quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

RESUMO DOS JORNAIS 06/01/2011

O Globo

Manchete: Verbas bilionárias da Saúde provocam guerra PT-PMDB

Orçamento de R$ 77 bi é alvo da disputa que ameaça ruir base de Dilma

Com um orçamento de R$ 77,3 bilhões para este ano, o Ministério da Saúde é o principal campo de batalha onde petistas e peemedebistas travam uma guerra por cargos e espaço que ameaça estilhaçar a já delicada relação entre os dois maiores partidos da base do governo Dilma Rousseff. A disposição do PT de assumir o controle da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), antigo feudo do PMDB, já causou uma áspera discussão entre o líder peemedebista na Câmara, Henrique Alves, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Caso a troca ocorra, Dilma poderá ter sérios problemas no Congresso em situações extremas, como a do mensalão, ameaçou Alves. O PMDB também não se conforma com a perda para os petistas da Secretaria de Atenção à Saúde, com orçamento de R$ 47 bilhões. (Págs. 1, 3 e Merval Pereira)

Concepção após a morte

O Conselho Federal de Medicina (CFM) editou resolução que autoriza uso de espermatozóide, óvulo ou embrião após a morte de um dos integrantes do casal. Ela também permite que homossexuais possam utilizar técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro. (Págs. 1 e 13)

Férias de Lula em forte criam polêmica

O Ministério da Defesa disse que foi o ministro Nelson Jobim quem convidou o ex-presidente Lula a se hospedar no Forte dos Andradas, do Exército, no Guarujá (SP). Mas ninguém quis informar quem está pagando as despesas de Lula e sua família. A oposição criticou, mas juristas não viram ilegalidade. (Págs. 1 e 5)

Dilma cobra explicações de general

A presidente Dilma Rousseff recebeu do general José Elito, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, um pedido de desculpas por declarações sobre os desaparecidos políticos durante a ditadura. (Págs. 1 e 4)

Fluxo de dólar na Era Lula bate 202 bi

A entrada de dólar no país atingiu 202 bi no governo Lula. Na Era FH, saíram US$ 26 bi. O BC convocou entrevista para hoje, antes de o mercado abrir. (Págs. 1, 21 e editorial "Barreiras a capital têm riscos")

Bope ocupa quatro morros para 14ª UPP

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) ocupa hoje quatro morros vizinhos para a implantação da 14ª Unidade de Policia Pacificadora (UPP), nos bairros de Engenho Novo, Sampaio e Riachuelo, na Zona Norte. O anúncio foi feito ontem pelo governador Sérgio Cabral. A futura UPP representa um avanço da pacificação na Zona Norte. (Págs. 1 e 14)

Chávez desiste de lei contra autonomia das universidades (Págs. 1 e 31)

Ciência terá banco para financiar projetos, diz Aloizio Mercadante (Págs. 1 e 33)

Obituário

D. Lily Marinho, viúva do jornalista Roberto Marinho, aos 89 anos. (Págs. 1 e 12)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Governo concede passaporte especial para filhos de Lula

Privilégio foi dado 2 dias antes de presidente deixar cargo; Celso Amorim baseou a concessão em 'interesse do pais'

O Ministério das Relações Exteriores concedeu passaportes diplomáticos a dois filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 29 de dezembro, dois dias antes de ele deixar o cargo.
O documento dá direito a fila separada e tratamento menos rígido em paises que têm relação com o Brasil.
De acordo com as normas do Itamaraty, dependentes de ex-presidentes podem receber o documento até os 21 anos de idade ou se tiverem alguma deficiência física.
Luis Cláudio, 25, e Marcos Cláudio Lula da Silva, 39, são saudáveis. A autorização foi assinada por Celso Amorim, chanceler de Lula.
A decisão é justificada com base em parágrafo que dá ao ministro poder de autorizar a concessão "em função do interesse do país".
Segundo o ministério, os documentos foram renovados e não houve irregularidade. Luis e Marcos Cláudio não falaram, a exemplo do ex-presidente. (Págs. 1 e A4)

Minha história: Ascensão na raça

Filho de contínuo, primeiro embaixador negro diz ter orgulho de sua origem. (Págs. 1 e A14)

IR a pagar será maior sem correção de tabela

O governo confirmou que não mudará para o ano-base 2011 a tabela do Imposto de Renda, que desde 2007 vinha sendo corrigida pela meta de inflação (4,5%).

Assim, quem teve reajuste salarial e mudou de faixa do IR será taxado a mais ou, se isento, passará a pagar.

Uma parcela dos contribuintes até então isentos será enquadrada na primeira faixa, de 7,5%; os que pagavam 7,5% subirão para a de 15% e assim por diante.

Especialistas criticam a medida. Para o governo, o ganho de receita obtido não será expressivo. (Págs. 1 e B5)

Aquisição de dólares pelo BC cresceu 70% no ano passado

O Banco Central comprou 70% mais dó1ares em 2010, ano em que a entrada de moeda estrangeira para operações financeiras bateu recorde. Ainda assim, a cotação do dó1ar caiu 4,42%.

As aquisições do BC somaram US$ 41,4 bilhões. Quase metade foi em setembro e outubro, meses de forte entrada devido a oferta de ações da Petrobras. (Págs. 1 e B16)

Saúde reduz valores para tratamento de câncer no SUS

Portarias do Ministério da Saúde reduziram de 9% a 22% o valor pago pelo governo no tratamento de pacientes do SUS com linfoma e leucemia mielóide crônica, relata Claudia Collucci.

Um dos tratamentos afetados é o do linfoma que acometeu a presidente Dilma Rousseff. Para médicos, os valores pagos são insuficientes. O governo nega corte de verba e diz que o preço dos remédios caiu. (Págs. 1 e C1)

Casais gays vão ter acesso a fertilização em laboratório

Sairá hoje no "Diário Oficial da União" resolução do Conselho Federal de Medicina que permitirá a casais gays utilizar técnicas de fertilização em laboratório.

O uso também será permitido após a morte de um dos genitores, se houver autorização prévia. A regra anterior não esclarecia esses pontos. Pagar "barriga de aluguel" e escolher o sexo continuam vetados. (Págs. 1 e Saúde)

Hélio Schwartsman: Po que não deixar que se escolha o sexo do bebê?

Ciência

USP compra um novo navio para ampliar as suas pesquisas no mar. (Págs. 1 e C11)

Em cima da hora

TV Cultura faz demissões e fecha a sucursal de Brasília. (Pàgs. 1 e A10)

Clóvis Rossi

Presidente deveria ter demitido no ato o general Elito. (Págs. 1 e A2)

Viúva do fundador da Rede Globo, Lily Marinho morre no Rio aos 89 anos (Págs. 1 e A11)

Equipamento de repórteres da Folha que fotografavam Lula é apreendido (Págs. 1 e A4)

Editoriais

Leia "Geraldo e José", sobre as disputas internas no PSDB paulista; e "Turismo legislativo", acerca de congressistas que assumem mandatos-tampão. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Além de cargos, PMDB quer maior influência no Planalto

Cúpula do partido não aceita ser excluída dos encontros do núcleo de poder do governo Dilma

Dirigentes do PMDB e os principais ministros do partido decidiram se unir para cobrar da presidente Dilma Rousseff o que, afirmam, lhes é devido na condição de "sócios da vitória". Querem assegurar uma divisão mais igualitária do poder com o PT, além de respeito aos espaços do partido e assento nos conselhos que definem os rumos e as medidas do governo. A cúpula peemedebista, que se reuniu na casa da governadora do Maranhão, Roseana Sarney (MA), na noite de terça-feira, não aceita ser excluída dos encontros do núcleo do poder no Palácio do Planalto. Os líderes do partido avaliam que é hora de demonstrar unidade, não só para garantir presença em todos os conselhos políticos de assessoria à presidente como para evitar que petistas avancem sabre tradicionais posições do PMDB no segundo escalão federal. Orientados pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, os peemedebistas decidiram não mais se desgastar tratando de cargos no varejo. A opção seria definir de uma vez o status do partido no poder. O vice-presidente da República, Michel Temer, foi encarregado de levar as demandas do PMDB ao conhecimento de Dilma. (Págs. 1 e Nacional A4)

Palocci bombeiro

O ministro formalmente responsável pela articulação política e Luiz Sérgio, da Secretaria de Relações Institucionais, mas quem entrou em campo para tentar acalmar os ânimos do PMDB foi o chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. (Págs. 1 e Nacional A4)

Inflação na cidade de SP é a maior desde 2004

A inflação na cidade de São Paulo medida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) foi de 6,4% em 2010. O resultado ficou acima da expectativa dos analistas e foi o maior em seis anos. Em 2009, o chamado Índice de Preços ao Consumidor (IPC) tinha sido de 3,65%. Para 2011, a perspectiva é de alta nos gastos com alimentação e transportes. (Págs. 1 e Economia B4)

BC comprou US$ 41,4 bi para tentar conter câmbio

No esforço para tentar conter a queda do dólar no Brasil, o Banco Central acelerou a compra da moeda estrangeira em 2010. Nos leilões diários, a instituição ficou com US$ 41,4 bilhões no ano passado - cerca de US$ 165,6 milhões a cada dia útil. O valor total é quase o dobro dos US$ 24,3 bilhões que entraram no Brasil e foi 72% maior que o adquirido pelo BC em 2009. (Págs. 1 e Economia B1)

Cenário
Beatriz Abreu

Governo discute taxação forte do IOF e quarentena. (Págs. 1 e Economia B3)

Sindicalista diz que voos atrasam por falta de pessoal

Os tripulantes das principais empresas de aviação do Pais estão trabalhando apenas a carga horária permitida pela legislação e recusando-se a cancelar folgas. A informação é do dirigente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, João Pedro Passos de Souza Leite, que atribui os atrasos e cancelamentos de voos a essa operação-padrão, que é negada pelas empresas. (Págs. 1 e Cidades C4)

Conselho libera fertilização para casais gays

Uma resolução do Conselho Federal de Medicina abre caminho para que casais gays possam ter filhos por reprodução assistida. Pela nova regra, todas as pessoas, independentemente do estado civil, podem fazer uso da técnica. (Págs. 1 e Vida A18)

Mercadante quer banco para financiar pesquisa (Págs. 1 e Vida A15)

Luis Fernando Veríssimo

Detalhes

Dilma recebeu Hillary e Chávez com a mesma efusão, mas deu um passo à frente para falar com a americana. A posse esteve cheia de detalhes assim. (Págs. 1 e Caderno 2, D8)

Notas & Informações

O governo como banquete

Na relação entre PT e PMDB, fisiologismo não é acidente, mas a essência da aliança. (Págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Com ele ninguém pode

No primeiro dia da legislatura, os novos deputados venezuelanos fizeram apenas figuração. Motivo: o presidente Hugo Chávez aproveitou a maioria governista da Assembleia anterior para aprovar uma lei que lhe permite governar por decreto nos próximos 18 meses. (Págs. 1, 3 e 4)

Suplente custa caro, não vota nada e fica só um mês no cargo (Págs. 1, 6 e 7)


 

Manchete: Com ele ninguém pode

No primeiro dia da legislatura, os novos deputados venezuelanos fizeram apenas figuração. Motivo: o presidente Hugo Chávez aproveitou a maioria governista da Assembleia anterior para aprovar uma lei que lhe permite governar por decreto nos próximos 18 meses. (Págs. 1, 3 e 4)

Suplente custa caro, não vota nada e fica só um mês no cargo (Págs. 1, 7 e 8)

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Correio Braziliense

Manchete: Dilma força BC a agir para conter o dólar

Presidente da República ouve propostas do ministro da Fazenda, Guido Mantega, vai se aconselhar com o chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e decide: Banco Central tem que ser mais duro para controlar a supervalorização do real frente ao dólar. Hoje mesmo devem ser anunciadas algumas medidas, entre elas o controle de capitais — o dinheiro que entrar no país teria que ficar por um tempo determinado. A intenção do governo é evitar que o derretimento da moeda norte-americana provoque mais estragos nas contas externas do país, reduzindo as exportações. As ações serão temporárias, até que a guerra cambial que assusta o planeta acabe, ou pelo menos se amenize. (Págs. 1 e 16 a 18)

PMDB põe a faca no pescoço de Dilma

Líderes do partido, que lutam por mais cargos no segundo escalão, continuam pressionando a presidente Dilma Rousseff. Agora, ameaçam atrapalhar a eleição do petista Marco Maia para a presidência da Câmara. "O governo é nosso também", disse, em tom ameaçador, o líder no Senado, Henrique Eduardo Alves. Cúpula se reúne no dia 18, mas até lá fica de olho no Diário Oficial da União. (Págs. 1, 2 e 3)

Foto legenda

Dinheiro repassado pelo governo federal, que estava aplicado há três anos no BRB, vai para a saúde local. Mais da metade dos R$ 467 milhões serão destinados a programas como o de combate à Aids. Em visita ao hospital de Ceilândia, governador Agnelo anunciou mais obras. (Págs. 1 e 30)

Sorteios fantasmas: O novo golpe do senador Gim Argello

Administrada pelo filho do senador do PTB e contemplada com emendas ao Orçamento indicadas pelo próprio político, a rádio Nativa FM é um festival de irregularidades. A emissora promove sorteios ilegais de dinheiro e distribui prêmios a pessoas que já morreram. Um tanque de gasolina foi "sorteado" para um veículo inexistente. (Págs. 1 e 29)

Vítimas das chuvas já são 30

A Região Sudeste, castigada pelo clima, contabilizou mais três mortes ontem, duas em São Paulo (foto) e uma em Minas. Autoridades temem repetição dos incidentes de 2010. (Págs. 1 e 12)

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Valor Econômico

Manchete: Encomendas no início do ano animam a indústria

Uma parcela importante da indústria começa 2011 estimulada pelo bom volume de encomendas e pela queda dos estoques, num cenário marcado por perspectivas favoráveis para o mercado interno. As indústrias de eletroeletrônicos, calçados e vestuário relatam pedidos expressivos feitos pelo varejo, depois das vendas elevadas do fim de ano. Já produtores de equipamentos industriais, material elétrico e máquinas para segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia também traçam um 2011 positivo, animados com os investimentos em infraestrutura.
No Pólo Industrial de Manaus, que tem a fabricação de eletroeletrônicos como carro-chefe, as encomendas estão firmes, apontando para um aumento de produção em janeiro de 15% em relação ao mesmo mês de 2010, segundo assessor econômico da presidência da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Gilmar Freitas. "As empresas fizeram suas projeções já esperando a continuação da demanda aquecida pelo menos até o fim do primeiro semestre", diz. "Praticamente toda a produção de janeiro está vendida". (Págs. 1 e A3)

EUA mudarão cálculo desleal em dumping

Sob pressão internacional, os EUA se propuseram a restringir sua capacidade de impor tarifa adicional nas importações que consideram ter preços deslealmente baixos - e acabar com o "zeroing" -, em uma ação que pode resultar em economia de milhões de dólares para exportadores brasileiros. Pelo "zeroing", condenado pela Organização Mundial do Comércio, os EUA excluem do cálculo de dumping exportações para seu mercado com valor superior ao do produto no mercado doméstico, impedindo que compensem as exportações com preços abaixo dele.
O Brasil ganhou a disputa mais recente contra os EUA por causa desse cálculo no fim do ano passado, no contencioso do suco de laranja. Os juizes mandaram os EUA mudarem sua prática. (Págs. 1 e A9)

Empresa de energia de GO busca sócio

Com mais de RS 5,S bilhões em dívidas e em meio a um processo para retomada da concessão pelo governo federal, a companhia estadual de energia de Goiás (Celg) busca um sócio estratégico segundo José Eliton Figuerêdo Júnior (DEM), vice-governador de Goiás e novo presidente da empresa, em 30 dias um plano de recuperação será apresentado a Aneel e já está sendo feito um "encontro de contas" com o governo estadual. Marconi Perillo (PSDB), o novo governador, decidiu recusar um crédito de quase R$ 4 bilhões da CEF e do BNDES, que incluía cláusula transferindo a gestão a Eletrobrás: "Seria uma federalização branca e não vamos permitir isso", disse Figuerêdo. (Págs. 1 e B1)

BNDES suaviza a exigência para crédito a PDVSA

O governo da Venezuela e o BNDES fecharam acordo com as condições de financiamento para a participação da estatal venezuelana PDVSA na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O banco suavizou suas exigências, segundo informou ao Valor o embaixador do país vizinho no Brasil, Maximilien Arvelaiz. Anteriormente, o BNDES exigia garantias para a concessão do crédito com 20 anos de prazo, como as apresentadas pela Petrobras, parceira da PDVSA. Agora, o banco passou a aceitar cartas de fiança bancária com prazo de cinco anos, renováveis. Consultado, o BNDES não quis se manifestar sobre a negociação, confirmada por funcionários a par do assunto. (Págs. 1 e B1)

Montadoras novas ganham mercado

A concorrência no mercado brasileiro de automóveis está mudando aos poucos o ranking das montadoras no país. As quatro grandes - Fiat, Volkswagen, GM e Ford, nessa ordem em 2010 -, ainda respondem por 74% das vendas internas. Mas, em uma década, o quarteto perdeu 10 pontos percentuais de participação no mercado, perda que se acelerou no ano passado.
Em 2010, o setor bateu novo recorde ao vender 3,5 milhões de veículos, com crescimento de 11,9% em relação a 2009. Os números anuais foram históricos para todos os segmentos: carros de passeio, utilitários, caminhões e ônibus. Entre automóveis e comerciais leves, foram vendidos 3,32 milhões de unidades, uma expansão de 10,63% sobre 2009. (Págs. 1 e B7)

Safra de caju tem quebra recorde

Chuvas irregulares, ventos fortes na época da floração e pomares antigos resultaram na maior quebra de safra dos últimos 20 anos na produção do caju – e também da castanha. Produtores e a Embrapa prevêem que a safra 2010/11 poderá ser 50% menor que a anterior, ficando em cerca de 1,2 milhão de toneladas da fruta.
Com o declínio na oferta da castanha in natura, muitas beneficiadoras paralisaram as atividades e deram férias coletivas, como a Cascaju, do grupo Edson Queiroz. Com capacidade ociosa, empresas tentam ampliar as importações de castanha de países como Nigéria, Gana e Costa do Marfim. (Págs. 1 e B11)

Cadastro positivo à espera de ajustes

O ex-presidente Lula, no fim do mandato, deu sinal verde para que os birôs de crédito passem a listar quem paga suas contas em dia. Com avanços em relação ao projeto do Senado, vetado, a Medida Provisória nº 518, que dá base legal para o cadastro positivo, é vista com ressalvas pelo setor financeiro e ficou mais ao gosto dos órgãos de defesa do consumidor.
A adesão dependerá de autorização expressa do consumidor e por ser voluntária fará com que o cadastro tenha influência limitada nos modelos de avaliação de risco, diz o diretor de um banco de varejo. A consulta, restrita a quem já mantém relação com o cliente, é outro ponto controverso. (Págs. 1 e C1)

Lily Marinho morre no Rio aos 90 anos (Págs. 1 e A2)

Demanda excitada e real valorizado são desafios para Dilma, diz Belluzzo (Págs. 1 e A12)

Gol aposta em 'code share'

Gol e Qatar Airways assinaram ontem um acordo de compartilhamento de voos ("code share"). É a quinta parceria desse tipo fechada pela empresa brasileira, que também negocia com Delta e Aeromexico. (Págs. 1 e B5)

Oportunidade preciosa

De 30 de abril a 4 de maio, o Brasil sediará pela segunda vez o Congresso da ICA (International Colored Gemstone Association), no Rio. "O Brasil ainda é um produtor de gemas importante", diz Héclinton Santini, "embora o potencial de produção hoje seja 60% menor que há 15 anos". (Págs. 1 e B6)

Reajustes da Vale chegam a 8%

O reajuste do minério de ferro da Vale neste primeiro trimestre foi de 8,08% para clientes internacionais com contratos de longo prazo e na faixa de 7% para as siderúrgicas brasileiras. (Págs. 1 e B8)

Uruguai autoriza nova papeleira

O governo uruguaio concedeu a licença ambiental prévia para instalação de mais uma papeleira no rio da Prata, o que pode reacender a polêmica com a Argentina. (Págs. 1 e B8)

Bolsa 'financeiriza' contrato de soja

Ainda neste primeiro trimestre, a BM&FBovespa lançará os contratos de soja com liquidação financeira, sem entrega física do produto, a exemplo do que já foi feito com o milho e o etanol. (Págs. 1 e Bl2)

Escalada global dos alimentos

Os alimentos iniciaram o ano com preços recordes, segundo a FAO. O índice do calculado pelo órgão atingiu 215 pontos em dezembro, o mais alto desde começou a ser calculado. (Págs. 1 e B12)

FMI mira controle de capitais

O FMI quer ampliar seu papel no monitoramento das medidas de controle de capitais adotadas por seus países-membros. O tema será debatido em fevereiro pela diretoria executiva do organismo. (Págs. 1 e C1)

Feliz ano velho

O setor de fundos de investimento encerrou no passado com captação líquida recorde de R$ 105,912 bilhões. Com o resultado, se consolida como o maior da América Latina e o sexto maior do mundo. (Págs. 1 e D1)

Queixas à bolsa

Problemas na execução de ordens de operações e no home broker, o sistema eletrônico de compra e venda de ações pela internet, foram as principais queixas de investidores recebidas pela BM&FBovespa em 2010. (Págs. 1 e D2)

Ideias

Maria Inês Nassif

O grupo hegemônico do PMDB na Câmara dos Deputados está desfalcado e pode sair enfraquecido. (Págs. 1 e A6)

Ideias

Alexandre Schwarbman

Deveríamos nos preparar desde já para reversão do ciclo positivo das commodities, deixando as contas fiscais em ordem. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas

Manchete: Reforma de Confins começa neste semestre

Edital de licitação para a ampliação do aeroporto é publicado, depois de vários adiamentos, permitindo que as obras possam ter início em maio

As intervenções estão orçadas em R$ 295 milhões. As propostas das empresas poderão ser abertas até 21 de fevereiro. A capacidade do terminal passará de 5 milhões para 8,5 milhões de passageiros por ano até a Copa de 2014. Além de atrasadas, já que estavam previstas para começar em setembro e vão demorar cerca de três anos, as obras não deverão atender a demanda, que até o Mundial é projetada em 10 milhões de passageiros/ano. (Págs. 1 e 14)

Muito carro e pouca peça

Venda recorde de 3.515.120 veículos em 2010 representou alta de 11,9% sobre 2009 e já faltam componentes para modelos novos e usados. (Págs. 1 e 15)

BC vai segurar o dólar

Presidente Dilma Rousseff autoriza o Banco Central a adotar medidas para conter a crescente supervalorização do real frente à moeda norte-americana. (Págs. 1 e 17)

Governo Dilma: Luta por cargos segue acirrada

PMDB sobe tom e ameaça eleição de petista à presidência da Câmara para garantir trégua na ocupação de postos no 2º escalão. Mesmo assim, duas nomeações são publicadas, desagradando ao partido. (Págs. 1, 3 e 4)

Assembleia: Suplentes já geram gastos de R$ 103 mil

Apenas dois dos sete deputados em mandato tampão nomearam 27 assessores. São 19 dias sem sessão plenária ou reuniões. (Págs. 1 e 9)

Eleições

Vinte cidades de Minas já foram às urnas de novo. (Págs. 1 e 8)

Justiça

Ministro admite plebiscito sobre o uso de drogas. (Págs. 1 e 13)

Guerra de polícias

Federal morre durante tiroteio em Pernambuco. (Págs. 1 e 12)

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Jornal do Commercio

Manchete: Tiroteio entre polícias mata agente federal

Com traficante capturado no TIP, dois federais foram ao encontro do receptador da droga em um táxi, na BR-232. Ao chegar no local, foram recebidos a tiros por policiais civis. Jorge Washington morreu na hora e Sílvio Moury ficou ferido. (Pág. 1)

Racionamento de água termina em maio

Novo presidente da Compesa marca data para concluir obras de Pirapama e buscará parceria na iniciativa privada para saneamento. (Pág. 1)

PMDB cobra mesmo tratamento que o PT tem no governo (Pág. 1)

Presidente pede a Bezerra Coelho para acelerar transposição (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Apagão expõe risco de desabastecimento de energia no verão

Combinação de alta temperatura e consumo com atraso em investimentos deixou 265 mil clientes da CEEE sem energia ontem. (Págs. 1, 44 a 47 e Informe Econômico, 24)

Proposta de turno integral agrada a Dilma

Projeto do MEC modifica o Ensino Médio (Págs. 1 , 4, 5 e Editorial, 20)

Morre Lily Marinho, uma dama do Rio (Págs. 1 e 49)

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Fonte: Radiobrás

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

RESUMO DOS JORNAIS 05/01/2011

O Globo

Manchete: Itália vai ao Supremo e à Corte de Haia por Battisti

Primeira crise externa

País protesta contra decisão de Lula; Berlusconi encontra filho de vítima

O governo da Itália intensificou a reação a decisão do governo brasileiro de não extraditar o ex-extremista de esquerda Cesare Battisti. Em Brasília, o governo italiano entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal contra o pedido de soltura apresentado pela defesa de Battisti. O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, disse que o país recorrerá à Corte Internacional de Justiça, em Haia, pela extradição do italiano, condenado a prisão perpétua em seu país por quatro assassinatos. Na Itália, houve protestos contra a decisão do ex-presidente Lula. Berlusconi, que se encontrou com o filho de uma das vitimas de um atentado atribuído a Battisti, disse que o caso não abala as boas relações entre os dois países. O presidente do STF, Cezar Peluso, mandou desarquivar o processo de extradição. Como o STF está em recesso, Peluso poderia decidir o caso, mas deixará a tarefa para o plenário da Casa, em fevereiro. O advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, disse que o governo Italiano terá o "direito universal" de recorrer. O Itamaraty não se manifestou. (Págs. 1 e 3)

Mantega admite controle de capitais

Para segurar dólar, governo pode administrar ingresso no país de recursos especulativos. Moeda sobe

O ministro Guido Mantega desafiou o mercado dizendo que o Brasil não deixará o dólar derreter. Segundo ele, o controle de capitais é uma opção na mesa da equipe econômica, para tornar o pais menos atraente aos especuladores. O objetivo seria "administrar o ingresso de capital especulativo de curto prazo". Após Mantega convocar entrevista sobre o câmbio, a moeda americana subiu 1,21%, mas, como nenhuma medida foi anunciada, ela fechou em alta menor, de 0,78%, a R$ 1,664. Para minimizar os efeitos da valorização do real, o governo pode usar, pela primeira vez, uma lei que permite frear importações de países que sejam parte de uma triangulação no comércio exterior com a China, o que beneficiará o setor calçadista. (Págs. 1, 19 e 20)

Miriam Leitão

Por um lado, o dólar em queda é um problema; mas ele atenua o efeito das pressões inflacionárias. (Pág. 1)

PMDB usa mínimo para exigir cargos

Primeira crise interna

Insatisfeito com a distribuição de cargos de segundo escalão, o PMDB se reuniu ontem e já ameaça o governo, usando o mínimo como forma de pressão. O líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves, disse que não tem certeza sobre o valor de R$ 540: "Não estou convencido. O PMDB também não, mas pode ser convencido pela equipe econômica". O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que qualquer valor acima do fixado na MP editada por Lula será vetado pela presidente Dilma Rousseff. (Págs. 1, 5 e Merval Pereira)

Elio Gaspari

A ampliação do acesso a internet de banda larga poderá ser a jóia da coroa do governo Dilma.

Zuenir Ventura

Quando Dilma, na posse, passou as tropas em revista, viu-se uma dupla rendição a democracia.

Roberto DaMatta

Até onde Lula vai conseguir, como prometeu, "desencarnar do papel" e aceitar o tenebroso "ex"?

Chuvas deixam 3 mortos em Petrópolis

As chuvas que caem no interior do estado desde o Natal provocaram um deslizamento de terra que matou duas crianças e uma adolescente da mesma família, ontem de madrugada, em Petrópolis, na Região Serrana. Segundo a prefeitura de Petrópolis, a residência ficava numa área de proteção ambiental, ocupada por seis famílias há 20 anos. O governador Sérgio Cabral pediu, pelo Twitter, que os prefeitos impeçam ocupações irregulares. (Págs. 1 e 12)

Blocos reagem a exigências da polícia

O presidente da Associação de B1ocos Folia Carioca, Ricardo Rabelo, quer uma audiência com o governador Sérgio Cabral para reclamar das exigências feitas pelo comando do 23º BPM (Leblon) para autorizar desfiles, incluindo a presença de uma UTI móvel e a instalação de postos de observação. (Págs. 1 e 18)

Obama enfrentará enxurrada de CPIs em Câmara republicana (Págs. 1 e 27)

Enquanto isso, no Guarujá, família Lula cai no mar ... (Págs. 1 e 10)

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Folha de S. Paulo

Manchete: PMDB usa salário mínimo para obter cargo; Dilma reage

Partido promete trabalhar por valor acima dos R$ 540 fixados pela equipe econômica; governo diz que vetará

O PMDB, em disputa com o PT pelos cargos considerados estratégicos no segundo escalão, lançou a primeira ameaça ao governo Dilma Rousseff. O partido prometeu atuar no Congresso Nacional por um salário mínimo superior aos R$ 540 fixados pela equipe econômica.

Por ordem da presidente, o Ministério da Fazenda reagiu de imediato, apesar do princípio de crise entre os dois maiores partidos de apoio ao governo. Guido Mantega foi escalado para avisar que qualquer valor do mínimo acima do que foi estabelecido será vetado.

O bloqueio do Orçamento pode chegar a R$ 40 bilhões neste ano, indica avaliação da área técnica. O ajuste fiscal visa convencer o mercado da disposição de controlar a inflação. (Págs. 1, A4 e A5)

Vinicius Torres Freire

PMDB ameaça chutar a escada da presidente logo no início do mandato. (Págs. 1 e B4)

'Deputados de verão' custarão R$ 5 mi por 1 mês de mandato

A Câmara dos Deputados dará posse a 45 suplentes para exercer mandato-tampão nas férias legislativas deste mês. Só um se elegeu em outubro e continuará em fevereiro, quando o novo Congresso tomar posse.

Mesmo com o Congresso em recesso durante janeiro, os suplentes empossados receberão em um mês todas as verbas e salários dos titulares - R$ 107 mil para cada um, o que dá um total de R$ 4,8 milhões em despesas.

A maioria dos titulares substituídos deixou a Casa em 31 de dezembro para assumir secretarias nos novos governos estaduais. Entre os suplentes que assumirão estão quatro políticos que são réus na Justiça. (Págs. 1 e A7)

Foto legenda: Bronca italiana

Manifestantes fazem protesto diante da Embaixada do Brasil em Roma; governo italiano estuda levar o caso Battisti a Corte Internacional em Haia. (Págs. 1 e A6)

Presidente cobra ministro militar sobre declaração

A presidente Dilma Rousseff chamou o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general José Elito Siqueira, para pedir explicações sobre sua declaração de que os desaparecidos políticos são fato histórico do qual "não temos que nos envergonhar ou vangloriar".

A Folha apurou que Elito disse à presidente que foi mal compreendido. (Págs. 1 e A6)

O médico do poder

Médico de Dilma, Serra, José Alencar, Maluf e Lula, de quem ficou amigo nos anos 90, Roberto Kalil tem fama de durão e está decidido a chefiar o InCor. (Págs. 1 e A8)

Economia dos EUA emite sinais de recuperação

Indicadores mostram que os EUA podem ter voltado a crescer em ritmo maior que o esperado. Em dezembro, a produção industrial americana registrou a 17ª alta consecutiva, e as vendas da maior montadora, a General Motors, cresceram 7,5%.

Estima-se que o PIB cresça ate 4%, mas o desemprego de 9,8% ainda é um risco para a retomada. (Págs. 1 e B1)

Operação-padrão de pilotos da TAM faz voos atrasarem

Parte dos pilotos e comissários da TAM, a maior companhia aérea do pais (45% do mercado), iniciou operação-padrão, o que atrasou mais da metade dos voos da empresa em três dias.

Os funcionários têm se recusado a trabalhar a mais ou a suspender folgas. A empresa alega desconhecer o movimento. (Págs. 1 e C1)

Deslizamento causa 3 mortes em Petrópolis e uma em Mauá

Um deslizamento de terra causado pela chuva soterrou uma casa e matou duas meninas e uma adolescente na comunidade de Mata Cavalo, em Petrópolis (RJ).

Ontem à noite, uma pessoa morreu soterrada em Mauá, na Grande SP. Na cidade de São Paulo, a quantidade de chuva em 2010 (2.125,4 mm) foi a segunda maior em 78 anos - só perdeu para a de 1983. (Págs. 1 e C4)

Editoriais

Leia "Assim mesmo", sobre insatisfação do PMDB com a divisão de cargos; e "Mudanças atrasadas", acerca de medidas para reformular setor aéreo. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: PMDB usa alta do salário mínimo para retaliar Dilma

Após perder espaço no segundo escalão, partido diz que vai propor valor acima dos R$ 540 aceitos pelo governo

Insatisfeito com os avanços do PT sobre os cargos do segundo escalão antes controlados pelo partido, o PMDB anunciou que iniciará retaliação pelo novo salário mínimo. O governo quer mantê-lo em R$ 540; o PMDB quer mais, ameaçando logo no início do governo a política de austeridade fiscal de Dilma Rousseff. "O Congresso existe para melhorar as propostas, não só para carimbá-las", afirmou o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), após reunião com o vice-presidente da República e presidente licenciado do PMDB, Michel Temer, e outras lideranças do partido. A pedido do vice, Dilma aceitou suspender a distribuição dos cargos para acalmar o PMDB, conforme antecipou o Estado ontem. A nova ofensiva do principal aliado governista deixou Dilma estupefata, segundo assessores. Mas ela foi aconselhada pelo ministro Antonio Palocci (Casa Civil) a manter o diálogo e esperar a posse do novo Congresso, em fevereiro. (Págs. 1 e Nacional A4)

Reação

Dilma Rousseff

"Se vier algo diferente disso (salário mínimo de R$ 540), vamos simplesmente vetar" (Pág. 1)

Battisti: Brasil é alvo de protesto

Centenas de manifestantes de grupos políticos da extrema direita à esquerda se reuniram em diferentes cidades da Itália contra a decisão do ex-presidente Lula de não extraditar o ex-ativista Cesare Battisti. Houve protestos em Milão, Veneza, Nápoles, Palermo, Bolonha e Bari, além de Roma, onde a manifestação ocorreu diante da Embaixada do Brasil, na Praça Navona. Ontem o governo da Itália pediu ao STF que Battisti permaneça preso pelo menos até fevereiro e classificou a decisão como afronta à soberania italiana e insulto às instituições do país. (Págs. 1 e Nacional A6)

Mantega tenta conter alta do real 'no gogó'

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, convocou uma entrevista coletiva para tentar conter a valorização do real, que ontem se aproximou de R$ 1,65. Com isso, acabou reduzindo o piso informal para o dó1ar (era de R$ 1,70 até pouco tempo atrás). O ministro estabeleceu meta de superávit comercial de US$ 20 bilhões (o mesmo de 2010) e disse que possui uma "infinidade" de medidas cambiais, mas não antecipou nenhum anúncio. Sem novidade, o dólar fechou a R$ 1,664, com alta de 0,85%. (Págs. 1 e Economia B1)

Meta para redução de gases sai até abril em SP

O secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, garantiu que as metas setoriais previstas na lei de mudanças climáticas serão anunciadas até abril. A lei prevê que São Paulo reduza a emissão de gases de efeito estufa em 20% até 2020. (Págs. 1 e Vida A12)

Alckmin quer retomar construção de 46 presídios

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, fixou como meta para a segurança retomar a construção de 46 presídios no interior - ao custo de R$ 1,1 bilhão. O projeto parou por causa de contestações judiciais e resistência dos prefeitos. (Págs. 1 e Cidades C1)

Arcebispo de Brasília terá cargo no Vaticano

O papa Bento XVI nomeou o arcebispo de Brasília, d. João Braz de Aviz, como prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica - um dos nove órgãos principais da Igreja Católica em Roma. (Págs. 1 e Vida Al4)

Chávez volta hoje a ter oposição parlamentar (Págs. 1 e Internacional A9)

Rolf Kuntz

Novo governo, luz e sombra

Pela primeira vez em muito tempo, fala-se no governo em apertar a disciplina fiscal, para reduzir o peso carregado pela política monetária. (Págs. 1 e Economia B4)

Renato Janine Ribeiro

2014, 2018 ...

Em seu ministério, Dilma terá de preparar nomes que não rivalizem com ela em 2014, mas que possam se credenciar para 2018. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações

A presidente enfrenta a tigrada

Ao sustar nomeações no governo, Dilma só adia a crise. (Págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Não dá para ser feliz

A psicóloga Karen Tannhauser é o exemplo do drama vivido por muitas pessoas no fim do ano: a depressão. Segundo o Centro de Valorização da Vida, os atendimentos aumentam em 20% neste período, com mais de 200 ligações por dia. (Págs. 1 e 3 a 5)

Cuba adere ao capitalismo e escritora critica a lavagem cerebral (Págs. 1 e 14 a 17)

22 anos depois, Constituição ainda não ficou pronta (Págs. 1, 23 e 24)

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Correio Braziliense

Manchete: Bancos liberam R$ 105 bi para a casa própria

Pelo menos 1,2 milhão de moradias serão financiadas, somente em 2011, por instituições públicas e privadas. Dinheiro virá da caderneta de poupança e do FGTS. Iniciativa tem o apoio do Banco Central. (Págs. 1 e 13)

Agora Mantega dá a mão à austeridade

No fim da Era Lula, o ministro da Fazenda liderou os gastos públicos. Ontem, deu entrevista para dizer que vai cortar despesas e tentar segurar a valorização do real. Ele garantiu que vetará mínimo acima de R$ 540. (Págs. 1 e 11)

Poupança forçada

Nos ajustes do orçamento 2011, programas sociais perdem R$ 417 milhões, mas serão garantidos investimentos no Minha casa, Minha Vida, no PAC e nas obras para a Copa de 2014 e para as Olimpíadas de 2016. (Págs. 1, 2 e 3)

Ex-arcebispo de Brasília assume cargo no Vaticano (Págs. 1 e 29)

STF decide cassar liminar que inutilizava exame da OAB (Págs. 1 e 10)

Itália pede a STF que não solte Battisti

Governo italiano encaminha documento ao Supremo e manifestantes protestam em frente à embaixada brasileira em Roma. Apesar da pressão, Berlusconi, que ontem se encontrou com uma das alegadas vítimas de Battisti (foto), diz que nada muda nas relações com o Brasil. (Págs. 1 e 9)

Aeroportos: Depois da posse, volta o sofrimento

Pelo segundo dia consecutivo, o terminal de Brasília registrou a maioria dos voos que extrapolaram o prazo de tolerância de 30 minutos. A companhia aérea TAM foi recordista: mais de 50% das decolagens fora do horário. (Págs. 1 e 14)

Saúde: Mais atenção ao paciente de câncer

O GDF promete que, em 90 dias, 100% dos portadores do mal terão tratamento. O governador Agnelo Queiroz sai do encontro com o ministro Alexandre Padilha levando R$ 100 milhões para o Saúde da Família. (Págs. 1 e 23)

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Valor Econômico

Manchete: Um pacote de US$ 8 bi para Iberdrola comprar Elektro

A Iberdrola, o maior grupo de energia da Espanha e um dos maiores do mundo, assinou acordo de exclusividade para a compra de todos os ativos da Ashmore Energy International (AEI) no mundo. O que inclui a valiosa distribuidora de energia no Brasil, a Elektro. O grupo tem até o dia 15 para confirmar a oferta estimada em US$ 8 bilhões que fez pelas empresas da AEI, que incluem geradoras, gasodutos e distribuidoras de energia e gás espalhadas pela América Latina, China e Leste Europeu. Procuradas, AEI e Iberdrola não se manifestaram.
Se confirmarem a compra, os espanhóis acabam com o sonho da CPFL Energia de ter a distribuidora que é uma extensão de sua própria área de concessão. Ao mesmo tempo, a Iberdrola reafirma sua posição na Neoenergia, empresa da qual é dona, junto com a Previ. Inicialmente a proposta pelos ativos da AEI foi feita pela Neoenergia, mas em função do conflito de interesses da Previ - que também é sócia na CPFL, com a Camargo Corrêa -, a Iberdrola tomou as rédeas da negociação. A ideia, entretanto, é que a Elektro seja incorporada à Neoenergia. (Pág. 1)

Superávit com a Argentina traz riscos

O superávit comercial do Brasil com a Argentina, que cresceu 172% e alcançou US$ 4,1 bilhões em 2010, reacendeu temores de medidas protecionistas do governo de Buenos Aires, caso se confirme a previsão de manutenção da tendência de desequilíbrio em 2011.
O secretário de Comércio, Guillermo Moreno, já avisou que voltará a dificultar a entrada de alimentos processados. Produtos brasileiros como milho, molhos em conserva e biscoitos podem ser afetados. Em maio, expira o acordo de restrição voluntária das exportações de calçados à Argentina, que fixa cota anual de 15 milhões de pares. O diretor da Abicalçados, Heitor Klein, diz que há disposição dos brasileiros em renovar o acordo, mas com bases diferentes e ampliação dos embarques. (Págs. 1 e A4)

Governo tenta aplacar o PMDB

Os ministros da Casa Civil, Antonio Palocci, da Saúde, Alexandre Padilha, e das Comunicações, Paulo Bernardo, foram designados pela presidente Dilma Rousseff para tentar contornar a crise aberta entre o PMDB e o governo. O objetivo do grupo é conciliar o desejo do PMDB por cargos na administração federal com a intenção da presidente Dilma de privilegiar nomes técnicos e não políticos. Os partidos aliados do governo, principalmente o PMDB, ameaçam aprovar um salário mínimo superior aos R$ 540 decretados pelo governo se não tiverem atendidas suas reivindicações por cargos. (Págs. 1 e A9)

Investidores articulam nova bolsa

Um grupo de investidores, liderado pela gestora de recursos Claritas, negocia a criação de uma bolsa alternativa à BM&FBovespa, que há três anos se transformou em empresa de capital aberto. A motivação são as queixas sobre os custos elevados para se operar na BM&FBovespa. O grupo mantém conversas com outros investidores domésticos para avaliar o interesse em participar de uma plataforma alternativa de negócios. A ideia seria usar a licença operacional da Bolsa de Valores Bahia Sergipe e Alagoas, que estaria apta a funcionar. As conversas entre os investidores se estendem há um ano. O executivo Luiz Eduardo Zago, ex-Itaú, já teria sido contratado para comandar os trabalhos.
O tamanho do mercado é a grande questão para o surgimento de uma outra bolsa no país, restando muitas dúvidas sobre se há liquidez suficiente para ser dividida. Um novo centro de negociação, possivelmente, seria usado por grandes "players" para seus negócios no interbancário. (Págs. 1 e C1)



Anápolis se torna a capital dos genéricos

Anápolis, a 50 km de Goiânia, nunca mais será a mesma cidade, com um quê interiorano. A construção de novos condomínios, edifícios, universidades e até as cores renovadas das casas são sinais do aumento da renda ocorrido com a chegada de grandes indústrias farmacêuticas ao município.
Os laboratórios começaram a se instalar em Anápolis nos anos 90, mas se expandiram muito recentemente, atraídos por incentivos fiscais. Só nos últimos 12 meses, multinacionais e companhias brasileiras investiram cerca de R$ 2 bilhões na cidade, principalmente para produzir remédios genéricos. A localização geográfica estratégica, em região central cortada por duas rodovias federais, também atraiu grandes distribuidoras de medicamentos. (Págs. 1 e B6)

Exportador brasileiro teme desvalorização venezuelana

Exportadores brasileiros de alimentos estão preocupados com os efeitos da maxidesvalorização cambial na Venezuela, que na semana passada "unificou" as duas cotações do dólar em relação à moeda local, o Bolívar. As empresas brasileiras vinham se beneficiando da taxa favorável aplicada às importações de primeira necessidade. Como resultado da decisão governamental, importadores venezuelanos já suspenderam o fechamento de novos negócios para a compra de gado vivo. Mas a avaliação dos brasileiros é que os efeitos sobre as vendas não devem ser grandes, já que o país depende bastante dos importados por não ter produção local.
O Brasil é um importante fornecedor de gado, açúcar e frango congelado para os venezuelanos – itens que representam quase 40% das exportações para o país e que no ano passado somaram aproximadamente US$ 1,5 bilhão. (Págs. 1 e A11)

Esmaltec quer crescer fora do Nordeste

Pouco conhecida fora do Nordeste, a fabricante de produtos de linha branca Esmaltec, do Ceará, produziu mais de 2 milhões de fogões no ano passado, ficando com cerca de 23% do mercado brasileiro. No rastro da melhora do poder de compra das classes C e D, a empresa quer ampliar a sua discreta presença nacional em outros produtos. Para isso, vai dobrar a produção de refrigeradores na fábrica de Maracanaú, a 60 quilômetros de Fortaleza. Para a empresa, controlada pelo conglomerado Edson Queiroz, o desafio é oferecer produtos de qualidade a preços baixos, como diz a superintendente, Annette Reeves de Castro. (Págs. 1 e Bl)

Países emergentes da Ásia agem para deter alta dos preços (Págs. 1 e A10)

Escassez de mão de obra desafia as mineradoras (Págs. 1 e B7)

Gargalos do saneamento

Apesar da verba destinada pela União a projetos de saneamento ter aumentado de R$ 2,2 bilhões, em 2003, para RS 10,3 bilhões em 2009, só 47% dos recursos foram efetivamente comprometidos. (Págs. 1 e A3)

Inovação a passos lentos

Apesar do aumento da taxa de inovação na indústria brasileira, economistas ainda veem com reservas - ou até decepção - alguns dados sabre P&D no país. (Págs. 1 e A14)

Petrobras avalia entrar na Galp

A Petrobras admitiu que analisa a compra de uma participação equivalente a um terço do capital da portuguesa Galp, que pertence à italiana Ente Nazionale Idrocarburi (ENI). (Págs. 1 e B1)

Hotéis celebram 2010

O setor hoteleiro encerrou o ano com médias de ocupação de até 95%, graças ao aumento da renda da população e à projeção do país no exterior, com sua eleição para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016. (Págs. 1 e B4)

Cooperativas do PR investem mais

Com a safra de verão bem encaminhada, as cooperativas do Paraná aumentam os investimentos em industrialização e armazenagem, que neste ano deverão chegar ao recorde de R$ l,3 bilhão. (Págs. 1 e B10)

Seca frustra safra argentina

A seca na Argentina, causada pelo fenômeno climático La Niña, afetou as culturas de soja e milho e impedirá o país de alcançar, pela primeira vez, uma colheita de 100 milhões de toneladas de grãos. (Págs. 1 e B10)

Estrangeiro perde espaço na bolsa

Pela primeira vez desde 2004, o investidor institucional superou os estrangeiros e foi responsável por um terço do giro da bolsa no ano passado. O saldo do investimento estrangeiro foi positivo em R$ 5,9 bilhões. (Págs. 1 e D2)

Base do PIS/Cofins volta ao STJ

Após dois anos de espera e sem uma definição do Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal de Justiça voltará a julgar a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Martin Wolf

Economias que se tornaram periferia estão reemergindo como núcleo e isso está transformando o mundo inteiro. (Págs. 1 e Al3)

Ideias

David Kupfer

Novo governo não sinaliza mudanças profundas no tripé da política econômica, embora elas sejam necessárias. (Págs. 1 e A13)

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Estado de Minas

Manchete: Briga por cargos faz Dilma adiar nomeações

Depois da suspensão das indicações, PMDB já usa a votação do salário mínimo para pressionar

A estratégia do governo em congelar até fevereiro o preenchimento de postos no segundo escalão é evitar que possíveis insatisfações contaminem a tramitação de matérias importantes no Congresso e a eleição da Mesa da Câmara. Os peemedebistas sinalizam que não vão deixar barato e que pode haver dificuldade para aprovar o salário mínimo de R$ 540. Querem discutir um valor maior. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reagiu: "Se vier algo diferente, vamos vetar". (Págs. 1, 3 e 4)

Foto legenda: 16 horas à espera do voo

A partida da bióloga Mércia Maria de Araújo de Confins para Porto Seguro seria à 0h de ontem. Mas só ocorreu às 16h. De tanto ficar em pé, os joelhos incharam, exigindo uma cadeira de rodas. Ela foi uma das vítimas dos atrasos em 51,3% das decolagens da TAM, maior empresa aérea do país, até as 19h, tumultuando os aeroportos. (Págs. 1, 14 e Editorial, 10)

Crédito recorde: R$ 105 bi para casa própria

O crédito para financiamento da casa própria deve chegar ao valor recorde de R$ 105 bilhões este ano. O incremento de até 50% é suficiente para a compra de 1,2 milhão de imóveis novos e usados. A estimativa é da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). (Págs. 1 e 12)

Concursos podem abrir 205 mil vagas este ano (Págs. 1 e 13)

Itália vai ao STF por Battisti

O governo italiano recorreu ao Supremo Tribunal Federal para tentar impedir que o ex-ativista Cesare Battisti seja libertado até o parecer final sobre sua extradição. Ontem, centenas de pessoas protestaram em frente à Embaixada brasileira em Roma contra a decisão do ex-presidente Lula de não extraditá-lo. (Págs. 1 e 5)

Perigo: Chuva acende o alerta para 111 áreas na capital

Defesa Civil mapeou os locais em que 90% das edificações estão em encostas, deixando em perigo 3,7 mil famílias. Em apenas três dias, choveu em janeiro 35% do total previsto para todo o mês. (Págs. 1 e 21)

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Jornal do Commercio

Manchete: Detran reajusta taxas

Todos os serviços do órgão sofreram alta, como emissão de documentos de veículos e retirada da habilitação de motoristas. Aumento foi baseado na elevação do IPCA, que acumulou 5,63% entre dezembro de 2009 e novembro de 2010. (Pág. 1)

Duas mulheres morrem em colisão com ambulância (Pág. 1)

Instituições federais oferecem 3.853 vagas a feras do Enem (Pág. 1)

Dilma adia indicação por causa de disputas (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Supremo desarquiva processo de Battisti

Pela decisão do presidente do STF, pedido de libertação imediata do ex-ativista deve ser anexado aos autos. Governo italiano pretende recorrer à Corte de Haia.

Foto legenda: Italianos descontentes com decisão de Lula protestaram, como em frente à embaixada brasileira de Roma. (Págs. 1, 4 e 5)

Racionamento: Burocracia prolonga falta de água em Bagé

Projeto para construção da quarta barragem no município soma três anos.

Irrigação exige mãos à obra
Irineu Guarnier Filho

No Estado, estiagem é a regra, não a exceção. (Págs. 1, 24 e 25)

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Fonte: Radiobrás

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

RESUMO DOS JORNAIS E REVISTAS 04/01/2011

O Globo

Manchete: Ministro prepara ensino médio em tempo integral

Na Saúde, novo titular propõe estabelecer metas de qualidade

O ministro da Educação, Fernando Haddad, vai apresentar à presidente Dilma Rousseff um projeto que inclui a oferta de ensino médio em tempo integral, associado ao ensino técnico, para estudantes de todo o país. A ideia é que os alunos possam fazer o curso regular num turno e, no outro, o profissionalizante. "Com o ensino em tempo integral, você compatibiliza a necessidade do jovem que cursa o ensino médio de se profissionalizar", disse Haddad, sem anunciar quanto custará a medida. Ele também disse que dará prioridade à valorização do magistério e à educação infantil. O novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou que pretende criar um indicador de desempenho, com metas de qualidade, para medir a eficiência do SUS. Disse que seu maior desafio é acabar com a demora do atendimento na rede pública - que, segundo ele, é a maior reclamação dos usuários. E propôs a criação de um mapa nacional para diagnosticar gargalos do sistema. (Págs. 1, 5 e 9)

Foto legenda: A nova mãe do PAC

A ministra Miriam Belchior (Planejamento), que cuidará do PAC, anunciou cortes no Orçamento e prometeu melhorar a qualidade dos gastos. Ela chorou ao lembrar o ex-marido Celso Daniel, assassinado em 2002. (Págs. 1 e 3)

Dólar e inflação, desafios do governo

No mesmo dia em que dólar fechou em nova queda, de 0,9%, a R$ 1,651 - na menor cotação desde setembro de 2008 -, o novo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, disse que o governo Dilma não ficará "passivo e inerte" à taxa de câmbio e travará uma batalha contra as disparidades cambiais globais e pelo aumento da competitividade do setor produtivo brasileiro. Já o novo presidente do BC, Alexandre Tombini, defendeu a redução, no futuro, da meta de inflação do país, hoje de 4,5% ao ano pelo IPCA. (Págs. 1, 19 e 20, Míriam Leitão, Merval Pereira e editorial "Boa declaração de intenções")

Na briga por cargos, PMDB e PT se boicotam

Brigando por cargos, PMDB e PT boicotaram as posses uns dos outros. Luiz Sérgio (PT) assumiu saudando Collor. (Págs. 1 e 4)

Ministra quer estender cotas para negros

A ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, elogiou a iniciativa do Itamaraty de abrir reserva de vagas para negros no próximo concurso e fez um apelo para que todos os ministérios adotem medidas parecidas. "Vamos provocar cada ministério a apresentar uma ação de impacto", afirmou. (Págs. 1 e 12)

Enquanto isso, no ABC, Lula lê jornal...

O ex-presidente Lula voltou a passar o dia fechado em seu apartamento em São Bernardo, no ABC Paulista, e, segundo um assessor, leu jornais e assistiu à TV. Comeu arroz, feijão e pastéis preparados por dona Marisa. Lula, que vai viajar de férias, ainda não teria decidido para onde ir. (Págs. 1 e 9)

MST deixará de ter cargos no Incra

O novo ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, prometeu ontem que não vai nomear pessoas ligadas a qualquer entidade para as superintendências do Incra. É uma mudança de posição em relação ao governo Lula, que distribuiu cargos entre indicados pelo MST. (Págs. 1 e 11)

Bernardo defende limite a estrangeiros para portal de internet (Págs. 1 e 22)


 

Aposentados: acima do salário mínimo, aumento é maior (Págs. 1 e 3)

Comissão para apurar crimes da ditadura volta a ser defendida (Págs. 1 e 10)

País tem mais 3,5 milhões de veículos

As montadoras registraram nova marca histórica em 2010: foram vendidos 3,5 milhões de automóveis, comerciais leves, ônibus, caminhões e picapes. O crescimento foi de 11,8% sobre 2009. (Págs. 1 e 20)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Alckmin resolve auditar contratos da gestão Serra

Governador determina revisão dos serviços prestados por terceirizados

O governador paulista, Geraldo Alckmin, mandou a Secretaria de Gestão Pública auditar todos os contratos de terceirização de serviços herdados dos governos dos também tucanos José Serra e Alberto Goldman.

Há quatro anos, na sua primeira semana de governo, Serra - que sucedia Alckmin - apresentou um pacote de austeridade fiscal que incluia desde a revisão de contratos até um pente-fino no funcionalismo.

Os serviços terceirizados que serão auditados somam gastos de R$ 4,1 bilhões. O trabalho será orientado pelo consultor Vicente Falconi, que colaborou com o "choque de gestão" feito por Aécio Neves em Minas Gerais.

Alckmin pediu aos 26 secretários que apresentem, em até 15 dias, plano minucioso de corte de gastos em despesas fixas -as chamadas verbas de custeio. O governador não detalhou como será o corte. (Págs. 1 e A4)

Insatisfação entre aliados domina reunião de Dilma (Págs. 1 e A9)

Oposição nos EUA planeja abrir CPI sobre site WikiLeaks

O Partido Republicano, que assume amanhã o controle da Câmara dos Representantes (deputados) dos EUA, quer abrir CPI para investigar o site WikiLeaks e seu criador, Julian Assange.

A oposição a Barack Obama considera fraca a reação do governo ao vazamento de papéis pelo site. (Págs. 1 e A12)

Irã convida nova presidente do Brasil a ir ao país no 2º semestre (Págs. 1 e A13)

Desaparecidos não são vergonha, diz general

Os desaparecidos são um "fato histórico", do qual "nós naão temos que nos envergonhar ou nos vangloriar", afirmou em discurso o general José Elito Siqueira.

O militar, que assumiu a chefia do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, defendeu que o país "olhe para a frente".

Siqueira chamou de "situações isoladas" os objetos de investigação da Comissão da Verdade -incluindo casos de desaparecimento.

Horas antes, a nova secretária de Direitos Humanos, Maria do Rosário, apoiou a criação da comissão, ideia que gerou muita polêmica no governo Lula. (Págs. 1 e A8)

Para executivos, há preconceito no atendimento à baixa renda

Pesquisa feita a pedido da Folha revela que 7 em cada 10 empresas que atuam nas classes C, D e E admitem algum tipo de preconceito ou resistência interna de sua organização para atender o consumidor de baixa renda.

Estima-se que o mercado popular do país movimente R$ 900 bilhões atualmente. Para 69% dos executivos entrevistados, o marketing entende pouco ou nada sobre os emergentes. (Págs. 1 e B1)

Tráfico planejou sequestrar filho de Lula, diz a PF

A Polícia Federal apurou que o traficante Fernandinho Beira-Mar planejou, de dentro de presídio de segurança máxima em Campo Grande (MS), sequestrar Luís Cláudio Lula da Silva, um dos filhos do ex-presidente Lula. A PF evitou a ação, que visava obter a liberdade do traficante e de outros presos. (Págs. 1 e A10)

Benjamin Steinbruch: Desafio é levar o país ao mundo dos juros civilizados (Págs. 1 e B8)

Editoriais

Leia "Erradicar a miséria", sobre promessa de Dilma Rousseff; e "Menos estrépito", acerca dos próximos passos da política externa brasileira. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Tombini prioriza controle da inflação

Ao tomar posse, novo presidente do BC disse que será "intransigente" no cumprimento das metas; discurso agrada a banqueiros

O novo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou que vai buscar, "de forma incansável e "intransigente", meios para manter a inflação sob controle. Em seu discurso de posse, o economista enfatizou que o sistema de metas de inflação é o instrumento mais adequado para cumprir essa missão e afirmou que o crescimento sustentado só ocorrerá com inflação baixa. Em sintonia com o Planalto, Tombini fez questão de destacar que a estabilidade de preços é um "desafio permanente". O discurso do novo presidente do BC agradou aos representantes dos grandes bancos brasileiros que estiveram na solenidade, em razão de seu alinhamento com o ex-presidente do BC Henrique Meirelles. Já o novo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, disse que a presidente Dilma Rousseff está preocupada com o impacto da taxa de câmbio sobre a exportação e admitiu a necessidade de desonerações setoriais de impostos, para compensar a indústria brasileira. Móveis, calçados e têxteis são alguns dos setores que podem ter benefícios. (Págs. 1 e Economia B1)

Dilma recorre a Sarney para acalmar PMDB

Ante a revolta do PMDB por causa do avanço do PT sobre cargos importantes do segundo escalão, a presidente Dilma Rousseff decidiu acionar o presidente do Senado, José Sarney (AP), para tentar conter a rebelião no partido aliado. O PMDB boicotou ontem as cerimônias de transmissão de cargo dos ministros petistas. O ministro Antonio Palocci está prometendo aos peemedebistas que terão cargos importantes, com grandes orçamentos. (Págs. 1 e Nacional A5)

Secretária defende Comissão da Verdade

A deputada Maria do Rosário (PT) assumiu a Secretaria de Direitos Humanos pedindo ao Congresso que aprove a formação da Comissão da Verdade, para buscar "o reconhecimento da responsabilidade do Estado pelas graves violações de direitos humanos (na ditadura)". Segundo ela, não se trata de revanche: "As Forças Armadas são parte da consolidação democrática deste Brasil". Ela prometeu ainda implementar o Plano Nacional de Direitos Humanos 3, que cita o aborto e o casamento entre homossexuais. (Págs. 1 e Nacional A4)

Foto legenda: Miriam Belchior fala em cortar e investir

Ao assumir o Planejamento, Miriam Belchior chora ao Lembrar de Celso Daniel, prefeito de Santo André assassinado em 2002, de quem é viúva e por quem se disse influenciada. Ela afirmou que tentará conciliar o equilíbrio do Orçamento com os investimentos do PAC. (Págs. 1 e Nacional A6)

José Roberto de Toledo: Votos de boas compras

Lula compreendeu melhor que seus rivais a força do crediário. Ela explica a popularidade do presidente, a mais duradoura da história do Pais. (Págs. 1 e Nacional A7)

Celso Ming: Raras e cobiçadas

A China vem reduzindo exportação de terras raras - 17 minerais usados para fabricar itens tecnológicos. Brasil têm jazidas, mas não explora. (Págs. 1 e Economia B2)

Visão Global

Igualdade, alimento da alma

O custo a pagar pela desigualdade nos EUA não é apenas econômico mas é também a melancolia da alma, escreve Nicholas Kristof. (Págs. 1 e Internacional A12)

Notas & Informações

A missão pedagógica de Lula

Lula praticamente intimou Dilma a convocá-lo, decerto para ensinar como se fazem as coisas. (Págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Que verão é este?

Chuva e céu nublado intrigam cariocas e turistas, que sentem falta do sol nesta estação. (Págs. 1, 6 e 7)

Dilma está de olho na indústria pirata, afirma ministro (Págs. 1 e Informe JB, 26)

Poupança fecha 2010 com pior rendimento em 43 anos (Págs. 1, 13 e 14)

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Correio Braziliense

Manchete: Dilma imprime a sua marca

Ajustes antigastos: bloqueio no orçamento da União será de R$ 30 bi; Juro subirá para conter inflação; Servidor ficará sem reajuste em 2011; Só os cargos de confiança terão aumento

O primeiro dia útil de trabalho da presidente Dilma Rousseff foi marcado por decisões difíceis e pouco populares. Elas têm o sentido de sanear as contas públicas e retomar o controle inflacionário, e deixam claro o estilo Dilma de governar. Para começar, mandou trancar o cofre e pediu que todas as receitas e as despesas — das diárias com viagens aos aluguéis de apartamentos — fossem revistas. Também deu o aval para que o Conselho de Política Monetária do Banco Central, que se reúne no dia 19, aumente os juros para conter o apetite do brasileiro pelo consumo. Outra decisão foi fechar, este ano, a torneira para os salários dos servidores efetivos (30 carreiras e 500 mil pessoas). Apenas os rendimentos de 21,8 mil ocupantes de cargos de confiança serão corrigidos. Paralelamente, vários ministros foram empossados. Ávidos por mais cargos, líderes peemedebistas não foram à posse de petistas como Paulo Bernardo, das Comunicações, que exonerou cinco diretores dos Correios — órgão aparelhado pelo PMDB. (Págs. 1, 2 a 8 e 10 a 14)

Concurso

Por conta de aposentadorias, o Banco Central vai renovar 35% do seu quadro de pessoal até 2014. Será uma seleção por ano. (Págs. 1 e 10)

Agnelo vai cortar 50% dos cargos comissionados

De imediato, o governador congela 6 mil vagas e reafirma aos secretários que a prioridade é recuperar o sistema de saúde. (Págs. 1 e 23)

Aeroportos: Mais atrasos em Brasília

Na volta do feriadão de fim de ano, a capital registrou 73 voos fora de hora, o equivalente a 47,1% do total. Média nacional, segundo a Infraero, ficou em 34%. (Págs. 1 e 15)

BR-060: Buraco já tem 60m

A cratera no Km 24 da estrada que liga Brasília a Goiânia cresceu 20m em extensão e aproximou-se do desvio. Para técnicos, a situação está sob controle. (Págs. 1 e 29)

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Valor Econômico

Manchete: Múltis avançam nos emergentes

"Novos mercados" de consumo, os países emergentes deram um salto importante nas vendas das maiores multinacionais em 2010. Esse grupo de países, que considera Brasil, Rússia, Índia e China (Bric), além de outras economias como Coreia do Sul, Polônia e África do Sul, responde por mais de 50% da receita bruta em dois dos oito maiores grupos internacionais na área de consumo. Em seis deles a fatia dos emergentes supera um terço do volume total comercializado.
Há potencial para mais, mesmo com a possibilidade de alguns desses "novos mercados" terem uma expansão mais discreta de sua economia em 2011. Relatório de analistas do Citi, publicado em dezembro nos Estados Unidos, prevê que a anglo-holandesa Unilever obtenha 70% de suas vendas em países emergentes num prazo de dez anos. "Entregamos resultados sólidos porque os mercados emergentes têm apresentado altos níveis de crescimento no volume vendido", disse a analistas Paul Polman, CEO mundial da companhia. (Págs. 1 e B1)

Novas regras estimulam papeis de longo prazo

O governo incluiu no pacote de estímulo ao crédito de longe prazo os Certificados de Recebíveis Imobiliários, papéis que têm como lastro operações de financiamento imobiliário. Investidores estrangeiros que adquirirem esses papéis terão isenção do Imposto de Renda. Também foram feitas modificações nas regras de emissão de debêntures.
A recompra dos papéis pela empresa emissora tornou-se mais flexível. Ela poderá retirar do mercado um papel com taxa de juros mais alta para colocar outro com taxa mais baixa, por exemplo, a fim de reduzir o endividamento. O governo passou a permitir emissões simultâneas de debêntures, para que empresas possam oferecer papéis (prefixados, indexados a inflação ou ao DI) para atender tipos distintos de investidor. (Págs. 1 e C1)

Foto legenda: Troca de comando

Ao receber o cargo de presidente do BC de Henrique Meirelles, Alexandre Tombini disse ter recebido de Dilma Rousseff a missão da "busca incansável e intransigente" do controle da inflação. (Págs. 1 e A6)

PMDB pode perder peso no setor elétrico

A presidente Dilma Rousseff vai propor que Flávio Decat comande a Eletrobras, desbancando o poder do PMDB no holding, hoje presidida por José Antonio Muniz Lopes Filho, afilhado do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A Eletrobras é o exemplo mais claro de uma disputa entre PT e PMDB pelo segundo escalão do setor elétrico. A área sempre foi considerada um feudo pemedebista, especialmente do clã Sarney.
O caso mais complicado é o de Furnas, no Rio. O PT está ansioso para tirar a estatal do comando do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (Págs. 1 e A7)

Mentes brilhantes na ciência do pais Megaprojeto

A neurocientista Miguel Nicolelis pode receber um prêmio Nobel por seu trabalho sobre o mal de Parkinson. Outro brasileiro, o físico Daniel Vanzella, descobriu que a energia contida no vácuo é capaz de destruir estrelas. Gilberto Ribeiro desenvolve um resistor de memória capaz de mudar radicalmente o mercado de armazenagem de dados.
Mas ainda é raro encontrar dentistas e pesquisadores brasileiros como esses, que ocupam o topo da pirâmide acadêmica ou da inovação empresarial. (Págs. 1 e B2)

Megaprojeto desafia as tradições de São Caetano

Um megaempreendimento imobiliário, o maior lançamento de São Caetano do Sul, terá como grande desafio quebrar padrões de consumo e comportamento da cidade mais rica do ABC paulista. Espremidos em apenas 15 quilômetros quadrados de área, os habitantes do município se acostumaram a percorrer 20 quilômetros ou mais para ir as compras em São Paulo, a um restaurante ou mesmo ao cabeleireiro. Concebido pela Sobloco, o Espaço Cerâmica - que ganhou seu nome em razão de uma antiga fábrica da Magnesita na área - e bairro planejado que terá o primeiro shopping center da cidade, um hospital São Luiz e prédios comerciais e residendais de alto padrao. (Págs. 1 e B8)

MDIC vai reforçar os mecanismos de defesa comercial (Págs. 1 e A5)

Recuperação dos EUA puxa altas nas bolsas e commodities (Págs. 1, C2 e A11)

Neozelandeses ampliam a produção de leite na Bahia, diz Bell (Págs. 1 e B12)

Gargalo aeronáutico

Entre a meia-noite e as 19h de ontem, os principais aeroportos do país registravam 719 voos com mais de 30 minutos de atraso, 34% das decolagens programadas, ante 20% no primeiro dia útil de 2010. (Págs. 1 e B1)

O Natal da década

Com vendas físicas 11,2% maiores e alta de 8% no faturamento, o resultado dos supermercados paulistas em dezembro foi o melhor da década. Impulsionado pelo câmbio, o bacalhau foi um dos destaques. (Págs. 1 e B6)

Escalada do cobre

Após aumentar 33% em 2010, o preço do cobre no mercado internacional continuou subindo ontem e alcançou o recorde de US$ 4,45 a libra, impulsionado por temores de desequilíbrio entre oferta e demanda. (Págs. 1 e B7)

EUA vão à'guerra' por transgênicos

Despachos diplomáticos divulgados pelo site WikiLeaks revelaram a intenção do governo americano de retaliar parceiros comerciais, em especial a União Europeia, por suas resistências aos transgênicos. (Págs. 1 e B12)

Cartões atraem estrangeiras

Depois da Elavon, a também americana Global Payments chega para disputar o mercado brasileiro de captura e processamento de transações com cartões, segmento liderado por Cielo e Redecard. (Págs. 1 e C6)

'Destronando o rei'

Em livro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil, a jornalista americana Julie Macintosh revela os bastidores da aquisição da Anheuser-Busch pela InBev. (Págs. 1 e D10)

Carf para ganhar agilidade

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) tem um novo regulamento interno, Entre as mudanças, que pretendem agilizar os processos, foi reduzido de 60 para 30 dias o prazo para voto dos conselheiros. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Raymundo Costa

A oposição precisa de tempo para organizar a tropa, que mais parece um desorientado acampamento de náufragos. (Págs. 1 e A5)

Ideias

Martin Feldstein

Pacote tributário americano é a combinação certa de política fiscal de curto prazo e prudência fiscal de longo praza. (Págs. 1 e Al3)

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Estado de Minas

Manchete: Governo quer baixar a meta da inflação (Pág. 1)

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Jornal do Commercio

Manchete: Livro didático sobe 8% em média

Reajustes vão de 6% a 11% e foram provocados, em parte, pela adequação à nova ortografia. Livrarias repassaram aumento integralmente e estão parcelando compras em até 10 vezes. (Pág. 1)

Aposentado tem aumento de 6,4%

Índice será aplicado no salário de janeiro dos 8,7 milhões de beneficiados que ganham acima de um mínimo. (Pág. 1)

Ministério da Integração Nacional terá nova dimensão (Pág. 1)

Dilma tenta acalmar PMDB na disputa por cargos no 2º escalão (Pág. 1)

Eduardo Campos diz que prioridade será educar e qualificar (Pág. 1)

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Veja

Manchete: A batalha dos 100 dias

As oportunidades e os riscos na largada

Reportagem Especial
40 páginas
Governo Dilma (Págs. 1 e 54)

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Época

Manchete: Dilma lá

O novo estilo, os velhos problemas – e o que vai mudar no governo da primeira mulher presidente do país (Págs. 1 e 24)

"Pela primeira vez o Brasil se vê diante da oportunidade real de se tornar uma nação desenvolvida"
Dilma Rousseff, 1º de janeiro de 2011

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Zero Hora

Manchete: Polícia projeta até 10 delegacias exclusivas para conter homicídios

Chefe de Polícia planeja mais DPs para combater crime que teve 1.620 casos em 2010. Favorável à medida, secretário evita se comprometer com prazos. (Págs. 1, 34 e 35)

Aposentadoria acima do mínimo sobe 6,41%

Benefício a 8,7 milhões de pessoas aumentará contas do INSS em R$ 7,8 bilhões. (Págs. 1 e 15)

Governo Dilma: Presidente do BC prevê reduzir meta de inflação

Ambição de Alexandre Tombini é manter taxa inferior a 4,5%. (Págs. 1 e 14)

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Fonte: Radiobrás