilhões, com entrada média diária de R$ 333 milhões. Segundo especialistas, a inversão de tendências ocorreu porque o investidor internacional está preferindo o Brasil a Ásia. Em 2010, houve forte fluxo de carteiras de longo prazo da Europa, dos EUA e de fundos soberanos em direção a Ásia. Agora, esses investidores começam a vender seus ativos asiáticos para aplicar em ações no Brasil. Segundo o economista-chefe da Citi Corretora, Fernando Siqueira, em 2010 o fluxo de fundos internacionais para a Ásia foi de 10,4% do total de ativos sob gestão, enquanto para a América Latina foi de 3,7%. Na primeira semana de janeiro, a entrada na Ásia foi 0,3%, ante 1,2% na América Latina. (Págs. 1 e D2)

Fazenda vai manter IOF em resgate de CDB
O Ministério da Fazenda publicará na próxima semana um decreto para esclarecer que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) continuará a ser cobrado nos resgates e revendas dos Certificados de Depósito Bancário (CDB) no prazo de 30 dias. O decreto 7.412, publicado pela Receita Federal no dia 31 de dezembro, que definiu as condições de incidência do IOF para várias operações de câmbio, de seguros e com título, e valores mobiliários foi genérico e os bancos entenderam que o governo eliminará a cobrança do imposto nos resgates ou revendas de CDBs. A imprecisão foi apontada pelo Valor em reportagem no dia 10 de janeiro. O receio de especialistas era de que a isenção estimulasse a liquidez diária do papel e criasse pressão sobre a principal fonte de captação dos bancos, prejudicando em especial pequenas e médias instituições. (Págs. 1 e C1)

Porto Seguro entra em serviços de telefonia
A Porto Segura iniciou processo para tentar ser a primeira operadora móvel virtual do país. Para oferecer a clientes e corretores o celular Porto Seguro, a empresa criou a Porto Seguro Telecomunicações em sociedade com a Datora, que já atua no setor de telecomunicações. A meta da seguradora é atrair clientes e corretores via oferta de serviços de telefonia com desconto - ou até de graça. A possibilidade de empresas de outros setores oferecerem celulares, como ocorre em outros países, foi aberta em novembro pela Anatel. (Págs. 1 e B2)

Receitas de concessionárias de rodovias aumentam 22%
A receita das quatro maiores concessionárias de rodovias do país - CCR, OHI, EcoRodovias e Triunfo - atingiu RS 7 bilhões em 2010, segundo estimativa setorial. Essas empresas, responsáveis por 26 das 52 estradas sob administração privada, estimam um crescimento de faturamento de 22% em relação a 2009. Diferentemente de outros anos, desta vez a expansão não é resultado da abertura de novas concessões ou da inflação, e sim do crescimento da economia.
O faturamento excepcional de 2010 de alguma forma fez o setor esquecer o trauma da crise de 2009, quando houve crescimento zero no número de veículos que passaram pelos pedágios. Segundo Arthur Piotto, diretor financeiro da CCR, o aumento na frota de veículos, a retomada da indústria - puxando o tráfego de caminhões - e mais dinheiro nas mãos dos consumidores são alguns dados que explicam os bons resultados da empresa. (Págs. 1 e B1)

Murilo Portugal deve comandar a Febraban
Depois de um arrastado processo de seleção, os bancos mais poderosos do país estão próximos de alcançar um consenso em torno da indicação de Murilo Portugal para dirigir a Federação Brasileira de Bancos. Ele porá fim ao tradicional rodízio de banqueiros na presidência da instituição, inaugurando sua gestão profissionalizada. Portugal já ocupou vários cargos na área econômica do governo federal e é funcionário do Fundo Monetário Internacional desde 2006, no cargo de vice-diretor-gerente, terceiro na hierarquia do órgão. (Págs. 1 e C1)

Banco Mundial aponta que controle de capital teve 'vida curta' para conter alta do real (Págs. 1 e C6)
Brasil prepara novas disputas com EUA e UE na OMC (Págs. 1 e A3)

Recursos para outros países
O governo federal investiu R$ 2,8 bilhões em outros países de 2005 a 2009. Os investimentos foram direcionados para assistência humanitária e bolsa de estudo para estrangeiros, entre outros. (Págs. 1 e A2)

Exportações concentradas
A concentração da pauta de exportações em poucas commodities avança. Em 2010, as vendas brasileiras de cinco produtos corresponderam a 43% do total, bem mais do que os 27% de 2004. (Págs. 1 e A3)

A moda e a crise
A crise mundial afetou mais as exportações da moda do que o câmbio. Entre 2008 e 2009, a queda foi de 33%. De 2009 para 2010, houve alta de 8%. (Págs. 1 e B1)

Sucos da Valduga
Após 135 anos fazendo vinhos, a tradicional vinícola Casa Valduga está agora apostando para valer nos sucos. A empresa gaúcha investe R$ 15 milhões em uma fábrica, em Juazeiro, na Bahia. (Págs. 1 e B3)

Otimismo puxa preço de petróleo
O petróleo subiu para perto de US$ 100 o barril pela primeira vez desde a disparada em 2008, em meio a crescente otimismo de que o crescimento econômico mundial impulsionará a demanda. (Págs. 1 e B6)

Alimentos em alta
Relatório do USDA sobre oferta e demanda de grãos na safra 2010/11 ajudou as cotações internacionais de milho e soja, os mais produzidos no Brasil, a subir ao maior patamar em 30 meses. (Págs. 1 e B9)

Procura por terras
A valorização dos preços do café a partir do segundo semestre do ano passado aqueceu o mercado de terras cultivadas com o grão no Brasil, como há muito tempo não se via. E há interessados de fora do setor, diz José Antonio dos Santos, corretor independente. (Págs. 1 e B10)

Ajuda europeia
Os governos europeus estão avaliando uma ajuda a Portugal, recompras de dívidas e juros mais baixos para créditos emergenciais como parte de um pacote para combater a crise financeira. (Págs. 1 e C2)

Captação dos fundos
Depois de amargarem saída de R$ 10 bilhões no ano passado, os fundos referenciados DI esboçam uma reação. Na primeira semana de 2011, houve captação líquida de R$ 2,78 bilhões. (Págs. 1 e D2)

Ideias
Ribamar Oliveira
Não há mais espaço fiscal para Dilma repetir a forte transferência de renda para as famílias ocorrida no governo Lula. (Págs. 1 e A2)

Ideias
Maria Inês Nassif
PMDB está fazendo menos barulho agora do que nas outras vezes em que barganhou cargos no governo federal. (Págs. 1 e A6)
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Estado de Minas

Manchete: Temporais matam mais de 270 no Rio
As chuvas provocaram uma das maiores tragédias da história do estado do Rio de Janeiro. Até o início da madrugada de hoje, pelo menos 271 mortes já haviam sido registradas. A Região Serrana foi a mais atingida, com deslizamentos de terra e lama que derrubaram casas e causaram grande destruição. As cidades mais afetadas foram Teresópolis, com 130 vítimas, Nova Friburgo, com 107, e Petrópolis, 34. O governo fluminense pediu ajuda às Forças Armadas. A presidente Dilma Rousseff liberou R$ 780 milhões para socorro a vítimas no Rio e em São Paulo e vai sobrevoar hoje as áreas devastadas. (Págs. 1, 10, 11 e Editorial, 6)

Foto legenda: Vista aérea da região da serra de Itaipava, em Teresópolis, dá a dimensão das avalanches de lama que arrasaram a região serrana do Rio (Pág. 1)

Foto legenda: A lama tomou conta do centro de Nova Friburgo, interrompeu a ligação da cidade com Teresópolis e arrastou veículos em Petrópolis (Pág. 1)

Dilma fecha o valor do mínimo em R$ 545
Para acabar com a queda de braço que se anuncia no Congresso envolvendo forças governistas, de oposição e centrais sindicais em torno do piso salarial, a presidente entrou em campo e bateu o martelo em R$ 545, R$ 5 a mais do que o previsto no Orçamento. E vai cobrar dos partidos aliados manifestações públicas de apoio ao valor defendido pelo governo. (Págs. 1 e 3)

Assaltos: Nova lei proíbe celular em bancos
A lei foi sancionada pelo governador Antonio Anastasia, que também assinou outra determinando a instalação de biombos para dar privacidade aos clientes nos caixas. As medidas entram em vigor em 180 dias. O objetivo é reduzir os roubos a quem acaba de sacar dinheiro. (Págs. 1 e 21)

Alimentos: Governo vende estoques para conter preços
Leilões de 7,29 milhões de toneladas de grãos, como milho e feijão, e garantia de preços ao produtor tentam derrubar custo. Mas melhoria de renda do consumidor é entrave. (Págs. 1 e 13)
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Jornal do Commercio

Manchete: Catástrofe no Rio
Chuvas torrenciais arrasaram Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, deixando pelo menos 271 mortos. Número deve subir. Ministro Bezerra Coelho visitou a área e govero liberou R$ 780 milhões para o Rio e outros Estados atingidos. (Pág. 1)

Foto Legenda: Devastação (Pág. 1)

Número de homicídios cai acima do esperado
Dados da SDS indicam que Estado terminou o ano com 14% a menos de crimes violentos do que em 2009. Meta do Pacto pela Vida era de 12%. (Pág. 1)

Pernambuco atrasa plano para conter o avanço da dengue (Pág. 1)
Aeroportos (Pág. 1)
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Zero Hora

Manchete: Vidas soterradas
Chuva faz mais de 250 mortes em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo.
Por que as encostas dos morros cedem
A desesperada procura por sobreviventes

Famílias inteiras são dizimadas
Estilista morre ao lado de mais 15 em sítio (Págs. 1, 4, 5, 14 e 38 a 42)

Foto legenda: Equipes de resgate têm dificuldade de chegar a áreas afetadas de Teresópolis, cidade mais atingida pela tragédia no Estado do Rio, onde famílias estão isoladas. (Pág. 1)

Recorde à vista: Casa própria deve superar os R$ 7 bi
Previsão é de aumento de 30% nos recursos para financiamentos no Estado em relação a 2010. (Págs. 1 e 20)

Crise: TVE firmará acordo com TV Brasil
Quase 60% dos programas da estatal saíram do ar em dezembro. (Págs. 1 e 12)


Fonte: Radiobrás

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

RESUMO DOS JORNAIS 12/01/2011

O Globo

Manchete: Economia do Rio cresce acima da média do país

Indústria avança, emprego bate recorde e arrecadação sobe 18%
O IBGE informou ontem que a indústria do Estado do Rio cresceu 5,5% em novembro, enquanto na média nacional houve recuo de 0,1%. Esse é mais um indicador da retomada da economia fluminense. No caso do recolhimento de ICMS, o crescimento chegou a 18,8% no ano passado, alcançando R$ 22 bilhões, no quarto maior avanço entre os estados do país e num desempenho acima de São Paulo (14,4%). Embalado pela escolha como sede das Olimpíadas de 2016, por ser uma das capitais da Copa de 2014 e pela redução da violência, o Rio também registra recorde no mercado de trabalho. Em um ano, foram criados 200 mil empregos com carteira, que já representam 51% do total. Pesquisa sobre dinamismo econômico mostra ainda que, entre as 150 maiores metrópoles do mundo, o Rio saiu da 100ª posição, no período anterior à crise global (1993-2007), para a décima no posterior (2008-2010). (Págs. 1 e 21)


Excluídos dos bancos são 40% dos brasileiros
Estudo do Ipea mostra que, mesmo com o aumento da renda, 40% dos brasileiros ainda não têm conta em banco. A pior situação é no Nordeste, onde 52,6% são "excluídos bancários", e no Norte (50%). Segundo o instituto, 53,3 milhões de brasileiros com mais de 18 anos não têm acesso aos bancos. No Sudeste, região mais rica, um terço vive sem este serviço. (Págs. 1 e 23)


Governo anuncia plano de R$ 1 bi contra a dengue
O Ministério da Saúde considera muito alto o risco de avanço da dengue em 16 estados, entre eles o Rio. Será investido R$ 1,08 bilhão para frear a proliferação do mosquito e atender vítimas, com a participação de 13 ministérios. (Págs. 1 e 3)

Orçamento terá corte definitivo
Após reunião com a presidente Dilma Rousseff, o ministro Guido Mantega anunciou que o corte a ser feito no Orçamento será definitivo, e não um contingenciamento. Ele não revelou o valor, que pode chegar a R$ 40 bilhões. (Págs. 1 e 4)

Pra inglês ver
Primeiro parlamentar condenado à cadeia pelo STF em setembro do ano passado, o deputado Tatico (PTB-GO) continua solto, recorrendo da decisão em liberdade. Ele não foi a nenhuma das 61 sessões de votação da Câmara no 2º semestre. Mesmo assim, recebe todos os subsídios da Casa. (Págs. 1 e 9)

Exército investiga quatro homicídios no Complexo do Alemão (Págs. 1 e 15)

Chuva mata 13 em São Paulo
Temporal de oito horas castiga capital e água invade até pista de aeroporto
Um temporal que castigou São Paulo durante oito horas fez com que rios transbordassem, paralisando o trânsito na capital, e causou a morte de pelo menos 13 pessoas no estado, vítimas de enxurradas e deslizamentos. A maior tragédia foi em São José dos Campos, onde cinco pessoas morreram, três delas de uma mesma família e que estavam numa das quatro casas soterradas por toneladas de terra. A capital amanheceu ontem com 23 pontos intransitáveis. O aeroporto Campo de Marte teve suas pistas invadidas pela águam o que interrompeu pousos e decolagens de jatinhos e helicópteros. Do final da noite de segunda-feira à madrugada de ontem, choveu na capital o equivalente a um terço do previsto para este mês.


O desabamento de um prédio deixou dois mortos em Friburgo, no Estado do Rio. (Págs. 1, 10 e 13)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Chuvas e erros de sempre inundam cidade e matam 4
Prefeitura gastou menos que o previsto em obras antienchente; no Estado, houve mais dez mortes
Com investimento insuficiente em obras antienchente, falha nos sistemas de alerta e as mesmas mazelas de bueiros sujos, acúmulo de lixo e moradias em áreas de risco, São Paulo se viu outra vez refém da chuva.

Foram 127 pontos de alagamento na cidade, recorde desde 2005. Quatro paulistanos morreram; no Estado, houve mais dez mortes. Sinais de alerta não chegaram à população, as marginais Tietê e Pinheiros ficaram alagadas, metrô e trens foram afetados. Milhares não conseguiram ir trabalhar.

Geraldo Alckmin (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM) voltaram a culpar o volume da chuva pelos transtornos e a prometer mais obras - para o próximo verão. O prefeito, que arrecadou R$ 835 milhões a mais em 2010, tinha R$ 504 milhões orçados para obras anticheias e gastou R$ 430 milhões. (Págs. 1 e Cotidiano)

Foto legenda: Vai acontecer de novo
Acúmulo de garrafas plásticas nas imediações da usina da Traição, no rio Pinheiros; excesso de lixo foi um dos motivos para a inundação em São Paulo. (Pág. 1)

Foto legenda: Área parada de aeronaves no Campo de Marte alagada. (Pág. 1)
Foto legenda: Marginal Tietê congestionada pelo transbordamento do rio. (Pág. 1)
Foto legenda: Com medo de novos deslizamentos, moradores do Tremembé, na zona norte paulistana, retiram móveis de suas casas. (Pág. 1)

Leia Mais/Cheias
Não é possível fazer obras ‘em 24 horas’, afirma Alckmin. (Págs. 1 e C6)

Família não consegue tirar mãe e filha de escombros vivas (Págs. 1 e C3)

Lula também foi enganado por Battisti, diz seu delator
Em entrevista à revista italiana "Panorama", que a Folha traz com exclusividade, o acusador Pietro Mutti, fundador do grupo Proletários Armados pelo Comunismo, definiu Cesare Battisti como "delinquente" que "enganou a todos", inclusive o brasileiro Lula.
Advogada de Battisti minimizou as declarações por Mutti ter tido benefícios da delação premiada. (Págs. 1 e A8)

Itamaraty vai rever regra para superpassaportes
O Itamaraty vai rever a regra de concessão de passaportes diplomáticos. A ideia é tornar a emissão do documento "mais criteriosa".

O Ministério das Relações Exteriores confirmou que mais dois netos de Lula (um de nove anos e outro de quatro meses) receberam passaportes especiais. (Págs. 1 e A4)

Por Argentina, Brasil veta escala de navio inglês
Em apoio à Argentina, o governo brasileiro impediu que navio britânico vindo das ilhas Malvinas - reivindicadas pelos argentinos fizesse uma escala no Rio.
O Itamaraty confirmou a medida e disse que ela foi "política e diplomática". O Reino Unido declarou que respeita a decisão. (Págs. 1 e A9)

Elio Gaspari
Crime no Arizona escancara xenofobia norte-americana. (Págs. 1 e A6)

Editoriais
Leia "Chuva de problemas", sobre as enchentes em São Paulo; e "Tiros no Arizona", acerca do atentado que deixou seis mortos nos Estados Unidos. (Págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Enchentes matam 13 em SP
Maioria das vítimas morreu em deslizamentos de terra; 125 pontos de alagamento pararam o trânsito da capital
As fortes chuvas no Estado de São Paulo entre a noite de segunda-feira e a madrugada de ontem provocaram destruição, prejuízos e 13 mortes: cinco em São José dos Campos, três em Mauá, três em São Paulo, uma em Embu e uma em Mogi das Cruzes. Como em tragédias anteriores, a maioria das vítimas morreu após deslizamentos de terra em encostas. Ainda há desaparecidos em Mauá e em São José dos Campos. Na capital foram registrados 125 pontos de alagamento. O trânsito foi interrompido. Os Rios Pinheiros e Tietê transbordaram e a cidade amanheceu submersa. O prefeito Gilberto Kassab, que em setembro tinha dito que "a cidade está mais bem preparada para as enchentes", ontem culpou a intensidade das chuvas. Entre o fim da noite de segunda e as 7 horas de ontem foram registrados 68,8 milímetros de chuva, o equivalente a 29% do previsto para todo o mês de janeiro. O governador Geraldo Alckmin definiu como medida urgente a retirada de 4,2 milhões de metros cúbicos de detritos do Tietê e do Pinheiros. (Págs. 1 e Cidades C1, C3 a C6 e C8)

Gilberto Kassab
Prefeito de SP
“Cada vez chove mais. Os piscinões corresponderam à expectativa" (Pág. 1)

Em morro de Mauá, desgraça recorrente
A cidade de Mauá, na Grande São Paulo, já contabiliza cinco mortos e 12 feridos em 2011 por causa das chuvas. Todos foram vítima de deslizamentos de terra. Somente no Morro do Macuco, uma área de preservação loteada nos anos 1980, o Corpo de Bombeiros retirou quatro corpos de moradores soterrados nos últimos seis dias. (Págs. 1 e Cidades C4)

Irã faz protesto formal contra críticas de Dilma
Ahmadinejad se queixa de referências a direitos humanos
O Irã fez um protesto formal contra críticas do governo Dilma Rousseff ao desrespeito aos direitos humanos no país,informam Patrícia Campos Melo e Jamil Chade. Em telegrama diplomático de 10 de janeiro, diplomatas brasileiros relatam que um assessor especial do presidente Mahmoud Ahmadinejad telefonou para o embaixador brasileiro em Teerã, Antonio Salgado, para se queixar. É o primeiro sinal de mal-estar, após a mudança do direcionamento da política em relação ao Irã. (Págs. 1 e Internacional A9)

País tem risco alto de surto de dengue
Dezesseis Estados têm risco considerado muito alto e 5, risco alto para epidemia de dengue neste verão. Em setembro, eram 10 e 9, respectivamente. No plano interministerial de combate à doença, o governo prevê priorizar projetos de saneamento nas áreas de risco. (Págs. 1 e Vida A14)

Alckmin é alvo de ação por doação ilegal (Págs. 1 e Nacional A4)

Aluguel e ônibus puxam alta da inflação
O reajuste do aluguel, o aumento da passagem de ônibus e a alta no preço das hortaliças estão puxando a inflação em São Paulo neste início de ano. A expectativa é de que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe atinja 1,15% em janeiro, mais do que o dobro do de dezembro (0,54%). (Págs. 1 e Economia B1)

Haiti vive caos, um ano após terremoto (Págs. 1 e Internacional A10)

Rolf Kuntz
Orçamento a sério
O governo precisa enfrentar dois problemas: ajustar o orçamento à meta fiscal estabelecida para o ano e iniciar a mudança no padrão da despesa. (Págs. 1 e Economia B4)

Ricardo Seitenfus

A crise haitiana
O Haiti encontra-se à margem das preocupações do mundo e, ao mesmo tempo, reúne os desafios do diálogo e da cooperação internacionais. (Págs. 1 e Internacional A10)

Roberto DaMatta
Nas altas esferas
Elas revelam os ritos do poder. No Brasil, a matriz aristocrática produz mal-estar diante da igualdade. Vamos bem quando somos diferenciados. (Págs. 1 e Caderno 2 D10)

Notas & Informações
São Paulo pode conter as enchentes
Poder público pode evitar que sejam um desastre periódico. (Págs. 1 e A3)
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Jornal do Brasil

Manchete: Os segredos de Amy Winehouse
Em entrevista exclusiva ao Jornal do Brasil, o jornalista britânico Nick Johnstone, autor da biografia não-autorizada da cantora fala de sua intimidade conturbada e do quanto a música é uma válvula de escape para ela. Leia também a crítica do show carioca e o que rolou nos bastidores. (Págs. 1 e 26 a 32)

Dê um passeio pelas ruínas do velho Maracanã (Págs. 1, 3 a 5)
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Correio Braziliense

Manchete: Terceirizados são vítimas de calote

A Esplanada dos Ministérios tem uma categoria de trabalhadores de segunda classe. Os terceirizadoscumprem o expediente regularmente, mas são vítimas de sucessivos calotes das empresas que prestam serviço ao governo federal. Muitos estão com o salário de dezembro e o 13º atrasados. Há também denúncias de não pagamento de férias e do FGTS.

A Justiça do Trabalho da 10ª Região, que abrange o Distrito Federal e Tocantins, acumula mais de 9 mil processos contra empresas como Visual, Fiança e Conservo. Em novembro, o STF desobrigou a União, os estados e os municípios a arcar com os custos trabalhistas não pagos pelas empresas terceirizadas. E os funcionários ficam em um limbo profissional. (Págs. 1 e 11)

Clima de caos
As chuvas mataram 13 pessoas e deixaram mais de 120 ruas alagadas na maior cidade brasileira. Os temporais que castigam São Paulo e outros pontos do país têm consequências mais graves devido ao crescimento urbano desordenado. A fúria da natureza também destrói sítios históricos, como Goiás Velho (GO), onde as autoridades alertam a população sobre os riscos de desabamento. (Pág. 1)

São Paulo
Ruas alagadas na Zona Oeste da capital: prefeitura anunciou socorro de R$ 800 milhões a vítimas da chuva e dos deslizamentos dos últimos dias (Págs. 1 e 9)

Goiás Velho
Patrimônio histórico da cidade está em risco devido às enchentes (Págs. 1 e 33)

Brasília
Funcionário corta árvore derrubada por rajada de vento na Asa Sul (Págs. 1 e 30)

Pente-fino
Após erros, GDF suspende nomeações
A escolha de mais de 300 vice-diretores e assistentes de escolas públicas foi suspensa para a avaliação da lista dos selecionados. Além da publicação no Diário Oficial do DF do nome de uma professora que já havia morrido, outros equívocos foram detectados pela Secretaria de Educação. (Págs. 1 e 26)

Demitido o chefe da PF na Papuda
Denúncias de abuso de autoridade e tortura levaram a Justiça a intervir no Núcleo de Custódia, determinando a saída do agente Avilez Moreira de Novais.(Págs. 1 e 29)

Violência
Auditor do TCU é vítima de latrocínio
A polícia suspeita de que pelo menos quatro homens assaltaram e executaram a tiros o servidor público José Pereira Lavinas, 48 anos. Morador do Lago Norte, ele estava desaparecido desde domingo e o corpo foi encontrado em Águas Lindas (GO). Houve saques de dinheiro em caixas eletrônicos. (Págs. 1 e 31)

Governo fica isolado contra os R$ 580
Centrais sindicais pressionam pelo aumento no valor do salário mínimo. Para não perder no Congresso, Planalto tenta pacificar o aliado PMDB. (Págs. 1, 2 E 3)

Brasil e EUA num diálogo sem surpresas
Em entrevista ao Correio, o embaixador Thomas Shannon diz estar otimista com as relações entre os dois países no governo de Dilma. (Págs. 1 e 20)
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Valor Econômico

Manchete: Dependência em derivados leva importação a US$ 15 bi
A importação de combustíveis e outros derivados superou a aquisição de petró1eo do exterior no ano passado. O Brasil importou USS 15 bilhões em derivados e USS 10 bilhões em óleo bruto, indicando uma nova dependência no suprimento do mercado doméstico.

O aumento da produção interna de petróleo permitiu ao país encerrar o ano com expressivo superávit na balança exclusiva de produto - US$ 6 bilhões, segundo a Secretaria de Comercio Exterior (Secex). Mas a necessidade de suprir a demanda interna por gasolina, nafta, diesel, GLP e outros derivados reduziu o impacto desse ganho e fez a ba1ança comercial total do petró1eo e derivados encerrar o ano com déficit próximo a US$ 5,8 bilhões. O país gastou US$ 25 bilhões em petróleo e derivados e conseguiu exportar, no mesmo grupo de bens, cerca de USS 19,2 bilhões, de acordo com a Secex. (Págs. 1 e A3)

Bancos do Brasil lideram crescimento dos ativos
Os ativos dos grandes bancos brasileiros estão entre os que mais cresceram no ano passado, em dólar, na comparação com os principais sistemas bancários do mundo e só foram superados pelos japoneses, revela o Instituto Internacional de Finanças (IIF), que reúne as maiores instituições financeiras globais. Desde o fim de 2009, os ativos (dinheiro, títulos, empréstimos para empresas, famílias, setor público e imobilizações) dos principais bancos brasileiros cresceram 17,7%, muito próximo aos 18,27% dos japoneses e bem acima dos 12,3% dos chineses. Na Europa, houve forte contração.

Quando se leva em conta a variação cambial desses países, fica mais evidente a liderança dos bancos brasileiros em termos de crescimento de ativos em 2010. Levantamento do Valor Data indica que a valoriza,ao do real frente ao dólar foi de 5% no ano passado. Já o iene avançou 14,7% e o yuan, 3,3%. Ou seja, se fosse descontado o efeito do câmbio de cada país, o Brasil provavelmente assumiria a liderança do ranking. Na comparação dos países que compõem os Bric, o IIF mostra que, entre 2005 e 2010, a alta foi acima de 300%, no caso dos cinco maiores bancos brasileiros, superando largamente a expansão registrada nos balanços dos demais países. (Págs. 1 e C1)

Em dez dias, Dilma mostra estilo discreto
Há dez dias no cargo, a presidente Dilma Rousseff mostra um estilo de governar inteiramente distinto do de seu antecessor. Chega mais tarde que Lula ao Planalto, entre 9h e 9h30, e sai mais tarde, por volta das 21h30 ou 22h. Começa reuniões religiosamente no horário e não tolera atrasos.

Seu interesse pela gestão é primordial. Ontem, foi de surpresa a um encontro interministerial, na Casa Civil, para debater a dengue. Ao chegar, pediu um diagnóstico da situação, cobrou ações e sugeriu um pacto com os Estados mais afetados. Diferentemente de Lula, Dilma é discreta e evita exposição pública exagerada. "Ela já desceu do palanque e não vai subir mais", comentou um assessor. (Págs. 1 e A7)

Gestão ambiental vai mirar as cidades
Em sua gestão, a bióloga Izabella Teixeira, de 49 anos, ministra do Meio Ambiente, vai mirar as cidades, onde vive 80% da população brasileira. Em sua primeira entrevista após a posse, ela disse ao Valor que considera o lixo e o esgoto os dois principais problemas ambientais do país.

Nascida em Brasília e funcionária de carreira do Ibama há 26 anos, Izabella fala na necessidade de buscar consensos e convergências. É assim que enxerga as políticas de clima, de biodiversidade e de recuperação das áreas degradadas. (Págs. 1 e A12)

Setor rural teme mudanças no governo
As esperadas mudanças no segundo escalão do governo e nas empresas estatais ameaçam deixar o setor rural sem alguns dos principais formuladores da política agrícola. Até fevereiro, devem ter novos ocupantes cargos importantes nos Ministérios da Agricultura, Fazenda e Desenvolvimento Agrário, na Companhia Nacional de Abastecimento e no Banco do Brasil.

A pressão dos preços dos alimentos sobre a inflação nos próximos meses, a administração de uma nova safra recorde e as intensas gestões do setor privado por recursos e subsídios exigem planejamento e sintonia fina na execução das políticas públicas para a setor neste ano. E a “dança das cadeiras" na Esplanada dos Ministérios, alertam dirigentes da área, pode comprometer um ano de bons resultados. (Págs. 1 e B12)

Após chuvas, um dia de caos em São Paulo
Após chuvas intensas na noite de segunda-feira e na madrugada de ontem, a cidade de São Paulo amanheceu em estado de caos: casas soterradas em regiões pobres, empresas alagadas, carros debaixo d'água, lixo boiando, cidadãos presos no trânsito e mortes.

Enxurradas e deslizamentos de terra mataram três pessoas na capital. Outros dez vítimas fatais foram registradas na região metropolitana e em São José dos Campos. Seis rios transbordaram - entre eles o Tietê e o Pinheiros - e foram observados 125 pontos de alagamento. (Págs. 1 e A4)

EUA acirram disputa com a China por exportações (Págs. 1 e B9)
Príncipe Robert, da vinícola Haut-Brion, prospecta o mercado no Brasil (Págs. 1 e B5)

Venezuela cobra contas de luz
O governo da Venezuela alertou prefeitos, governadores e estatais para o pagamento das contas de energia em atraso, sob risco de interrupção do serviço. A dívida com a estatal Corpolec equivale a US$ 930 milhões. (Págs. 1 e A9)

Importação de latinhas
Ainda sem condições de atender a demanda da indústria de bebidas, fabricantes de latas de alumínio vão pedir à Camex que reduza, por mais três meses a alíquota de importação do produto. (Págs. 1 e B4)

Açúcar nos trilhos
O transporte de açúcar ao porto de Santos por ferrovia deve aumentar 50% neste ano, para 7,5 milhões de toneladas, eliminando 297 mil viagens rodoviárias. (Págs. 1 e B6)

Fiat fará carro menor que o Uno
O presidente da Fiat, Sergio Marchionne, disse ontem, em Detroit (EUA), que a nova fábrica da montadora, em Pernambuco, inicialmente, vai produzir um modelo "sub- compacto", menor que o Uno. A capacidade, de 200 mil carros/ano, poderá dobrar, conforme o desempenho das exportações. (Págs. 1 e B7)

GM planeja crescimento no Brasil
A General Motors poderá antecipar seus planos de expansão no Brasil se o atual ritmo de vendas da montadora for mantido nos próximos meses. A decisão será tomada no fim do ano. (Págs. 1 e B7)

CTC vira sociedade anônima
Associados do Centro de Tecnologia Canavieira fazem assembleia hoje para votar sua transformação em sociedade anônima. Bloco de controle une Copersucar, Cosan, Bunge, Guarani, São Martinho e Coruripe. (Págs. 1 e Bl2)

Mobilização nas assembleias
Mudanças na legislação, que impõem maior transparência e respeito aos direitos dos minoritários e postura mais ativa de fundos de investimentos, devem marcar assembleias das empresas abertas neste ano. (Págs. 1 e D1)

Acidentes de trabalho
Advocacia-Geral da União oferece descontos de até 20% no valor de ações regressivas movidas pelo INSS contra empresas em casos de acidentes de trabalho se a ré desistir da contestação judicial. (Págs. 1 e E1)

Ideias
Cristiano Romero
O Banco Central não terá vida fácil em 2011, com a inf1ação bem acima da meta de 4,5% durante todo o ano. (Págs. 1 e A2)

Ideias
Rosangela Bittar
Depois de ser apontada durante a campanha eleitoral como prioridade total, a educação caiu do galho. (Págs. 1 e A6)
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Estado de Minas

Manchete: Juiz manda libertar torcedores bárbaro
Mesmo acatando denúncia por homicídio e formação de quadrilha, o juiz sumariante do 2º Tribunal do Júri Maurício Torres Soares determinou a soltura do presidente da Galoucura, Roberto Augusto Pereira, o Bocão, e demais quatro dirigentes da torcida. Eles são os principais acusados do assassinato do cruzeirense Otávio Fernandes, de 19 anos, massacrado a porretadas. Os cinco cumpriam prisão temporária de 30 dias, que venceu ontem. O Ministério Público pediu a prisão preventiva deles até o julgamento, alegando alta periculosidade, mas o argumento não convenceu o magistrado. (Págs. 1 e 23)

Cruzada nacional contra a dengue
Governo federal convoca estados e municípios para conter avanço da doença. Um milhão de pessoas foram contaminadas e 550 morreram em 2010. (Págs. 1, 19 e o Editorial ‘Guerra à Dengue’, 10)

Aberta corrida ao gás natural do São Francisco
Empresas apostam em novas frentes de exploração do combustível na porção mineira da Bacia do São Francisco. Serão perfurados nove poços este ano – dois da Petrobras e sete da Petra –, que custarão entre R$ 90 milhões e R$ 135 milhões, no Norte do estado, Noroeste e no Alto Paranaíba. (Págs. 1 e 12)

Foto legenda: São Paulo debaixo d’água
A chuva já causou 13 mortes no estado de São Paulo. Na capital, áreas como a do barracão da Escola de Samba Pérola Negra, sob um viaduto na Zona Leste, foram inundadas. Há previsão de temporais em Minas. (Págs. 1, 9 e 22)

PT e PMDB dão trégua na disputa por cargos
Escalado por Dilma para debelar a crise, o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, acertou com lideranças dos dois partidos a suspensão da disputa por espaço e que todos cargos serão discutidos. Também foi firmado o compromisso com a eleição de Marco Maia (PT-RS) para a presidência da Câmara. (Págs. 1 e 3)

Deputados secretários oneram os parlamentos
Como podem escolher entre o salário do Executivo e o do Legislativo, que é mais alto, parlamentares optam pelo segundo. Na Assembleia Legislativa, sete nomeados vão custar R$ 86,4 mil por mês. Na Câmara dos Deputados, quatro secretários de Minas custarão R$ 49,5 mil. (Págs. 1 e 5)

Salário mínimo
Centrais pressionam pela elevação do piso a R$ 580. (Págs. 1 e 4)

Inadimplência
Brasileiro começou 2011 mais endividado (Págs. 1 e 14)
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Jornal do Commercio

Manchete: Hotéis lotados para o Carnaval
Nos poucos locais onde ainda há vagas, o índice de ocupação chega a 80%, mas desde dezembro estabelecimentos em Olinda e Triunfo estão sem reservas, mesmo com preços mais salgados. (Pág. 1)

Forte tempestade matou 14 pessoas em São Paulo (Pág. 1)
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Zero Hora

Manchete: Aval da Assembleia permite a Tarso anistiar campo e reajustar CCs
Na primeira votação, governador conseguiu aprovar projetos que incluíram perdão a dívidas de pequenos agricultores e aumento a assessores mais graduados. (Págs. 1 e 6)

44% da chuva do mês em uma hora
Temporais matam pelo menos 14 em SP. (Págs. 1, 26 e 27)

Foto legenda: A terça-feira da Capital teve ruas e casas alagadas, cortes de energia e muita confusão no trânsito, com precipitação de 41,2 mm. (Pág. 1)

Estiagem: Pecuaristas tentam driblar a falta de chuva
Antecipação da venda do gado reduz prejuízos.
Produtores festejam perdão de dívidas. (Págs. 1 e 16)
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Fonte: Radiobrás